Sancionada lei de incentivo a consumo de produtos locais

O governador Ronaldo Caiado (DEM) sancionou, na última quinta-feira (16), a lei que incentiva a compra e consumo de produtos locais. De autoria do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), Lissauer Vieira (PSB), o dispositivo º20.809/20 ajuda instituir o programa “Dê uma Força Para Goiás”. O texto destaca a importância de se criar mecanismos para conscientizar a população ao consumo de produtos e serviços goianos para tentar minimizar os efeitos da pandemia do novo coronavírus. A política pública é voltada ao estímulo do desenvolvimento do empreendedorismo e da promoção da cooperação entre das diferentes esferas do Poder Público, setor empresarial e demais segmentos para fomentar o comércio local. Uma das formas de se fazer isso é com campanhas publicitárias. “O Estado precisa dar uma retomada e a lei busca o incentivo de campanhas publicitárias de produtos goianos. Mas não é somente industrializados. É incentivar a compra na frutaria, farmácia do bairro, de produtos por meio de e-commerce, que cresceu muito na pandemia, de empresas que seja do nosso estado ou fabricado aqui”, ressalta Lissauer. Com isso,  a lei prevê que todos os órgãos e instituições públicas estaduais devem aderir à política. Além disso, para fortalecer o comércio local, é prevista a realização de audiências públicas para debater o tema, colher propostas, planejar ações para encaminhar relatórios à Alego. “A lei de incentivo de consumo estimula a usar produtos que são daqui, como o etanol. Os postos de combustíveis terão de colocar cartazes para estimular a preferência de abastecer com o combustível que é feito em Goiás. Com isso, teremos uma união de esforços para conseguir enfrentar esse momento”, destaca o presidente.

Baleado, detento do semiaberto suspeito de roubo pula dentro de córrego para escapar da GCM

Um detento do semiaberto suspeito de roubar ao menos cinco pessoas na noite desta quarta-feira (15) foi preso em Goiânia. Mesmo baleado, o homem tentou fugir a pé e chegou a pular dentro do córrego Botafogo para escapar das equipes da Guarda Civil Metropolitana (GCM). O caso ocorreu após agentes do Grupo de Patrulhamento Ambiental, da GCM, flagrar o detento efetuando roubo em um ponto de ônibus nas proximidades do Parque Mutirama, no Centro da capital. A equipe tentou fazer abordagem, mas o suspeito fugiu para dentro do parque de diversão. Equipes da Ronda Ostensiva Municipal (Romu) foram acionadas e fizeram buscas no local. O homem foi avistado já no interior do Parque Botafogo e efetuou disparos de arma de fogo contra os agentes, que revidaram. Mesmo baleado, o suspeito insistiu na fuga. A pé, ele atravessou o parque e a Av. Marginal Botafogo e pulou dentro do córrego Botafogo, onde acabou sendo localizado e detido. O Corpo de Bombeiros foi acionado e o homem, que utiliza tornozeleira eletrônica, foi encaminhado ao Hospital de Urgência de Goiânia (Hugo). Segundo a Romu, o detento é suspeito de roubar ao menos cinco pessoas na noite de hoje. Três vítimas foram localizadas e reconheceram o autor do crime. Os objetos subtraídos foram recuperados e a arma utilizada no roubo foi apreendida.

Vereador de Taquaral é suspeito de agredir ex-namorada e amigo; vídeo

O vereador Paulo Lellis (PSDC) é suspeito de agredir a agora ex-namorada e um amigo dela em Taquaral de Goiás, a 89 quilômetros de Goiânia. O caso teria acontecido na última sexta-feira (10) na porta da casa de Gilberto Braga da Silva, de 28 anos. O motivo teria sido uma brincadeira que Gilberto fez com Gabrielle Mendonça Correa, de 20. Gilberto revelou ao Mais Goiás que se encontrou com Gabrielle e Paulo em uma rua para a realizar a entrega de um sanduíche. Nesse momento, ele teria feito tocado na máscara dela e pego no cós da calça da amiga. “Eu ainda fui ao carro e cumprimentei ele. A nossa convivência sempre foi muito boa. Não entendi o porquê que ele fez isso”, destaca. Depois disso, Paulo e Gabriele foram embora. O entregador também foi para sua casa. Momentos depois, o vereador foi à residência de Gilberto. “Eu estava comendo quando ele me chamou. Eu atendi pois achei que ele queria conversar de boa. Nesse momento, ele desferiu um soco na minha cara, ai eu já tonteei”, lembra. Câmeras de segurança mostram o momento que o parlamentar chega no endereço, desce da caminhonete após acender um cigarro e chama a vítima na porta. O jovem conta que tentou correr das agressões, mas não conseguiu. Imagens mostram que a vítima caiu atrás do carro do parlamentar. Por cerca de dez minutos, Gilberto foi atingido com socos e chutes. “Ele pisou no meu pescoço e me ameaçava. Ele dizia que eu ‘ia aprender a não mexer com a mulher dos outros’. Além disso, me xingou várias vezes e ainda me ameaçou de morte”, relata. Segundo a vítima, o vereador ainda entrou na casa dele. Ele acredita que Paulo só parou de lhe bater porque teria se cansado. Depois que o político foi  embora, Gilberto foi socorrido e encaminhado para o hospital da cidade. Gabrielle também foi ao local e afirmou também ter sido agredida pelo parlamentar. “Todos da cidade me conhecem. Sabe que não sou de briga. Nunca desrespeitei ela. A gente tinha uma intimidade de amigo e nunca fiz nada para desagradar ele. Tanto que a gente convivia bem ao nos encontramos em outras ocasiões. Eu não quero ver a cara dele”, pontua Gilberto. Gabriele preferiu não conceder entrevista, mas confirmou a versão de Gilberto e acrescentou que pediu uma medida protetiva contra o parlamentar. O caso foi registado na Polícia Civil (PC). De acordo com a corporação, houve o registro da ocorrência e o delegado da região, Cleber Leonardo, tomará ciência do caso ainda nessa semana. A expectativa é que até a próxima sexta-feira (17) o vereador preste esclarecimentos sobre o caso. Outra versão Ao portal, o vereador alegou ter agido em legítima defesa. Segundo ele, Gilberto teria agarrado a então namorada por trás e, depois, teria ido ao carro “fazer graça” com a cara dele. Ele disse que tentou se controlar e que voltaria para conversar com a vítima. Paulo também confirma que foi à casa da vítima. Além disso, o parlamentar conta que pegou algumas trocas de mensagens entre Gabrielle, o amigo e outras pessoas. “Causou desconfiança e falta de respeito com o relacionamento”, interpretou. Paulo conta que não agrediu a ex-namorada fisicamente, mas afirmou que atirou o sanduíche no rosto da mulher e pediu para a mesma descer do carro. Por fim, o parlamentar conta que ” as pessoas devem respeitar o próximo” e que Gilberto “não teria respeitado nem Gabrielle e nem a ele mesmo.”

8 são presos e 3 morrem durante ação policial em São Luís de Montes Belos

A Polícia Civil em ação conjunta com a Polícia Militar realizou operação para coibir tráfico de drogas, nesta quinta-feira (16), no município de São Luís de Montes Belos, a cerca de 130 quilômetros de Goiânia. Durante as buscas, houve oito prisões em flagrante e três suspeitos acabaram mortos após a intervenção policial. Sob comando do delegado regional de Iporá, Tiago Junqueira, a polícia cumpriu 17 mandados de busca e apreensão em diversas localidades do município. Na ação, os policiais encontraram porções de drogas e balanças de precisão, o que são considerados indícios para o crime de tráfico de entorpecentes. Quantidades dos entorpecentes apreendidos não foram reveladas. Pelo menos 45 policiais participaram da iniciativa (foto). Droga apreendida (Foto: PC/ Divulgação) De acordo com o delegado, durante as buscas houve troca de tiros e três suspeitos acabaram morrendo. Todos os detidos foram presos em flagrante com posse de drogas, material para a venda dos entorpecentes e armas. “Essa operação foi desencadeada para coibir a mercância de drogas e ação de facções criminosas que tenta dominar a região. As forças de segurança pública estão dando a resposta à sociedade. Aqui em Goiás bandido não cria nome”, reforça o delegado Tiago Junqueira. A operação continua ao longo do dia. Nossas ações devem ser realizadas para coibir o crime na região. Maconha preparada para a venda (Foto: PC/ Divulgação)

Guedes confirma nova CPMF digital: “É feio, mas não é tão cruel”

O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou que o governo irá propor a criação de um imposto sobre as transações financeiras digitais, como a antiga Contribuição provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF). Guedes admitiu que a proposta sofre resistência, mas alegou que o novo tributo  “é feio, mas não é tão cruel” quanto. O titular ainda afirmou que “se todo mundo pagar um pouquinho, não precisa pagar muito”. A ideia, segundo o Ministério da Economia, é incluir uma terceira base de arrecadação sobre o comércio eletrônico, ou seja, tributar as transações financeiras que ocorrem de forma digital com uma alíquota entre 0,2% e 0,4%. A justificativa é que as transações eletrônicas estão crescendo e poderiam gerar uma arrecadação expressiva para o governo. “Acho que esse vai ser o debate para a frente. Vai entrar e vai ser conversado”, acrescentou o ministro. Guedes reiterou que esse novo imposto não vai pesar mais para os mais pobres, isto porque será proporcional ao nível de pagamentos de cada cidadão. “O rico que é quem faz mais transação vai pagar mais”, afirmou, acrescentando que “ninguém vai escapar” do novo imposto. “Traficante de droga paga, traficante de arma paga, corrupto paga, todo mundo paga”, destacou. *Com informações do Correio Braziliense

“O governo federal lavou as mãos”, diz ex-secretário de atenção primária

O médico de família Erno Harzheim, ex-secretário de atenção primária à saúde do Ministério da Saúde, foi exonerado do cargo no final de abril, pouco depois da demissão do ministro Luiz Henrique Mandetta. Gaúcho de Porto Alegre e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ele viveu no Ministério da Saúde o início da crise provocada pela covid-19. Em entrevista à coluna, Harzheim fala sobre essa experiência e aponta o que a população pode esperar da gestão federal da saúde nos próximos meses. VivaBem: O governo federal demonstra incapacidade no enfrentamento da pandemia. Como chegamos à situação em que estamos? Erno Harzheim: Algumas coisas importantes ainda estão acontecendo, mas acho que o governo federal lavou as mãos em relação à pandemia. A principal atuação tem sido dos gestores estaduais e municipais. Isso é diferente do que estávamos construindo na gestão do ministro Mandetta. Havia uma tentativa do Ministério da Saúde de ser protagonista das ações, em permanente discussão com os gestores estaduais e municipais. VivaBem: O que a população perde quando o governo federal lava as mãos? Erno Harzheim: A gente deixa de ter um discurso único. Uma crise importante é uma grande oportunidade para a aceleração de reformas essenciais. O governo brasileiro perdeu duas oportunidades: a de ter protagonismo na gestão da pandemia e a de fazer reformas estruturantes do Estado brasileiro. Mesmo em um caminho recheado de dúvidas como nesta pandemia, a liderança tem que apontar para onde a gente deve ir com um pouco mais de segurança. Crises importantes são os grandes gatilhos dos momentos de união nacional, mas perdemos a possibilidade de unir a nação. VivaBem: Como em uma guerra? Erno Harzheim: A pandemia tem semelhanças com a guerra. Ela produz perda de vidas, sofrimento, impacto econômico e organizacional, medo, pânico, insegurança. Felizmente, a infraestrutura não é destruída, mas há necessidade de reconstrução processual. O Sistema Único de Saúde (SUS), construído na Constituição de 88, representa a união nacional após o fim da ditadura. A Constituição tentou ser o melhor marco para aquele momento. Talvez ela tenha sido um pouco ambiciosa e hoje precisaria ser revista. Não em seus princípios, mas em várias diretrizes organizacionais. VivaBem: Qual é a sua análise sobre o atual momento da saúde? Erno Harzheim: Nenhum sistema de saúde estava preparado para enfrentar uma situação tão desestabilizadora como a pandemia. É necessário usar muito a capacidade instalada do sistema para atender a um único problema, mas os outros não deixam de existir. Nas semanas de pico da pandemia, houve excesso de mortalidade geral em várias capitais do mundo. Isso acontece porque as pessoas ficaram desassistidas em relação a outras condições de saúde. É a demonstração inequívoca da falta de preparo dos sistemas para enfrentar uma carga extra de doença súbita e aguda. VivaBem: O sr. diz que fica frustrado quando a discussão sobre sistema de saúde é centrada em financiamento e não em eficiência. Por quê? Erno Harzheim: Não quero discutir muito o problema do financiamento. Se a gente exagera um pouco o volume de financiamento que é colocado na saúde de um país, isso o desequilibra financeiramente. Ele tem perda de renda, de riqueza, de distribuição dessa riqueza. Isso gera mais agravos à saúde. Acho que o Brasil deveria investir um pouco mais em saúde. A parcela pública desse investimento deveria ser maior. Hoje ela está em torno de 40% do que a sociedade brasileira investe globalmente em saúde. O atual investimento público é insuficiente para dar conta dos princípios e da missão do SUS. Mas antes de aumentar o investimento é preciso corrigir o sistema. VivaBem: Como é possível ganhar eficiência na saúde brasileira em um momento tão difícil? Erno Harzheim: Vivemos uma crise do desenho do Estado brasileiro. Acho difícil que a gente tenha uma reforma profunda do setor de saúde, sem ter uma reforma do Estado. Não sou especialista em reforma do Estado, mas participei de forma intensa da gestão pública (direta e indireta) nos últimos 12 anos. Tenho uma noção clara, pragmática, de que o desenho de Estado que temos hoje não vai conseguir enfrentar nossos desafios. O Brasil responde com muito atraso aos seus desafios. O que nos mantém como país atrasado sempre. VivaBem: Qual é o modelo de Estado que o sr. defende? Erno Harzheim: Tenho uma visão liberal clássica. Guardadas as devidas proporções, defendo aquilo que o Winston Churchill propunha para a Inglaterra. O Estado tem que ser muito responsável pelas suas ações essenciais, mas não tem que se envolver com outras ações. Ele tem que ser um observador ativo de outros setores. Em alguns momentos talvez ele tenha que intervir. Agora, no meio de uma baita crise, tem que ter intervenção do Estado. Como vejo o Estado em relação à saúde? Defendo um sistema universal de saúde financiado pelo Estado, mas ele não tem que ser executado pelo Estado. VivaBem: Um sistema de saúde semelhante ao da Inglaterra? Erno Harzheim: Não dá para ser semelhante ao da Inglaterra porque todos os sistemas nacionais de saúde estão ultrapassados no seu modo de gestão e de execução. Como princípio, defendo algo semelhante ao da Inglaterra — talvez até com maior execução privada do que o da Inglaterra. Não importa quem executa a ação. Importa qual entrega é feita ao cidadão. Qual é o papel do gestor público? Monitorar a realidade, planejar, financiar, contratar e fiscalizar os serviços. Os serviços não precisam ser estatais. Essa é a discussão que não dá para ter no Brasil. Tu começa a ser apedrejado nos primeiros minutos. VivaBem: O processo de gestão é lento? Erno Harzheim: No Brasil, a prestação da saúde pública é quase um monopólio estatal. A pandemia deixou evidente que isso é um grave problema. Qual é a agilidade que o Estado brasileiro tem para reagir frente a uma situação aguda? Quem conseguiu comprar respiradores? Alguns gestores que compraram estão enfrentando problemas judiciais. Não conheço a natureza de cada processo. Não sei se houve ou não má-fé. Sei que no modelo do Estado brasileiro, adquirir um equipamento

“Se for extremamente necessário, eu não fujo à luta”, diz Iris sobre candidatura

Com a proximidade do processo eleitoral, aumenta a expectativa sobre a participação do prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB) no pleito de 2020. Ele novamente foi questionado sobre o assunto nesta quarta-feira (15) e destacou que não pretende se candidatar, embora tenha deixado claro que poderá entrar na disputa desde que seja “extremamente necessário”. Iris voltou a dizer que se candidatou em 2016 por ver que a situação da prefeitura era crítica, com dívidas próximas de R$ 1 bilhão e déficit mensal de R$ 31 milhões. Ele ressalta que não poderia ficar omisso e por isso se colocou na última disputa. “Tomei aquela atitude para disputar a prefeitura para consertar e consertei a prefeitura e posso dizer a vocês. Não tem um centavo de dívida, tem o dinheiro em caixa com essa crise e todas as obras estão em andamento. Se chegar a um determinado momento, se for extremamente necessário, eu não fujo à luta, mas não faz parte do meu programa hoje me candidatar à reeleição”, declarou. Pré-candidatos O Mais Goiás conversou com 14 pré-candidatos a prefeito de Goiânia. Eles fizeram críticas à gestão municipal relativas a administração no enfrentamento do novo coronavírus, as obras que estão sendo realizadas na cidade, entre outros pontos. Questionado sobre o assunto, o prefeito diz que está acostumado com essas ponderações feitas em época de eleição. Iris argumentou que nunca viu adversário elogiar quem está ocupando o cargo que se almeja chegar. “Eu estou na política há 60 anos. Eu nunca vi adversário que sonha ocupar a posição elogiar. Agora faça uma pesquisa em qualquer bairro de Goiânia. Pare na rua e pergunta se ele está satisfeito ou não com o trabalho que se realiza na prefeitura de Goiânia, é obra de todo os lados de ponta a ponta, em todas as áreas da administração, não tem ideia das pontes, dos viadutos, de tudo para melhorar o futuro da população em Goiânia, de forma que eu me acostumei com crítica”. Ele continua: Quando a crítica é construtiva, busco me corrigir, mas essas críticas aí em época de eleição eu não levo em conta. Tenho dado aí tudo de mim, nestes quatro anos, por esta cidade que me fez político, esta cidade que amo e este povo que tenho por ele um absoluto respeito”, respondeu o prefeito.

“Não é hora de relaxar, pois não temos vacina”, diz prefeito de Aparecida de Goiânia

Aparecida de Goiânia passa a dar mais flexibilidade para abertura do comércio na cidade a partir desta quarta-feira (15). A cidade da Região Metropolitana passa a adotar o cenário amarelo, considerado moderado no combate à pandemia de covid-19. Isso quer dizer que os estabelecimentos das macrozonas da cidade poderão voltar a fechar apenas uma vez por semana, além do fechamento de todas aos domingos. Confira abaixo. A novidade é que restaurantes e academias poderão voltar a funcionar. Ambos com restrição de entrada a no máximo 30% na capacidade. Além da adoção de protocolos sanitários e de saúde, como medição de temperatura, espaçamento entre clientes e uso obrigatório de máscaras no interior dos estabelecimentos. Feiras livres menores, com menos de 100 bancas, terão permissão de funcionamento diferente do escalonamento. As maiores continuam a fazer revezamento de bancas da fileira par em uma semana e, em outra semana, de bancas da fileira ímpar: Medidas O prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (MDB), considera as ações de enfrentamento à pandemia na cidade bem articuladas. O que é demonstrado pelo retorno a um cenário considerado mais brando. No entanto, não descarta retorno a medidas mais severas para contenção do coronavírus. Tudo depende, segundo o gestor, da participação da população para que os casos não aumentem e a capacidade do sistema de saúde não seja tensionada. O transporte público é uma grande preocupação. Por isso, Mendanha salienta que trabalha junto com as empresas o uso de transporte próprio específico para os funcionários. Entretanto, há o movimento pendular de quem mora em Aparecida e vai a Goiânia para trabalhar, voltando no fim do dia com uso do transporte coletivo. “O inteligente do nosso modelo é justamente a análise de área da situação da cidade para avançarmos para um cenário verde, que é mais flexível, ou para o laranja, que é mais restritivo. Isso depende muito do momento da cidade. Fazemos análise diária. Se os estabelecimentos obedecerem às regras, se as pessoas contribuírem, se vermos que o número de doentes e na UTI está reduzindo, flexibilizamos mais. Não é hora de relaxar, nem de baixar a guarda, pois não temos uma vacina”, avalia o prefeito. Flexibilização Vigorou por duas semanas, o cenário laranja, de risco alto. Na ocasião, cada macrozona fechava duas vezes de segunda a sexta-feira e todas aos sábados a partir das 13 h e aos domingos o dia todo. Entretanto, o Comitê Municipal de Prevenção e Enfrentamento à covid-19 definiu ser possível o retorno ao cenário moderado. Entre as avaliações feitas pelo comitê está o aumento do número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a compra de 40 respiradores e redução do número de casos ativos da doença na cidade. Segundo o levantamento realizado pelo município, o número de pacientes ativos com a covid-19, ou seja, aqueles que foram infectados pelo coronavírus e ainda não foram recuperados, caiu de 1.121, no início do mês, para 875. De acordo com o boletim publicado pela Secretaria Municipal de Saúde na terça-feira (14), o município possui 5.012 casos confirmados e 88 óbitos por covid-19. São 4045 pacientes recuperados e 875 ativos. A taxa de ocupação de leitos de UTI está em 75%. Veja como funciona o escalonamento em Aparecida:

Kanye West passa por transtorno bipolar e família está preocupada, diz site

O cantor Kanye West parece não estar bem. De acordo com informações do site TMZ, a família do rapper está muito preocupada com o atual momento dele e com os rumos que sua vida pode tomar. Segundo a publicação, o músico tem ao menos uma crise de transtorno bipolar por ano e a de 2020 estaria ocorrendo agora. Em 2018, Kanye West falou que havia parado de tomar seus remédios para controlar o transtorno bipolar porque isso reteria sua criatividade. De acordo com uma fonte, os familiares estão receosos com as tomadas de decisão do cantor, mas esperam que tudo se normalize em breve e que seja apenas uma fase ruim. Kanye West, que é casado com a socialite Kim Kardashian, declarou recentemente a sua vontade de virar presidente dos Estados Unidos. “Agora precisamos cumprir a promessa da América confiando em Deus, unificando nossa visão e construindo nosso futuro. Estou concorrendo à Presidência dos Estados Unidos”, escreveu West em um post no Twitter no último sábado (5). O rapper não disse se está filiado a algum partido -prazo para adicionar candidatos independentes às cédulas ainda não terminou em alguns estados americanos. Para concorrer como candidato independente, Kanye West precisa reunir um número de assinaturas de apoio -a quantidade exata varia conforme o estado. Esta não é a primeira vez que ele anuncia uma suposta candidatura à Presidência. Em 2015, durante cerimônia de premiação do MTV Video Music Awards, disse que seria candidato nas eleições de 2020. Em novembro do ano passado, porém, adiou a data e disse que só concorreria mesmo em 2024. Coronavírus Em entrevista à revista Forbes, Kanye West revelou que teve o novo coronavírus em fevereiro. Para a publicação, ele se empenhou para resistir aos sintomas da covid-19. “Eu tive calafrios, tremedeira na cama, tomei banho quente. Vi vídeos que me diziam o que fazer para superar aquilo. Lembro que alguém me disse que Drake tinha o coronavírus e minha resposta foi que Drake não pode estar mais doente do que eu”, ironizou Kanye. O marido de Kim Kardashian declarou que não acredita que uma vacina irá salvar a humanidade do novo coronavírus. “Nós rezamos, oramos. É tudo sobre Deus. Precisamos parar de fazer coisas que enlouquecem a Deus. Muitos de nossos filhos estão sendo vacinados e paralisados. Quando eles dizem que a maneira de curar a covid é com uma vacina, sou extremamente cauteloso. Essa é a marca da besta”, disse o rapper.

Aliados avaliam que adiamento das eleições contribui para candidatura de Iris

As eleições deste ano, programadas para o mês de outubro, serão realizadas em novembro. Vale ressaltar que a alteração se refere apenas às datas das votações de primeiro e segundo turnos, mas interfere em outras fases do processo. Esse contexto, segundo análise de aliados do prefeito Iris Rezende (MDB), foi favorável para que ele se firmasse como candidato. Na avaliação deles, o adiamento do período das convenções eleitorais foram fundamentais para que o gestor repensasse o papel que terá no pleito de 2020. Íris, entretanto, ainda não confirmou se estará ou não no pleito. De acordo com o novo calendário eleitoral, ocorrerá, entre 31 de agosto e 16 de setembro, o período de realização de convenções partidárias e definição de coligações. Antes o prazo era iniciava em 20 julho e era estendido até 5 de agosto; ou seja, começaria em dez dias. Com isso, a avaliação interna de correligionários é de que a gestão de Iris terá condições de concluir uma série de obras, o que pode conferir índices positivos ao prefeito. Nos bastidores, aguarda-se uma repercussão do recapeamento de ruas e avenidas da cidade e da conclusão do asfaltamento de ruas não pavimentadas. Entre as obras que deverão ser entregues antes do processo eleitoral estão: O novo Terminal Isidória, a liberação do elevado da Jamel Cecílio (Todo o complexo viário deve ser finalizado em dezembro), a finalização das obras na Avenida Leste Oeste e a Ponte da Vila Alpes, entre outras. Politicamente, Iris tem ido aos bairros em frentes de serviço, já que os Mutirões foram suspensos por conta da pandemia da Covid-19. Nesta sexta-feira (10), por exemplo, foi ao Jardim Petrópolis e bairros vizinhos. Mesmo com os cuidados sanitários tomados, com menor presença de pessoas em entregas e vistorias, há o resultado de pequenas intervenções em praças e uma possibilidade de estreitamento de relações com as comunidades. Além da questão relativa às obras, nos bastidores também considera-se que o adiamento é propício, pois permite que a gestão municipal concentre esforços no enfrentamento do coronavírus. Casos da doença continuam em curva de crescimento no estado, mas espera-se que Goiás tenha índices melhores no início de setembro. Ainda, o adiamento das eleições tirou das costas de Iris a pressão de ter que se declarar candidato até agosto, já que as convenções vão até o início de setembro. Tempo esse que alarga o prazo para entrega das mencionadas obras que conduz na capital. Outro ponto favorável foi a saída do senador Vanderlan Cardoso do processo eleitoral para apoiar a candidatura de Francisco Jr. Apesar do clima favorável, Íris só deve se declarar candidato se, de fato, considerar que tem condições reais de reeleição.