Em Goiás, casos de coronavírus aumentam 30% em uma semana
O estado de Goiás registrou 7.953 casos de coronavírus em uma semana, de acordo com os dados fornecidos pela Secretaria de Estado de Saúde (SES)*. Nesta quinta-feira (9), foram registradas 34.216 confirmações, contra 26.263 do dia 2 de julho. O aumento no período foi de 30,28%. Os números mostram que a doença se espalhou com maior velocidade no território goiano com relação à semana anterior. No último levantamento semanal feito pelo Mais Goiás, que apurou dados publicados entre os dias 25 de junho e 2 de julho, o crescimento foi de 21,88%. Entretanto, o aumento é menor do que o apurado entre os dias 18 e 25 de junho de junho (50,50%) e do que o levantado entre os dias 11 e 18 de junho (73,67%). O número de mortes por Covid-19 continua subindo em um percentual maior do que o de casos. Foram registrados 226 óbitos no período e o total chegou a 771, o que representa um aumento de 41,46%. O resultado foi menor do que nas duas semanas anteriores, quando foram registrados 41,92% (entre os dias 25 de junho e 2 de julho) e 45,45% (entre os dias 18 e 25 de junho). Os dados também mostram que tanto o número de casos quanto de óbitos continuam crescendo acima da média nacional. Em todo o país, o número de casos confirmados de coronavírus subiu 17,29% no período, chegando a 1.755.779 infectados, de acordo com o Ministério da Saúde (MS). Já o número de vítimas fatais aumentou 11,79% e chegou a 69.184. Entretanto, a taxa de letalidade no estado de Goiás (2,25%) é menor do que a média brasileira (3,94%). Covid-19 nos três maiores municípios Entre as três maiores cidades do estado, Aparecida de Goiânia registrou o maior aumento. O número de casos de coronavírus saiu de 2.907 para 3.889, um crescimento de 33,78% no período. O percentual está acima da média estadual e foi maior do que o notado no período anterior, quando o acréscimo foi de 19,80%. Ocorreram ainda 15 novos óbitos, o que representa um aumento de 25%. O total agora é de 75 vítimas fatais na cidade. Em Anápolis, foram confirmados 298 novos casos, o que representa um aumento de 30,84%. Na semana anterior, o crescimento foi de 47,93%. O número de mortes na cidade saiu de 14 para 21, um acréscimo de 50%. Em Goiânia, foram confirmados 1.982 novos casos da doença em uma semana, um crescimento de 27,84%. O total de casos na capital agora é de 9.101. O aumento foi maior do que na semana anterior, que registrou 19,80%, mas foi menor do que o apurado entre os dias 25 de junho e 2 de julho (35,13%). O total de óbitos apurado na cidade até quinta (9) foi de 252. Foram 66 mortes no período, o que representa um aumento de 35,48%. Este percentual foi maior do que o percebido na semana anterior, quando atingiu 34,78%. Goiânia continua a ser o epicentro da doença, concentrando 26,59% dos casos do estado. Entretanto o percentual de casos da capital com relação a Goiás vem caindo. Na semana anterior, o índice era de 27,10%. Rio Verde O município de Rio Verde, no Sudoeste do estado, tem o segundo maior número de casos confirmados da doença. Até quinta (9), foram 5.034 registros de Covid-19 na cidade. Em uma semana, o crescimento foi de 16,74%. O número de mortes saiu de 46 para 80, o que representa um aumento de 73,91%. Coronavírus no Entorno do DF A região do Entorno de Brasília apresentou um percentual de crescimento abaixo da média estadual. Em uma semana, o número de casos de coronavírus saiu de 4.325 para 5.454, o que representa um aumento de 26,10%. O percentual apurado é menor do que o registrado na semana anterior, de 36%. Foram confirmadas também 47 mortes na semana, um crescimento de 41,59%. O maior número de casos foi registrado em Luziânia. Lá foram confirmados 218 casos em uma semana o total agora é de 1.012. Em seguida vem Águas Lindas de Goiás (925) Valparaíso de Goiás (814), Planaltina de Goiás (492) e Cidade Ocidental (478). Já foram registados óbitos em 15 das 19 cidades da microrregião. A cidade de Águas Lindas de Goiás tem o maior número de mortes, com 37 confirmações. Isolamento social O índice de isolamento social em Goiás aumentou nesta semana, saindo de 35,2% para 37,1%, de acordo com o monitoramento da empresa de georreferenciamento In Loco. O estado possui o terceiro pior índice de isolamento social do país, perdendo apenas para Santa Catarina (37%) e Tocantins: 34,2%. A média nacional é de 39,3% e o recomendado pelas autoridades de saúde é de 70%. *Os dados foram colhidos no painel digital da SES ao longo da semana. A reportagem coletou os números, dia a dia, às 16 horas. Os dados da SES e das prefeituras podem ser diferentes.
Estoque encalhado fará preço de usados cair em concessionárias, diz estudo
Por conta da pandemia do coronavírus, que levou ao fechamento do comércio, o estoque de carros usados já soma cerca de 5 milhões de unidades nas concessionárias. Em maio, o tempo médio de permanência dos veículos em estoque foi de 69 dias. Os veículos usados são um ativo essencial para as concessionárias venderem carros zero-quilômetro, pois servem como parte do pagamento, e também ajudam a garantir fluxo de caixa para sustentar o negócio e pagar as contas. Neste momento de crise, fica o dilema: é melhor manter a margem e levar mais tempo para vender ou abrir mão de parte do lucro por venda unitária e, assim, desovar os estoques? Os números mencionados integram o Estudo de Performance de Veículos Usados, realizado pela consultoria MegaDealer em parceria com a plataforma AutoAvaliar. O levantamento é referente aos cinco primeiros meses de 2020 e foi feito com base em mais de 650 mil operações efetuadas em mais de 2.000 concessionárias de todo o País. Segundo a pesquisa, no mês de maio, em plena pandemia, houve aumento no preço médio de venda ao consumidor final, atingindo R$ 46.134 – um recorde no ano. Ao mesmo tempo, o lucro bruto por venda individual também atingiu o maior patamar de 2020: R$ 5.416 em média. De acordo com Fabio Braga, country manager da MegaDealer no Brasil, “essas margens absurdas não têm como se sustentar” e inevitavelmente as concessionárias terão de baixar os preços – e facilitar negociação – se quiserem dar giro ao estoque e colocar dinheiro no caixa. “São 5 milhões de carros em estoque sem fluxo, em uma conta aproximada. Mais vale reduzir a margem para algo entre 5% e 6% e vender um determinado modelo por mês do que manter o lucro bruto e levar de dois a três meses para encontrar um comprador”, avalia Braga. “Após a reabertura das concessionárias e das lojas multimarcas, hoje é absolutamente impossível aumentar margem com um estoque de quase três meses parado”, complementa. O executivo também destaca que a situação dos veículos zero, cujos preços têm subido, é outro fator a empurrar para baixo os valores dos usados. “Além disso, as locadoras, sem clientes, estão começando a colocar no mercado uma quantidade considerável de seminovos, que também deve contribuir para reduzir os preços médios praticados”. Margem x giro O Estudo de Performance de Veículos Usados também enfatiza a importância de as concessionárias buscarem um equilíbrio entre lucratividade por transação e tempo de permanência em estoque. A pesquisa classifica 30 modelos usados em três diferentes cenários: “Ideal”, “Neutro” e de “Atenção”. O cenário “Ideal” é relativo a carros que permanecem de 35 a cerca de 45 dias na loja entre a captação e a venda, com margem bruta em torno de 15%. Confira os modelos: Volkswagen Gol Volkswagen Voyage Volkswagen Fox Volkswagen Up Fiat Uno Fiat Palio Fiat Siena Chevrolet Onix Chevrolet Prisma Ford Fiesta Ford Ka Renault Sandero Por sua vez, o cenário “Neutro” considera automóveis com margem bruta na faixa de 10% que ficam menos do que 45 dias em estoque. Inclui, ainda, veículos com margem um pouco acima de 10%, mas que ficam mais de 45 dias aguardando um comprador. Veja os modelos: Honda Civic Honda Fit Hyundai HB20 Chevrolet S10 Chevrolet Spin Citroën C3 Por fim, o cenário de “Atenção” leva em conta carros com margem bruta de 10% para baixo e que permanecem em estoque durante mais de 45 dias. São eles: Volkswagen Saveiro Volkswagen Polo Chevrolet Cobalt Chevrolet Cruze Toyota Corolla Toyota Etios Ford EcoSport Honda HR-V Hyundai HB20S Jeep Renegade Fiat Toro Renault Duster
Investimento cai e universalização do saneamento deve atrasar três décadas
Prevista pelo governo federal para ocorrer em 2033, a universalização do saneamento básico – um direito fundamental – deve atrasar por pelo menos três décadas, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Essa estimativa leva em conta o ritmo de investimentos na área, que vêm caindo nos últimos anos. No Brasil, segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), apenas 83,6% dos brasileiros são abastecidos por rede de água e 53,2% têm o esgoto coletado (mas somente 46%, tratado). Em números absolutos, são 34 milhões de pessoas que vivem sem água e quase 100 milhões sem esgoto em todo o país. Pelo plano Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização Mundial de Saúde (ONU), a universalização do serviço deveria ocorrer até 2030. Entretanto, o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) — feito em 2013 e atualizado em 2018 — só prevê isso em 2033. Mas, segundo a CNI, nenhuma dessas datas deve ser alcançada. O SNIS indica que houve uma queda nos investimentos entre 2015 e 2017. No último ano desse período, foram gastos R$ 11,8 bilhões — o menor valor em dez anos. Em 2018, esse valor subiu e alcançou R$ 13,6 bilhões, mas ainda abaixo de valores como em 2014, quando houve o maior investimento da década: R$ 16,3 bilhões. Todos os valores estão corrigidos para maio de 2020 pelo IPCA. Os dados de 2019 ainda não foram divulgados. E, com essas quedas, a confederação das indústrias prevê que o acesso universal deve ficar para a década de 2060. A estimativa de gastos para se alcançar a meta de universalização do saneamento, de acordo com o MDR (Ministério do Desenvolvimento Regional), é de “aproximadamente R$ 598 bilhões, entre recursos federais e de outros agentes”. Acompanhamento A meta da ONU pede que, até 2030, o país alcance o acesso universal à água potável, segura e acessível para todos. O cumprimento do plano ODS (ao todo, são 17 metas para “mudar o mundo”) é acompanhado no Brasil pelo Grupo de Trabalho da Agenda 2030, formado por entidades civis. Esse grupo produz anualmente um relatório sobre os projetos que levam ao alcance das metas. Segundo Guilherme Checco, coordenador de pesquisa do Instituto Democracia e Sustentabilidade e que integra o grupo de trabalho referente ao saneamento, o investimento em água e esgoto vem diminuindo de forma progressiva e o novo marco legal aprovado no Senado não deve mudar esse cenário. “Uma importante reflexão no debate sobre o novo marco legal é que haverá uma maior participação dos operadores privados. Ok, isso é bem-vindo; mas não pode mascarar — como vem ocorrendo — o papel central dos investimentos públicos. Aumentar a possibilidade dos recursos privados não vai resolver o problema do país nesse setor. É preciso delegar para que todos façam esses investimentos, e precisamos de um debate sério sobre o papel do investimento público até alcançar essa meta”, afirma. Para Checco, é necessário que o planejamento leve em conta fatores como o crescimento populacional, o processo de aceleração da urbanização e as mudanças climáticas. “Essas mudanças, por exemplo, alteram o ciclo hidrológico, operam alterações em chuvas”, pontua. O novo marco legal, de acordo com o coordenador, é um ponto histórico, mas falha porque “repete o modelo que vem operando desde a década de 1960”. “É um modelo bastante predatório. Ele opera do cano para frente, da captação para frente. Tudo para trás ele não considera. E assim ele traz água cada vez mais de longe. O marco ignora também os fatores socioambientais no debate de agora”, afirma. Para ele, o que falta é tratar o acesso à água e ao esgoto como direito humano. “Na prática, significa que o estado — os países, no caso — têm obrigação de fazer com que essas condições ocorram de forma progressiva. Todo ano tem de melhorar um pouquinho. A situação do Brasil é drástica, não estamos avançando em um ritmo desejado. Alguns estados estão estagnados ano a ano, a melhoria é muito lenta. Essa política impacta na qualidade da vida das pessoas, e é um impacto muito direto. A gente já vem afirmando que o Brasil está muito aquém do necessário”, afirma. Previsão do governo Ao UOL, o MDR disse que a versão mais recente do Plansab também atualizou a necessidade de investimentos para a universalização do saneamento. Uma nova revisão quadrienal do plano está prevista para 2022 — “ocasião em que o Governo Federal deve ajustar o planejamento em face do novo cenário”, diz a nota enviada pelo ministério. O MDR afirma que o plano prevê a “ampliação gradual do acesso aos serviços de saneamento básico em seus quatro componentes (abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e drenagem e manejo das águas pluviais urbanas)”. “Nesse intuito, o plano contém previsão da necessidade de investimentos, além de diretrizes, estratégias e programas com as ações a serem empreendidas para o alcance das metas estabelecidas. No referido cenário de planejamento, que considerou o contexto político-econômico-institucional do país, foram previstos significativos avanços do acesso. Porém, nem todos os componentes devem ser universalizados em todas as macrorregiões do país”, informa a pasta. Apesar disso, o ministério ainda coloca a previsão da universalização até 2033, para serviços como o abastecimento de água nos domicílios urbanos, a coleta direta ou indireta de resíduos sólidos nas cidades e o encerramento de lixões e “vazadouros a céu aberto”, que recebem os resíduos de maneira inadequada. A nota do MDR não informa o valor que será gasto em saneamento este ano.
Nasce Zyan, terceiro filho de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso
Zyan, o terceiro filho de Giovanna Ewbank e do ator Bruno Gagliasso, nasceu na noite da última quarta-feira (8), na Maternidade Perinatal Laranjeiras, no Rio de Janeiro. A informação foi divulgada pelo humorista Hélio de la Peña logo após comandar uma live na #ocupaçãoLapena no perfil de Gagliasso no Instagram. “Êêêêê seja bem vindo Zyan! Receba o carinho de @lapena e @palomadoss. Durante nossa live pós lives, recebemos a notícia maravilhosa do nascimento de Zyan. Parabéns, @gioewbank @brunogagliasso”, ele escreveu. Mãe de Bless, 4, e Titi, 6, Giovanna Ewbank anunciou poucas horas antes do nascimento um chá de bebê virtual e solidário para ajudar as crianças atendidas pela organização Aldeias Infantis. Os presentes entregues a Zyan serão doados para a instituição. O bebê nasceu com 2,9 quilos e 48 centímetros. Bruno Gagliasso acompanha Giovanna na maternidade. Em um bate-papo recente com o produtor Leo Fuchs, transmitido nas redes sociais, Giovanna Ewbank disse que tanto ela como Bruno Gagliasso, com quem está há dez anos, não tinham planos de aumentar a família. “Nunca pensei ter um filho da barriga, estava tudo certo com Bruno sobretudo depois do Bless. Aí veio a surpresa da gravidez.” Ewbank também explicou que o único filho planejado foi Bless, adotado em julho do ano passado no Malawi, país localizado no sudeste da África. Titi, a mais velha, também nasceu no Malawi. Recentemente Bruno Gagliasso cedeu o Instagram e o Twitter para a ativista americana Ruby Bridges, 65. Ela é conhecida por ter sido a primeira criança negra a frequentar uma escola para brancos nos Estados Unidos. A ação faz parte de projeto iniciado pelo artista, em que ele abre as suas redes sociais para personalidades negras. A iniciativa de Bruno Gagliasso será realizada sempre aos sábados, até o final do ano. “As pessoas negras já têm voz, o que falta e espaço e oportunidade”, afirmou o ator.
Iris e Caiado se reúnem nesta quarta (8) para discutir quarentena 14×14
O prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB) deve se reunir às 15 horas desta quarta-feira (8), com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM). A pauta será a retomada das atividades produtivas, após o encerramento da primeira parte da quarentena 14x 14. Iris, cauteloso, preferiu não adiantar detalhes do assunto. “É justamente isso que vou procurar discutir com o governador, mas não quero antecipar nada pois se pedi uma reunião para discutir determinadas questões, não é justo que eu fique publicando aquilo que vou pedir, aquilo que vou sugerir, vamos esperar”, relatou. A intenção do Município é de manter os estabelecimentos abertos após a retomada das atividades, com o fim do primeiro ciclo de fechamento. Nos bastidores, a avaliação interna é que as pessoas estão na rua e não estão seguindo protocolos. Neste caso, o melhor seria autorizar a retomada das atividades, mas intensificando a fiscalização. A previsão era de que com a quarentena intermitente, o isolamento social no Estado subisse para 55%, mas nesta terça-feira (8), o índice de isolamento em Goiás era de 38,3%, segundo dados da empresa In Loco. “Eu pedi uma audiência com o governador justamente para tratar dessas questões administrativas. Vamos discutir a questão da abertura. Ele, governador, e eu, prefeito, é natural que juntos nos posicionemos nas ações que sejam melhores para a cidade”, relatou Iris Rezende. Nesta terça-feira (7). o governador Ronaldo Caiado já havia se reunido com vários segmentos empresariais para detalhar a questão.
Justiça libera farmácias a funcionarem fora do escalonamento em Aparecida
Decisão liminar do desembargador Guilherme Gutemberg Isac Pinto, relator do processo, de terça-feira (7) exclui as farmácias e drogarias do escalonamento do comércio imposto em Aparecida de Goiânia. A decisão acolhe pedido de agravo de instrumento do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de Goiás (Sincofarma). A entidade recorreu de uma decisão de primeira instância que negou pedido de liminar para abertura total do segmento. Na negativa, o magistrado argumentou que não havia ato ilegal ou abusivo por parte da prefeitura de Aparecida de Goiânia em deixar somente a modalidade de “delivery” para drogarias e farmácias. O argumento dos sindicatos, para o agravo de instrumento, é de que a restrição de funcionamento prejudica a assistência farmacêutica e não garante o funcionamento pleno deste tipo de atividade. O pedido ainda argumenta que tratar farmácias e drogarias como um comércio normal “penaliza a população, já desemparada com a saúde pública”. Diante disso, o desembargador considerou que a manutenção da ordem econômica, social e política “exige que sejam mantidos os serviços considerados essenciais“. Entretanto, o magistrado não entrou no exame de mérito e as conclusões são marcadas pelo caráter de provisoriedade. Escalonamento O modelo utilizado por Aparecida de Goiânia desde o dia 8 de junho estabelece funcionamento de atividades divididas por macrozonas, de acordo com a taxa de ocupação de leitos no município. Atualmente, a cidade passa pelo escalonamento do modelo laranja, em que cada macrozonas fecham duas vezes, alternadas, de segunda a sexta e a cidade fecha inteira a partir das 13 horas e aos domingos o dia todo. Nos dias de fechamento, as farmácias e drogarias funcionam por ‘delivery’.
Recém-nascido é encontrado ainda com cordão umbilical em rua de Rio Verde
Uma criança recém-nascida foi encontrada abandonada em uma rua da cidade de Rio Verde, no Sudoeste do estado, na manhã desta quarta-feira (8). O bebê, ainda com o cordão umbilical, estava envolto em sacos plásticos e um pedaço de tecido, conforme informou o casal que o resgatou. Em um vídeo, a mulher que acolheu a criança falou sobre a surpresa que teve. “Esse bebê estava na minha porta. Meu marido estava saindo para trabalhar agora na madrugada e encontrou um rapaz que já havia visto e chamado a polícia. Ele [marido] me chamou e eu tomei um susto. Eu não sei quem consegue fazer uma coisa dessas, está muito frio”. Tocador de vídeo 00:00 00:52 A Polícia Militar (PM) informou que o recém-nascido foi atendido pelo Samu, e o Conselho Tutelar foi acionado em seguida. O caso foi encaminhado para o Grupo de Investigação de Homicídios (GIH), e será investigada a suspeita de tentativa de infanticídio. Aguardem mais informações.
Inscrições para o Sisu começam nesta terça (7)
A partir desta terça-feira (7), estudantes que participaram da edição de 2019 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem se inscrever para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do meio do ano. Até sexta-feira (10) serão oferecidas mais de 51 mil vagas em instituições de ensino superior do país. Pela primeira vez, além dos cursos de graduação presenciais, o Sisu 2020.2 vai ofertar vagas na modalidade a distância (EaD). Além de ter feito o Enem de 2019, os interessados não podem ter zerado a redação. Estudantes que fizeram o exame na condição de treineiros também não podem participar. Como se inscrever? Por meio do site do Ministério da Educação (MEC), na tela “Minha inscrição”, o candidato poderá escolher até duas opções de cursos, por prioridade, na mesma instituição ou em universidades diferentes. Para fazer a primeira escolha, basta clicar em “Fazer inscrição na 1ª opção”. A pesquisa de vagas pode ser feita por nome do município, instituição ou curso. Após selecionar a opção, basta clicar em “Escolher este curso” para continuar. Nesta fase, o candidato deverá indicar se irá participar do Sisu pelas vagas de ampla concorrência, pela Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012) ou pelas políticas afirmativas das instituições. No caso das universidades e institutos federais, os alunos de escola pública que se candidatarem às vagas reservadas serão divididos em grupo e subgrupo, conforme renda familiar e raça. Clique em “Escolher esta modalidade” para continuar. Critérios De acordo com o edital do Sisu, a ordem dos critérios para a classificação de candidatos é a seguinte: maior nota na redação, maior nota na prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; maior nota na prova de Matemática e suas Tecnologias; maior nota na prova de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e maior nota na prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias. Lista de Espera Segundo cronograma divulgado pelo MEC, o resultado da primeira chamada do Sisu será divulgado no dia 14 de julho. O candidato que não foi selecionado em uma das duas opções, em primeira chamada, deverá manifestar seu interesse em participar da lista de espera, por meio da página do Sisu na internet, entre os dias 14 e 21 de julho. A partir daí, basta acompanhar as convocações feitas pelas instituições para preenchimento das vagas em lista de espera, observando prazos, procedimentos e documentos exigidos para matrícula ou para registro acadêmico, estabelecidos em edital próprio da instituição, inclusive horários e locais de atendimento por ela definidos.
Motorista bêbado causa acidente na BR-040, bate em muro e acaba preso
Um motorista suspeito de dirigir embriagado após causar confusão na segunda-feira (7), na região do Jardim Ingá, distrito de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Ao tentar fugir da abordagem policial, ele chegou a ferir um mulher que transitava pelo local em outro carro. De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os agentes deram ordem de parada ao motorista, que estava em um Fiat Siena. Ele não obedeceu e tentou fugir em alta velocidade pela região. A polícia passou, então, a persegui-lo pelas ruas do bairro. O motorista só parou após colidir em outro veículo e bater em um muro. Uma mulher que estava no outro carro acabou ferida. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi ao local para fazer o atendimento. Carteira suspensa O motorista que causou a confusão se recusou a passar pelo teste do etilômetro. Os agentes, entretanto, constataram que ele estava bêbado e o autuaram. Ele estava ainda com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa por ter dirigido embriagado em 2013. Ele foi encaminhado ao Centro Integrado de Operações (Ciops) de Luziânia.
Nego do Borel sofre acidente de moto e vai parar no hospital
“Eu estou depressiva com toda essa pressão em cima de mim”, declarou Duda Reis, namorada do cantor Nego do Borel No último fim de semana Luiz Fernando Barreiros, pai de Duda Reis, voltou a comentar sobre o relacionamento da filha com Nego do Borel, ressaltando que a atriz estaria passando por maus momentos ao lado do cantor. Barreiros afirmou que a Duda supostamente teria pedido ajuda por não aguentar supostas agressões de Nego do Borel. A fala de Luiz Fernando gerou polêmica, e Duda Reis decidiu se pronunciar através, negando que esteja em uma relação abusiva. Ela disse ainda que a situação com a família tem feito com que ela adoeça emocionalmente. “Sabe o que acontece? Estou ficando já doente emocionalmente com tudo isso e a famosa sororidade seletiva não para de aparecer. Isso NÃO aconteceu. Eu estou depressiva com toda essa pressão em cima de mim e eu chorei pro meu pai dizendo que não aguentava mais tudo isso que está acontecendo”, declarou Duda Reis. “Acho errado demais me expor dessa maneira e mostrar momentos meus de vulnerabilidade pro Brasil inteiro tentando ganhar fãs e visibilidade. Problemas familiares se resolvem dentro de casa, e eu NÃO falei nada sobre agressão, porque eu não sou vítima de agressão. Quantas vezes vou ter que falar? Agora de coração, vocês acham certo expor uma filha assim o tempo todo e não pensar na saúde emocional dela? Vocês não acham que o respeito deve existir?”, questionou a namorada de Nego do Borel. “Eu não vou processar meu pai, jamais faria isso, disse num momento no meio de uma crise de pânico (que tenho tido toda semana). Cadê a empatia dos meus pais e os cuidados com a filha sabendo que a mesma tem se tratado com psiquiatra, porque é um problema de família há anos? É muito fácil aproveitar toda a visibilidade que está ganhando pra tentar destruir minha imagem, e isso é muito injusto, poxa vida”, continuou a atriz. “Eu nunca faria isso com ninguém. Eu chorei pro meu pai, porque todo dia olho no Instagram e é só porrada que acaba com meu emocional e eu estou fadigada num geral, eu e meu noivo, porque ele não é esse monstro que está sendo pintado, senão eu não estaria com ele. Eu quero que isso pare e eu quero viver minha vida feliz. Vocês de fora não sabem como é aqui dentro, precisam ser mais gentis, e eu peço por favor. Já virou uma questão de ego e queda de braço, isso não funciona e só machuca.”, conclui Duda Reis. Nego do Borel compra anel de noivado Segundo o jornal Extra, o cantor encomendou duas alianças de noivado do design de joias TH. As peças para ele e Duda Reis foram feitas de ouro branco 18 quilates, cravejadas em diamantes e custaram R$ 20 mil. De acordo com a publicação, no momento de pagar, o funkeiro tentou, sem sucesso, fazer uma permuta. Nego do Borel também teria pedido um bom desconto nas joias, mas teve que pagar parte do valor antes de levar as alianças. O Extra publicou que a realidade financeira de Nego do Borel não é nada boa. Ele rompeu com a Sony Music em dezembro, após a polêmica com a transexual Luísa Marilac, e continua sem gravadora. Sem fazer shows, o cantor estaria tendo dificuldades de conseguir patrocinador ou permutas para as lives e está ficando sem dinheiro. A situação está tão feia que quem tem bancado as contas da mansão dele é a noiva, Duda Reis, com o dinheiro que ela recebe dos publiposts, afirma a publicação.