Adutora se rompe em Porto Alegre e 14 bairros ficam sem água

Ainda não há previsão para retomada do abastecimento O rompimento de uma adutora de grande porte na zona norte de Porto Alegre na manhã deste sábado (25) deixou 14 bairros da capital gaúcha sem abastecimento de água. Em nota, o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) informou que, “para o serviço emergencial, é necessário interromper o abastecimento dos bairros”. “Vamos atualizando o andamento. Ainda não há previsão”, destacou o comunicado. De acordo com o departamento, o rompimento da adutora ocorreu na rua Engenheiro Francisco Rodolfo Simch, número 653, no bairro Sarandi. Confira a lista de bairros onde o abastecimento de água foi interrompido: – Cristo Redentor;– Passo D’Areia;– Boa Vista;– Vila Ipiranga;– Jardim São Pedro;– Vila Floresta;– Jardim Lindóia;– São Sebastião;– Jardim Itu Sabará;– Rubem Berta;– Protásio Alvez;– Jardim Leopoldina;– Mario Quintana;– Parque Santa Fé. Edição: Juliana Andrade Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Rio Grande do Sul investiga mais de 800 casos de leptospirose

Estado registra 54 casos da doença e quatro mortes confirmadas O Laboratório Central (Lacen) do Rio Grande do Sul analisa mais de 800 amostras de casos suspeitos de leptospirose. Em nota, a Secretaria de Saúde do estado informou que acompanha o aumento de casos suspeitos associados às enchentes e, consequentemente, ao aumento da exposição da população à doença. De acordo com a secretaria, o Lacen dispõe de dois testes para o diagnóstico da leptospirose: o teste de biologia molecular, conhecido como RT-PCR, e o teste diagnóstico sorológico. O RT-PCR detecta a bactéria presente no organismo do paciente e é indicado para a análise de amostras coletadas nos primeiros dias de sintomas. Podem ser analisadas por esse método amostras de pacientes com até sete dias de sintomas. Já o diagnóstico sorológico detecta o anticorpo produzido pelo organismo do paciente em resposta à infecção causada pela bactéria Leptospira. O exame é indicado para a análise de amostras de pacientes que apresentam sintomas há sete dias ou mais. Os exames estão disponíveis para todos os pacientes considerados suspeitos e que foram expostos às enchentes. O laboratório recebe amostras das 7h às 19h. Números Até a última quinta-feira (23), o Rio Grande do Sul registrava 1.072 notificações de leptospirose e 54 casos confirmados, além de quatro mortes confirmadas para a doença e outros quatro óbitos em investigação. A doença A leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda e transmitida a partir da exposição direta ou indireta à urina de animais infectados – principalmente ratos. O contágio pode ocorrer a partir de lesões na pele ou mesmo em pele íntegra, se imersa por longos períodos em água contaminada. A infecção também pode acontecer por meio das mucosas. O período para o surgimento dos sintomas pode variar de um a 30 dias. Os principais sintomas da leptospirose são febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios.Ao apresentar sintomas, a recomendação é procurar um serviço de saúde e relatar se houve exposição de risco. O uso do antibiótico, conforme orientação médica, está indicado em qualquer período da doença, mas a eficácia costuma ser maior na primeira semana do início dos sintomas. “Não é necessário aguardar o diagnóstico laboratorial para o início do tratamento”, destacou a secretaria. Edição: Juliana Andrade Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil – Brasíia
Polícia Federal combate empresas clandestinas de segurança privada

Mais de 500 estabelecimentos foram fiscalizados no país A Polícia Federal divulgou, no Rio de Janeiro, um balanço da Operação Segurança Legal VIII em todas as suas unidades, com a finalidade de fiscalizar empresas clandestinas de segurança privada no país. A ação ocorreu em 25 capitais, além do Distrito Federal, e nas 96 unidades descentralizadas da Polícia Federal, visando encerrar a atividade de empresas que executam segurança privada sem autorização da Polícia Federal. Cerca de 500 estabelecimentos, entre casas noturnas, comércios, condomínios e outros foram fiscalizados, com a participação de mais de 400 agentes federais. A ação de âmbito nacional é coordenada pela Divisão de Controle e Fiscalização de Segurança Privada e é realizada desde 2017. De acordo com a PF, a contratação desses serviços de segurança privada coloca em risco a integridade física de pessoas e o patrimônio dos contratantes, já que os “seguranças” clandestinos não se submetem ao controle da Polícia Federal quanto aos seus antecedentes criminais, formação, aptidão física e psicológica. Além disso, as empresas que atuam na clandestinidade não observam os requisitos mínimos de funcionamento previstos na legislação. No Brasil, somente empresas de segurança privada – autorizadas pela PF – podem prestar serviços e contratar vigilantes. Balanço da operação No Rio de Janeiro, a ação resultou em 15 autos de encerramento de atividades de segurança não autorizada, além de um auto de apreensão. Já no interior do Pará, o trabalho contou com apoio de grupo tático da PF, em virtude da suspeita de atuação de milícias na realização de segurança privada. Em Santarém (PA), foram identificados três policiais em situação de seguranças particulares com a arma da corporação sem curso de vigilante. Eles foram conduzidos a uma delegacia da Polícia Federal para prestar esclarecimentos. Em Santa Catarina, um homem foi preso e teve a arma apreendida por atuar como vigilante utilizando armamento pessoal e um estrangeiro foi autuado por exercer atividade de segurança privada irregular. No estado de Alagoas, foram fechadas quatro empresas de vigilância por executar atividade de segurança privada de forma irregular. Edição: Kleber Sampaio Por Douglas Corrêa – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro
Médicos chamam atenção para mucopolissacaridose, doença genética rara

Teste do pezinho pode diagnosticar patologia de forma precoce Especialistas alertam para a necessidade de conscientização e conhecimento das mucopolissacaridoses (MPSs) e reforçam a importância do diagnóstico precoce por meio da expansão do teste do pezinho e do tratamento mais adequado. O Dia Internacional de Conscientização sobre as MPSs foi comemorado neste mês. Também chamadas de Síndrome de Hunter ou MPS-II, as MPSs são doenças genéticas raras, sendo o tipo II o mais comum no Brasil. Sua presença é resultado de uma falha em um gene localizado no cromossomo X. Por esse motivo, a síndrome ocorre quase exclusivamente em meninos. De acordo com o geneticista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre Roberto Giugliani, a MPSs é uma doença de depósito. “Nosso organismo é uma usina de reciclagem, sempre aproveitando seus componentes. O mucopolissacarídeo é fabricado no organismo e é importante para a movimentação das articulações e para dar sustentação aos órgãos. É um componente muito presente em várias partes do organismo”, explicou Giygliani, que é também professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e co-fundador da Casa dos Raros. Segundo o médico, ao mesmo tempo que o organismo produz essa substância, precisa destruir parte do que foi fabricado. Porém, nas pessoas que têm a Síndrome de Hunter, o corpo não entende que é preciso degradar a substância, gerando então o excesso, que se acumula em diferentes órgãos e causa diversos problemas e desequilíbrio no organismo. “O que causa essa falha no mecanismo de degradação é uma falha na sequência do DNA, alterando a produção da proteína que degrada o polissacarídeo responsável por manter esse equilíbrio. É uma doença não rara, e sim, ultrarrara, porque acomete menos de 1 a 70 mil indivíduos. No nosso laboratório, conhecemos mais de 400 casos, mas é possível que existam mais no Brasil.” Os sintomas são perceptíveis nos primeiros meses de vida: a criança com MPS-II pode ter aumento do fígado e do baço, articulações enrijecidas, atraso na fala, dificuldade de atenção e perda de habilidades adquiridas, entre outras manifestações. Contudo, esses sinais podem ser confundidos com outras patologias, fazendo com que o paciente passe por diferentes especialistas e seja submetido a uma série de exames, por vezes a tratamentos inadequados, até receber o diagnóstico correto, por meio de testes bioquímicos e genéticos. “Dependendo do gene que está alterado, temos uma proteína que está alterada, e isso resulta em um quadro mais grave ou mais atenuado. Até dentro no mesmo tipo, existem algumas variações, mas, nos casos mais graves, o paciente que, em geral, nasce com aspecto normal, vai apresentando essa acúmulo progressivo dos mucopolissacarídeos ao longo da vida e quando chega à idade entre 10 e 20 anos com complicações bem grandes. Às vezes, os casos mais graves não sobrevivem à segunda década de vida”, disse Giugliani. Portadores da Síndrome de Hunter podem apresentar dificuldade para caminhar, devido aos problemas nas articulações e dos ossos, problemas no coração, por causa das válvulas cardíacas, problemas de visão, porque a córnea fica meio opaca, deficiência de audição, porque os ossos do ouvido ficam afetados, e problemas de respiração, porque há dificuldade de colocar o ar para dentro do pulmão. “A parte neurológica também pode ser afetada, com o indivíduo começando bem a vida e, depois do segundo ou terceiro ano de vida, regredindo neurologicamente, perdendo algumas habilidades que tinha. A parte cognitiva começa a degradar. A maioria dos pacientes tem esse comprometimento neurológico que é, na verdade a parcela que temos a maior dificuldade para tratar com os meios disponíveis atualmente”, acrescentou o médico. De acordo com Giugliani, não é difícil diagnosticar a doença, embora a maioria dos laboratórios não disponha de exames para o caso. Como é uma doença rara, apenas alguns laboratórios de referência permitem fazer o diagnóstico, “O mais difícil é um médico pensar nessa possibilidade e, uma vez que ele pense na possibilidade, tem que buscar um laboratório que faça esse exame. No entanto, a execução do exame no laboratório não é uma coisa complicada. São feitos dois exames bioquímicos nos quais se busca a substância que está acumulada. Podem ser fazer também exames genéticos.” Outra forma de detectar precocemente a a síndrome é o teste do pezinho. A expansão do teste para incluir as MPSs seria uma maneira de detectar rapidamente o tipo II, mais comum no Brasil, além de outras doenças raras, garantindo o tratamento adequado para minimizar os efeitos de tais patologias nos pacientes. O exame já é previsto em lei desde 2021, mas o Brasil ainda enfrenta dificuldades para efetivar sua implantação em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Novo tratamento Atualmente, o tratamento disponível no Brasil para a MPS-II não é capaz de atenuar os efeitos neurológicos da doença por causa da chamada “barreira sangue-cérebro”, formada por um conjunto de células que atuam como um filtro altamente seletivo, que protege o sistema nervoso central de ataques de microrganismos e impede que medicamentos administrados por via oral ou injetados no sangue cheguem até o cérebro. “Aos 3 anos de idade, meu filho foi diagnosticado com mucopolissacaridose II. O medicamento disponível no Brasil não conseguia controlar a piora no quadro neurológico. Depois de pesquisas incessantes conheci esse tratamento inovador e, desde então, venho atuando no convencimento junto à Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] para que o tratamento seja uma realidade para todos os pacientes com MPS II, e não apenas o meu filho, que está participando da pesquisa clínica”, contou Antoine Daher, pai de Anthony e presidente da Casa Hunter, fundada por ele para ajudar famílias que enfrentam doenças raras. O novo tratament, já aprovado no Japão desde 2021, permite que uma medicação administrada na veia atravesse a barreira sangue-cérebro e faça com que moléculas cheguem até o sistema nervoso central. O medicamento que disponibiliza a enzima deficiente nos pacientes com MPS II para todo o organismo, incluindo o sistema nervoso ainda está em análise pela Anvisa. A pesquisa clínica sobre o uso do alfapabinafuspe para o tratamento de pacientes com
Central de alimentos abastecerá cozinhas solidárias no RS

Iniciativa de movimentos sociais visa segurança alimentar Por Pedro Rafael Vilela – Enviado Especial – Porto Alegre Movimentos sociais e organizações da sociedade civil do Rio Grande do Sul instituíram uma central de abastecimento para coletar e distribuir alimentos para as cozinhas solidárias que atuam no estado no contexto da emergência climática. A iniciativa, lançada nessa sexta-feira (24), no Sindicato do Metalúrgicos, em Porto Alegre, funcionará no mesmo local visando garantir que todas as cozinhas, que hoje atendem abrigos vítimas das enchentes, sejam abastecidas regularmente. A estratégia também visa assegurar que doações cheguem nas cozinhas e nos pontos populares de alimentação em quantidade, qualidade e variedade conforme às necessidades. Além de dar o destino adequado para as doações, a estratégia combaterá o desperdício de alimentos. Números “Nós estamos falando de algo em torno 400 cozinhas solidárias comunitárias [atuando no Rio Grande do Sul]. Esse potencial, hoje, sem dúvida nenhuma, já passa em torno de 40 mil refeições diárias. De pratos de comida feita, seja no café da manhã, seja no almoço, no café da tarde e no jantar”, explica Juliano de Sá, coordenador do Fórum Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional do Rio Grande do Sul. Parceria com cozinhas solidárias para distribuição de alimentos tem apoio dos Correios foto – Rafa Neddermeyer/Agência Brasil As organizações envolvidas farão parte de um conselho gestor que tratará da regulação da distribuição das doações para assegurar que as comunidades na ponta sejam permanentemente abastecidas. Rogério Dallo, um dos fundadores do movimento A Fome Tem Pressa, em Porto Alegre, vê com entusiasmo a iniciativa. “Essa central de distribuição tentará mapear os estoques e organizar as ofertas, abastecendo as regiões”, argumenta. Em todo o Rio Grande do Sul, quase 64 mil pessoas estão em abrigos e mais de seiscentas mil estão fora de suas casas. “Hoje, por exemplo, desde segunda-feira, nós estamos todos os dias alimentando Sarandí. Lá, temos mutirões, tem mais de quinhentas famílias voltando, limpando casas e elas não têm jeito de fazer comida nas casas. Então, a gente tem estabelecido uma rotina, nós botamos 250, 280 marmitas, mais um grupo complementa com mais 100, e a tardezinha com mais 300 sanduíches”, explica Dallo. Apoio federal Para enfrentar o desafio da logística, os movimentos buscam parcerias para que, da central, os alimentos possam chegar na ponta. Por causa disso, a Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, do governo federal, fechou uma parceria com os Correios, que vai usar oito bases na região metropolitana de Porto Alegre para escoar os estoques da central para as cozinhas na ponta. Outra iniciativa – articulada pela Secretaria Geral da Presidência da República e pelo Ministério de Minas e Energia – assegurou a distribuição de gás de cozinha, de forma regular, pelos próximos três meses, para 269 cozinhas solidárias em todo o estado. Edição: Kleber Sampaio
COD apreende cocaína avaliada em R$ 650 mil

Motorista do carro que levava a droga contou que receberia R$ 3 mil pelo transporte Após troca de informações com a Polícia Federal (PF), militares do Comando de Operações de Divisas (COD) apreenderam 32 quilos de pasta base de cocaína na região sudoeste de Goiás. O motorista do carro que levava a droga contou que receberia R$ 3 mil pelo transporte. A abordagem ao carro modelo Citröen C4 aconteceu perto da cidade de Caçu. Para encontrar as 32 peças do entorpecente, os policiais precisaram serrar parte da lateral do veículo. Em depoimento, o motorista do carro, identificado apenas pelo primeiro nome, Osmar, contou ter pego o veículo, já com a droga, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Ele disse que deveria leva-lo até Itumbiara. Encaminhado à sede da Polícia Federal em Jataí, ele foi autuado em flagrante por tráfico o interestadual. Segundo o COD, a cocaína apreendida está avaliada em R$ 650 mil.
Caiado descarta troca de partido e diz confiar que União Brasil lance candidatura própria em 2026

Ministro do Turismo havia sugerido que União Brasil caminharia com Lula, em 2026 O governador Ronaldo Caiado (União Brasil) disse ter confiança que o seu partido lançará candidatura própria nas eleições presidenciais, em 2026, e, por isso, não vê necessidade de troca de legenda. O chefe do Executivo foi novamente questionado sobre o assunto na sexta-feira (24), em coletiva com a imprensa. No contexto da pergunta, estava a declaração do ministro do Turismo Celso Sabino (União Brasil), de que o partido deveria caminhar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a eleição, em 2026. No começo da semana, ele já havia dito que as palavras de Sabino não lhe afetam. Na sexta, o governador foi questionado se não pensava em trocar de partido, caso o União Brasil optasse por caminhar com o petista. Caiado aposta que não será necessário. “De maneira alguma. Até porque, modéstia à parte, eu tenho uma experiência partidária bem longa. Tenho uma vida partidária e jamais tive de sair do partido”, pontuou. Ele emendou e disse que, desde que iniciou a vida parlamentar, sempre conseguiu atingir seus objetivos políticos. “Eu tenho coerência com os partidos que estive, desde a minha fase de deputado federal. No PFL, Democratas, União Brasil. Nunca precisei sair do meu partido para poder atingir meus objetivos.” Caiado indicou que, apesar do desejo do ministro, o União Brasil não deverá caminhar com Lula. “Entendo a fala dele, enquanto ele é ministro. Entendo que, às vezes, a pessoa tem dentro do seu estado, uma tendência por parte do governo local maior para fazer uma participação junto ao governo federal”, pontua. Ele ainda reforçou que a bancada de deputados e senadores do União Brasil tem votos em outro campo ideológico. Acima de tudo, o partido tem estrutura para candidatura própria. “Se você buscar o perfil do União Brasil, verá que 90% dos deputados e dos senadores não disputam voto do eleitorado petista e sim do nosso eleitorado. Então, é lógico que o partido, por ser o terceiro maior do País, não vai ser caudatário de nenhum outro partido”, finaliza.
Carreta atinge passarela na BR-060, em Santo Antônio da Barra

Sinistro causou danos na estrutura deixando a obra interditada após avaliação do engenheiros do DNIT e da Polícia Rodoviária Federal Uma carreta que transportava uma máquina pesada bateu em uma passarela na BR-060, no perímetro urbano de Santo Antônio da Barra, região sudoeste de Goiás. Com o impacto, a estrutura ficou condenada. O acidente aconteceu na noite de quinta-feira (23). Na ocasião, o trânsito da pista no sentido Rio Verde a Goiânia ficou interditado por causa do risco de desabar, após avaliação de engenheiros do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Inclusive, na ocasião, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o DNIT acompanharam a interdição e fizeram a orientação de trânsito. Segundo a PRF, o desvio não foi concluído e o trânsito segue apenas com uma faixa no sentido Goiânia, o que pode atrapalhar a fluidez. A corporação pede atenção aos condutores. Esperando a concessionária da via para saber a situação atual do local. A dinâmica do acidente também não foi esclarecida.
Bombeiros resgatam corpo de homem que se afogou no lago municipal em Goianira

Segundo testemunhas, ele submergiu após tentar atravessar o local a nado Um homem de 38 anos se afogou, na tarde de sexta-feira (23), no lago municipal de Goianira, no setor Lago Azul. Segundo testemunhas, ele submergiu após tentar atravessar o local a nado e não foi mais visto. O Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) em Goianira foi acionado por volta das 16h30. No local, a equipe realizou tentativas de busca por meio de mergulho em apneia, mas não localizou o corpo de imediato. Logo depois, chegou a equipe náutica de Goiânia, composta por especialistas em mergulho e com equipamentos que incrementaram a capacidade de busca submersa. Após esforço conjunto, os militares encontraram o corpo a 50 metros da margem e 8 metros de profundidade. O homem foi deixado aos cuidados das autoridades legais. Ele não teve a identidade divulgada.
Com Zé Gotinha, Goiás inicia campanha de vacinação contra polio nesta segunda

Intuito é a vacinação de, pelo menos, 95% das crianças de 1 a 5 anos A secretaria de Estado da Saúde de Goiás lança a “Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite 2024” na Escola Infantil São José, em Goiânia, nesta segunda-feira (27). A partir das 9h, o Zé Gotinha participa do início do evento que chama toda a população e instituições de ensino públicas e privadas para incentivar a vacinação. Segundo o governo de Goiás, a campanha segue até 14 de junho. Ela ocorre em todo o País e o dia “D” acontece no próximo dia 8. O intuito é a vacinação de, pelo menos, 95% das crianças de 1 a 5 anos contra a poliomielite, a polio. No Estado, são 426.917 crianças de um total de 474.353. Serão aproximadamente 900 postos em todos os municípios do Estado. No dia “D”, as unidades estarão abertas das 8h às 17h. Vale citar, o último caso de polio no Brasil foi em 1989. Em 1994, o País recebeu a certificação de área livre de circulação do poliovírus selvagem. Porém, o ano passado houve a classificação de alto risco para a reintrodução do poliovírus pela Comissão Regional para a Certificação da Erradicação da Poliomielite na Região das Américas da Organização Mundial da Saúde (OMS) em solo nacional. Poliomielite A poliomielite é uma doença contagiosa aguda e grave caracterizada por um quadro de paralisia flácida causada pelo poliovírus selvagem (PVS) tipo 1, 2 ou 3, que, em geral, acomete os membros inferiores, de forma irreversível e pode levar à morte. A vacinação é fundamental para a redução do risco de reintrodução do poliovírus no Brasil, uma vez que a doença se encontra eliminada no país desde 1994. Estratégia As crianças menores de 12 meses serão vacinadas conforme a situação vacinal encontrada para o esquema primário com a vacina VIP. Para as crianças de um a quatro anos, deverão ser vacinadas indiscriminadamente com a VOP, desde que já tenham recebido as três doses da vacina VIP. Em Goiás foram distribuídas 360 mil doses de vacina VOP. Embora a cobertura vacinal da poliomielite ainda não tenha alcançado a meta preconizada em todo o País ( 95%), o Programa Nacional de Imunizações está trabalhando para melhorar os indicadores.