Rendimento médio em Goiás é de R$ 3.437, R$ 40 menor que o do País

Publicado em 16/08/2025 Dados foram divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira O Rendimento Médio Habitual de Todos os Trabalhos em Goiás foi de R$ 3.437 no segundo semestre de 2025, conforme Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar Contínua (Pnad Contínua). Os números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (15). Conforme o levantamento, o valor é R$ 40 menor que o registrado no País (R$ 3.477) neste mesmo período. No Brasil, o aumento foi 1,1% maior que a média do primeiro trimestre (R$ 3.440) e de 3,3% perante o segundo trimestre de 2024 (R$ 3.367). Já em Goiás, o período imediatamente anterior teve média de R$ 3.349, ou seja, houve aumento de 2,63% no rendimento médio atual. Já no mesmo trimestre de 2024, o valor foi de R$ 3.342 (2,84%), conforme o IBGE. A Pnad Contínua também indicou que Goiás atingiu a menor taxa de desemprego desde 2013. Conforme levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta sexta-feira (15), a desocupação goiana no segundo semestre deste ano foi de 4,4% – contra 3,9% no quarto trimestre do melhor resultado anterior. No primeiro trimestre deste ano, a taxa de desemprego era de 5,3%, enquanto a do mesmo período de 2024 era de 5,2%. No País, o índice de desocupação atual é de 5,8%, conforme o IBGE, contra 7% no trimestre anterior. Conforme o instituto, a taxa de desocupação, popularmente conhecida como taxa de desemprego, representa o percentual de pessoas desocupadas em relação àquelas que compõem a força de trabalho em determinado período. Em números absolutos, são 180 mil pessoas desempregadas em Goiás no segundo trimestre de 2025. A força de trabalho, por sua vez, é estimada em 4,1 milhões. Esta inclui os ocupados – entre eles os subocupados por insuficiência de horas trabalhadas – e os desocupados. Goiânia, GO – Mais Goiás

Caiado e Ratinho Jr. superam Tarcísio em ‘ranking’ sobre gestão fiscal

Publicado em 14/08/2025 Os governadores do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), e de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), superam o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em relação às medidas adotadas para manter o equilíbrio das contas públicas de seus Estados. Com base em dados da Secretaria do Tesouro Nacional, o Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, montou um “ranking fiscal” comparando as gestões estaduais dos pré-candidatos à Presidência da República em 2026. Mesmo com foco na contenção de gastos e na realização de privatizações, classificadas como “operações extraordinárias” de liquidez pelo Tesouro, quatro desses Estados ainda estão entre os mais endividados com a União: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás concentram 76% da dívida total, por exemplo. Suas notas de Capacidade de Pagamento (Capag) variam entre A e B, selo que afeta o acesso a crédito com aval federal. O Paraná, por sua vez, se destaca por ostentar a nota máxima A+ e manter o balanço das finanças em situação mais confortável. Essas notas funcionam como termômetro de risco dos Estados, influenciando diretamente o acesso a empréstimos e condições de financiamento. Além de indicar a solidez fiscal, o selo serve como credencial de boa gestão, ajudando a atrair investimentos e a viabilizar políticas públicas. A reportagem analisou os governos de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás. Os quesitos examinados foram a nota Capag (endividamento, poupança corrente e liquidez), despesa com pessoal, dívida consolidada, investimentos públicos, histórico de superávit e déficit primários, receitas extraordinárias e situações em regimes especiais. Com exceção de Tarcísio que se elegeu em 2022, os outros quatro governadores foram reeleitos e adotam o discurso de austeridade e equilíbrio no uso de recursos públicos desde 2019. Além disso, todos afirmam que são pré-candidatos a enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no pleito do ano que vem – o chefe do Executivo paulista é cogitado como presidenciável nos bastidores e apontado como favorito no mercado financeiro. Pela comparação realizada pelo Broadcast Político, o Paraná lidera o ranking entre os cinco entes. As despesas com pessoal do Paraná estiveram abaixo do limite prudencial (46,55%) e do limite máximo (49%) nos últimos anos, sendo: 40,68% em 2022, 43,23% em 2023 e 42,71% em 2024. Recentemente, Ratinho Jr. assinou um decreto que delimita uma redução dos gastos não essenciais de secretarias e órgãos até o limite de R$ 2,3 bilhões. Segundo o Tesouro, se este corte de gastos abranger despesas correntes, poderá impactar positivamente o indicador de Poupança Corrente (PC) da Capag e manter a nota alta. Goiás, mesmo com o crescimento nominal de sua dívida consolidada, a relação do passivo acumulado sobre a Receita Corrente Líquida (RCL) está em trajetória contínua de queda e recuou a 65% ao final de 2024, com estimativa de chegar a 61,3% em 2027, bem próximo do limite para o selo Capag A (60% em endividamento). Nos dois primeiros bimestres de 2024, o Estado obteve classificação de desempenho “A” com nota A nos três indicadores do Tesouro que fiscalizam o cumprimento dos ajustes fiscais. São Paulo mantém nota “B”. Segundo o especialista ouvido pela reportagem, embora concentre a maior dívida entre os Estados – R$ 292,9 bilhões -, o governo paulista é considerado um bom pagador. A situação é particular: o Estado tem elevada capacidade de geração de receitas, atrai investimentos privados e mantém programas robustos de investimento público, tanto diretos quanto por meio de concessões. Esse cenário é resultado de uma trajetória de gestões consideradas fiscalmente responsáveis desde 1995, avaliou essa fonte. Nesse sentido, Tarcísio costuma ressaltar essas parcerias público-privadas constantemente, como a da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), como medidas de reforço de caixa. O Tesouro, no entanto, observa que essas operações são classificadas como receitas de capital e não contribuem no Capag diretamente, ainda que contribuam para ampliar a liquidez. Em contrapartida, Rio Grande do Sul e Minas Gerais – ambos avaliados com nota “B” – enfrentam um quadro fiscal mais delicado. No caso mineiro, decisões judiciais suspenderam entre 2018 e 2022 o pagamento da dívida refinanciada pela Lei nº 9.496/97, resultando num passivo de R$ 24 bilhões em valores correntes. Nesse intervalo, a União arcou diretamente com R$ 11 bilhões de compromissos do Estado junto a instituições financeiras credoras. No território gaúcho, a União autorizou a postergação, por até 36 meses, do pagamento de parcelas vincendas (principal e encargos) da dívida do Rio Grande do Sul com a União, em razão da calamidade pública decorrente dos eventos climáticos extremos no Estado. Com a medida, até 1º de julho de 2025, o montante de R$ 4,6 bilhões deixou de ser transferido ao Tesouro, conforme os encargos originais da dívida estadual. Impacto do discurso fiscalDe acordo com o cientista político e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) Eduardo Grin, o impacto do discurso de ajuste fiscal num cenário eleitoral pode variar dependendo do caminho escolhido pela narrativa do pré-candidato. No entanto, o foco em privatizações adotado pelos governadores de oposição não deve ter apelo junto à população brasileira. “É uma mensagem complicada para a população captar. ‘O Estado é grande demais, precisa ser reformado, tem muitos privilégios’ até faz sentido em alguns círculos, mas ‘privatização’ é um debate restrito às elites intelectuais, ao mercado financeiro”, explica Grin. “No fundo, privatização serve muito mais para governadores mostrarem ao mercado financeiro que são candidatos confiáveis.” O professor ressalta que funciona mais “simplificar” a mensagem e cita como exemplo a campanha do ex-presidente Fernando Collor em 1989, quando foi utilizado o discurso dos “marajás” do serviço público. Para ele, “se a oposição disser algo como: o Estado, em vez de investir em saúde e educação, gasta demais com salários e privilégios, a mensagem pode chegar em outras camadas sociais”. Ainda assim, há dificuldades de sustentar a narrativa de que o governo Lula é gastador, enquanto os governadores fazem a “lição de casa”. “Se olharmos para Minas ou Rio de Janeiro, é difícil sustentar isso.

Goiás registra queda de 34% nos focos de queimada em 2025

Publicado em 13/08/2025 O registro de focos de queimada em Goiás entre janeiro e julho deste ano caiu… O registro de focos de queimada em Goiás entre janeiro e julho deste ano caiu 34,1% na comparação com o mesmo período de 2024, de acordo com dados da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad). Enquanto no ano passado a pasta registrou 1.565 episódios de incêndio florestal nos primeiros sete meses do ano, em 2025 foram 1.030. Os dados são produzidos a partir de informações do satélite Aqua M-T, que capta focos com área maior do que 30 metros quadrados. O balanço de 2025 é também o melhor desde o ano de 2019. Foram 1.192 focos naquele ano; 1.298 em 2020; 1.631 em 2021; 1.711 em 2022; 1.339 em 2023; e como já foi dito, 1.565 em 2024. O gerente do Centro de Informações Metereológicas e Hidrográficas do Estado de Goiás (Cimehgo), André Amorim, afirma que a redução nos focos de queimada é resultado do amadurecimento das políticas do governo no âmbito do monitoramento e do combate aos incêndios. “Os números estão ficando melhores com o passar do tempo porque estamos usando a nossa experiência para aprimorar procedimentos”, afirma. Comparativos por mês O mês de julho desse ano teve 327 focos de incêndio. A redução, no comparativo com 2024, foi de 33,9%. Mas foi nos primeiros meses de 2025 que a queda foi mais acentuada – o que também pode ser explicado pelo volume maior de chuvas e pelo fim do ciclo do fenômeno El Niño, que agravou a estiagem em Goiás no ano passado. Em fevereiro de 2025, por exemplo, a diminuição foi de 45%. Em março foi de 56,1% e em abril, de 60,8%. “Melhorar esses números depende de nós e é compromisso de todos. Ainda há pessoas ue desrespeitam a lei e utilizam fogo para limpar pasto e queimar lixo, por exemplo. É sempre importante frisar que está valendo um decreto do governador Ronaldo Caiado que estabeleceu restrições severas ao uso do fogo enquanto a seca durar”, afirma Amorim.

Caiado zera dívida histórica e reduz herança maldita do PSDB

Publicado em 12/08/2025 Programa regulariza pagamentos atrasados desde 2008, beneficia 3 mil advogados e estabelece novas regras para assistência jurídica O governador Ronaldo Caiado (União Brasil) lançou o programa +Dativos, marcando a quitação de uma dívida histórica de mais de R$ 40 milhões com advogados dativos, acumulada desde 2008, durante gestões do ex-governador Marconi Perillo (PSDB). O valor será destinado dentro do Programa +Dativos – Plano Estratégico da Advocacia Dativa 2025/2026, lançado em cerimônia no Centro Cultural Oscar Niemeyer nesta segunda-feira (11/08), em Goiânia. O chefe do Executivo destacou que o projeto marca uma nova fase de valorização profissional para a categoria, o que fortalece o acesso à Justiça pela população mais vulnerável. O Plano Estratégico da Advocacia Dativa regulariza o pagamento de 57 mil processos e beneficia cerca de 3 mil profissionais que prestam assistência jurídica a cidadãos de baixa renda. O programa estabelece novas diretrizes para a atuação dos advogados dativos, com medidas como requerimento online de honorários e atualização da portaria que define os valores pagos. O governo garante que, a partir de agora, os pagamentos serão realizados em dia, assegurando previsibilidade financeira aos profissionais. “O depósito já está na Caixa Econômica Federal. Então, não é para amanhã ou para depois de amanhã. É tudo aquilo que faltava e quita 100% as dívidas anteriores e atualiza o pagamento de toda a advocacia dativa do Estado de Goiás”, afirmou. Desde 2019, a gestão Caiado já destinou mais de R$ 85 milhões para quitar débitos com a categoria. A dívida, herdada de administrações anteriores, gerou anos de atrasos nos repasses a advogados que atendem a população hipossuficiente, causando insegurança financeira. O vice-governador Daniel Vilela ressaltou a atuação de Caiado na gestão pública e que a população goiana não pode permitir retroagir. “Esse evento representa a mudança de um Goiás a partir da sua administração. Era uma ação daquelas que eram tidas como impossíveis, mas que o senhor, sempre instigado às ações improváveis, resolve”. “O governador Ronaldo Caiado estabeleceu uma virada de página e com certeza no ano que vem, no dia 11 de agosto, estaremos novamente aqui para fazer novos anúncios importantes que vão cada vez mais valorizar o papel da advocacia e do advogado do nosso Estado”, afirmou Vilela. Reajuste Durante a cerimônia, o governador Ronaldo Caiado anunciou também a correção dos valores da Unidade de Honorários Dativos (UHD) para novos requerimentos a partir de setembro de 2025. A UHD é utilizada para calcular o valor a ser pago aos advogados e terá reajuste de 22%, passando de R$ 162,25 para R$ 201,60. Além do aumento, o governador também anunciou a ampliação da tabela de procedimentos atendidos pelos advogados dativos, que não era atualizada desde 2016.

Carga irregular de canetas emagrecedora é apreendida na BR-153, em Goiás

Publicado em 12/08/2025 Veículo fazia o itinerário Goiânia-Marabá Uma carga com oito canetas emagrecedoras foi apreendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na noite desta segunda-feira (11/8) em um ônibus interestadual interceptado na BR-153, em Jaraguá. O veículo fazia o itinerário Goiânia–Marabá e foi interceptado durante uma fiscalização de rotina. Durante os trabalhos, uma caixa sem documentação fiscal contendo oito unidades do produto, além de quatro perfumes, foi encontrada no compartimento de cargas do veículo. No mercado ilegal, cada caneta pode atingir valor de até R$ 2 mil. O material apreendido e as informações sobre o remetente e destinatário foram encaminhados à Polícia Civil de Jaraguá para investigações Mounjaro O Mounjaro é um remédio indicado para o tratamento da diabete tipo 2 descontrolada em adultos, associada à dieta e prática de exercícios físicos, pois ajuda a baixar os níveis de açúcar no sangue. Esse remédio na forma de caneta injetável contém tirzepatida na sua composição, que também ajuda a aumentar a saciedade e a reduzir o apetite, podendo levar ao emagrecimento, o que também ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue.

Leilão da Rota Agro, que passa por Goiás, recebe cinco propostas

Publicado em 12/08/2025 Participarão do certame EPR, XP, VF Gomes, a Azevedo e Travassos e consórcio entre Way Brasil e Kinea O leilão da Rota Agro, que passa por Goiás e será disputado na B3 (a Bolsa de Valores de São Paulo) nesta quinta-feira (14), recebeu cinco propostas. Participarão do certame a EPR, um consórcio da XP, a construtora VF Gomes, um consórcio formado por Way Brasil e Kinea, e a Azevedo e Travassos. Segundo uma pessoa familiarizada com o tema ouvida pela Folha de São Paulo, a disputa irá a viva-voz, etapa em que os proponentes vão aumentando suas ofertas até chegarem ao valor final. O certame da Rota Agro, que liga Rio Verde (GO) a Rondonópolis (MT), prevê R$ 4,42 bilhões de Capex (investimentos em obras) e R$ 2,84 bilhões em Opex (custos de operação). Na modelagem adotada nos leilões atuais, os interessados dão lances de desconto em relação à tarifa básica de pedágio, e o pagamento de aporte (caução) é necessário somente quando o corte na tarifa prometido é superior a 18%. Depois desse patamar há a incidência de aporte de recursos, que vai inteiramente para a conta da concessão e é utilizado, por exemplo, na execução de obras não previstas. A gestão Lula pretende realizar uma série de leilões de rodovias federais até o fim de 2025. Serão dez no total – quatro a mais do que nos primeiros sete meses do ano. Os certames deste segundo semestre abrangem, sobretudo, novos projetos, mas há na carteira também otimizações de contratos estressados (concessões antigas que fracassaram e precisaram passar por repactuação). São os casos dos leilões de otimização da Autopista Fluminense (RJ), da Autopista Fernão Dias (MG e SP) e da Autopista Régis Bittencourt (SP e PR). Veja quais rodovias federais serão concedidas nos próximos meses Concessão Extensão, em km Trecho Capex*, em R$ bilhões Opex**, em R$ bilhões Data prevista para leilão 01 Rota Agro 490,07 Rio Verde (GO) – Rondonópolis (MT) 4,42 2,84 14.ago.25 02 Rodovias Integradas do Paraná – Lote 4 627,52 Cornélio Procópio (PR) – Maringá (PR) – Diamante do Norte (PR) – Guaíra (PR) 10,82 7,37 23.out.25 03 Rodovias Integradas do Paraná – Lote 5 432,77 Maringá (PR) – Cascavel (PR) – Guaíra (PR) 6,68 5,18 30.out.25 04 Rota Sertaneja 523,08 Hidrolândia (GO) – Uberaba (MG) 5,53 4,95 6.nov.25 05 Otimização da Autopista Fluminense 322,1 Niterói (RJ) – Campos dos Goytacazes (RJ) 6,06 4,28 11.nov.25 06 Otimização da Autopista Fernão Dias 569 Belo Horizonte – São Paulo 9,5 5,39 27.nov.25 07 Otimização da Autopista Régis Bittencourt 383,3 Curitiba – São Paulo 7,10 4,10 dez.25 08 Rota 2 de Julho 663 Salvador – Feira de Santana (BA) – divisa BA/MG 15,33 10,33 dez.25 09 Rota dos Sertões 501,93 Feira de Santana (BA) – Salgueiro (PE) 3,85 4,45 dez.25 10 Rotas Gerais 734,90 Montes Claros (MG) – Governador Valadares (MG) 7,34 5,36 dez.25 *Investimentos em obras**Custos de operação *Com informações da Folha de São Paulo

Com nova turma da Rotam, Caiado destaca combate à criminalidade em Goiás

Publicada em 10/08/2025 O governador Ronaldo Caiado recebeu, neste sábado (9/8), na Praça Cívica, em Goiânia, os integrantes do 22º Curso Operacional de Rotam (COR) e reforçou a postura do Governo de Goiás contra a criminalidade. “O Estado de Goiás não admite bandido achar que pode ter comando no território goiano. E, graças a vocês, nós atingimos hoje o melhor resultado no país”, afirmou ao reconhecer a alta especialização da tropa goiana. A partir da próxima semana, os policiais passam a trabalhar com as equipes do Batalhão das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam) e reforçam o policiamento nas ruas. “Cada vez mais se aprimorando, e com o sentimento de respeito àquilo que é a nossa soberania do Estado de Goiás”, acrescentou Caiado ao falar com os alunos do curso que especializa policiais militares para o patrulhamento tático. Ele recebeu o grupo que participou da corrida dos Três Poderes, um percurso de 30 quilômetros. A expertise goiana, compartilhada com outros estados, foi um dos pontos exaltados pelo governador. Entre os 58 policiais que se mantiveram no curso, há integrantes do Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Rondônia e Tocantins. “Raça, coragem e determinação, sabendo que vocês estão construindo o futuro desse país. Uma referência para esse Brasil afora”, enalteceu. Inicialmente, a formação tinha 77 participantes. CapacitaçãoA especialização dos policiais prossegue até o dia 8 de setembro. Com foco no combate a crimes complexos, o curso é uma referência nacional em treinamento especializado. “A Polícia Militar de Goiás hoje guarda condições de poder enfrentar o crime. Eu tenho orgulho de toda a tropa”, sublinhou ao frisar que os índices de enfrentamento à criminalidade em Goiás são exemplo para o país. O Estado reduziu em 90% os roubos a veículos e cargas, bem como chega a 100% no caso de roubo a banco. Desde a sua criação, o curso formou 723 policiais de 23 estados brasileiros. O comandante da Rotam, coronel Brayan Stive Silva de Freitas, explicou que ao longo dos três meses, a especialização prepara os alunos em diversas abordagens, incluindo inteligência policial e negociação. “Esse curso abre porta para ele ser um raiado, trabalhar dentro da Rotam. Temos diversas matérias para realmente mostrar para esse policial qual é a finalidade nossa lá fora, que é caçar o ladrão”, disse.

Homem rasteja por mais de 11 horas em montanha para se salvar após acidente

Publicado em 02/08/2025 (Via Extra) Um homem se salvou de um terrível acidente rastejando durante 11 horas numa montanha de Utah (EUA) até encontrar um local seguro. Jacob Schmitt estava acompanhado apenas do seu cão, Buddy, quando o veículo off-road que conduzia perdeu o controle e despencou de um penhasco. No acidente, ele sofreu uma perna quebrada, fraturas nos tornozelos e costelas quebradas. Conhecido como Jake, o americano foi descrito pelos amigos como um “apaixonado por aventuras ao ar livre”. Uma vaquinha virtual no site GoFundMe foi criada para levantar fundos para o tratamento dele. “Sem acesso ao celular e com apenas a luz da coleira de Buddy para enxergar no escuro, Jake realizou um feito impressionante: improvisou uma tala na perna e rastejou por vários quilômetros montanha abaixo, durante mais de 11 horas, até alcançar sua caminhonete (que, incrivelmente, ainda apresentava as condições mínimas de direção). Mesmo ferido, conseguiu dirigir até o restaurante The Oakley Diner, onde os funcionários acionaram os serviços de emergência”, escreveram os amigos no site.Play Video Jake é originalmente de Nova York, mas agora mora em Utah. Ele recebeu alta do hospital nesta terça-feira (29/7). Em entrevista ao veículo Fox 13, Jake contou que o veículo capotou entre 15 e 20 vezes, antes de parar em um penhasco. “Pelo que me lembro, provavelmente foi na segunda ou terceira capotagem que ele me jogou para fora, como se estivesse em um boneco de pano”, relembrou. Ele acabou desmaiando como o impacto, e quando acordou, viu que Buddy estava bem, “sem um arranhão”. “Todo mundo quer agir como durão, mas eu queria desistir todas as vezes, o tempo todo. Mas era como se, ou eu morresse aqui, ou eu descobrisse como continuar”, contou à TV americana KSL.

Goiás tem mais de 125 mil MEIs irregulares e Conselho faz alerta

Publicado em 02/08/2025 Ínicio do segundo semestre é um bom momento para regularizar situação Cerca de 125 mil microempreendedores individuais (MEIs) em Goiás estão com o CNPJ inapto, o que representa aproximadamente 20% do total de registros ativos no estado. Um em cada cinco empreendedores precisa regularizar suas situações. O dado, divulgado pelo Sebrae Goiás, levantou um alerta no Conselho Regional de Contabilidade de Goiás (CRCGO), que reforça a necessidade de atenção às obrigações fiscais, legais e trabalhistas para a continuidade do pequeno negócio. A presidente do CRCGO, Sucena Hummel, afirma que o início do segundo semestre é um momento crucial para colocar as contas em dia. “Muitos MEIs acabam se concentrando exclusivamente na operação do negócio e se esquecem das obrigações acessórias, o que pode gerar consequências sérias. Nossa orientação é que este momento do ano seja utilizado para colocar tudo em ordem e, se possível, contar com o apoio de um profissional da contabilidade caso ele encontre dificuldades”, diz. A situação de irregularidade impede o microempreendedor de emitir nota fiscal, acessar crédito bancário, participar de licitações ou manter contratos ativos com empresas públicas e privadas. Segundo o levantamento do Sebrae, Goiás possui atualmente 609.525 MEIs formalizados. Do total, 125.084 estão em situação de inadimplência ou com pendências não resolvidas. Entre as principais obrigações dos MEIs estão o pagamento mensal do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), a entrega da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-Simei), a emissão de nota fiscal em vendas para pessoas jurídicas e o registro de receitas brutas mensais. Mesmo não sendo obrigatória em operações com pessoa física, a nota fiscal é recomendada como ferramenta de controle financeiro e comprovação de renda. Outro ponto que gera dúvidas é a contratação de funcionários. O MEI pode ter até um empregado registrado, mas deve cumprir todas as exigências da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), incluindo FGTS, INSS patronal, férias, 13º salário e registro no eSocial. O descumprimento dessas obrigações pode resultar em sanções e passivos trabalhistas. Sucena também chama atenção para o limite de faturamento anual, que permanece fixado em R$ 81 mil. Ultrapassar esse teto obriga o desenquadramento do MEI e a migração para outro regime tributário, com mais complexidade e custos. “Acompanhar as receitas de perto é essencial. Se ultrapassar o teto permitido, o empreendedor precisa se preparar para as mudanças e arcar com as obrigações retroativas. Isso pode ser evitado com planejamento e orientação contábil adequada”, alerta. Para a presidente do CRCGO, manter a regularidade fiscal é o primeiro passo para garantir a sustentabilidade do negócio. “A regularidade não deve ser vista como um peso, mas como um pilar de sustentação para o futuro do negócio. O MEI precisa estar atento, buscar informação de fontes confiáveis e, sempre que possível, contar com o apoio de um contador para tomar decisões mais seguras”, conclui.

Mesmo com isenções, Goiás pode perder R$ 800 milhões em 12 meses com tarifaço de Trump; entenda

Estudo da CNI estima perda relativa ao PIB com base em exportações Publicado em: 01/08/2025 Goiás pode acumular perda de R$ 800 milhões no prazo de 12 meses, apesar de isenções anunciados pelo Estados Unidos (EUA) em relação ao tarifaço de 50% imposto a produtos brasileiros. A estimativa é feita pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) André Rocha, com base em estudo divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Mais de 600 produtos foram poupados pelo presidente norte-americano Donald Trump, mas o impacto de prejuízo à economia goiana permanece. De acordo com Rocha, itens centrais da pauta exportadora local, como carne bovina e açúcar, continuam na lista de taxação, o que mantém a estimativa de perdas em R$ 798 milhões. “Dos quase R$ 800 milhões que falamos, o impacto é direto naquilo que exportamos para os Estados Unidos. E como nossos principais itens, carne e açúcar, seguem na lista, o cenário continua praticamente o mesmo”, revelou ao Mais Goiás, considerando as isenções. TARIFAÇOCaiado articula com EUA para retirar produtos goianos do tarifaço de Trump89% dos brasileiros acreditam que tarifaço de Trump vai prejudicar a economia, diz pesquisa Competição e impactos indiretos Rocha também alertou para os chamados impactos indiretos, que podem até ampliar o prejuízo ao estado. De acordo com ele, há risco de empresas de outros estados, afetadas diretamente pela perda do mercado americano, buscarem novos destinos que hoje já são ocupados por exportadoras goianas, gerando competição interna e externa. “Uma empresa paulista que perdeu mercado nos EUA pode disputar agora o mercado da África, por exemplo, onde uma goiana já atuava”, exemplificou. Além disso, o dirigente da Fieg destacou que o tarifaço compromete a previsibilidade de investimentos. “Desde o começo dessas sanções, muitas empresas começaram a adiar investimentos. Você deixa de gerar emprego, de fazer compras, de encomendar maquinário. É uma reação em cadeia”, avaliou.