GCM apreende 170 pipas com cerol durante operação em Goiânia

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) realizou, no fim de semana, a operação Pipa sem Cerol, nas regiões Norte e Noroeste de Goiânia.  Foram apreendidas 170 pipas com material cortante e 300 latas e carretéis. Ninguém foi apreendido. Segundo a GCM, até o dia 14 deste mês foram registradas 61 ocorrências relacionadas ao uso de cerol e outras linhas cortantes. No acumulado de janeiro a junho foram 198 registros, contra 73, em 2019. Isso representa uma variação de 171%. A região Noroeste foi a que apresentou o maior número de ocorrências, 39 no total, seguida da região Leste, com 35; Sudoeste, com 30; Oeste, com 26; Central, com 23; Norte, com 24; e Sul, com 21. A GCM reiterou que durante a operação não houve nenhuma condução às delegacias, mas que todos os abordados foram orientados sobre o perigo do uso de cerol. Vítimas Desde 2016, Goiânia não registrou nenhuma morte causada pelo uso de cerol. Apesar disso, a GCM reforça a importância da conscientização para evitar acidentes com ferimentos. Perigo O risco do uso de linhas com cerol não é apenas para os humanos, alerta a GCM. No início deste mês, duas aves ficaram feridas após serem atingidas por linha de pipa com cerol, em Goiânia. Segundo a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), uma coruja-buraqueira foi resgatada com ferimentos, e um periquitão-maracanã teve a pata amputada por causa dos cortes.  

Agredida por PM após violência doméstica: “Era pra me ouvir, não me bater”

“Se não tivesse a filmagem, eu seria só mais uma.” É assim que uma técnica em radiologia, de 22 anos, lamenta a batalha para provar que sofreu uma dupla agressão. Ao acionar a Polícia Militar após sofrer violência doméstica praticada pelo irmão, do lugar de vítima, a jovem passou para o de suspeita e acabou levando golpes de cassetete de um policial. A jovem pede para não se identificar pois teme retaliação. O caso aconteceu na noite de 21 de março, em Presidente Prudente, a 557 quilômetros de São Paulo, mas o vídeo que registra a agressão policial veio à tona apenas no início deste mês. As imagens gravadas por um circuito de segurança mostram dois PMs fora do carro. Um deles aponta o dedo para a vítima e desfere dois golpes com o cassetete. Ele ainda a pega pelo braço com rispidez e a encosta no carro da polícia. Segundo a jovem, ao atenderem a ocorrência por violência doméstica, os policiais se recusaram a registrar a queixa porque teriam visto que o irmão dela também tinha marcas pelo corpo. A equipe, então, teria dispensado o rapaz. “Tive uma briga com meu irmão e acionei os policiais. Eles chegaram e me orientaram a ir à delegacia. Nesse meio tempo, meu irmão conversou com os policiais, que acabaram dando razão a ele, alegando que eu não estava aparentemente machucada, mas ele, sim. Dispensaram o meu irmão e indaguei o motivo, já que eu era a vítima que estava procurando a prestação de serviço. O policial não gostou e sacou um cassetete”, diz a jovem. De acordo com a técnica em radiologia, os PMs não teriam gostado da ironia dela ao agradecê-los pelo mau atendimento na ocorrência. Depois da agressão, ela foi levada para a Delegacia Geral de Polícia Civil de Presidente Prudente por suposto desacato. Foi de pijama e chinelo e sem documentos e o celular. “Em nenhum momento, eu desacatei. Eles disseram que os xinguei, mas o que falei foi ‘muito obrigada pelos serviços prestados’. Isso foi considerado uma ofensa”, afirma. “Fiquei machucada na região nas nádegas, o local ficou bem roxo. Meu braço ficou doído por muitos dias. Embora eu não tenha reagido, mesmo assim usaram bastante força.” Agressão policial é o que mais pesa para a vítima Técnica em radiologia agredida por policial não quer se identificar por medo de represáliaImagem: Arquivo pessoal Na delegacia, a jovem conta que foi impedida pelo escrivão de registrar o boletim de ocorrência por violência doméstica contra o irmão e o de lesão corporal contra o policial. Eles, por outro lado, conseguiram fazer a denúncia por desacato. O servidor público de plantão teria alegado que a delegacia estaria fechada para BOs presenciais. A vítima conseguiu o registro somente no dia seguinte quando procurou a Delegacia da Mulher. “Ela foi levada dentro do porta-malas, de pijama, sem celular e só de chinelo. Antes de terminar as declarações, já tinham um boletim de ocorrência pronto como se ela estivesse confessando o desacato”, disse uma das advogadas da jovem, Camila Brito. A vítima não quis detalhar a violência doméstica para preservar os pais, mas considera que, apesar de ter sido agredida pelo irmão naquele dia, o sentimento de injustiça provocado pela ação dos policiais é o que causa maior indignação. “Quem me agrediu mais foi meu irmão, porém ser agredida por um policial foi o que pesou mais em mim. O que me deixou mais indignada foi a ação do policial, sem dúvida”, diz. “Com todos esses fatos acontecendo em um curto período de tempo, um atrás do outro, além do sentimento de injustiça que já dói muito, fiquei em choque. Não dava para acreditar no que estava acontecendo. Era para me ouvirem, e não me baterem.” Traumas pós-agressão O vídeo que mostra a agressão policial é de uma câmera da empresa que fica ao lado da casa onde a jovem mora com os pais e o irmão. Ele se tornou a principal prova contra os policiais, já que o fato não foi presenciado por testemunhas. Eram pouco mais de 23h quando tudo aconteceu. “Minha versão jamais seria considerada se não tivesse sido filmado. Continuo atrás [de justiça] porque tem essa filmagem, caso contrário já teria desistido. Agora, eu sei como é difícil buscar a justiça dentro do meio que deveria ser justo com você. Se não tivesse a filmagem, eu seria só mais uma”, diz. A técnica em radiologia revela que a dupla violência sofrida provocou traumas, como dificuldade para dormir e medo de sair às ruas pelo fato de os policiais não terem sido afastados. “Não consigo mais dormir direito. Deito às 6h e acordo duas ou três horas depois. Um dia desses, eu acordei pensando que tinha um homem no meu quarto”, conta. Policiais são denunciados por nove crimes O caso gerou uma notícia-crime da defesa da jovem contra os quatro policiais militares envolvidos na ocorrência e o escrivão que recusou o registro das denúncias da vítima. Eles são apontados pela defesa no Ministério Público pelos crimes de “prevaricação, lesão corporal, cárcere privado, abuso de autoridade, omissão de socorro, coação, falsificação de documento público e associação criminosa, porque eram quatro policiais e mais o escrivão que a atendeu”, explica a advogada Camila Brito. “Ele pressiona a vítima contra a viatura usando a força do corpo, e isso não pode ser feito por um policial homem. Deveria ser por um agente de estado do mesmo sexo. Acreditamos que também pode ser apurado o ato de importunação sexual”, diz Ana Letícia Belo, advogada que também acompanha o caso. As denúncias da jovem também são acompanhadas pelo coletivo Pela Vida das Mulheres, de Presidente Prudente. Em nota, o grupo “expressa o mais profundo repúdio e externa consternação com a postura truculenta e desproporcional dos quatro policiais militares na abordagem com a vítima de violência doméstica”. O coletivo afirma ainda que o vídeo “causa repulsa, dor, indignação”, já que a vítima sofreu violência de “quem tem o dever de proteger e zelar pelo bem-estar da sociedade”. O grupo ainda acredita que o caso

14/06 BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO COVID-19 E ATUALIZAÇÃO DE LEITOS EM VALPARAÍSO DE GOIÁS

POSTADO EM 14/06/2020 EMBOLETIM EPIDEMIOLÓGICO 14/06 BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO COVID-19 E ATUALIZAÇÃO DE LEITOS EM VALPARAÍSO DE GOIÁS É com grande pesar que a Secretária Municipal de Saúde (SMS) informa o sétimo óbito pelo Coronavírus (Covid-19), do município de Valparaíso de Goiás. Trata-se de uma pessoa do sexo feminino de 77 anos de idade e que foi a óbito no dia 13 de junho de 2020.   *Dados obtidos até às 17h do dia 14/06/20    236° Caso: Paciente do sexo feminino 52 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  237° Caso: Paciente do sexo feminino 47 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.   CASOS CONFIRMADOS DE COVID-19 POR BAIRRO  CÉU AZUL III: 26 CÉU AZUL I: 19 RIO BRANCO: 17 ESPLANADA II: 16 ANHANGUERA C: 16 ETAPA C: 15 ESPLANADA I: 12 ETAPA A: 11 VALPARAÍSO II: 10 CIDADE JARDINS: 10 MORADA NOBRE: 10 JARDIM ORIENTE: 08 ANHANGUERA B: 08 IPIRANGA: 08 ESPLANADA III: 07 ETAPA B: 07 ANHANGUERA A: 07 CÉU AZUL II: 07 PACAEMBÚ: 05 ETAPA D: 05 ETAPA E: 03 CRUZEIRO DO SUL: 02 FLORAIS DO PLANALTO: 02 SÃO BERNARDO: 02 ESPLANADA V: 01 JARDIM DOS IPÊS: 01 MARAJÓ: 01 SANTA RITA: 01 TOTAL: 237   Hospital Municipal de Valparaíso (HMV) Leitos de Enfermaria total: 20 Leitos de Enfermaria ocupados: 02 Leitos em box de emergência total: 02 Leitos em box de emergência ocupados: 0O Respiradores: 05 Leitos ala especial COVID-19 Semi UTI Total:04 Leitos ala especial COVID-19 Ocupados:01 Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Leitos de Enfermaria (Sala Amarela) total: 08 Leitos de Enfermaria (Sala Amarela) ocupados: 00 Leitos em box de emergência (Sala Vermelha) total: 02 Leitos em box de emergência (Sala Vermelha) ocupados: 02 Respiradores: 02   Centro de Atenção Integrada à Saúde (CAIS) Leitos de Enfermaria total: 07 Leitos de Enfermaria ocupados: 00 Leitos em box de emergência total: 02 Leitos em emergência ocupados: 00 Respiradores: 01     A atualização de leitos segue recomendação do Ministério Público que solicita a divulgação diária de leitos gerais (todas patologias) disponíveis nos hospitais públicos e conveniados.   A população que precisar tirar dúvidas sobre a COVID-19 pode ligar para a Secretaria Municipal de Saúde no telefone: (61) 3627-1351 ou Tele saúde do Ministério da Saúde no número 136.     Secretaria Municipal de Saúde 

Relatoria da ONU questiona ação do governo Bolsonaro contra sociedade civil

Um relatório da ONU vai fazer um alerta sobre a decisão do governo de Jair Bolsonaro de restringir o trabalho de conselhos criados para servir de canal para a participação da sociedade civil na formulação e debate de políticas no país. A referência está presente num documento preparado pela relatora especial da ONU sobre eliminação da discriminação contra pessoas afetadas pela hanseníase, Alice Cruz. Ela realizou uma missão ao Brasil e, em duas semanas, fará recomendações ao governo diante do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra. Mas, num trecho do documento, ela tece críticas ao Decreto Presidencial nº 9759/2019. Publicado em abril de 2019, o instrumento estabelece uma mudança na existência dos conselhos colegiados, inclusive extinguindo alguns deles. Naquele momento, a ação do Planalto gerou duras críticas por parte de instituições e ativistas, além de ser interpretado como um ato de restrição da participação da sociedade civil no debate de políticas públicas. Tradicionalmente, é por meio desses órgãos que a sociedade civil pode apresentar propostas e debater com o governo ações em diferentes áreas sociais, como infância, direitos humanos, tortura e muitas outras. O debate, agora, chega à ONU, em mais um exemplo da resistência internacional contra as práticas de direitos humanos adotadas pelo governo brasileiro. Segundo a relatora, o governo “regulamenta e limita os conselhos, que são órgãos colegiados públicos federais, e restringe o exercício das liberdades fundamentais e direitos, como a participação na tomada de decisões, monitoramento e prestação de contas”. “Tais conselhos têm sido críticos para garantir os direitos civis e políticos consagrados no Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, do qual o Brasil é parte, e também abriram caminho para a participação em assuntos públicos de grupos marginalizados, como pessoas afetadas pela hanseníase”, disse. “A eliminação desses mecanismos-chave reforçaria a exclusão desses indivíduos, constituindo um grande revés para seu gozo de direitos sociais, econômicos e culturais, e um retrocesso no que diz respeito à aplicação dos direitos humanos internacionais fundamentais”, afirma a relatora. Omissão Numa resposta submetida pelo governo brasileiro ainda em abril, o país esclarece que o “Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos observa que foram mantidos os conselhos criados por lei, notadamente os de seu Ministério, bem como outros órgãos colegiados, tais como o Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência”. A resposta, porém, omite a batalha legal que tem ocorrido nos bastidores. O Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência, por exemplo, foi alvo de uma tentativa do governo de modificar os integrantes do órgão, o que levou o Conselho a entrar com uma ação na AGU. Em janeiro de 2020, o parecer da entidade apontou que, de fato, os mandatos dos conselheiros deveriam ser mantidos e não poderiam ser alterados. Outros conselhos com temas relacionados aos direitos humanos ainda estão funcionando graças a medidas judiciais, enquanto o governo passou a intervir diretamente na escolha de seus membros e até selecionar a presidência desses órgãos. Recomendações A relatora da ONU não deixa de destacar alguns avanços no combate à discriminação e no tratamento de pessoas afetadas pela hanseníase em governos anteriores. Mas faz alertas claros sobre a situação atual. Alguns dos centros identificados pela relatora estariam marcados pela “negligência alarmante”. “Durante as últimas décadas do século 20, o Brasil liderou a eliminação da discriminação contra as pessoas afetadas pela hanseníase e seus familiares. Fundamental para esse papel pioneiro tem sido a Constituição baseada em direitos, o alto nível de conhecimento entre os pesquisadores de saúde do país e uma organização robusta de pessoas afetadas pela doença, o que atesta sua resiliência e engajamento cívico nos assuntos públicos”, escreveu a relatora. “A estrutura normativa e institucional brasileira está qualificada para proteger, promover e cumprir os direitos das pessoas afetadas e de seus familiares. De especial relevância são as leis que combatem a linguagem discriminatória e compensam danos passados com uma medida permanente e especial baseada na reparação material”, indicou. “Não obstante a igualdade jurídica, a discriminação de fato perdura em práticas institucionalizadas e relações sociais interpessoais”, alertou a relatora. “As barreiras estruturais atuam como poderosos determinantes sociais da incidência da doença no país, acentuada pela autonomia regional e local na administração de recursos neste país quase continental e altamente diversificado”, indicou. “Mecanismos que podem garantir a prestação de contas, canais acessíveis para o tratamento de queixas às autoridades competentes, acesso efetivo à justiça e fortalecimento dos órgãos colegiados participativos já existentes são fundamentais para garantir acesso equitativo à saúde, proteção social e direitos inter-relacionados”, completou.

11/06 BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO COVID-19 E ATUALIZAÇÃO DE LEITOS EM VALPARAÍSO DE GOIÁS

 226º Caso: Paciente do sexo feminino 36 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.    227º Caso: Paciente do sexo masculino 12 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.    228º Caso: Paciente do sexo masculino 46 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  229º Caso: Paciente do sexo masculino 33 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  230º Caso: Paciente do sexo feminino 23 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  231º Caso: Paciente do sexo feminino 27 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  232º Caso: Paciente do sexo masculino 46 anos, com resultado da rede pública do GO. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  233º Caso: Paciente do sexo feminino 54 anos, com resultado da rede pública do GO. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.     CASOS CONFIRMADOS DE COVID-19 POR BAIRRO CÉU AZUL III: 26 CÉU AZUL I: 19 RIO BRANCO: 17 ESPLANADA II: 16 ANHANGUERA C: 16 ETAPA C: 15 ESPLANADA I: 12 ETAPA A: 10 VALPARAÍSO II: 10 CIDADE JARDINS: 10 MORADA NOBRE: 09 JARDIM ORIENTE: 08 ANHANGUERA B: 08 IPIRANGA: 08 ESPLANADA III: 07 ETAPA B: 07 ANHANGUERA A: 07 CÉU AZUL II: 07 PACAEMBÚ: 05 ETAPA D: 05 ETAPA E: 03 CRUZEIRO DO SUL: 02 FLORAIS DO PLANALTO: 02 ESPLANADA V: 01 SÃO BERNARDO: 01 JARDIM DOS IPÊS: 01 MARAJÓ: 01 TOTAL: 233     Hospital Municipal de Valparaíso (HMV) Leitos de Enfermaria total: 20 Leitos de Enfermaria ocupados: 03 Leitos em box de emergência total: 02 Leitos em box de emergência ocupados: 0O Respiradores: 05 Leitos ala especial COVID-19 Semi UTI Total:04 Leitos ala especial COVID-19 Ocupados:01 Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Leitos de Enfermaria (Sala Amarela) total: 08 Leitos de Enfermaria (Sala Amarela) ocupados: 00 Leitos em box de emergência (Sala Vermelha) total: 02 Leitos em box de emergência (Sala Vermelha) ocupados: 02 Respiradores: 02   Centro de Atenção Integrada à Saúde (CAIS) Leitos de Enfermaria total: 07 Leitos de Enfermaria ocupados: 01 Leitos em box de emergência total: 02 Leitos em emergência ocupados: 01 Respiradores: 01 ocupado     A atualização de leitos segue recomendação do Ministério Público que solicita a divulgação diária de leitos gerais (todas patologias) disponíveis nos hospitais públicos e conveniados.   A população que precisar tirar dúvidas sobre a COVID-19 pode ligar para a Secretaria Municipal de Saúde no telefone: (61) 3627-1351 ou Tele saúde do Ministério da Saúde no número 136.   Secretaria Municipal de Saúde 

Brasil quadruplica mortes por covid-19 em 33 dias: 41.058 segundo consórcio

Em 33 dias, o Brasil saltou de 10 mil para 40 mil mortes causadas pelo novo coronavírus. É o que revela dados do Ministério da Saúde, que na quinat-feira (11) confirmou um total de 40.919 óbitos, número pouco inferior ao contabilizado pelo consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL faz parte (41.058). Foram 1.239 novas mortes registrados no dado oficial nas últimas 24 horas e 1.261 segundo a apuração junto às secretarias estaduais de Saúde. Passaram-se 52 dias desde a primeira morte para que o país chegasse ao marco de 10 mil óbitos (entre 18 de março e 9 de maio) e pouco mais de mês depois isso para o ultrapassar os 40 mil mortos em decorrência da covid-19. Com a inclusão de 30.412 novos diagnósticos da doença, o Ministério da Saúde chegou à soma de 802.828 pessoas infectadas. Já o consórcio contabiliza 30.465 novos casos, e um total de 805.649 pacientes que contraíram a doença. Segundo a pasta, 345.595 pessoas já se recuperaram. Os veículos de comunicação compilaram os dados com base nos boletins mais recentes de cada unidade da federação. Todos os estados e o Distrito Federal divulgaram atualizações hoje até as 20h, antes da publicação deste texto. Brasil acumula 100 mil diagnósticos em 3 dias O número crescente no total de casos e mortes atesta a velocidade com que o coronavírus avança pelo Brasil. Nos últimos três dias, a alta foi de quase 100 mil novos pacientes infectados e contabilizados, segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde. Na última segunda-feira (8), o país tinha 707 mil casos. Já o boletim divulgado hoje pelo governo federal informa que já foram infectadas 802.828 pessoas desde o início da pandemia. A letalidade, informa o governo, é de 5.1%. Ontem, o país registrou a maior média de óbitos provocados pelo novo coronavírus em todo o mundo considerando a última semana. Quase metade das mortes estão concentradas no Sudeste, de acordo com os números dos estados: são 18.905, 46% do total. A segunda região que mais perdeu vidas para a covid-19 foi o Nordeste (13.061, 32%), e em seguida estão Norte (7.647, 18,4%), Sul (789, 2%) e Centro-Oeste (656, 1,6%). Ceará tem mais mortes do que a China Com a atualização para 4.708 óbitos por covid-19 até hoje, segundo o governo do estado, o Ceará perdeu mais vítimas para a doença do que a China, país a partir do qual o novo coronavírus se espalhou. Trata-se do terceiro estado brasileiro a perder mais vidas do que o país asiático, após São Paulo e Rio de Janeiro. São Paulo, aliás, passou das 10 mil mortes por covid-19 (são 10.145, precisamente, segundo o consórcio). Em seguida aparece o Rio, com 7.363 vítimas. Os dois estados registraram mais de 200 óbitos de ontem para hoje: 283 e 225, respectivamente, mas mesmo assim protagonizam o relaxamento do isolamento social: hoje a reabertura de centros comerciais teve aglomerações nas capitais de ambos os estados. Doze unidades da federação registraram mais de mil casos de ontem para hoje, de acordo com os dados das secretarias, começando por São Paulo (6.204 novos diagnósticos). Em seguida estão Ceará (2.745), Maranhão (2.172), Pará (1.746), Rio de Janeiro (1.402), Paraíba (1.338), Bahia (1.206), Amazonas (1.140), Distrito Federal (1.074), Pernambuco (1.059), Espírito Santo (1.037) e Alagoas (1.024). Nos últimos três dias, com base nos dados do consórcio, os diagnósticos de covid-19 no Brasil inteiro aumentaram 13%, enquanto as mortes cresceram em 10%. Desde segunda-feira (8) o Nordeste contabiliza mais casos oficiais da doença do que o Sudeste, e a diferença entre as regiões aumenta a cada dia. Hoje os estados nordestinos somam 285.465 diagnósticos, e os do Sudeste, 281.171. Em seguida aparecem os do Norte (167.185), os do Sul (35.578) e os do Centro-Oeste (36.250). Veículos se unem em prol da informação Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro (sem partido) de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de Covid-19, os veículos de comunicação UOL, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo, G1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa a partir desta semana e buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação. O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes recentes de autoridades e do próprio presidente colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

Bolsonaro pede para apoiadores irem a hospitais para filmar leitos

Presidente levanta dúvidas de que dados são manipulados para ‘ganho político’; pedido vai na contramão de orientação de médicos devido ao risco de contágio O presidente Jair Bolsonaro pediu a apoiadores que “arranjem” um jeito de entrar em hospitais públicos ou de campanha que atendam pacientes com a Covid-19 para filmarem o interior das instalações. A ideia, segundo ele, seria mostrar a real dimensão da epidemia causada pelo novo coronavírus. Mais uma vez sem provas, Bolsonaro levantou suspeitas de que os dados referentes à doença no país estariam sendo manipulados para atingir o seu governo. — Seria bom você fazer… na ponta da linha, se tem um hospital de campanha perto de você, se tem um hospital público… arranja uma maneira de entrar e filmar. Muita gente tem feito isso, mas mais gente tem que fazer pra mostrar se os leitos estão ocupados ou não. Se os gastos são compatíveis ou não. Isso ajuda. Tudo o que chega para mim nas redes sociais a gente faz um filtro e eu encaminho para a Polícia Federal ou Abin (Agência Brasileira de Inteligência) — afirmou Bolsonaro. No início do mês, deputados bolsonaristas chegaram a entrar no hospital de campanha do Anhembi, em São Paulo, com gritos e celulares ao punho para, supostamente, fiscalizar o funcionamento da unidade. Posteriormente, a prefeitura classificou o episódio como uma “invasão”. A administração municipal afirmou, ainda, que os deputados Coronel Telhada (PP), Leticia Aguiar (PSL) e Sargento Neri (Avante) agrediram pacientes e funcionários “verbal e moralmente”. A declaração de Bolsonaro vai na contramão das recomendações médicas durante a epidemia. Médicos recomendam que pacientes com Covid-19 e pessoas sem sintomas não compartilhem o mesmo espaço. A declaração foi feita em meio a críticas a governadores e prefeitos que implementaram medidas como o fechamento do comércio em estados e municípios do país como forma de enfrentar o avanço da Covid-19. Sem apresentar provas, Bolsonaro disse que vem recebendo informações sobre mortos que teriam sido classificados como vítimas da Covid-19 sem que suas famílias tivessem conhecimento sobre a infecção pela doença. — São dezenas de casos por dia que chegam desse tipo. Não sei o que acontece. O que é que querem ganhar com isso. Tem um ganho político dos caras. Só pode ser isso. Aproveitando as pessoas que falecem pra ter um ganho político e pra culpar o governo federal. Não tem como impedir essa doença, o óbito. O que acontece na verdade é que quem contrai o vírus e tem comorbidade, a pessoa é mais fraca, a possibilidade de entrar em óbito é grande — afirmou o presidente. Esta não é a primeira vez que Bolsonaro levanta suspeitas sobre os dados da Covid-19 no país. Em março, ele insinuou que governadores poderia estar inflando os dados de casos e mortes causadas pela doença com fins políticos. Mais recentemente, o empresário Carlos Wizard, que chegou a ser indicado para ocupar uma secretaria no Ministério da Saúde, disse que o governo faria uma recontagem no número de mortos causados pela Covid-19 por acreditar que os dados fosse “fantasiosos e manipulados”. Dias depois, Wizard recuou, anunciou que não ocuparia o cargo e o governo voltou atrás. Nesta semana, o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, disse confiar nos dados enviados por estados e prefeituras.

DEM procura se organizar visando eleições em Goiânia

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado deverá se reunir com vereadores ainda neste mês de junho para definir organização do DEM na capital. Caiado preside o partido no estado. Por conta da pandemia do novo coronavírus, o gestor estadual deixou as articulações políticas de lado. Em Goiânia, quem está fazendo este papel é o chefe de Gabinete de Gestão e ex-deputado estadual, Lívio Luciano. Caiado aos poucos retomará ações políticas. O DEM pretende intensificar algumas movimentações, visando estruturação da legenda para o pleito na capital. Lívio Luciano havia sido o responsável por trazer quatro vereadores para o partido: Paulo Magalhães, Jair Diamantino, Wellington Peixoto e Anderson Sales “Bokão”. Agora, ele informa que também conquistou o passe de postulantes políticos com alto potencial eleitoral. A reunião com vereadores da capital, segundo Livino, ainda não tem data definida e será realizada para discutir em conjunto com os parlamentares o nome do DEM para assumir o diretório municipal de Goiânia e além disso, para fechar a formação da chapa visando busca de novas vagas na Câmara Municipal. O partido ainda não tem diretório municipal, o que já foi comentado pelo próprio governador, que, durante a pandemia, se incumbiu de dialogar com lideranças políticas. Caiado teve conversas pontuais relativas a política nas cidades da Região Metropolitana, com o acerto da saída de Wilder Morais da Secretaria de Indústria e Comércio (SIC) para disputar eleições para prefeito pelo PSC, e também em Aparecida. Cogita-se ainda apoio de Ronaldo ao deputado federal Glaustin da Fokus (PSC), no pleito Aparecidense. “Conseguimos montar uma chapa boa, trouxemos quatro vereadores com mandato, temos também um bom número de candidatos, nomes competitivos, representantes de segmentos e agora o governador ainda não fez uma agenda política, mas precisou discutir algumas questões com o Wilder (Morais), e algumas questões de Aparecida, se o Glaustin pode ser candidato. Em Anápolis, já está definido que vai ser o Roberto (Naves), a discussão lá vai ser em torno do vice. O governador aos poucos vai abrir para fazer uma discussão política, inclusive reunir com os vereadores, neste caso de Goiânia”, explicou Livino.

10/06 BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO COVID-19 E ATUALIZAÇÃO DE LEITOS EM VALPARAÍSO DE GOIÁS

Dados obtidos até às 17h do dia 10/06/20     É com grande pesar que a Secretária Municipal de Saúde (SMS) informa o sexto óbito pelo Coronavírus (Covid-19), do município de Valparaíso de Goiás. Trata-se de uma pessoa do sexo masculino de 95 anos de idade e que foi a óbito no dia 07 de junho de 2020.    200º Caso: Paciente do sexo masculino 79 anos, com resultado da rede pública do GO. Encontra-se internado na rede pública de saúde do GO, em acompanhamento pela equipe da unidade de internação.  201º Caso: Paciente do sexo feminino 36 anos, com resultado da rede pública do GO. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  202º Caso: Paciente do sexo feminino 40 anos, com resultado da rede pública do GO. Encontra-se internada na rede pública de saúde do GO, em acompanhamento pela equipe da unidade de internação.  203º Caso: Paciente do sexo feminino 42 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  204º Caso: Paciente do sexo masculino 27 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  205º Caso: Paciente do sexo masculino 27 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  206º Caso: Paciente do sexo feminino 21 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  207º Caso: Paciente do sexo feminino 30 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  208º Caso: Paciente do sexo feminino 25 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  209º Caso: Paciente do sexo masculino 19 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  210º Caso: Paciente do sexo masculino 33 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  211º Caso: Paciente do sexo feminino 46 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se internada na rede pública de saúde do GO, em acompanhamento pela equipe da unidade de internação.  212º Caso: Paciente do sexo masculino 53 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  213º Caso: Paciente do sexo masculino 43 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  214º Caso: Paciente do sexo masculino 37 anos, com resultado da rede privada do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  215º Caso: Paciente do sexo feminino 40 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  216º Caso: Paciente do sexo masculino 35 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  217º Caso: Paciente do sexo masculino 38 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  218º Caso: Paciente do sexo masculino 60 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  219º Caso: Paciente do sexo feminino 22 anos, com resultado da rede pública do GO. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  220º Caso: Paciente do sexo feminino 02 anos, com resultado da rede pública do GO. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  221º Caso: Paciente do sexo masculino 20 anos, com resultado da rede pública do GO. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  222º Caso: Paciente do sexo feminino 18 anos, com resultado da rede pública do GO. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  223º Caso: Paciente do sexo feminino 25 anos, com resultado da rede pública do GO. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  224º Caso: Paciente do sexo masculino 48 anos, com resultado da rede pública do GO. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.  225º Caso: Paciente do sexo masculino 56 anos, com resultado da rede pública do DF. Encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.     CASOS CONFIRMADOS DE COVID-19 POR BAIRRO CÉU AZUL III: 24 CÉU AZUL I: 18 RIO BRANCO: 16 ESPLANADA II: 16 ETAPA C: 15 ANHANGUERA C: 14 ESPLANADA I: 12 ETAPA A: 10 VALPARAÍSO II: 10 CIDADE JARDINS: 10 MORADA NOBRE: 09 JARDIM ORIENTE: 08 ANHANGUERA B: 08 IPIRANGA: 08 ESPLANADA III: 07 ETAPA B: 07 ANHANGUERA A: 07 CÉU AZUL II: 06 PACAEMBÚ: 05 ETAPA D: 05 ETAPA E: 03 CRUZEIRO DO SUL: 02 ESPLANADA V: 01 FLORAIS DO PLANALTO: 01 SÃO BERNARDO: 01 JARDIM DOS IPÊS: 01 MARAJÓ: 01 TOTAL: 225   Hospital Municipal de Valparaíso (HMV) Leitos de Enfermaria total: 20 Leitos de Enfermaria ocupados: 02 Leitos em box de emergência total: 02 Leitos em box de emergência ocupados: 0O Respiradores: 05 Leitos ala especial COVID-19 Semi UTI Total:04 Leitos ala especial COVID-19 Ocupados:01 Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Leitos de Enfermaria (Sala Amarela) total: 08 Leitos

Nadine Gonçalves, mãe de Neymar, e Tiago Ramos terminam namoro

Após muitas polêmicas, chegou ao fim o namoro entre Nadine Gonçalves, 52, mãe do jogador Neymar, e o modelo Tiago Ramos, 23. A informação sobre o término foi confirmada à reportagem pela assessoria de imprensa do atacante. O casal tinha assumido a relação em 11 de abril quando ambos publicaram a mesma imagem nas redes sociais em clima de romance. “O inexplicável não se explica, se vive”, escreveu Nadine Gonçalves na legenda. Uma das últimas confusões envolvendo o casal aconteceu na noite do dia 2 de junho, quando Tiago Ramos feriu o braço após dar um soco em uma vidraça no apartamento em que estava com a mãe de Neymar em Santos, litoral de São Paulo. Ele teria levado 12 pontos por causa do acidente. Segundo o G1, moradores vizinhos disseram que escutaram gritos vindos da cobertura onde mora Nadine Gonçalves, o que sinalizaria uma briga entre ela e Tiago Ramos. A assessoria de Neymar informou, porém, que o que aconteceu foi um acidente doméstico. Dias depois, ambos prestaram depoimento à Polícia de Santos sobre o caso. Desde que Nadine e Tiago começaram a namorar, muitas notícias e polêmicas começaram a aparecer em torno de Tiago Ramos. Entre elas, a de que ele teria feito parte de um trisal com dois homens, teria namorado o cozinheiro de Neymar e transado com uma empregada idosa. Em abril, Tiago Ramos também teve um suposto vídeo íntimo vazado na internet. Nas imagens, é possível ver um rapaz muito parecido com ele exibindo suas partes íntimas para um espelho. Áudio vazado de Neymar Neymar, 28, também teve seu nome envolvido no polêmico namoro de Nadine Gonçalves e Tiago Ramos. Um áudio em que o jogador xinga o padrasto foi denunciado ao Ministério Público de São Paulo pelo ativista LGBTQ+ Agripino Magalhães. Ele pede a prisão preventiva de Neymar e dos amigos do atacante por crime de homofobia e formação de quadrilha. Na gravação, Neymar usa o termo “viadinho” para falar sobre o modelo. Já os seus amigos, que não tiveram a identidade divulgada, ofereceram ajuda caso o filho de Nadine quisesse se vingar de Tiago Ramos. “Vamos matar, enfiar um cabo de vassoura no c* dele”, fala um deles. Agripino Magalhães pede a apreensão da gravação e a quebra de sigilo de todos os envolvidos na conversa vazada.