Goiás registra ocupação de 95% de leitos de UTI na rede estadual

Apesar da queda no número de casos registrados de dengue em Goiás, o número de internações ainda é motivo de preocupação Conforme dados do painel da Secretária de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO), às 18h, deste sábado (11), a taxa de ocupação em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) em hospitais da rede estadual de Goiás atingiu 95% da capacidade. No total 505 leitos estão ocupados, 39 estão bloqueados, 17 estão reservados e apenas 9 estão disponíveis. Segundo a secretaria, a alta demanda está relacionada à epidemia de dengue, além do aumento de casos de síndromes respiratórias em Goiás. Apesar da queda sustentada no número de casos registrados de dengue em Goiás, o número de internações ainda é motivo de preocupação para a Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO). No último dia 6 de maio a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás intensificou a campanha de vacinação contra a influenza e a dengue. A vacina de influenza, que antes era restrita a grupos prioritários, está liberada para aplicação no público geral, a partir de 6 meses de idade. O Estado recebeu 952 mil doses do imunizante, que foram distribuídos aos municípios goianos. Já em relação à vacina contra a dengue, das 158.505 doses recebidas do Ministério da Saúde, Goiás conseguiu aplicar mais de 157 mil doses. O estado recebeu uma nova remessa da Qdenga, com cerca de 61 mil doses no dia 30 de abril. A distribuição do imunizante para as 18 regionais de saúde começou no dia 2 de maio e será destinada ao público de 6 a 16 anos, nos 246 municípios goianos. A gente começa a ter um período de intersecção de casos de dengue e doenças respiratórias. Estamos com duas doenças, uma começando a cair, mas ainda em grande número, e outra começando a subir. Precisamos redobrar os cuidados principalmente com os grupos mais vulneráveis: idosos, crianças, gestantes e puérperas.Superintendente de Vigilância em Saúde da SES-GO, Flúvia Amorim Número de casos As últimas semanas foram marcadas por redução de cerca de 22% no diagnóstico de dengue entre as semanas 12 e 15 deste ano. Até o último levantamento, 137.728 casos confirmados de dengue, com 156 mortes confirmadas e outras 163 em análise pelo Comitê Estadual de Investigação de Óbito Suspeito por Arboviroses. Os números de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) também preocupam a SES. Neste ano, 2.559 casos foram registrados, sendo 161 por influenza e 480 por Covid-19. A maioria dos casos de SRAG em 2024 está entre crianças menores de 2 anos (1.056) e idosos com mais de 60 anos (557). Atualmente, a cobertura para a vacina influenza entre os grupos prioritários em Goiás é de 23,45% e no Brasil chega a 28,51%. A gente começa a ter um período de intersecção de casos de dengue e doenças respiratórias. Estamos com duas doenças, uma começando a cair, mas ainda em grande número, e outra começando a subir. Precisamos redobrar os cuidados principalmente com os grupos mais vulneráveis: idosos, crianças, gestantes e puérperas.Superintendente de Vigilância em Saúde da SES-GO, Flúvia Amorim Número de casos As últimas semanas foram marcadas por redução de cerca de 22% no diagnóstico de dengue entre as semanas 12 e 15 deste ano. Até o último levantamento, 137.728 casos confirmados de dengue, com 156 mortes confirmadas e outras 163 em análise pelo Comitê Estadual de Investigação de Óbito Suspeito por Arboviroses. Os números de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) também preocupam a SES. Neste ano, 2.559 casos foram registrados, sendo 161 por influenza e 480 por Covid-19. A maioria dos casos de SRAG em 2024 está entre crianças menores de 2 anos (1.056) e idosos com mais de 60 anos (557). Atualmente, a cobertura para a vacina influenza entre os grupos prioritários em Goiás é de 23,45% e no Brasil chega a 28,51%.

Mabel quer resgatar propostas de Maguito em seu plano de governo: “Vamos incluir o que for possível”

Nesse momento inicial, o pré-candidato estuda a viabilização da implantação de 7 a 9 administrações regionais na capital Nesta última sexta-feira (10), durante primeira reunião com a equipe que vai coordenar o seu plano de governo para a capital, o pré-candidato a prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB) afirmou que deseja resgatar as principais propostas feitas pelo ex-prefeito Maguito Vilela (MDB) na campanha eleitoral de 2020. “Vamos incluir o que for possível no nosso plano de governo, adequando e modernizando as propostas de Maguito à realidade atual de Goiânia”, disse Mabel. A ideia foi elogiada pelo ex-prefeito de Aparecida de  Goiânia, Gustavo Mendanha (MDB), que participou do encontro. Além dele, participaram da reunião o ex-deputado federal e presidente da Codego, Francisco Júnior (PSD), o assessor especial da Governadoria e ex-secretário de Governo de Iris Rezende, Paulo Ortegal (MDB); e o presidente do Instituto Mauro Borges (IMB) e ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Erick Figueiredo. em dúvida alguma foi um plano de governo vitorioso em 2020, que continua atual em sua grande parte. As propostas de Maguito vão acrescentar muito ao seu plano de governo.Gustavo Mendanha Ao passar as primeiras orientações sobre as propostas que pretende apresentar na campanha eleitoral, Sandro Mabel explicou que resgatar as propostas de Maguito é uma forma de oportunizar propostas que foram aprovadas pela população goiana, mas que segundo ele não tiveram a devida prioridade na atual gestão. Sem dúvida alguma foi um plano de governo vitorioso em 2020, que continua atual em sua grande parte. As propostas de Maguito vão acrescentar muito ao seu plano de governo.Sandro Mabel Administrações regionais Nesse momento inicial o pré-candidato estuda a implantação de 7 a 9 administrações regionais na capital. “Não se trata de subprefeituras. É algo mais atual e de resultados efetivos. Estas administrações farão que os serviços da Prefeitura estejam mais próximos do cidadão, que tenham maior poder de resposta para atender as demandas da população e capacidade de fiscalizar de perto as ações da Prefeitura nos bairros”, frisou Mabel. Serão coordenadas por gestores. Além de comprovarem habilidade para a função, terão de fazer um compromisso público de que não vão disputar nenhuma eleição nos quatro anos da gestão municipal. Plano de governo O ex-deputado federal e presidente da Codego, Francisco Júnior (PSD), afirmou que tem o desafio de entregar até julho para Sandro Mabel um plano de governo moderno e eficiente. Que atenda todas as demandas e anseios atuais da população de  Goiânia e também projete a cidade para o futuro. “Vamos chamar mais técnicos e lideranças das principais áreas, como educação, saúde, mobilidade, segurança pública, etc. Vamos também promover várias reuniões com segmentos organizados da capital, além de ouvir diretamente a população”. Francisco Júnior também afirmou que vai trabalhar nesse momento para ampliar a equipe do plano de governo do pré-candidato a prefeito de  Goiânia. O ex-deputado federal também já foi presidente da Câmara Municipal e coordenou os trabalhos, na gestão de Iris Rezende, que atualizaram o Plano Diretor de Goiânia. Ele é mestre em Desenvolvimento e Planejamento Territorial pela PUC-GO.

Eleições 2024: Justiça Eleitoral já recebeu mais de 1,1 mil registros de pesquisas eleitorais

Pesquisas devem ser registradas até cinco dias antes da divulgação dos resultados. Veja como consultá-las Desde o início do ano, foram registradas, na Justiça Eleitoral, 1.187 pesquisas sobre a intenção de voto das eleitoras e dos eleitores para o cargo de prefeito nas Eleições Municipais 2024. Dessas, 573 também incluem levantamentos para o cargo de vereador. Conforme se aproxima o período eleitoral, o número de registros de pesquisas de opinião aumenta: em janeiro, foram 107 pesquisas registradas; em fevereiro, 188; em março, 422; e em abril, 433. Os estados que mais registraram pesquisas de opinião são Goiás (162), Piauí (148) e São Paulo (115). Entre as regiões, a Nordeste lidera com 538 pesquisas, seguida pela Centro-Oeste, com 237, e pela Sudeste, com 226. A região Norte registrou 145, e a Sul, 41 pesquisas. Registro obrigatório O artigo 33 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) determina que as entidades ou empresas que realizarem pesquisas de opinião pública sobre intenção de voto devem registrá-las no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle) da Justiça Eleitoral. O registro é obrigatório e deve ocorrer até cinco dias antes da divulgação dos resultados. A divulgação, no entanto, não é obrigatória. Informações para o registro O registro da pesquisa na Justiça Eleitoral deverá conter as seguintes informações: Outros dados necessários são o plano amostral e a ponderação quanto a gênero, idade, grau de instrução e nível econômico do entrevistado, assim como o questionário completo aplicado (ou a ser aplicado), o nível de confiança, a margem de erro da pesquisa e o nome do estatístico responsável. Consulta pública Qualquer cidadã ou cidadão pode consultar as pesquisas registradas. Além de contribuir para tornar o processo eleitoral mais transparente, a medida torna-se especialmente útil para que as eleitoras e os eleitores não sejam vítimas de fake news, uma vez que poderão conferir a veracidade do que é divulgado, por exemplo, nas redes sociais. Confira o passo a passo 1/ 3Galeria de imagens Ampliar Ao acessar o sistema, a pessoa interessada pode obter as seguintes informações: Fraude é crime As regras estabelecidas para o registro e a divulgação de pesquisas eleitorais são fundamentais para evitar levantamentos fraudulentos. A divulgação de pesquisa fraudulenta constitui crime, com pena de detenção de seis meses a um ano e multa no valor de 50 mil a 100 mil UFIRs (R$ 226.865,00 a R$ 453.730,00). Além disso, a divulgação de pesquisas sem registro prévio das informações na Justiça Eleitoral também está sujeita à multa no mesmo valor. O que é pesquisa eleitoral? É a indagação feita à eleitora ou ao eleitor, em um determinado momento, a respeito das candidatas e dos candidatos que podem disputar ou já concorrem em uma eleição. Essa ferramenta de opinião é utilizada por institutos ou organizações para verificar a preferência do eleitorado nos meses que antecedem um pleito. Como toda pesquisa de opinião pública, ela utiliza método científico para apurar a realidade do momento junto a segmentos representativos do eleitorado, chamados de amostra. Além de seguirem metodologias específicas, as pesquisas são obrigatoriamente registradas na Justiça Eleitoral. DV/LC

Goiás é o estado com mais pesquisas registradas no TSE e uma do PL a mais cara até agora

Pesquisador aponta proliferação de institutos de pesquisa “tocados por pessoas sem formação”; PL goiano foi quem contratou pesquisa mais cara até agora Goiás se destacou nacionalmente nesta terça-feira (7) por se tratar do estado com 162 pesquisas eleitorais, o maior número registrado entre todos os estados. Desde que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciou o registro das pesquisas, em janeiro, foram registrados 1.127 levantamentos, quatro vezes mais do que no último pleito para prefeito e vereador. Em Goiás, o PL é que pagou mais caro na contratação de uma pesquisa, conforme reportagem do jornal O Globo desta terça-feira (7). A explicação citada é a dificuldade do partido de emplacar o nome de Gustavo Gayer, aparentemente já superada com o lançamento oficial da pré-candidatura. “O partido gastou R$ 34 mil para checar a viabilidade do deputado Gustavo Gayer que já se lançou como pré-candidato, mas enfrenta resistências internas”, enfatizou a publicação. Das 1.127 pesquisas contratadas, conforme divulgou o TSE recentemente, 573 também incluem levantamentos para o cargo de vereador. O professor e pesquisador Luiz Signates observa ao Diário de Goiás que há uma proliferação de pequenos institutos de pesquisa. Ele aponta que “a maioria é tocada por gente sem formação, nem experiência”. E finaliza destacando: “Isso parece ser o que principalmente justifica o nosso estado, apesar de pequeno, em face do eleitorado brasileiro, esteja no ápice da quantidade de pesquisas registradas”. Recorde em 2024 Conforme o TSE, o número de pesquisas eleitorais registradas até agora é o maior da série histórica da Corte, iniciada em 2012. Por enquanto, ela é quatro vezes mais do que na última eleição para prefeito e vereador, em 2020, quando houve 296 no mesmo período. De acordo com O Globo, os dados mostram que 500 pesquisas (44,4%), foram autofinanciadas — ou seja, pagas pela mesma empresa que realizou a sondagem. “Nesse formato, ao informarem que realizaram o levantamento com verba própria, os responsáveis não precisam prestar contas sobre a origem do dinheiro, o que acende o alerta em entidades e gera debate no Congresso”. Conforme se aproxima o período eleitoral, o número de registros de pesquisas de opinião aumenta. Veja a evolução Ranking dos estados que mais registraram pesquisas de opinião: Regiões com maior número de registros: por MARÍLIA ASSUNÇÃO

Abolição da escravatura no Brasil não encerrou ciclo de racismo e celebrou heróis errados

Data não representa o início nem o fim da luta contra a escravidão O Dia da Abolição da Escravatura no Brasil, comemorado em 13 de maio, marca a assinatura da Lei Áurea em 1888, um evento histórico que pôs fim à escravidão no país. No entanto, essa data não representa o início nem o ápice da luta contra a escravidão, mas o resultado de um longo processo de resistência e mobilização de diversos setores da sociedade, incluindo figuras notáveis como Luiz Gama. Luiz Gama, um herói nacional, foi um dos grandes defensores do abolicionismo no Brasil durante o século XIX. Nascido livre em Salvador, Bahia, em 1830, foi vendido como escravo aos 10 anos de idade. Após conquistar sua liberdade, Gama se tornou um influente rábula (advogado sem diploma formal), jornalista e poeta, dedicando sua vida à luta pela emancipação dos escravizados. Estima-se que ele tenha ajudado a libertar mais de 500 pessoas da escravidão através de sua atuação jurídica e ativismo político. A história de Luiz Gama é um exemplo da complexidade da luta contra a escravidão no Brasil. Ele e outros ativistas negros, como José do Patrocínio e André Rebouças, não apenas lutaram pela liberdade legal dos escravizados, mas também pela inclusão social e econômica dos negros na sociedade brasileira pós-abolição. Eles entenderam que a abolição legal não seria suficiente para desfazer séculos de opressão e desigualdade. O 13 de maio, portanto, é um dia de reflexão sobre a história e as consequências da escravidão no Brasil. É um momento para reconhecer os esforços dos que lutaram pela liberdade e para reafirmar o compromisso contínuo com a igualdade racial e a justiça social. A data também serve como um lembrete de que a abolição foi apenas o primeiro passo em um longo caminho para a verdadeira liberdade e dignidade para todos os cidadãos brasileiros. A celebração do Dia da Abolição da Escravatura deve ir além da memória da Lei Áurea e honrar a memória de todos aqueles que resistiram à escravidão e contribuíram para a construção de um Brasil mais justo e igualitário. É uma oportunidade para educar as novas gerações sobre a importância da luta contra a escravidão e o racismo, e para inspirar ações que promovam a inclusão e o respeito à diversidade. Lutadores José do Patrocínio, jornalista e ativista político, foi uma das vozes mais influentes contra a escravidão. Filho de uma mulher livre e de um padre, Patrocínio usou sua habilidade com as palavras para defender a causa abolicionista em jornais e em discursos públicos, tornando-se um dos líderes do movimento. André Rebouças, engenheiro e intelectual, também teve um papel significativo na luta pela abolição. Ele defendeu a causa em seus escritos e atuou diretamente na promoção de projetos de lei que visavam a emancipação dos escravizados. Outra figura notável foi Antônio Bento, um advogado que liderou a Sociedade Emancipadora de São Paulo. Bento organizou e participou de campanhas que ajudaram na fuga de escravizados, além de promover ações legais para garantir a liberdade de muitos indivíduos. A história da abolição da escravidão no Brasil é complexa e multifacetada, envolvendo uma rede de pessoas que, juntas, lutaram por justiça e igualdade. Reconhecer esses indivíduos é essencial para entendermos o passado e construirmos um futuro mais justo e inclusivo.

Ferramenta de gestão monitora execução de obras em tempo real, em Goiás

O chamado Portfólio de Projetos Governamentais permite acompanhar obras por cidade, saber valor total gasto e percentual de execução da obra A Superintendência do Escritório de Projetos da Subsecretaria de Governança da Secretaria-Geral de Governo (SGG) desenvolve uma ferramente de gestão que monitora a execução de obras públicas em tempo real. Chamada de “Portfólio de Projetos Governamentais”, a novidade foi apresentada ao vice-governador de Goiás, Daniel Vilela, nesta sexta-feira, 10. Em reunião de trabalho realizada na Vice-Governadoria, o titular da SGG, Adriano da Rocha Lima, junto com técnicos da Pasta, explicaram como o portfólio pode ser utilizado de forma ágil para o acompanhamento de obras e como ele permite que decisões sejam tomadas com mais rapidez e eficiência pelo governador Ronaldo Caiado e por seus auxiliares. Ao conectar-se ao “Portfólio de Projetos Governamentais” é possível a aplicação de filtros como “cidades” e “órgão responsável”, entre outros. Na sequência, ao acessar uma determinada obra, o usuário tem à disposição informações relevantes, como o valor total, o que já foi investido, estágio atual do empreendimento, se já foi ou não concluído, previsão de entrega, empresa responsável, o que ela já recebeu a título de pagamento, se há algum atraso nos prazos pré-combinados e uma outra infinidade de dados. “O nível de detalhamento é excelente”, destacou Daniel, que sugeriu a criação de uma versão “executiva”, ou até mesmo em formato de aplicativo, para que o governador pudesse acessar o “Portfólio de Projetos Governamentais” pelo celular. Adriano da Rocha Lima, por sua vez, acenou com a possibilidade de produção de relatórios semanais a serem encaminhados ao chefe do Executivo. Assim, pequenos ajustes serão feitos na ferramenta ao longo dos próximos dias.

Recuperação Judicial ou Extrajudicial? Entenda o processo das Casas Bahia

O grupo Casas Bahia ingressou com pedido de recuperação no final de abril. O objetivo é estender o prazo para pagar R$ 4,1 bilhões em dívidas. O grupo Casas Bahia anunciou que ingressou com um pedido de Recuperação Extrajudicial com seus credores no final de abril. O objetivo do grupo varejista é estender o prazo de pagamento de uma dívida que supera os R$ 4,1 bilhões, sem entrar em regime de Recuperação Judicial. O advogado especialista em direito empresarial Hanna Mtanios explica que a principal diferença entre os institutos da Recuperação Extrajudicial e Recuperação Judicial está na intervenção do Poder Judiciário no processo entre a devedora e os credores. Conforme o especialista, o processo de Recuperação Judicial é mais caro e envolve a participação do Poder Judiciário em todas as fases do processo de pagamento das dívidas, com administrador judicial e custos mais caros com as custas dos processos e com advogados. “Essa é a diferença mais importante, porque na Recuperação Extrajudicial existe um acordo entre as partes. A participação é menos ativa do Poder Judiciário, que pode homologar o acordo entre a devedora e os credores”, explicou. Casas Bahia Conforme Hanna Mtanios, o processo de recuperação do grupo Casas Bahia deve ser benéfico, mas só o tempo poderá confirmar se a opção para o grupo varejista foi a melhor. “No primeiro momento terá um efeito negativo, que é o efeito que os credores acham ruim porque pensam que não vão receber e terão um deságio. Mas, com o tempo, a empresa se mantém no mercado, continua mantendo emprego e renda e pagando impostos, e isso é bom para a economia”, pontuou.

Projeto de Lei quer incorporar Itauçu, Damolândia, e Varjão à Grande Goiânia. Prefeito comemora

O prefeito de Itauçu, Clayton Pereira, elenco melhorias para os municípios com a medida; ele relembra que chegou a lutar pela conquista, mas foi em vão Itauçu, Damolândia e Varjão podem integrar à Região Metropolitana de Goiânia (RMG). A iniciativa foi comemorada pelo prefeito de Itauçu, Clayton Pereira de Melo. O chefe do Executivo local conta que a medida dará um status aos municípios e vai proporcionar melhorias em todas as áreas. A mudança vai depender da aprovação de um projeto de lei da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) que amplia o perímetro da Capital. Depois da sanção do governo estadual. De acordo com Clayton Melo, fazer parte da Grande Goiânia significa mais benefícios para o município, como de transporte, infraestrutura, segurança pública e futuras instalações de empresas. “Os benefícios são infinitos, com possiblidade de melhoria para toda a cidade”, pontua. “Quando Inhumas foi contemplada, eu lutei para que Itauçu entrasse. Mas não logrei êxito. Se isso hoje acontecer, será em tempo”, apoia Clayton. O prefeito recorda que Itauçu, vizinho de Inhumas, ficou fora por pouco, cerca de 20 km a mais do perímetro atual estabelecido da área de abrangência da Região Metropolitana. A nova proposta foi apresentada em sessão ordinária da Alego pelo deputado estadual Mauro Rubem (PT), na terça-feira, 7. No texto, ele sugere a inclusão dos três municípios, com base em aspectos históricos, sociais, econômicos e ambientais que demonstram a ligação dessas áreas com a capital goiana e sua importância para a gestão regional. “A proximidade física com a capital goiana, aliada à conexão histórica e social, facilitará o acesso a serviços essenciais, oportunidades de emprego e infraestrutura compartilhada. Essa integração contribuirá para o desenvolvimento socioeconômico, fortalecendo as economias locais e gerando um ambiente propício para investimentos”, defendeu o deputado. Benefícios ao meio ambiente Mauro Rubem ressalta que a ampliação da área, com as três cidades, representará também uma estratégia que trará vantagens para o desenvolvimento sustentável. “Veja bem, considerando não apenas os aspectos históricos e sociais, mas também o papel crucial na gestão da bacia hidrográfica, essa iniciativa reflete uma visão prospectiva para a integração funcional, ambiental e socioeconômica desses municípios da qual não se pode mais ser negligenciada pelas gestões municipais”, frisou. Após a apresentação do PL, o texto terá que passar pelas comissões da Casa, entre as quais a Comissão de Constituição de Redação e Justiça (CCJ), por último, vai a votação em dois turnos pelo plenário.

Aparecida de Goiânia comemora 102 anos em meio a articulações para sucessão na prefeitura

Segunda maior do estado de Goiás reuniu lideranças políticas para celebrar as transformações por que passa o município Segunda maior cidade do estado de Goiás, Aparecida de Goiânia comemora os seus 102 anos neste sábado, 11 de maio. A comemoração contou com desfile cívico na Avenida Independência, Setor Serra Dourada III, além de um bolo de 102 metros em alusão a idade do município. O prefeito Vilmar Mariano (UB) – pré-candidato à reeleição – esteve acompanhando de boa parte dos principais atores envolvidos no pleito de outubro próximo: o vice-governador Daniel Vilela (MDB) e Gustavo Mendanha (MDB), além de vereadores, deputados e líderes partidários. “É uma alegria comemorar os 102 anos de Aparecida ao lado de pessoas que fizeram a diferença para a história da nossa cidade. É uma sequência de gestões que mudaram o status de cidade problema para cidade solução”, afirmou. O desfile contou com a participação da orquestra sinfônica de Aparecida, da Banda da Polícia Militar, banda do Comando de Operações Especiais do Exército, Corpo de Bombeiros, apresentação de catira, capoeira, das escolas municipais e estaduais de Aparecida e outras atrações que mostraram um resumo da história centenária do município. Daniel Vilela representou também o governador Ronaldo Caiado e pontuou os investimentos do governo estadual no município. “Aparecida se transformou ao longo do tempo. Um exemplo é o novo polo industrial que deve trazer mais de 300 empresas e gerar aproximadamente 30 mil novos empregos”, declarou, ao lembrar dos dois mandatos de seu pai, Maguito Vilela, como prefeito de Aparecida. O ex-prefeito de Aparecida de Goiânia Gustavo Mendanha parabenizou o município pela história. “Hoje Aparecida atrai pessoas de todo o país que a reconhecem como uma cidade boa para se morar, para empreender e viver”, afirmou. O deputado estadual Veter Martins (PRD) tem sua base eleitoral em Aparecida de Goiânia e também marcou presença. “Esta é uma cidade que acolhe pessoas do país inteiro e dá condições para que eles prosperem aqui”, afirmou. Representando a Câmara Municipal, o vereador Hans Miller (MDB) enfatizou a cooperação entre executivo e legislativo em Aparecida. “Somos 25 vereadores trabalhando para que a cidade desponte como um município cada vez mais forte”, afirmou. História A história de Aparecida começou em 11 de maio de 1922. Naquela data, famílias de precursores da cidade rezaram uma missa campal onde foi construída, depois, a capela da padroeira do arraial – atualmente Paróquia e Santuário Nossa Senhora Aparecida. Entre os vários colaboradores daquele primórdio estão Aristide Frutuoso, Antônio Lourenço Ribeiro, Antônio Alves Fortes, Antônio Bertoldo Ribeiro, Elias Gonçalves Primo, Manuel Cabral da Silva, Joaquim Marques da Silva e Benedito Batista de Toledo, entre outros. Em 26 de dezembro de 1958, foi criado o Distrito de Goialândia, reconhecendo esta então pequena comunidade por meio da Lei n° 1.406. E em 14 de novembro de 1963, através do projeto de Lei nº 784/63, a Assembleia Legislativa de Goiás sancionou a Lei nº 4.927, criando, assim, o município de Aparecida de Goiânia. Participaram da cerimônia os deputados federais Jeferson Rodrigues (Republicanos) e Silvye Alves (UB), a deputada estadual Bia de Lima (PT), o ex-deputado federal Leandro Vilela (MDB), os vereadores Erivelton Contador (UB), Arnaldo Leite (MDB), Amendoim (UB), Camila Rosa (UB), Isaac Martins (UB), Roberto Chaveiro (Podemos), Aldivo Araújo (UB) e William Panda (PCdoB), além de secretários municipais e de lideranças do município.

VALPARAÍSO DE GOIÁS SEDIOU CAMPEONATO DE BOXE COM ESTRUTURA DE ALTO PADRÃO

VALPARAÍSO DE GOIÁS SEDIOU CAMPEONATO DE BOXE COM ESTRUTURA DE ALTO PADRÃO Campeonato aconteceu no novo Galpão das Artes Marciais, recém-inaugurado, com uma excelente infraestrutura de ringue, iluminação e telão. Neste primeiro sábado de maio (4), em Valparaíso, aconteceu a terceira edição do Campeonato Municipal de Artes Marciais, conhecido como CAMAM na categoria de Boxe. O evento foi promovido pela Secretaria Municipal de Cultura e Esporte (SMCE), em parceria com as Secretarias de Finanças, Saúde e Infraestrutura, juntamente com o Instituto Agostin Castejon. Essa competição, organizada pela Divisão de Artes Marciais, em colaboração com a Brasília Open Boxe, deixou sua marca na história. O campeonato aconteceu no novo Galpão das Artes Marciais, recém-inaugurado, com uma excelente infraestrutura de ringue, iluminação e telão. Os atletas apresentaram um desempenho impressionante, mostrando grande determinação e empenho para serem os vencedores ao final de cada luta. Um total de 14 combates foram realizados, trazendo animação ao público presente. Além disso, este evento serviu como uma etapa classificatória para os atletas que competirão no Campeonato Brasileiro de Boxe, agendado para junho em Brasília. Para além da competição, o CAMAM Boxe deixou uma marca importante na comunidade de Valparaíso de Goiás. Ao estimular a prática esportiva e cultivar o espírito de equipe, o evento reiterou o compromisso da SMCE em proporcionar oportunidades de lazer e crescimento pessoal para todos os cidadãos. Lembrando que as modalidades Karatê, Kickboxing, Taekwondo, Boxe, Judô e Jiu-Jitsu são ofertadas gratuitamente nos polos da Secretaria Municipal de Cultura e Esporte. Para obter mais informações, entre em contato pelo telefone: (61) 98350-6633 ou siga pela rede social: @smceval. 1/7