Mega-Sena acumula novamente e prêmio vai a R$ 110 milhões 

Dezenas sorteadas foram 02 – 11 – 25 – 32 – 37 – 57 O concurso 2.742 da Mega-Sena, realizado na noite desta quinta-feira (27), no Espaço da Sorte, em São Paulo, não teve ganhador na faixa principal. Com isso, o prêmio acumulou e vai a R$ 110 milhões no próximo sábado (29). As seis dezenas sorteadas foram: 02 – 11 – 25 – 32 – 37 – 57.  A quina teve 100 apostadores premiados e cada um irá receber R$ 46.113,19. Os 6.897 ganhadores da quadra terão o prêmio de R$ 955,13 cada. Para o próximo concurso da Mega-Sena, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) pelo aplicativo Loterias Caixa e no portal Loterias Caixa. O jogo também pode ser feito nas casas lotéricas de todo o país. A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 5. Edição: Sabrina Craide Por Agência Brasil – Brasília

Helicóptero com empresários de Brasília cai em Goiás

Passageiros eram o sócio da R2 Ricardo Emediato, de 38 anos, e o empresário do DJ Baskar, Lucas Batista Bezerra, 32 anos. Ambos estão bem Um helicóptero que transportava dois empresários de Brasília caiu no município de Água Fria de Goiás nesta quinta-feira (27). De acordo com o portal Metrópoles, os passageiros eram o sócio da R2 Ricardo Emediato, de 38 anos, e o empresário do DJ Baskar, Lucas Batista Bezerra, 32 anos. Os dois foram levados para o Hospital Municipal de Água Fria e estariam bem. A ocorrência foi atendida pelo Corpo de Bombeiros de Goiás. Ainda de acordo com o Metrópoles, o piloto foi resgatado em estado grave. Trata-se de Airton Vargas. Ele está sendo levado para um hospital de Brasília. O helicóptero saiu de Brasília e seguia para a Chapada dos Veadeiros, em Goiás, mas caiu na Lagoa da Jacuba, em Água Fria, a 140 quilômetros do DF.

Safra de pequi da Emater será doada para famílias goianas em 2024

Distribuição vai começar no mês de outubro, época de colheita do fruto A Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e pesquisa Agropecuária (Emater) assinou uma parceria com a Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) para a doação da safra de pequi do ano de 2024. Ela será destinada a famílias em situação de vulnerabilidade social que estejam cadastradas na OVG. Os frutos doados são cultivados em uma Estação Experimental na sede da Emater, em Goiânia. Ao todo, cerca de 1 mil pés de pequi estão plantados no local. A distribuição vai começar no mês de outubro, época de colheita do fruto. A partir da colheita começam a pesagem e o armazenamento dos dados. Os pequis serão destinados ao Banco de Alimentos da OVG e depois serão entregues em todos os 246 municípios goianos. “Sabemos que nem todos têm acesso ao nosso pequi, por isso doamos nossos excedentes para o Banco de Alimentos da OVG, que vai distribuir para as famílias em situação de vulnerabilidade assistidas pela instituição. No ano passado, a produção da Emater bateu recorde e foi possível doar 7,5 toneladas, o que foi um sucesso”, afirma o presidente da Emater, Rafael Gouveia. O presidente ainda afirma que este ano a oficialização da doação foi antecipada para dar oportunidade a mais famílias. “Agora decidimos nos antecipar e já formalizamos essa parceria com o Goiás Social, que é gerido pela primeira-dama Gracinha Caiado. Nosso objetivo é dar a oportunidade de mais goianos terem acesso ao pequi, que é símbolo da nossa culinária” reforçou. No ano passado, 10 toneladas do fruto foram colhidas e, desse total, 7,5 toneladas foram doadas. Para o ano de 2024 a expectativa é de superar esse número com o objetivo de complementar a alimentação da população. Todos esses alimentos são frutos de doações realizadas por concessionárias, permissionárias e pequenos produtores com o objetivo de abastecer os estoques da Emater e evitar o desperdício. Para ter direito ao benefício, a família deve estar cadastrada na OVG. Para isso deve apresentar à Gerência de Benefícios Sociais, a Folha Resumo do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Para mais informações, b basta entrar em contato com a OVG.

Polícia suspeita que condenado por matar advogado dopou colegas de cela para fugir da Casa do Albergado, em Goiânia

Caso seja comprovada a suspeita, ele será indiciado por lesão corporal A Polícia Civil trabalha para coletar provas que confirmem que o advogado Adelúcio Lima de Melo dopou colegas de cela para fugir na madrugada de domingo (23/6), da Casa do Albergado, no Jardim Europa, em Goiânia. Caso seja comprovada a suspeita, ele será indiciado por lesão corporal. Em decorrência de uma prerrogativa da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Adelúclio, que na semana passada havia sido condenado a 27 anos de prisão pelo assassinado, em 31 de fevereiro de 2020, do também advogado Hans Brasiel da Silva Chaves, que tinha 31 anos, foi beneficiado para cumprir a pena na Casa do Albergado. Na madrugada do último domingo, porém, ele escapou pulando o muro, com o apoio de uma cadeira, e de uma mesa, depois de arrombar uma janela da dela onde estava com outros sete presos. Como todos os detentos haviam dormido, e no dia seguinte afirmaram não ter escutado nenhum barulho, a polícia suspeita que Adelúcio pode ter dopado eles. ”Nós já sabemos que ele faz uso de remédio controlado para dormir, e a suspeita é que tenha colocado o medicamento na bebida dos demais presos, para que ninguém o atrapalhasse durante a fuga”, descreveu o delegado Samuel Almeida, titular do Grupo Antissequestro (GAS) da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic). Foram agentes do GAS da Deic quem, junto com policiais penais, conseguiram localizar e prender Adelúcio na tarde de quarta-feira (27.6), em Rio Verde, na região sudoeste de Goiás. No momento em que foi abordado, o advogado estava dentro do carro de um amigo, que acabou preso e autuado por crime de favorecimento. A identidade dele não foi revelada. Transferido para segurança máxima Em decorrência da fuga, e por ter tido seu registro caçado pela OAB Goiás, Adelúcio foi encaminhado, na manhã desta quinta-feira (28/6), para o Núcleo de Custódia, presídio considerado de segurança máxima, localizado no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. A unidade abriga condenados por crimes de grande repercussão, como o ex cartorário Maurício Sampaio, que foi condenado pela morte do radialista Valério Luiz, e o serial killer Thiago Henrique Gomes da Rocha, que matou mais de 30 mulheres em Goiânia. Não conseguimos contato com a defesa do advogado até a publicação desta reportagem.

Operação contra empresa suspeita de fraude foi motivada por auditoria do TJ-GO

Foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão. A polícia também sequestrou veículos e bloqueou bens cujo valor total passa de R$ 14 milhões O Tribunal de Justiça de Goiás informou nesta quinta-feira (27), por meio de nota, que o contrato que tinha com a empresa que foi alvo de uma operação da Polícia Civil hoje já está encerrado há algum tempo e que inclusive já foi feita uma licitação para contratar uma nova empresa, que já está prestando serviço. A operação deflagrada recebeu o nome de Fantoche, e é oriunda de informações que o próprio Tribunal de Justiça repassou à polícia. “A investigação teve início a partir de um pedido do próprio tribunal”, relata a nota. “Após auditoria realizada pelo TJGO, foram constatadas divergências no endereço da sede da empresa que ganhou a licitação, indícios de fraude no quadro societário e inconsistências contábeis. Diante disso, o contrato com a empresa investigada foi rescindido imediatamente após a conclusão do devido processo administrativo e uma nova licitação foi realizada, quando outra empresa passou a prestar o serviço ao TJGO”. “As informações levantadas pela auditoria interna do TJGO foram encaminhadas à Polícia Civil, que instaurou inquérito e deu início à Operação Fantoche. O objetivo é apurar os fatos, identificar os eventuais responsáveis na empresa e responsabilizá-los na forma da lei”, completa o texto. Foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão. A polícia também sequestrou veículos e bloqueou bens cujo valor total passa de R$ 14 milhões. A Justiça autorizou também a quebra do sigilo bancário e fiscal de empresas situadas em Goiânia, Aparecida e Senador Canedo. Foi solicitado ao TJ-GO detalhes sobre a natureza do serviço prestado e as datas de assinatura e rescisão do contrato, mas ainda não teve resposta.

Casal procurado por tráfico em Goiânia é apontado como mandante de execução de pai e filha

Casal atualmente mora em uma comunidade do Rio de Janeiro, onde desfruta da proteção de uma facção criminosa Apontados como chefes do tráfico em algumas regiões de Goiânia, Valter Esteves de Bessa Júnior, e Paolla Bastos Neiva são procurados pela justiça do Mato Grosso por participação em um duplo homicídio, que vitimou pai e filha no início deste ano. Essa semana, a Polícia Civil de Goiás conseguiu bloquear R$ 1,5 milhão em contas e bens do casal. De acordo com a Delegacia Estadual de Repressão aos Narcóticos (Denarc), o casal, que atualmente mora em uma comunidade no Rio de Janeiro, onde estaria sendo protegido por integrantes de uma facção criminosa, movimentou, em 90 dias, R$ 3 milhões. Após as provas apresentadas pela polícia, a justiça decretou o bloqueio de bens e contas de Valter e Paolla. Esta semana, uma camionete, avaliada em R$ 250 mil, e que foi adquirida em dinheiro, pela mãe de Paolla, foi apreendida pela Denarc. Os agentes trabalham agora para identificar imóveis que teriam sido adquiridos pelo casal, com o dinheiro proveniente do tráfico de drogas. Ao apresentar o caso à imprensa, o delegado Rhaniel Almeida, titular da Denarc, destacou que Valter e Paolla, que tem um mandado de prisão aberto em Goiás, também são procurados no Mato Grosso, mas pela prática de um duplo homicídio. O casal seria responsável, segundo investigações conduzidas pela PC do Mato Grosso, pela execução de João Vitor Menezes Soares, que tinha 22 anos, e da filha dele, Zayra Menezes, de apenas dois anos. João Vitor, que morava em Goiânia, e também possuía um mandado de prisão em aberto, por tráfico de drogas, teria sido jurado de morte após ser acusado por Valter de participação no assassinato de um comparsa dele. Desde então, ele se mudou com a família para o Mato Grosso. Os dois autores do duplo homicídio já foram presos, e teriam confirmação a participação de Valter e Paolla na execução. A Denarc decidiu divulgar as identidfades de imagens do casal para que, caso alguém tenha informações sobre o paradeiro deles, ou que saibam de outros crimes, denunciem. A reportagem do MaisGoiás não conseguiu contato com a defesa dos dois procurados, mas o espaço está aberto, caso queiram se pronunciar.

Justiça de Goiás proíbe viaturas da Segurança de circular sem placa

Justiça determinou o prazo de 180 dias para que os veículos desses órgãos sejam adequados às novas exigências Os veículos das Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, Diretoria-Geral de Polícia Penal e outros órgãos do sistema de segurança pública agora terão que ter as placas traseiras e dianteiras visíveis e afixadas. Atendendo a um pedido do Ministério Público de Goiás (MPGO), a Justiça determinou o prazo de 180 dias para que os veículos desses órgãos sejam adequados às novas exigências. A sentença, de mérito, estabeleceu uma multa diária de R$ 10 mil, em caso de descumprimento, limitada a um teto de R$ 10 milhões. A ação foi movida em 2022 pela então titular da 78ª Promotoria de Justiça de Goiânia, Villis Marra. Atualmente, o processo é acompanhado pelo promotor Astúlio Gonçalves de Souza. O MPGO argumentou na ação que o emplacamento é uma obrigatoriedade imposta por lei. A partir de 2020, a promotora de Justiça começou a investigar supostas irregularidades no uso dos veículos do sistema de segurança, chegando a recomendar o emplacamento de todos os veículos oficiais da pasta. Como as irregularidades persistiram, a promotora de Justiça tentou firmar um termo de ajustamento de conduta com o órgão, mas não obteve êxito. Assim, foi proposta a ação, agora julgada favorável ao MPGO.

Presa com 200 kg de drogas em Goiânia ostenta vida de luxo nas redes sociais

Prisão aconteceu no setor Recanto do Bosque, em Goiânia. A droga apreendida vale cerca de R$ 500 mil, segundo a polícia A investigação aponta que a jovem realizava entregas quando foi parada durante uma abordagem de rotina. Dentro do carro, agentes encontraram tabletes de drogas, os quais foram retirados de um depósito onde havia uma concentração ainda maior de entorpecentes, revelou a detida. No local, a jovem informou que estava apenas entregando as mercadorias e não revelou como elas chegaram até ali. Policiais também encontraram vestígios de distribuição de outras drogas.

Empresa de alimentos abre mais de 150 vagas de trabalho em Goiânia e Mozarlândia

Todas as vagas são elegíveis para pessoas com deficiência Vagas de trabalho em Goiânia e Mozarlândia: A empresa JBS está com mais de 150 vagas de emprego abertas nas unidades de Goiânia e de Mozarlândia. Ao todo são 156 vagas que contemplam pessoas com idade a partir de 18 anos e nem todas as posições exigem experiência prévia. Em Goiânia, são 30 vagas para operador de produção na área de desossa, 20 para operador de produção, 5 para operador de armazenagem e expedição, 20 para jovens aprendizes (18 a 22 anos), 10 para faqueiro de abate (necessário experiência na função) e 1 vaga para monitor de produção (necessária experiência). Os interessados devem enviar o currículo para o e-mail: vagas.gyn@friboi.com.br, para o WhatsApp 62 3272-1379 ou comparecer na sede da empresa, no setor Chácaras Mansões Rosas de Ouro. Em Mozarlândia, estão abertas 60 vagas para operador de produção, 5 vagas para operador de armazenagem e expedição, 2 vagas para mecânico industrial, 2 vagas para eletricista industrial e 1 vaga para operador de sala de máquinas. Podem se inscrever pessoas com idade a partir de 18 anos e não há necessidade de comprovação de experiência nas funções. Os interessados devem enviar o currículo para o e-mail recrutamento.mzl@friboi.com.br até o dia 5 de julho. Entre os benefícios oferecidos aos colaboradores, estão: restaurante na unidade, transporte municipal e intermunicipal, seguro de vida, cartão alimentação, telemedicina, entre outros. Além disso, todas as vagas são elegíveis para pessoas com deficiência.

Câmara aprova projeto que cria cadastro nacional de servidores demitidos; entenda o motivo

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria o Cadastro Nacional de Servidores… A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria o Cadastro Nacional de Servidores Demitidos (CNSD) no âmbito de todas as administrações públicas de todos os poderes. A intenção é reunir, em uma única ferramenta, a consulta sobre impedimentos legais para o exercício de cargo ou função pública. A proposta será enviada ao Senado. O texto foi aprovado em plenário nesta quarta-feira (26). O CNSD terá as seguintes informações sobre os servidores ou empregados públicos expulsos, após o trânsito em julgado da decisão administrativa ou judicial, respeitada a independência das instâncias: AtualizaçãoOs órgãos e entidades de todas as esferas de Poder (Executivo, Legislativo e Judiciário) de todos os níveis de governo (federal, estadual, distrital e municipal) deverão abastecer e manter atualizado o cadastro nacional com esses dados. A responsabilidade do registro será da autoridade pública que aplicou a penalidade ao ex-servidor. Esse registro deve ser feito em até cinco dias corridos após a imposição da medida. Já a inserção dos dados de ex-servidores ou ex-empregados públicos que estejam submetidos a algum impedimento de retorno ao serviço público deverá ser feito no prazo máximo de 30 dias, contados da regulamentação da futura lei. É o caso, por exemplo, de impedimentos causados pela Lei de Ficha Limpa, que podem ser mais longos que a penalidade administrativa ou penal. ConsultaO substitutivo de Airton Faleiro determina que os responsáveis pela posse de servidores ou pela contratação de empregados públicos serão obrigados a consultar o cadastro antes de efetivar a posse ou contratação. Depois de oito anos do início do cumprimento da penalidade pelo ex-servidor, seu registro no cadastro deverá ser excluído. “O cadastro deve ser harmonizado com outros princípios constitucionais conformadores do devido processo legal, entre eles, a presunção de inocência e a vedação de penas de caráter perpétuo”, explicou Faleiro. Os servidores que não cumprirem as determinações da futura lei estarão sujeitos a processo administrativo disciplinar, respeitadas as competências de cada ente federativo. O Poder Executivo regulamentará a lei em 180 dias após sua publicação.