Importação de veículos elétricos provoca queda na balança comercial

Resultado representa saldo 33,4% menor em relação a junho de 2023 Puxado pela queda no preço da soja e do milho e pelo aumento na importação de veículos elétricos, o superávit da balança comercial caiu em junho. No mês passado, o país exportou US$ 6,711 bilhões a mais do que importou, divulgou nesta quinta-feira (4) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado representa queda de 33,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, mas é o quarto melhor para meses de junho, só perdendo para o recorde de junho de 2021, de US$ 10,414 bilhões; de 2023, de US$ 10,077 bilhões, e de 2022, de US$ 8,89 bilhões. Segundo o diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Herlon Brandão, o aumento da importação de carros elétricos indica uma antecipação de compras para formar estoques e escapar da elevação do Imposto de Importação sobre esses veículos. “Tem demanda para esses veículos híbridos e elétricos. E tem a questão do aumento da tarifa de importação. Como em julho teve aumento, é esperado que os importadores antecipem suas operações para pagar tarifas menores”, explicou. Seguindo um cronograma estabelecido em novembro do ano passado, as tarifas para carros elétricos subiram de 12% para 25% em julho. A balança comercial acumula superávit de US$ 42,31 bilhões no primeiro semestre deste ano, com queda de 5,2% em relação aos mesmos meses do ano passado. Esse é o segundo maior resultado para o período desde o início da série histórica, em 1989, só perdendo para 2023, que registrou US$ 44,617 bilhões. Em relação ao resultado mensal, as exportações subiram levemente, enquanto as importações cresceram mais, impulsionada por veículos elétricos. Em junho, o Brasil vendeu US$ 29,044 bilhões para o exterior, alta de 1,4% em relação ao mesmo mês de 2023. As compras do exterior somaram US$ 22,333 bilhões, alta de 3,9%. Do lado das exportações, a queda no preço internacional da soja, do aço e das carnes foram os principais fatores que impediram o maior crescimento das vendas. As vendas de alguns produtos, como petróleo bruto, minério de ferro, algodão e café, subiram no mês passado, compensando a diminuição de preço dos demais produtos. Do lado das importações, as aquisições de fertilizantes, de petróleo e derivados, de aeronaves e de carros elétricos subiram, enquanto as compras de carvão e de válvulas e turbos termiônicos caíram. Após baterem recorde em 2022, após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, as commodities recuam desde a metade de 2023. A principal exceção é o minério de ferro, cuja cotação vem reagindo por causa dos estímulos econômicos da China, a principal compradora do produto. No mês passado, o volume de mercadorias exportadas subiu 2%, puxado pela alta nas vendas de café, de combustíveis e de petróleo bruto, enquanto os preços caíram 2,2% em média na comparação com o mesmo mês do ano passado. Nas importações, a quantidade comprada subiu 22,3%, mas os preços médios recuaram 6,7%. Setores No setor agropecuário, a queda de preços pesou mais nas exportações. O volume de mercadorias embarcadas subiu 5,9% em junho na comparação com o mesmo mês de 2023, enquanto o preço médio caiu 10,2%. Na indústria de transformação, a quantidade caiu 4%, com o preço médio recuando 0,3%. Na indústria extrativa, que engloba a exportação de minérios e de petróleo, a quantidade exportada subiu 12,5%, enquanto os preços médios subiram 3,6%. Estimativa Apesar da queda no superávit em junho, o governo revisou para cima a projeção de superávit comercial para 2024. A estimativa subiu de US$ 73,5 bilhões para US$ 79,2 bilhões, queda de 19,9% em relação a 2023. Na previsão anterior, a queda estava estimada em 25,7%. A próxima projeção será divulgada em outubro. Segundo o MDIC, as exportações subirão 1,7% este ano na comparação com 2023, encerrando o ano em US$ 345,4 bilhões. As importações subirão 10,6% e fecharão o ano em US$ 266,2 bilhões. As compras do exterior deverão subir por causa da recuperação da economia, que aumenta o consumo, num cenário de preços internacionais menos voláteis do que no início do conflito entre Rússia e Ucrânia. As previsões estão mais pessimistas que as do mercado financeiro. O boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit de US$ 81,55 bilhões neste ano. Edição: Fernando Fraga Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Falta de saneamento afeta 75% dos que ganham até um salário mínimo

Fornecimento do serviço passa de 90% para quem tem renda mais elevada A Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon-Sindcon) divulgou, nesta quinta-feira (4), um levantamento que mostra que os mais pobres são os mais afetados pela falta de saneamento básico no país. Segundo o Panorama da Participação Privada no Saneamento, 75,3% das pessoas que não estão conectadas à rede de água vivem com até um salário mínimo. O levantamento mostra que 74,5% das pessoas que não estão conectadas à rede de coleta de esgoto também têm rendimento mensal abaixo de um salário mínimo. Tanto a coleta de esgoto quanto o fornecimento de água atingem níveis superiores a 90% para as pessoas que recebem mais de cinco salários mínimos. Já a universalização do saneamento no país é prevista para 2033, segundo o marco legal do setor. “Após quatro anos em vigor, o Marco Legal do Saneamento já conseguiu incrementar investimentos e promover avanços importantes, mas ainda temos grandes desafios pela frente até a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033. O saneamento precisa ser considerado uma prioridade nacional, inclusive no âmbito da reforma tributária”, disse a diretora executiva da Abcon Sindcon, Christianne Dias. Edição: Nádia Franco Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil – São Paulo
Força Nacional reforça equipe de combate a incêndios no Pantanal

Fogo já queimou 520 mil hectares no bioma do Mato Grosso As frentes de combate aos incêndios no Pantanal foram reforçadas, com a chegada de mais uma equipe da Força Nacional a Corumbá, no Mato Grosso do Sul. O efetivo se juntará às equipes locais, que atuarão também em 13 bases avançadas espalhadas pelo bioma. “As equipes do Rio Grande do Sul, formadas por 42 integrantes, chegaram na tarde desta sexta-feira (29) e se juntaram aos outros integrantes que estavam na região pantaneira desde quinta-feira (28), vindos do Distrito Federal e do Tocantins”, informou o governo do Mato Grosso do Sul. Ao todo, 82 homens e mulheres da Força Nacional estão em Corumbá. A expectativa é de que, com o reforço, se consiga reduzir o tempo de resposta no combate aos incêndios florestais. Iniciada em abril, as frentes de ações já mobilizaram mais de 400 bombeiros militares de Mato Grosso do Sul. Todos orientados pelo Sistema de Controle de Incidentes, com sede em Campo Grande. O fogo já queimou 520 mil hectares no Pantanal do Mato Grosso do Sul este ano, segundo dados divulgados pelo governo estadual. Ação humana Durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, mais conhecido como Conselhão, no Palácio do Planalto nesta semana, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, disse que 85% dos incêndios observados no bioma ocorrem em terras privadas, de forma não natural, ou seja, derivado de ação humana. “Neste momento, não temos incêndio em função de ignição natural”, disse a ministra ao afirmar que o município de Corumbá responde atualmente por metade dos incêndios em Mato Grosso do Sul”. “Os municípios que mais desmatam são os que mais têm incêndio”, ressaltou. Para a ministra, neste ano, a situação foi agravada pelos efeitos da mudança do clima causada por ações humanas. “Nós estamos vivendo um momento muito particular de nossa trajetória neste planeta. Tivemos no ano de 2023 um dos anos mais intensos em termos de eventos climáticos extremos, com os problemas das ondas de calor, de seca, de enchentes extremas. Isso é um sinal inequívoco de que a mudança do clima já é uma realidade”, disse. Edição: Sabrina Craide Por Agência Brasil – Brasília
Leis de proteção às crianças enfrentam cultura de violência no país

Neste ano já foram feitas mais de 129 mil denúncias de violações O contorno com a família em mãos dadas, o balão colorido com as crianças, e o cata-vento. Nas paredes e muros na região administrativa do Cruzeiro (DF), a conselheira tutelar Viviane Dourado, de 49 anos, resolveu traduzir ideais com tintas e pincel. Ela, que é designer e educadora social, entende que a arte pode ser estratégia para aproximação com famílias para combater a violência contra a infância. Viviane lembra dos tempos de criança, quando recebeu castigos, com beliscões e tapas desnecessários. São as tintas também do passado que a inspiraram a ser mãe solo, educadora e profissional na luta contra essa conduta. Nos tempos da infância de Viviane não existia legislação como as de hoje. Aliás, no último dia 26, a Lei Menino Bernardo, também conhecida como “Lei da Palmada” (Lei 13.010/2014), completou uma década. Esse regramento, em complementação ao Estatuto da Criança e do Adolescente, garante o direito a uma educação sem o uso de castigos físicos ou de tratamento cruel. A lei foi batizada assim para lembrar a morte do menino Bernardo Boldrini, de 11 anos, que foi vítima de agressões e morto pela madrasta e pelo pai, em Três Passos (RS), em abril de 2014. Brasília (DF), 28.06.2024. – Conselheira tutelar Viviane Dourado. Foto: Viviane Dourado/Arquivo Pessoal Dor em casa Para a promotora de Justiça Renata Rivitti, do Ministério Público de São Paulo, a lei é um marco para o Brasil, um país em que ainda existe, de forma arraigada, uma percepção distorcida de que a educação precisa ser rígida. “Há ainda uma romantização e uma crença real de que educar com violência é legítimo e seria para o bem da criança ou adolescente”. Ela explica que a lei reafirma a ilicitude e a ilegalidade do castigo físico. A promotora,que é da coordenação do Centro de Apoio da Infância do MP, avalia que, de fato, existe esse problema cultural. “Dentro de casa, há uma legitimação da violência”. Seja como uma forma deturpada de educar ou de corrigir. “Existe uma carga histórica e cultural do nosso país”. De acordo com informações disponíveis no Painel de Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (via Disque 100), houve, no país, neste ano até o último dia 23 de junho, 129.287 denúncias de algum atentado à integridade contra crianças e adolescentes. O mesmo painel apresenta que, desse total, 81.395 casos (62%) foram dentro de casa (onde moram a criança vítima e a pessoa suspeita). O painel disponibilizado pelo ministério dos Direitos Humanos considera que essa violência à integridade compreende violações físicas, de negligência e psíquica. Quem denuncia, em geral, são terceiros. No entanto, chama atenção que 8.852 crianças conseguiram pedir ajuda diante da violência que sofriam. Distorção A pesquisadora em direitos da infância e em ciências sociais Águeda Barreto, que atua na ONG ChildFund Brasil, considera que a lei Menino Bernardo tem um caráter pedagógico e preventivo. “Precisamos celebrar os 10 anos de efetivação dessa lei, mas a gente ainda precisa avançar muito, especialmente culturalmente. A gente vive numa sociedade que ainda educa as crianças através de violência”, lamenta. A pesquisadora recorda que, em 2019, a entidade fez levantamento com crianças brasileiras e contabilizou que 67% delas não se consideravam suficientemente protegidas contra a violência. A pesquisa Small Voices, Big Dreams (Pequenas vozes, grandes sonhos) para o Brasil mostrou, além disso, que 90% das crianças rejeitam o castigo físico como forma de educação. Águeda Barreto, que também escreveu dissertação de mestrado sobre o tema, identificou que os castigos físicos são a forma com que as crianças mais reconhecem a violência. “Muitas delas não tinham tanta clareza sobre uma violência psicológica”. A pesquisa nacional da Situação de Violência contra as crianças no ambiente doméstico, realizada pela ChildFund, concluiu, no ano passado, que no Brasil existe uma fragilidade em relação à implementação de leis que respaldam a intolerância à violência contra crianças. A ONG argumentou que a garantia de direitos preconizada no ECA ainda chega lentamente na vida real, a exemplo da Lei Menino Bernardo). “A efetivação de ações se dará a partir do momento em que o governo federal, estados e municípios atuem de forma integrada na elaboração de políticas que previnam e coíbam práticas nocivas e que a implementação aconteça com serviços operantes, monitoramento e repressão a agressores em todos os municípios do país”, argumenta o relatório da entidade. Entre as legislações que Águeda Barreto considera avançadas estão a Lei Henry Borel, aprovada após a morte do menino no Rio de Janeiro, em 2022, e também a 14.826, que define a “parentalidade positiva e o direito ao brincar” para prevenção à violência contra crianças. A promotora Renata Rivitti acrescenta ainda o valor da Lei 13.431, de 2017, que garantiu maior proteção às crianças. “A legislação determina o olhar integrado, da atenção integral, de justiça, segurança pública, saúde, conselho escolar, assistência social, educação, todo mundo trabalhando junto para prevenir, para enfrentar essa violência”. Águeda Barreto explica que a legislação coloca como dever do Estado, da família e da sociedade, fazer a promoção de educação baseada no respeito. Para ela, são legislações que se mostraram como evoluções a partir da Lei do Menino Bernardo e do Estatuto da Criança e do Adolescente, de 1990, uma das primeiras legislações mundiais sobre o tema. Para sair do papel Foi uma novidade considerar a criança como um sujeito de direitos, mas o desafio ainda é grande. “A gente tem percebido que a educação violenta de crianças é muito naturalizada no contexto brasileiro. Há uma cultura que nós vivemos no Brasil que a gente chama de adultocêntrica. Muitas vezes, as crianças são empurradas como uma posse do adulto”, avalia a pesquisadora. A promotora Renata Rivitti avalia que é preciso mais pressão da sociedade para que as leis saiam do papel e funcionem no dia a dia. “A gente tem, desde 1988, legislação de primeiríssimo mundo. A nossa obrigação como poder público, como família e como sociedade é a de combater essa violência. O principal gargalo está em conseguirmos garantir a implementação dessa legislação
Subestação da Equatorial explode em Goiânia

O Corpo de Bombeiros foi acionado e enviou cinco viaturas ao local para o combate ao fogo Uma subestação da Equatorial explodiu na manhã deste sábado (29/6) nas proximidades do Clube do Mané, no Residencial Flórida, em Goiânia. O Corpo de Bombeiros foi acionado e enviou cinco viaturas ao local para o combate ao fogo. Por meio de nota a Equatorial Goiás informou que está encaminhando uma equipe até a subestação para apurar sobre o ocorrido e normalizar qualquer cliente que eventualmente que ainda não tenha sido reestabelecido.
Jovem é presa por furtar R$ 179 mil do avô para gastar no Jogo do Tigrinho

A jovem realizou 59 movimentações bancárias com o cartão do avô, que tem 83 anos (FOLHAPRESS) Uma jovem de 22 anos foi presa por suspeita de furtar R$ 179 mil do avô para gastar com o Jogo do Tigrinho, nesta quinta-feira (27), em Jussara (PR). A jovem realizou 59 movimentações bancárias com o cartão do avô, que tem 83 anos. A suspeita efetuou diversos saques e transferências bancárias por possuir os dados da conta do idoso, segundo informações da Polícia Civil do Paraná. Movimentações financeiras foram realizadas entre setembro e outubro de 2023, de acordo com o delegado Gabriel Stecca. “Ela relatou que não sabia como esse dinheiro tinha sido creditado na sua conta e gasto nesse jogo online. Nós comprovamos a falsidade dessas alegações”, afirmou Stecca. A mulher responderá pelo crime de furto qualificado mediante fraude e abuso de confiança. Ela foi encaminhada à cadeia pública de Jussara e está à disposição da Justiça. Como não teve o nome revelado, não foi possível localizar sua defesa. O espaço segue aberto para manifestação. Jogo do Tigrinho está sob investigação no Brasil por ser um cassino online disfarçado, prática ilegal no Brasil. Diversos influenciadores digitais têm sido alvos de operações policiais por suspeitas de golpes ao indicarem o jogo aos seus seguidores com a promessa de ganhar dinheiro fácil.
Leandro Vilela diz que vai ampliar parceria entre Aparecida e o governo Caiado

Pré-candidato a prefeito com apoio do governador defende diálogo com todas as forças políticas O ex-deputado e pré-candidato a prefeito de Aparecida de Goiânia, Leandro Vilela (MDB), defende que as parcerias administrativas entre o município e o governo de goiás podem ser ampliadas a partir do ano que vem. Segundo ele, vasta que o prefeito eleito tenha bom relacionamento com o estado, bons projetos e esteja aberto ao diálogo. Leandro tem o apoio do governador Ronaldo Caiado e do vice-governador Daniel Vilela. É também sobrinho do ex-prefeito Maguito Vilela, de quem ele afirma ter herdado o interesse e a vocação para buscar o diálogo. “Sou um homem conciliador, da paz, do bem. Eu não tento comprar consciências. Eu converso para que a gente encontre convergência daquilo que buscamos. Não podemos deixar nossa cidade retroceder”, afirma o pré-candidato. “Não vou envergonhar o legado de Maguito depois de tanto que ele fez por Aparecida. Não sou eu sou sozinho. É com o quem for o vice, com a sociedade, com os deputados e com o governador Ronaldo Caiado”, explica ele. “Precisamos universalizar o acesso a água, avançar nos polos industriais, polos regionais. Caiado fez o compromisso e tirou o semiaberto de Aparecida, permitindo que novas indústrias pudessem se instalar na cidade. Trouxemos a UFG e o IFG para cidade no governo Maguito, então precisamos avançar em outras pautas importantes não só para Aparecida, como para toda região metropolitana de Goiânia”, completa. Leandro foi deputado federal por três mandatos, entre 2003 e 2015. Desde então, estava afastado da política para cuidar de assuntos pessoais.
GO: condenados por tráfico e estupro violam semiaberto pela 15ª vez e são presos

Os dois presos foram encontrados em uma festa agropecuária de Goianésia Dois homens foram presos pela Polícia Civil de Goiás nesta sexta-feira (28/6), na cidade de Goianésia, após violarem o regime semiaberto. Com isso, eles regrediram para o regime fechado. Um dos homens foi condenado a 12 anos e 11 meses por tráfico de drogas e furto. Essa ação de sexta-feira foi a 15ª violação de regime semiaberto dele. O homem, inclusive, foi para uma Pecuária no momento em que deveria estar em casa. Por estar nesse mesmo evento, o outro rapaz também teve seu regime semiaberto alterado para o fechado. Ele foi condenado a 11 anos e 8 meses por crime de abuso sexual. Os dois estão na Unidade Prisional de Goianésia à disposição da justiça.
Conheça a Serra da Mantiqueira (MG), opção econômica para goianos que buscam boa gastronomia e clima frio

Temporada de Inverno em Minas acontece no mês de julho A região do Cerrado brasileiro enfrenta calor na maior parte do ano. Desse modo, é comum que os goianos procurem destinos mais frescos e até frios para as férias. Assim, o Mais Goiás esteve na região da Serra da Mantiqueira, em Minas Gerais, e preparou um roteiro especial como sugestão de viagem para o mês de julho, quando se inicia a temporada oficial de inverno no estado. O destaque vai para as baixas temperaturas, muitas vezes abaixo de zero grau, nas cidades de Extrema, Gonçalves e Monte Verde. Os municípios contam com forte campanha turística para o mês de julho, oferecendo atividades culturais durante todo o período, além da tradicional gastronomia mineira, queijos e vinhos. Para as sugestões do Mais Goiás, são necessários ao menos seis dias de hospedagem, sendo dois por cidade, para apreciar o que os municípios têm de melhor. O percurso pode ser feito de carro a partir dos aeroportos de São Paulo, ou de forma direta com saída das cidades de Goiás. Confira as sugestões do Mais Goiás para a sua viagem à Serra da Mantiqueira em Minas Gerais: EXTREMA (MG) O clima de montanha e as paisagens naturais atraem visitantes para a cidade de Extrema todos os anos, especialmente aqueles apaixonados pela conservação ambiental e atividades ao ar livre. O município reúne cachoeiras, nascentes, rios, montanhas, vales e parques que oferecem aventuras e contato direto com a fauna e flora local. A cidade também dispõe de comida caseira feita no fogão à lenha e uma cervejaria artesanal com diversas opções de bebidas. Além disso, Extrema oferece inúmeras possibilidades aos amantes dos esportes radicais em meio à natureza. Veja o que fazer: Parque Municipal Cachoeira do Salto: Um parque com trilhas, áreas para piquenique e, claro, a impressionante Cachoeira do Salto. Ótimo para relaxar e desfrutar da natureza. Pico do Lobo Guará: Ideal para quem gosta de aventuras e trilhas. A vista panorâmica do topo é indispensável e vale todo o esforço da subida. Pedra das Flores: Uma trilha mais leve, mas igualmente recompensadora. Durante a caminhada é possível observar a rica flora local, com muitas flores silvestres. Circuito das Águas: Um passeio que inclui várias cachoeiras e rios, perfeito para os amantes de água e natureza. Algumas das cachoeiras mais visitadas são a Cachoeira do Salto e a Cachoeira dos Pretos. Santuário de Santa Rita de Cássia: Um importante ponto de peregrinação e devoção religiosa. Inaugurado em 2006, o santuário se destaca pela sua arquitetura imponente e pela bela vista panorâmica da região circundante. Rampa de Voo Livre: Quem gosta de esportes radicais, o voo livre é uma ótima opção. A rampa oferece uma vista deslumbrante e é um dos pontos mais procurados pelos praticantes de parapente. Praças Centrais: As charmosas praças centrais de Extrema reúnem muito charme, além de receberem manifestações religiosas, eventos festivos, feiras e mais. Parque do Jaguari: O Parque do Jaguari é conhecido por sua rica biodiversidade, com uma variedade de flora e fauna típicas da Mata Atlântica. É um ótimo lugar para observação de aves e outros animais silvestres. Além disso, o local oferece trilhas e áreas de lazer. Entre as principais atrações do parque estão as cachoeiras, que proporcionam um ambiente relaxante. Cervejaria Extremosa: A Extremosa oferece uma ampla variedade de estilos de cerveja, incluindo IPAs, stouts, lagers, pale ales e muitas outras. O local dispõe ainda de diversos pratos e petiscos para acompanhar a bebida. Cicloturismo Circuito Serras Verdes (Rota Verde): As rotas passam por paisagens deslumbrantes, com serras, vales, rios e cachoeiras, proporcionando vistas panorâmicas e um contato direto com a natureza. O circuito é oferecido desde iniciantes até os mais experientes, com variação no grau de dificuldade. GONÇALVES (MG) Fundada no século XIX, Gonçalves preserva até hoje seu patrimônio histórico e cultural. Composta por construções coloniais e tradições regionais, o município está entre os dez destinos mais acolhedores do Brasil. A cidade também oferece contato direto com a natureza, clima frio e hospedagens românticas com lareiras, hidromassagem e vistas de tirar o fôlego. Gonçalves é famosa pela sua gastronomia, com destaque para a culinária mineira, queijos artesanais e cafés especiais. A cidade da Serra da Mantiqueira também possui uma rica cena artística, com ateliês de artistas locais e feiras de artesanato. Veja o que fazer: Cachoeira dos Henriques: Uma das mais famosas da região, com acesso por trilha leve, ideal para quem quer relaxar e curtir um ambiente natural. Pedra Chanfrada: Trilha com vista panorâmica incrível da Serra da Mantiqueira, ótima para observação de aves e paisagens. Mirante do Cruzeiro: Oferece uma vista espetacular da cidade e das montanhas ao redor, especialmente belo ao pôr do sol. Visita aos ateliês de arte: Gonçalves é conhecida por sua comunidade artística, com diversos ateliês de artistas locais. Cervejaria artesanal: Algumas cervejarias locais oferecem visitas guiadas e degustações de cervejas artesanais produzidas na região. Observação de estrelas: Devido ao clima frio e à baixa luminosidade, Gonçalves é um ótimo lugar para observar o céu noturno, inclusive as estrelas. MONTE VERDE (MG) Situada na região de Camanducaia, Monte Verde é um dos destinos mais procurados do Brasil para quem busca baixas temperaturas durante o inverno. No município, também é possível curtir momentos românticos com um cenário admirável, boa gastronomia e clima favoráveis à ocasião. Inspirada na Letônia, a cidade dispõe de uma arquitetura admirável, diversas lojas, bares, restaurantes, chocolaterias e atrações radicais. Veja o que fazer: Pico do Selado: Oferece uma das vistas panorâmicas mais espetaculares da região, acessível por trilha e ideal para observação do pôr do sol. Pedra Redonda: Outro mirante famoso, com uma trilha tranquila que leva a uma vista incrível das montanhas e da cidade. Fazenda Radical: Uma grandiosa área de reflorestamento de eucaliptos se transforma em um belo cenário para descer em duas tirolesas, sendo elas de 500 metros e 700 metros de altura. O local também dispõe de arvorismo, arco e flecha, escalada, trilhas, passeio de quadriciclo, entre outras atividades. Chapéu do Bispo: Formação rochosa curiosa que lembra um chapéu, com uma trilha leve e vista panorâmica. Fábricas de Chocolate: Monte Verde é conhecida por suas fábricas de chocolate artesanal,
Hospital de Águas Lindas completa primeira quinzena de funcionamento com avaliação positiva dos pacientes

As duas primeiras semanas de funcionamento do Hospital Estadual de Águas Lindas de Goiás (Heal)… As duas primeiras semanas de funcionamento do Hospital Estadual de Águas Lindas de Goiás (Heal) foram motivo de comemoração para os pacientes atendidos na unidade. O Hospital de Águas Lindas foi inaugurado no dia 17 de junho, quando já funcionava e recebia pacientes encaminhados pela Secretaria de Estado de Saúde em sintonia com os municípios, em especial da região do Entorno do Distrito Federal. Marco César Rodrigues da Silva, 38 anos, foi recebido no Heal, oriundo de Luziânia, e está internado na enfermaria. “Quero agradecer muito o tratamento que recebo aqui, desde o pessoal da enfermagem, os médicos e a alimentação que trazem todos os dias. Está tudo muito bom”, destacou. Exames Durante os primeiros 15 dias de funcionamento do HEAL, foram feitas 24 internações. Além das consultas com especialistas, foram executados exames laboratoriais e de imagem, como ultrassonografia, radiografia, endoscopia, além de atendimentos clínicos, como fisioterapia e psicologia. Foram cumpridas 271 consultas ambulatoriais médicas e outras 154 não médicas. São disponibilizados profissionais de diversas especialidades como ginecologia, cirurgia vascular, cardiologia, ortopedia e cirurgia geral. No campo de atendimentos não médicos são destacados profissionais de áreas como psicologia clínica, nutrição, fonoaudiologia, fisioterapia e enfermagem.
