Snus: jogadores da Premier League estariam viciados em substância

Descubra o uso de snus na Premier League e seus riscos à saúde. Saiba como atletas utilizam o produto e as preocupações envolvidas. Com sua popularidade crescente, o uso de snus, um produto de nicotina, vem se destacando especialmente entre os jogadores da Premier League. Esse produto, que pode ser encontrado tanto na forma de tabaco quanto na versão sem tabaco, é frequentemente utilizado como uma alternativa ao cigarro convencional. Qual é a Natureza e os Efeitos do Snus no Organismo? O snus é um tipo de tabaco úmido que não requer queima e é usado colocando-o sob o lábio superior. Embora seja vendido em pequenos sachês, sua composição química rapidamente entrega nicotina ao sistema do usuário, o que pode levar à dependência. Importante destacar que, embora sua venda seja restrita na maior parte da União Europeia, seu uso particular não é ilegal, o que contribui para sua prevalência entre atletas. Uso do Snus nos Vestuários: Relatos Dentro da Premier League Reportagens indicam um consumo frequente de snus nos vestiários e até mesmo durante as partidas, o que tem preocupado gestores e autoridades da saúde. A facilidade de acesso a esse produto, mesmo com as restrições de venda, facilita a disseminação entre os jogadores, que muitas vezes buscam uma rápida fonte de energia ou uma maneira de relaxar após os jogos. Por Que o Snus é Atraente para Jogadores? Alguns atletas recorrem ao snus por acreditar na melhoria de performance e nível de concentração. Contudo, além dos riscos já conhecidos associados ao uso de nicotina, como problemas cardiovasculares e dependência, há estudos que ligam o uso prolongado de snus a diversos problemas de saúde, incluindo câncer e deterioração dental. Apesar dos relatos de benefícios a curto prazo, os especialistas alertam para os perigos significativos a longo prazo associados ao seu uso. Como As Autoridades Estão Lidando Com o Crescimento no Uso de Snus? Organizações como a Agência Mundial Antidoping (WADA) monitoram o uso de snus e outras substâncias para avaliar padrões de abuso potencial no esporte. Embora atualmente não esteja na lista de substâncias proibidas, a crescente preocupação com seus efeitos na saúde está pressionando órgãos reguladores para possíveis intervenções futuras. Com sua popularidade crescente, o uso de snus, um produto de nicotina, vem se destacando especialmente entre os jogadores da Premier League. Esse produto, que pode ser encontrado tanto na forma de tabaco quanto na versão sem tabaco, é frequentemente utilizado como uma alternativa ao cigarro convencional. Qual é a Natureza e os Efeitos do Snus no Organismo? O snus é um tipo de tabaco úmido que não requer queima e é usado colocando-o sob o lábio superior. Embora seja vendido em pequenos sachês, sua composição química rapidamente entrega nicotina ao sistema do usuário, o que pode levar à dependência. Importante destacar que, embora sua venda seja restrita na maior parte da União Europeia, seu uso particular não é ilegal, o que contribui para sua prevalência entre atletas. Uso do Snus nos Vestuários: Relatos Dentro da Premier League Reportagens indicam um consumo frequente de snus nos vestiários e até mesmo durante as partidas, o que tem preocupado gestores e autoridades da saúde. A facilidade de acesso a esse produto, mesmo com as restrições de venda, facilita a disseminação entre os jogadores, que muitas vezes buscam uma rápida fonte de energia ou uma maneira de relaxar após os jogos. Por Que o Snus é Atraente para Jogadores? Alguns atletas recorrem ao snus por acreditar na melhoria de performance e nível de concentração. Contudo, além dos riscos já conhecidos associados ao uso de nicotina, como problemas cardiovasculares e dependência, há estudos que ligam o uso prolongado de snus a diversos problemas de saúde, incluindo câncer e deterioração dental. Apesar dos relatos de benefícios a curto prazo, os especialistas alertam para os perigos significativos a longo prazo associados ao seu uso. Como As Autoridades Estão Lidando Com o Crescimento no Uso de Snus? Organizações como a Agência Mundial Antidoping (WADA) monitoram o uso de snus e outras substâncias para avaliar padrões de abuso potencial no esporte. Embora atualmente não esteja na lista de substâncias proibidas, a crescente preocupação com seus efeitos na saúde está pressionando órgãos reguladores para possíveis intervenções futuras. Enquanto a legalidade do snus prevalece, os clubes, assim como as ligas, têm um papel essencial na educação de seus jogadores sobre os riscos associados ao seu uso. É fundamental equilibrar a cultura do esporte com o cuidado e a responsabilidade pela saúde dos atletas. Conclusões e Futuro do Uso de Snus no Futebol As conclusões dos estudos em andamento vão ser cruciais para entender a extensão do uso de snus entre atletas e suas consequências. O equilíbrio entre permitir escolhas pessoais e salvaguardar a saúde dos atletas continuará sendo um desafio para as entidades esportivas. Conscientizar sobre os efeitos negativos e oferecer alternativas saudáveis poderá ser uma estratégia eficaz na redução deste hábito entre os jogadores profissionais.
Autoridade multa dona da bolsa de NY em US$ 10 milhões por não informar invasão de sistema

Intercontinental Exchange multada em US$ 10 milhões pela SEC A Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) tomou uma medida significativa contra a Intercontinental Exchange (ICE) nesta quarta-feira, impondo uma multa de US$ 10 milhões devido a insuficiências na gestão de uma violação de segurança cibernética. A infração aconteceu em abril de 2021 e envolveu várias subsidiárias, incluindo a renomada Bolsa de Nova York (NYSE). O que aconteceu na violação cibernética da ICE? A SEC declarou que a ICE e suas nove subsidiárias, falharam em reportar adequadamente uma invasão cibernética significativa que comprometeu a segurança dos seus sistemas através de uma VPN vulnerável. A organização foi inicialmente alertada por terceiros sobre a vulnerabilidade, que permitiu acesso não autorizado à sua rede corporativa. Apesar de ciente do acesso indevido, a ICE demorou vários dias para notificar o departamento de compliance de suas subsidiárias, atrasando assim a resposta adequada ao incidente. Este atraso é crucial, pois impediu uma avaliação correta da intrusão por parte das subsidiárias e o contato imediato com a SEC, como mandam os regulamentos. Como a SEC reagiu a essa falha? De acordo com a SEC, esse comportamento da ICE resultou em uma falha das subsidiárias em avaliar e reportar a invasão como exigido. Consequentemente, a SEC impôs a multa como forma de penalidade pelas violações das disposições regulatórias, com a ICE reconhecendo sua participação nas violações causadas. Dentre as filiais envolvidas estão a Archipelago Trading Services, NYSE American, NYSE Arca, ICE Clear Credit, ICE Clear Europe, NYSE Chicago, NYSE National, e a Securities Industry Automation Corporation. Qual o impacto desta penalidade para a ICE e o mercado? Esta penalidade não só resulta em um impacto financeiro direto para a ICE e suas subsidiárias mas também coloca em cheque a confiabilidade das medidas de segurança cibernética e a rapidez na resposta a incidentes futuros. Este incidente destaca a necessidade crítica de infraestruturas de segurança robustas e de uma política de compliance eficaz que possa agir rapidamente para proteger as informações e ativos corporativos. Além disso, ressalta a importância para todas as empresas, especialmente as que operam em setores sensíveis como o financeiro, de manterem um alto nível de vigilância, atualizando constantemente as práticas de segurança para contra-atacar as ameaças cibernéticas que evoluem rapidamente. Conclusões e Reflexões A multa imposta pela SEC à ICE serve como um lembrete severo sobre a importância da transparência e da agilidade na gestão de crises cibernéticas. Para as demais corporações, reitera a necessidade de investimentos contínuos em segurança cibernética e em sistemas de detecção e resposta rápidos, que são essenciais para a proteção contra invasores e para a conformidade regulatória O cenário financeiro global está cada vez mais interconectado e as consequências de falhas de segurança podem ser vastas, afetando não apenas as empresas diretamente envolvidas, mas também stakeholders e clientes globalmente. Redação O Antagonista
Deputados gaúchos aprovam plano de reconstrução do Rio Grande do Sul

Estado sofre duros efeitos de chuvas intensas A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, no fim da tarde dessa terça-feira (21), o chamado Plano Rio Grande, visando a reconstrução dos danos socioeconômicos causados por eventos climáticos extremos que afetaram o estado em 2023 e agora em maio. Proposto pelo governo estadual, o Projeto de Lei (PL) 133/2024 recebeu 52 votos favoráveis e dois contrários, dos deputados estaduais Luciana Genro e Matheus Gomes, ambos do Psol. Além de instituir o programa de reconstrução, adaptação e resiliência climática estadual, a matéria aprovada prevê a criação do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), ao qual o governo estadual deve aportar, inicialmente, R$ 12 bilhões provenientes do valor que o estado economizará graças à suspensão , por três anos, do pagamento de sua dívida com a União. O fundo orçamentário e financeiro especial administrará os recursos públicos destinados ao custeio das ações, projetos ou programas de enfrentamento às consequências sociais, econômicas e ambientais dos fenômenos meteorológicos extremos, incluindo iniciativas que busquem incrementar a resiliência climática dos municípios gaúchos. Caberá ao governador Eduardo Leite designar o gestor do Funrigs e regulamentar o seu funcionamento. O fundo deverá contar com um conselho consultivo ao qual também caberá fiscalizar o uso dos recursos. Composição O conselho será composto por membros do governo e da sociedade civil, incluindo representantes de duas universidades e dois centros tecnológicos; de entidades empresariais da construção civil, infraestrutura logística, indústria, comércio, agricultura, pecuária e serviços, bem como de três centrais sindicais de trabalhadores urbanos e de três entidades de representação de trabalhadores rurais. A previsão inicial é de que a maior parte do dinheiro do Funrigs venha dos valores que o governo estadual economizará com a suspensão e renegociação do pagamento da dívida do Rio Grande do Sul com a União. Outras fontes de recursos serão as emendas parlamentares, subsídios e outras subvenções da União; recursos oriundos do Programa de Reforma do Estado, da alienação de bens imóveis ou da fruição do patrimônio imobiliário do estado, bem como de doações de outros entes federados. Reconstrução As linhas gerais do Plano Rio Grande já haviam sido detalhadas na última sexta-feira (17). Na ocasião, o governador Eduardo Leite classificou o projeto como “abrangente” e disse que a reconstrução do estado exigirá a união de amplos setores da sociedade, além do apoio federal e da coordenação de todos os esforços. “Queremos engajar o setor privado, a sociedade civil, as prefeituras, o governo federal, todos em torno de um grande plano de reconstrução do estado”, declarou o governador ao assegurar que, no âmbito estadual, os esforços de reconstrução do estado envolverão todas as secretarias e órgãos públicos, que atuarão sob a coordenação da nova Secretaria da Reconstrução Gaúcha. Edição: Kleber Sampaio Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Projeto que institui vacinação nas escolas vai à sanção presidencial

Matéria foi aprovada pelo Senado na última terça-feira O projeto de lei que cria o Programa Nacional de Vacinação nas Escolas Públicas foi aprovado pelo Senado por votação simbólica nesta terça-feira (22) e agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com objetivo de aumentar a cobertura vacinal de crianças no país, a medida determina que todas as escolas públicas, ou que obtêm recursos públicos, devem receber equipes de saúde para vacinação. As escolas privadas também podem participar, basta manifestar interesse ao sistema de saúde local. De acordo com o relator da matéria, o senador Marcelo Castro (MDB-PI), a nova medida é necessária devido à queda na cobertura vacinal infantil no país. “A vacinação infantil no país sofreu queda brusca de quase 20%, o que colocou o Brasil entre os 10 países com menor cobertura vacinal do mundo”, escreveu Castro no relatório, citando dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O programa determina que as equipes de saúde locais devem ir às escolas para imunizar as crianças matriculadas nos ensinos infantil e fundamental, oferecendo as vacinas previstas para cada idade. As datas das campanhas nas escolas devem ser divulgadas com antecedência. O projeto também prevê a ampliação da imunização para jovens não matriculados e adultos da comunidade, conforme a disponibilidade de vacinas. Já o artigo 4º determina que as escolas devem enviar uma lista de alunos não vacinados à unidade de saúde e notificar os pais, ou responsáveis, para visitarem uma unidade de saúde; se não comparecerem em 30 dias, visitas domiciliares podem ser realizadas. Senadores da oposição, a exemplo de Damares Alves (Republicanos/DF), Eduardo Girão (Novo-CE), e Rogério Marinho (PL-RN), criticaram esse artigo, justificando que isso obrigaria a vacinação das crianças. Para o relator, o projeto não impõe a obrigatoriedade, mas promove a conscientização da família para importância da imunização de crianças. Acordo para veto Para evitar a votação de uma emenda que previa excluir esse artigo 4º da proposta, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), disse que o presidente Lula vai vetá-lo. Isso porque, se alterado o texto, a medida teria que voltar para Câmara dos Deputados para nova análise. O relator da emenda, senador Dr. Hiran (PP/RR), defendeu que “existe uma parcela da população, que a gente tem que respeitar, que tem um posicionamento diferente. Ninguém pode obrigar”. Apesar do acordo, se manifestaram contra a aprovação do Programa Nacional de Vacinação nas Escolas os senadores Cleitinho (Republicanos/MG), Eduardo Girão, Rogerio Marinho e Damares Alves. Edição: Valéria Aguiar Por Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Pelo menos 473 mortos e 1,6 milhões de afetados pelas chuvas na África Oriental

Pelo menos 473 pessoas morreram, 410.350 foram obrigadas a abandonar as casas e 1,6 milhões foram afetadas pelas chuvas e inundações em vários países da África Oriental desde meados de março, informou hoje a ONU. De acordo com um estudo publicado pelo Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários das Nações Unidas (OCHA), as tempestades provocaram igualmente danos nas fontes de água e noutras instalações, o que está a agravar a propagação de doenças como a cólera e o sarampo. O Quénia, a Tanzânia, a Somália, a Etiópia, o Uganda e o Burundi são os países mais afetados por esta longa estação das chuvas, que se prolonga normalmente de março a maio, e que este ano foi agravada pelo fenómeno El Niño, uma alteração da dinâmica atmosférica provocada por um aumento da temperatura do Oceano Pacífico. Assim, as chuvas torrenciais, as inundações repentinas e os deslizamentos de terras causaram pelo menos 291 mortos, 188 feridos e 75 desaparecidos no Quénia, de acordo com os últimos dados do Governo. Além disso, 278.380 pessoas foram obrigadas a fugir das suas casas e mais de 412.760 pessoas foram afetadas pelas chuvas. “A situação das barragens e dos cursos de água em todo o país é crítica, com algumas barragens a transbordar e os diques a sofrerem erosão”, afirmou o OCHA. Os números preliminares da Tanzânia indicam que 155 pessoas morreram em consequência das chuvas e 126.000 foram afetadas até ao início de maio, segundo as autoridades. No domingo, a Autoridade Meteorológica da Tanzânia avisou que o ciclone Ialy, no Oceano Índico, poderia trazer ventos fortes, tempestades e chuvas torrenciais esta semana. Na Somália, o OCHA estima que a estação das chuvas tenha afetado 225.760 pessoas, das quais 38.730 tiveram de abandonar as suas casas. “As chuvas torrenciais e as inundações provocaram a perda de meios de subsistência, como o gado e as terras agrícolas, e a destruição de pequenas empresas”, acrescentou o gabinete da ONU. Além disso, a Somália foi particularmente afetada pelos danos causados às fontes e instalações de água, saneamento e higiene, o que está a agravar o atual surto de cólera no país do Corno de África: foram registados 10.640 casos, 120 dos quais mortais, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Cerca de 57.000 pessoas fugiram das suas casas na Etiópia, algumas das quais puderam regressar, mas as habitações, as infraestruturas públicas e as terras agrícolas foram “significativamente danificadas, limitando ainda mais o acesso das pessoas aos serviços, especialmente em zonas já afetadas por conflitos, secas prolongadas ou pelo surto de cólera”, refere-se no relatório. Mais de 560.000 pessoas foram afetadas em todo o país, embora a região que faz fronteira com a Somália seja a mais afetada, com pelo menos 51.000 deslocados. Algumas das pessoas forçadas a abandonar as suas casas viveram situações de sobrelotação que aumentam o risco de propagação de doenças transmissíveis. No Uganda, as chuvas afetaram mais de 52.190 pessoas entre janeiro e abril, com pelo menos 23 mortos e 241 feridos; em maio, pelo menos 49 pessoas morreram, 296 ficaram feridas e 28 estão desaparecidas, para além das 3.080 famílias que tiveram de abandonar as habitações. Por último, no Burundi, mais de 239.780 pessoas foram afetadas pelas chuvas torrenciais e 36.900 abandonaram as suas casas. TÓPICOS Quénia Tanzânia Somália Etiópia , Oceano Pacífico , Ialy , Meteorológica
Mirando MST, Câmara aprova projeto que pune ocupações de terras

Destaques serão votados na quarta (22); texto ainda vai para o Senado A Câmara dos Deputados aprovou nessa terça-feira (22) o texto-base do projeto que pune quem promover ou realizar ocupações de terras rurais e prédios públicos no Brasil. Aprovado por 336 votos contra 120, o texto recebeu apoio da bancada ruralista e tem como um dos objetivos atingir as ações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Ao apresentar o projeto no ano passado, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) justificou que ele era necessário devido às ocupações promovidas pelo MST. “O Brasil acompanhou aflito a uma onda de ações criminosas, estimulada pelo MST, conhecida como “Carnaval Vermelho”, que tinha por objetivo a ocupação ilegal de propriedades privadas. Ações terroristas se estenderam por diversos estados do Brasil”, disse o parlamentar. Pelo texto, quem participar de ocupação ou invasão de propriedades rurais privadas, públicas ou de prédios públicos, fica proibido de ser beneficiário de reforma agrária, de receber qualquer benefício do governo federal, como o Bolsa Família ou participar do Minha Casa Minha Vida, de participar de concurso público, entre outras restrições. Além do governo, encaminharam o voto contrário ao projeto os partidos PT, PCdoB, PV, PSB, PSOL e Rede. As demais legendas apoiaram a medida. A Câmara ainda precisa votar alguns destaques que pretendem alterar o texto. Em seguida, o projeto segue para o Senado. Para a deputada federal Erika Kokay (PT/DF), o texto é inconstitucional por criminalizar a luta pela reforma agrária. “Ele tem um único objetivo: criminalizar os movimentos sociais. O maior movimento social da América Latina, o MST, eles querem criminalizar. E eu entendo por que eles têm raiva do MST: porque o MST trabalha com a democratização da terra, trabalha para fazer valer o fato de que a terra tem que ter uma responsabilidade social”, justificou. Já o deputado Tadeu Veneri (PT-PR) questionou se o projeto iria punir grileiros de terra pública que são grandes fazendeiros. “Os grileiros que entraram e entram em reservas indígenas, os grileiros que, no Amazonas, no Pará, em Rondônia, em Roraima e no Paraná, tomaram terras do Estado e hoje se dizem fazendeiros também nós queremos saber se serão penalizados”, perguntou. O relator da matéria foi o presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), o deputado Pedro Lupion (PP/PR), que rebateu as críticas ao projeto. “[O projeto] é justamente para que a ordem seja mantida e que as leis sejam cumpridas. O que motiva invasões de propriedade neste País é a certeza da impunidade, é a certeza de que a legislação é falha, é a certeza de que nada vai acontecer”, disse. MST Procurado, o MST informou que ainda irá se manifestar sobre o tema. O movimento justifica as ações de ocupação de terra por meio do artigo 184 da Constituição Federal, que diz que “compete à União desapropriar por interesse social, para fins de reforma agrária, o imóvel rural que não esteja cumprindo sua função social”. Segundo o grupo, as ocupações tem como objetivo pressionar o Estado para que ele cumpra com a função social da terra e promova a reforma agrária. Edição: Valéria Aguiar Publicado em 22/05/2024 – 10:16 Por Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Agro do Quadrado: Criação de pescados bate recorde com formalização de produtores rurais

Em 2023, Distrito Federal produziu duas mil toneladas de peixe; trabalho de capacitação e suporte técnico deu resultado, e número de piscicultores cresceu 47,3% Atividade agropecuária milenar, a piscicultura tem encontrado um cenário próspero de crescimento na capital federal, detentora do terceiro maior mercado consumidor de pescados do país. Em solo brasiliense, a prática vem ganhando força especialmente entre novos produtores rurais, que contam com o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF) para se consolidarem no ramo. “Já são mais de dez anos nessa atividade em constante crescimento, pois a demanda também é crescente e se trata de um produto de alto valor agregado e com grande apelo do consumidor local”, diz o produtor Guilherme Gonçalves | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Segundo dados da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater), em 2023 a produção de pescados superou impressionantes 2 mil toneladas – a maior da história da capital, representando um aumento de quase 25% em relação a 2019. Esse salto expressivo na criação reflete o potencial e a atratividade do negócio no Quadradinho. O Gama concentra mais de um quarto de toda a produção local e, em 2023, foi responsável pela criação de 555 mil kg de peixes Os números da Emater indicam que o quantitativo de produtores rurais dedicados à criação de peixes também acompanhou a tendência de crescimento da atividade. Nos últimos cinco anos, o montante de piscicultores cresceu 47,3%, saltando de 624, em 2019, para 919, no último ano. Nesse cenário de expansão, a Emater tem desempenhado papel fundamental na oferta de capacitação, suporte técnico e orientação tanto para os novos piscicultores quanto para os produtores rurais já consolidados na atividade. O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, diz que a empresa atua para incentivar a agroindústria de pequeno porte “A empresa atua no sentido de ajudar os produtores a obterem o licenciamento ambiental e a outorga de água”, resume Adalmyr Morais Borges, coordenador do programa de aquicultura. “Também estimulamos a adoção de novas tecnologias e métodos de produção sustentáveis, utilizando-se da energia fotovoltaica e voltada para o menor consumo de água possível.” Do total de criadores, em torno de 100 comercializam regularmente a produção. Os demais produzem para a própria subsistência ou para o comércio informal. Para o presidente da Emater, Cleison Duval, um dos desafios da empresa está justamente na formalização desses piscicultores menores. “O nosso grande projeto é incentivar a agroindústria de pequeno porte. É uma preocupação nossa formalizar esses produtores para eles se inserirem no mercado formal e institucional”, afirma. A comerciante Rayane Araújo, dona de restaurante, compra pescado produzido no DF: “Por ser de um produtor local, o preço é bem mais em conta, sem falar na qualidade de ter um peixe fresco na mesa” Atualmente, são poucos os produtores locais capazes de acessar o mercado brasiliense, ainda que a capital esteja entre as unidades da Federação onde mais se consome peixe. “Queremos transformar Brasília em mais que um grande consumidor, mas um grande produtor também, formalizando todo o processo e conseguindo fechar esse ciclo. É fomento para a economia local, gerando mais empregos e renda para esses produtores”, defende o presidente. Gama lidera produção Nenhuma outra região administrativa do DF produz mais pescados que o Gama (veja a relação completa abaixo). Sozinha, a cidade concentra mais de um quarto de toda a produção local e, em 2023, foi responsável pela criação de 555 mil kg de peixes. Entre os maiores piscicultores gamenses, está Éber Maia, da Terra Mare Pescados. Arte: Agência Brasília No segmento há dez anos, o produtor é o único de todo o DF a exportar peixes para outros estados. Atualmente, ele concentra sua atividade na criação de tilápias juvenis, ou seja, em estágio de desenvolvimento. “Faço parte de um nicho específico da cadeia produtora. Eu recebo o peixe alevino, transformo em juvenil e posteriormente vendo para pesque-pagues e empresas de engorda da tilápia para abate”, detalha Maia. Os números de comercialização da criação impressionam. “Estamos vendendo uma média mensal de 240 mil juvenis. Em abril, foram 320 mil comercializados. É um mercado em crescimento, e a gente conta com todo apoio da Emater para seguir expandindo. Aqui, as visitas dos técnicos da empresa são periódicas”, continua o piscicultor. Na propriedade, os peixes juvenis são alimentados por seis meses em viveiros escavados sem revestimento e com solo natural. “Meu produto é o peixe gordo para ser vendido para frigorífico e restaurantes. Já são mais de dez anos nessa atividade em constante crescimento, pois a demanda também é crescente e se trata de um produto de alto valor agregado e com grande apelo do consumidor local”, diz. A comerciante Rayane Araújo é compradora recorrente das tilápias criadas por Gonçalves. “É um fornecedor de bastante confiança, e compramos com ele uma vez por semana”, conta. “Por ser de um produtor local, o preço é bem mais em conta, sem falar na qualidade de ter um peixe fresco na mesa. Aqui no restaurante, a tilápia frita é um dos pratos mais vendidos”. Por Victor Fuzeira, da Agência Brasília | Edição: Débora Cronemberger
Na AgroBrasília, aprenda a produzir frutas rentáveis em pequenas áreas

Circuito da Fruticultura mostra vantagens do cultivo de mirtilo, açaí consorciado com banana e outras espécies Durante a AgroBrasília, o Circuito da Fruticultura, coordenado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater), vai mostrar tecnologias de produção de frutas rentáveis em pequenos espaços. Técnicos da Emater demonstrarão estratégias para incentivar novos agricultores na produção do DF e Emtorno | Foto: Divulgação/Emater “São frutas que, mesmo cultivadas em pequenas propriedades, trazem uma alta rentabilidade, por terem um mercado ainda crescente e diferenciado”, explica o responsável pelo programa de fruticultura da empresa, Felipe Camargo. O foco, detalha o gestor, está na variedade dessas frutas adaptadas para o Cerrado. “O açaí, o mirtilo e as outras frutas vermelhas são as que temos trabalhado no âmbito da Rota da Fruticultura, programa do Ministério do Desenvolvimento Regional em parceria com diversos órgãos e entidades que visa estabelecer estratégias para implementar e incentivar novos agricultores na produção dessas frutas no DF e Entorno”, exemplifica. Haverá técnicos para explicar as tecnologias de produção, mostrar os espaçamentos de plantio e ensinar como conduzir, manejar a poda, irrigar e fazer a colheita das frutas apresentadas. O espaço da Emater-DF na AgroBrasília conta com cerca de 3 hectares onde são demonstradas tecnologias acessíveis e de baixo custo para diversas cadeias produtivas, além de um estande de comercialização de artesanato e produtos agroindustriais. AgroBrasilia 2024 Até sábado (25), das 8h30 às 18h, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci – BR-251, km 5, PAD-DF. Entrada franca. Classificação indicativa livre. *Com informações da Emater Por Agência Brasília* | Edição: Chico Neto
20/05/2024 – BOLETIM DIÁRIO DA DENGUE EM VALPARAÍSO DE GOIÁS

Dados referentes aos dias: 01/01/2024 a 20/05/2024. (Sujeito a alteração) Casos Notificados de Dengue: 9.367Casos Confirmados de Dengue: 2.154Casos Descartados de Dengue: 428Casos em Investigação de Dengue: 6.785Óbitos confirmados para Dengue: 09Óbitos em Investigação para Dengue: 09 Secretaria Municipal de SaúdeValparaíso de Goiás
ESCOLA DE GOVERNO DE VALPARAÍSO ABRE VAGAS PARA CURSO DE CUIDADOR DE IDOSOS

Inscrições podem ser feitas de forma presencial na Escola de Governo, no período de 23 a 29 de maio. Buscando alcançar e capacitar mais alunos, a Escola de Governo de Valparaíso de Goiás está oferecendo o curso de Cuidador de Idosos para os valparaisenses com idade a partir dos 18 anos. As inscrições devem ser feitas de forma presencial na sede da Escola de Governo, no período de 23 a 29 de maio. Cerca de 100 vagas podem ser preenchidas, seguindo a ordem de chegada. No ato da inscrição, será necessário os interessados apresentarem o documento de identidade e comprovante de residência atualizado. A capacitação, com início provável para dia 4 de junho, garante certificado de 100 horas e será realizada toda terça e quinta-feira, de 13h30 às 16h30. A Escola de Governo fica localizada na Quadra 08, Lotes 2-3, na Avenida Parque Rio Branco e funciona de segunda a sexta-feira das 8h às 17h. SECOM-PMVG.