Com Boca Juniors x Cruzeiro pela Copa Sul-Americana, confira a agenda de jogos do dia

Fique ligado nos jogos desta quinta-feira (15/8) Quer saber quem joga hoje? Que horas e onde irá transmitir? Confira aqui no Mais Esporte, o seu guia diário de jogos: ►Quinta 15/814h – Athletic Bilbao x Getafe – Campeonato EspanholCanais: ESPN 4 e Disney+ 15h15 – Ajax x Panathinaikos – Playoff Liga EuropaCanal: Youtube da GOAT 16h30 – Betis x Girona – Campeonato EspanholCanais: ESPN 4 e Disney+ 19h – Nacional-URU x São Paulo – Copa LibertadoresCanal: Paramount+ 19h – Athletico PR x Belgrano – Copa Sul-AmericanaCanal: Paramount+ 19h – Libertad x Sportivo Ameliano – Copa Sul-AmericanaCanais: ESPN 4 e Disney+ 19h – Fluminense x Atlético-MG – Brasileiro Sub-17Canal: SporTV 21h – Operário-PR x Ituano – Brasileiro Série BCanais: TV Brasil, Premiere e Youtube da GOAT 21h30 – Flamengo x Bolívar – Copa LibertadoresCanais: ESPN e Disney+ 21h30 – Boca Juniors x Cruzeiro – Copa Sul-AmericanaCanal: Paramount+ 21h30 – Internacional x Fluminense – Brasileiro Sub-20Canal: SporTV Felipe André Goiânia, GO – Mais Goiás

Cinco deputados de Goiás assinam pedido de impeachment de Alexandre de Moraes

Parlamentares apoiam iniciativa para afastar ministro do STF após vazamento de mensagens 101 deputados federais já assinaram o ‘superpedido’ de impeachment do ministro do STF, no primeiro dia de coletas de apoiamentos. Na lista parlamentares de partidos como PL, Novo, Podemos e Republicanos. Cinco parlamentares de Goiás apoiam a iniciativa. São eles: Gustavo Gayer (PL), Magda Mofato (PRD), Zacharias Calil (União) Célio Silveira (MDB) e Daniel Agrobom (PL). As assinaturas começaram a ser colhidas  após reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo revelar que um auxiliar de Moraes no gabinete do STF pediu, de forma não oficial, a produção de relatórios de investigação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para embasar decisões no chamado inquérito das fake news, instaurado pela Corte para apurar ataques a ministros.

Farmácia Popular faz parte da vida dos brasileiros há 20 anos

Ao todo, 95% dos medicamentos e insumos do programa podem ser retirados de forma gratuita, o que equivale a 39 dos 41 insumos distribuídos Com os recém-completados 20 anos do Farmácia Popular, há pessoas com histórias e vivências que se mesclam à longevidade do programa do Governo Federal. O aposentado João Martins Fernandes, de 67 anos, busca gratuitamente há 19 anos sete medicamentos para manter sob controle doenças cardíacas, diabetes e hipertensão. “Eu infartei em 2005. De lá pra cá, sempre pego remédio na Farmácia Popular. Foram cinco infartos e tenho sete próteses. No início, o tratamento foi demorado, mas agora é só controle mesmo”, relata. João avalia o papel do Farmácia Popular em sua vida não apenas como instrumento que propicia economia financeira, mas manutenção da saúde física e emocional. “Não alivia só o orçamento. Seria impossível ficar sem o remédio. Só um dos remédios que tomo custa quase R$ 500. Sem o Farmácia Popular, com o salário que ganho, não daria para comprar. Se eu tivesse que comprar todos os remédios, ficaria em torno de R$ 3 mil a R$ 4 mil por mês”, revela o aposentado. O programa oferta 41 insumos, entre fármacos, fraldas e absorventes e inclui medicamentos para diabetes, hipertensão, asma, osteoporose e anticoncepcionais. Com a atualização do programa em julho, 95% dos medicamentos e insumos passaram a ser retirados de forma gratuita, ou 39 dos 41 itens de saúde distribuídos. Os outros têm desconto de até 90%. São remédios para tratamento de colesterol alto, Parkinson, glaucoma e rinite, por exemplo. A estimativa é de que cerca de 3 milhões de pessoas que já utilizam o programa sejam impactadas e, em média, isso gere economia para os usuários de até R$ 400 por ano.“Estamos falando, sobretudo, do cuidado com as pessoas, de um Brasil bem cuidado, que é a orientação maior do governo, de que governar é cuidar. O Farmácia Popular é SUS e mostra esse cuidado”, afirmou a ministra da Saúde, Nísia Trindade, ao celebrar a inclusão dos medicamentos no programa.COMPANHIA — Aposentada, Delzira Pereira do Couto, de 76 anos, tem no tratamento contra hipertensão a companhia do Farmácia Popular desde 2004. “Eu faço o tratamento de pressão já tem 20 anos e esse tempo todinho nunca comprei remédio para pressão. Às vezes, para a gente que ganha salário mínimo, qualquer tantinho que você economiza já faz muita diferença. Esse remédio que a gente recebe é importantíssimo, pelo menos pra minha vida é”, conta a idosa, paciente do Sistema Único de Saúde (SUS). Estamos falando, sobretudo, do cuidado com as pessoas, de um Brasil bem cuidado, que é a orientação maior do governo, de que governar é cuidar. O Farmácia Popular é SUS e mostra esse cuidado NÍSIA TRINDADE – Ministra da Saúde Com o tratamento em dia e as medicações prescritas à disposição, João Martins encontrou, somado ao Farmácia Popular, outro aliado na superação dos sucessivos problemas cardíacos que enfrentou: o esporte. Trajando camiseta que vestiu ao correr uma maratona, ele se orgulha de deixar para trás a situação de fragilidade causada pelas doenças e correr em direção a um estilo de vida que tem a saúde como linha de chegada. “Hoje sou recordista, maratonista na minha categoria. Sou o único atleta brasileiro a correr com sete próteses no coração, depois de cinco infartos. Vou caminhando, dando trotezinho”, se empolga ao contar sobre a atividade física praticada.RETOMADA — O Farmácia Popular foi criado pelo Governo Federal em 2004, para oferecer medicamentos e outros insumos de saúde para a população. Foi retomado com prioridade pelo presidente Lula no ano passado, com a inclusão de novas gratuidades, que incluíam remédios para osteoporose e anticoncepcionais e, em 2024, a distribuição de absorventes para pessoas em situação de vulnerabilidade e a estudantes da rede pública. 85% DAS CIDADES — Hoje, a iniciativa está presente em 85% das cidades brasileiras, o que equivale a 4,7 mil municípios, conta com mais de 31 mil estabelecimentos credenciados em todo o país e tem capacidade para atender 96% da população brasileira. Desde junho do ano passado, 560,4 mil mulheres acessaram medicamentos gratuitos para anticoncepção e osteoporose. 70 MILHÕES — Em 20 anos, mais de 70 milhões de cidadãos brasileiros foram beneficiados. A expectativa do Ministério da Saúde é universalizar o programa e cobrir 93% do território nacional. Para alcançar a meta, o credenciamento de novas farmácias foi aberto em 811 cidades, com prioridade para municípios que participam do Mais Médicos – uma estratégia que pretende reduzir os chamados vazios assistenciais. “Hoje temos capacidade para atender 96% da população com essa expansão. E um destaque às cidades da região Nordeste e Norte, que receberam a primeira unidade cadastrada. 352 cidades das regiões Norte e Nordeste passaram a ter o Farmácia Popular”, destacou Nísia Trindade.PRESERVADO — A contenção orçamentária para cumprir o Arcabouço Fiscal não impede a implementação como planejada do Farmácia Popular. O orçamento continua maior que nos anos anteriores. Estão previstos R$ 3,4 bilhões em 2024 – 37% superior a 2022 (R$ 2,48 bilhões). O bloqueio no programa refere-se a uma reserva técnica que seria direcionada a outra iniciativa. Caso necessário, há possibilidade de recomposição durante o exercício por meio de remanejamentos. *Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

CGU aponta Goiás como exemplo de transparência em licenciamento ambiental

Informações vão subsidiar o relatório que está sendo produzido pela Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA) A Controladoria-Geral da União (CGU) solicitou e participou de reunião com representantes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) no dia 25 de junho para conhecer o modelo adotado pelo Governo de Goiás no âmbito do licenciamento ambiental. Os técnicos da CGU disseram que pediram o encontro por entender que Goiás é exemplo de transparência na prevenção a fraudes e corrupção. Danielle Costa de Moura, chefe da Divisão de Meio Ambiente na CGU, explica que a Controladoria está elaborando um guia de boas práticas de licenciamento ambiental para mitigar os principais riscos de integridade do processo. Por isso solicitou reunião com a Semad para compreender as inovações que estão sendo implementadas no Estado nessa área. “tivemos a grata satisfação de constatar que o sistema que foi implantado em Goiás não só trata muito dos riscos que foram identificados, como, com certeza, será apontado como uma boa prática que deveria ser estendida para outros estados e municípios”, afirma Danielle Moura. As informações vão subsidiar o relatório que está sendo produzido pela Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), grupo do qual Danielle é uma das coordenadoras. Durante o encontro, foram abordadas as evoluções e alterações normativas da Semad, o mapeamento e construção dos processos de licenciamento, e o desenvolvimento do Sistema Ipê para licenciamento ambiental. A Semad também citou como exemplos os licenciamentos ambientais na área de mineração. Ao final da reunião, mencionou-se que a Semad seria apontada como exemplo no relatório que está em fase de elaboração. A chefe do Project Management Office (que em português é o Escritório de Projetos) da Semad, Thays Benício, afirma que a secretaria “cumpre rigorosamente com sua integridade institucional, reforçando seu compromisso com o Programa de Compliance Público do Estado de Goiás (PCP)”. “A Semad adota uma abordagem proativa e arrojada na gestão do risco de conformidade, navegando com sucesso pelo complexo arcabouço legal ambiental e atendendo às necessidades da sociedade sem comprometer a legalidade e a integridade operacional. Ao fazer isso, a instituição não apenas assegura conformidade com as leis, mas também melhora sua capacidade de atender às demandas da sociedade de maneira mais eficiente”, complementa Thays. Além dela, representaram a Semad na reunião Robson Disarz, subsecretário de Licenciamento, Fiscalização e Controle Ambiental; José Bento da Rocha, subsecretário de Planejamento, Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável; Natalia Lino, superintendente de Planejamento, Formulação e Gestão Institucional; e Nara Chaves, gerente de Desenvolvimento e Inovação Ambiental. “A reunião com a CGU foi excelente, pois nos deu mais uma vez a certeza de que estamos no caminho certo. Nossa visão de futuro está ficando cada vez mais perto”, afirma José Bento. Disarz complementa: “o fato de termos sido procurados pela Controladoria reforça a convicção de que inovamos no licenciamento ambiental e nos tornamos exemplo para o Brasil”.

Incêndios podem ter degradado 9% do Pantanal nos últimos cinco anos

Levantamento sobre degração de áreas florestais é da rede Mapbiomas Os incêndios podem ter degradado cerca de 9% da vegetação nos últimos cinco anos, segundo estimativa da rede Mapbiomas. De acordo com o levantamento, a área degradada no bioma entre 1986 e 2021 pode variar entre 800 mil (6,8%) e 2,1 milhões de hectares (quase 19%). O estudo mostra que apesar de o bioma conviver com o fogo, existem áreas que são sensíveis aos incêndios. A inciativa, que reúne organizações não governamentais, universidades e empresas de tecnologia para monitorar o uso da terra no país, lança nesta sexta-feira (5) uma plataforma sobre a degradação das áreas florestais. Os dados, mapas e códigos produzidos são disponibilizados gratuitamente.  São consideradas áreas degradadas as regiões que não foram completamente desmatadas, mas que sofrem alterações significativas da composição biológica. Entre os fatores considerados pela Mapbiomas estão o tamanho e nível de isolamento dos fragmentos florestais, a frequência das queimadas, invasão por espécies exóticas e o pisoteio por rebanhos. Incêndios O mês de junho teve este ano a maior média de área queimada no Pantanal de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul registrada desde 2012 pela série histórica do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais, do Departamento de Meteorologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em apenas 30 dias, o fogo consumiu mais de 411 mil hectares do bioma, quando, na média histórica, o Pantanal costuma queimar pouco mais de 8 mil hectares. A área atingida ficou acima, inclusive, da média histórica de setembro, quando o bioma queima, em média, 406 mil hectares. No acumulado de 2024, a área atingida chegou a 712 mil hectares nessa terça-feira (2), o que corresponde a 4,72% do bioma. A Polícia Federal está investigando a origem do fogo em algumas situações. Segundo a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, 85% dos incêndios ocorrem em terras privadas. Brasil Um quarto (25%) da vegetação nativa do Brasil pode estar sujeita à degradação. O levantamento da rede Mapbiomas revelou que entre 11% e 25% das matas do país ficaram expostas a processos destrutivos entre 2021 e 1986. Os percentuais são correspondentes a área de 60,3 milhões de hectares até 135 milhões. A Mata Atlântica é o bioma mais degradado proporcionalmente, com área entre 36% e 73% dos remanescentes de vegetação exposta aos processos de destruição, equivalente a área entre 12 milhões e 24 milhões de hectares. Em área absoluta, o Cerrado é o bioma com maior degradação, com total que pode variar entre 18,3 milhões e 43 milhões de hectares (de 19,2% a 45,3% do que resta dessa vegetação). A segunda maior área degradada está na Amazônia, com um total que pode variar entre 19 milhões e 34 milhões de hectares, correspondendo a algo entre 5,4% e 9,8% do bioma. Edição: Graça Adjuto Por Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

Polícia Federal deflagra operação contra trabalho escravo em Aracaju

Três mandados de busca e apreensão são cumpridos A Polícia Federal (PF), com o apoio do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Ministério do Trabalho e Emprego, deflagrou nesta sexta-feira (5) a Operação Desilusão. É para combater a submissão de pessoas a condições de trabalho análogas à escravidão. Pelo menos oito vítimas foram identificadas, mas o número pode aumentar, disse a corporação. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Aracaju. “Durante a fase sigilosa da investigação, apurou-se que os suspeitos estariam explorando pessoas socioeconomicamente vulneráveis e submetendo-as a jornadas exaustivas de trabalho, sob a falsa promessa de receberem mais de um salário mínimo por semana. Em razão da remuneração variável, dependente da produção, as vítimas permaneciam mais de 10 horas por dia na rua, tentando vender produtos, muitas vezes tendo que trabalhar mesmo doentes”, informou a Polícia Federal. Sem direitos trabalhistas Não havia contrato formal entre os investigados e as vítimas, o que significava, na prática, a ausência de direitos trabalhistas como pagamento de 13º salário, férias e recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). “O salário pago era inferior ao mínimo legal, prejudicando a subsistência das vítimas, especialmente em relação à alimentação”, completou a Polícia Federal. Os crimes investigados são de redução de pessoas a condições de trabalho análogas à escravidão. “A atuação do MPT e do Ministério do Trabalho e Emprego busca também fazer com que os exploradores paguem as verbas trabalhistas devidas às vítimas”, concluiu a PF. Edição: Kleber Sampaio Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Conheça os elementos tornam o café torrado impróprio para consumo

Novo padrão de qualidade vale a partir deste mês Apesar de ocupar a posição de maior produtor mundial de café, até maio de 2022, o Brasil não contava com um ferramenta legal para controle oficial da qualidade do café torrado. Os consumidores tinham de se basear na qualidade expressa na embalagem ou mesmo na fidelidade a uma marca específica. Por meio da Portaria nº 570, foi estabelecido um padrão oficial de classificação do produto, com requisitos de identidade e qualidade, amostragem, modo de apresentação e marcação ou rotulagem. A normativa entrou em vigor em janeiro de 2023, definindo como café torrado o produto submetido a tratamento térmico adequado até atingir o ponto de torra desejado, podendo se apresentar em grãos ou moído. A responsabilidade pela venda do produto adulterado passou a ser compartilhada entre os produtores de café e o varejo – até então, não havia um dispositivo de corresponsabilidade. A expectativa é que, na prática, a medida passasse a coibir a venda de produtos irregulares, além de elevar o padrão de qualidade do café. O chamado Padrão Oficial de Classificação do Café Torrado passou a permitir que o órgão fiscalizador possa verificar e controlar a qualidade, as condições higiênico-sanitárias e a identidade de produtos oferecidos aos consumidores. As torrefações, por exemplo, devem ser registradas no Ministério da Agricultura e Pecuária por meio do Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro). A indústria, entretanto, ainda teria um ano e meio para se adequar às regras. O prazo findou em junho deste ano. A partir deste mês, o novo padrão para café torrado passa oficialmente a valer. Esta semana, o Ministério da Agricultura e Pecuária divulgou uma lista com 19 marcas de café torrado consideradas impróprias para consumo humano após a constatação de impurezas ou elementos estranhos acima dos limites permitidos pela legislação. Os produtos devem ser recolhidos pelas empresas responsáveis. A ação está respaldada pelo Decreto 6.268/2007, que prevê o recolhimento em casos de risco à saúde pública, adulteração, fraude ou falsificação de produtos. Entenda De acordo com a nova legislação, será desclassificado e considerado impróprio para consumo humano, com a comercialização proibida, o café torrado que apresentar uma ou mais das situações indicadas a seguir: – mau estado de conservação, incluindo aspecto generalizado de deterioração, presença de insetos ou detritos acima do permitido em legislação específica; – odor estranho, impróprio ao produto, que inviabilize a sua utilização para o uso proposto; – teor superior a 1% de matérias estranhas (corpos ou detritos de qualquer natureza, estranhos ao produto, tais como grãos ou sementes de outras espécies vegetais, areia, pedras, torrões e demais sujidades) e impurezas (elementos extrínsecos tais como cascas, paus e outros detritos provenientes do próprio cafeeiro); – elementos estranhos (matérias estranhas ou impurezas indicativas de fraude, tais como, grãos ou sementes de outros gêneros, corantes, açúcar, caramelo e borra de café solúvel ou de infusão). A normativa estabelece que a película prateada desprendida durante a torra do café em grão não é considerada impureza. Parâmetros complementares de qualidade do café torrado definem que o extrato aquoso (quantidade de substâncias capazes de se solubilizarem em água fervente) deve ser de, no mínimo, 20%. Além disso, o teor de cafeína em cafés descritos como descafeinados não pode ultrapassar 0,1%. Já nos cafés descritos como não descafeinados, o teor de cafeína deve ser de, no mínimo, 0,5%. Em relação à classificação do produto, que passa a ser obrigatória, as empresas têm as opções de terceirizar o processo, contratando uma empresa já credenciada no ministério, ou implantar seus próprios processos, com classificadores e laboratórios internos. Neste caso, será necessário apresentar um manual de boas práticas à pasta. Se aprovado, as indústrias poderão classificar na frequência e maneira que acharem mais conveniente dentro de seu fluxo produtivo. Ainda de acordo com a portaria, para pessoas físicas ou jurídicas, incluindo o microempreendedor individual, que processem ou embalem café e realizem a venda direta ao consumidor final, efetuada no próprio estabelecimento de elaboração ou produção, em feiras livres, por meio de comércio eletrônico ou para cafeterias, fica facultada a apresentação do documento de classificação, desde que assegurada a conformidade, identidade e qualidade do produto. Edição: Graça Adjuto Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil – Brasília

RS: mais 5.621 famílias recebem Auxílio Reconstrução nesta sexta-feira

Prazo final para cadastramento termina no dia 12 de julho Mais 5.621 famílias desabrigadas ou desalojadas por enchentes do Rio Grande do Sul recebem, nesta sexta-feira (5), a parcela única do Auxílio Reconstrução para ajudar na recuperação de bens perdidos. Desde a criação do benefício, em maio – Medida Provisória nº 1.219 – mais de 255,8 mil famílias receberam o benefício, o que equivale ao depósito total de R$ 1,3 bilhão em contas bancárias dos beneficiários na Caixa Econômica Federal (CEF). Ao todo, 274,7 mil famílias de 117 municípios gaúchos em situação de calamidade pública, reconhecida pelo governo federal devido às fortes chuvas, foram habilitadas no programa. Deste total, cerca de 22 mil famílias ainda precisam confirmar as informações inseridas pela prefeitura no site para receber o valor de R$ 5.100. O socorro pode ser usado da maneira que as vítimas do desastre climático quiserem. Não há critério definido para uso do recurso federal. Prefeituras O cadastramento feito pelas prefeituras é o primeiro passo para solicitar o benefício somente as afetados pelos temporais, que ficaram desabrigados ou perderam bens. O poder público municipal deve cadastrar pelo site oficial os dados das famílias residentes em áreas efetivamente atingidas pelas enchentes, que abandonaram suas casas, de forma temporária ou definitiva, nos municípios com reconhecimento da situação de calamidade ou emergência, devidamente reconhecido em portaria do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Ao todo, 444 cidades tiveram a situação de emergência ou de estado de calamidade pública reconhecida pelo governo federal e podem solicitar o benefício para as famílias residentes em área efetivamente atingida pelas enchentes. Os moradores do Rio Grande do Sul podem conferir, neste link, se o município onde reside está na lista das cidades aptas a fazer cadastros da população afetada. O prazo final para cadastro de novas famílias para receberem benefício foi prorrogado pelo governo federal e terminará no próximo dia 12. Edição: Maria Claudia Por Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Poupança tem entrada líquida de R$ 12,8 bilhões em junho

Rendimentos creditados nas contas somam R$ 5,4 bilhões, diz BC O saldo da aplicação na caderneta de poupança subiu pela terceira vez no ano, com o registro de mais depósitos do que saques no mês de junho. As entradas superaram as saídas em R$ 12,8 bilhão, de acordo com relatório divulgado nesta sexta-feira (5) pelo Banco Central (BC). No mês passado, foram aplicados R$ 348,1 bilhões, contra saques de R$ 335,3 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 5,4 bilhões. Com isso, o saldo da poupança é R$ 1 trilhão. Em maio de 2024, houve entrada líquida (mais depósitos que saques) de R$ 8,2 bilhões, assim como em março (R$ 1,3 bilhão). Já em janeiro, fevereiro e abril, os resultados foram negativos, com R$ 20,1 bilhões, R$ 3,8 bilhões e R$ 1,1 bilhão a mais de saques da poupança, respectivamente. O resultado positivo do mês de junho passado ainda foi maior que o verificado em junho de 2023, quando os brasileiros depositaram R$ 2,6 bilhões a mais do que retiraram da poupança. Diante do alto endividamento da população, em 2023 a caderneta de poupança teve saída líquida (mais saques que depósitos) de R$ 87,8 bilhões. O resultado foi menor do que o registrado em 2022, quando a fuga líquida foi recorde, de R$ 103,2 bilhões, em um cenário de inflação e endividamento altos. Política de juros Os saques na poupança se dão porque a manutenção da Selic – a taxa básica de juros – em alta estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho. De março de 2021 a agosto de 2022, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em um ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete vezes seguidas. Com o controle dos preços, o BC passou a realizar os cortes na Selic, com sete reduções seguidas. No mês passado, o colegiado interrompeu o corte de juros em razão da alta recente do dólar e do aumento das incertezas econômicas. Hoje, a taxa básica está em 10,5% ao ano. Em 2021, a retirada líquida da poupança chegou a R$ 35,49 bilhões. Já em 2020, a caderneta tinha registrado captação líquida – mais depósitos que saques – recorde de R$ 166,31 bilhões. Contribuíram para o resultado a instabilidade no mercado de títulos públicos no início da pandemia de covid-19 e o pagamento do auxílio emergencial, depositado em contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal. Edição: Maria Claudia Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Vôlei: Zé Roberto convoca seleção feminina para Paris 2024

Prata na última edição dos Jogos, Brasil busca tricampeonato olímpico O técnico José Roberto Guimarães convocou nesta quinta-feira (4) as doze jogadoras para o torneio olímpico do vôlei feminino na Olimpíada de Paris. A relação é composta pelas ponteiras Gabi Guimarães, Julia Bergmann e Ana Cristina, as opostas Rosamaria, Lorenne e Tainara, as centrais Thaísa, Ana Carolina e Diana, as levantadoras Macris e Roberta e a líbero Nyeme. Para esta edição dos Jogos a Federação Internacional de Vôlei (FIVB) autorizou a convocação de uma 13ª jogadora para ser suplente. Essa atleta poderá substituir alguma outra em caso de lesão durante o torneio. A escolhida na seleção feminina foi a líbero Natinha, que viajará para Paris junto com o restante do grupo. A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) ainda não anunciou qual é a programação do Brasil até os Jogos Olímpicos. Das doze convocadas, cinco participarão da primeira Olimpíada da carreira. Outras seis são remanescentes do time que conquistou a medalha de prata nos Jogos de Tóquio, em 2021. Bicampeã olímpica, a central Thaísa, de 36 anos, é a mais experiente do grupo e participará da quarta Olimpíada da carreira. A seleção brasileira é cabeça de chave do Grupo B, que também conta com Polônia, Japão e Quênia. A estreia do Brasil na Olimpíada será contra as quenianas, no dia 29 de julho, às 8h (horário de Brasília). O duelo contra o Japão será em 1º de agosto, também às 8h. E as brasileiras fecham a primeira fase contra a Polônia no dia 4 de agosto às 16h. Atual líder do ranking mundial, o Brasil vai em busca do tricampeonato olímpico. Foi ouro em 2008 (Pequim) e em 2012 (Londres). A seleção tem outras três medalhas nos Jogos: bronze em Atlanta (1996) e em Sidney (2000), além de uma prata em Tóquio (2021). Edição: Fábio Lisboa Por Agência Brasil – Rio de Janeiro