Homem é preso em Rio Verde após agredir criança e ameaçá-la para não contar aos pais

PUBLICADO EM 07/10/25 Suspeito, que usava tornozeleira eletrônica, era vizinho do menino de 10 anos e ainda limpou os ferimentos para os pais não descobrirem Um homem, que não teve a identificação divulgada, foi preso suspeito de agredir uma criança de 10 anos e fazer ameaças para que ela não contasse o ocorrido aos pais. O caso aconteceu no domingo (05), em uma praça de Rio Verde, na região Sudoeste de Goiás. O suspeito, que usava tornozeleira eletrônica e tinha passagens pela polícia, era vizinho da vítima. Mesmo intimidado, o menino contou tudo aos pais, que registraram um boletim de ocorrência. O suspeito foi localizado, preso em flagrante e encaminhado para a Casa de Prisão Provisória de Rio Verde. Ele permanece preso à disposição do Poder Judiciário. Outra agressão contra criança Uma confusão em um bar no setor Bueno, em Goiânia, na noite de sábado (4), resultou na agressão de uma criança por uma mulher, que usou uma cadeira contra o garoto. Um homem, possivelmente pai da vítima, tentou reagir à agressão, gerando uma briga generalizada registrada em vídeo. As motivações do incidente ainda são desconhecidas. O bar afirmou que não vai se manifestar, mas forneceu as imagens à Polícia Civil de Goiás, que investiga o caso.

Caiado dialoga sobre assistência financeira ao ensino superior em Santa Catarina

PUBLICADO EM 07/10/25 O governador Ronaldo Caiado participou de intercâmbio de experiências com foco em programas de assistência financeira para ensino superior e estratégias de inovação em Criciúma (SC), nesta segunda-feira (06/10). Ele esteve na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), onde detalhou o modelo do programa Universitário do Bem (Probem), que já destinou R$ 675 milhões em bolsas estudantis, e conheceu o programa Universidade Gratuita, que vai custear mensalidades para 70 mil estudantes catarinenses até 2026. Caiado foi recebido pela secretária de Estado da Educação de Santa Catarina e reitora licenciada da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta. No encontro, o governador apresentou os investimentos para estruturar o ProBem e expressou que a prioridade é potencializar o futuro dos estudantes. A iniciativa goiana já atendeu 49,3 mil universitários residentes em 239 municípios goianos, com bolsas em 117 cursos de graduação. Para Caiado, um dos pontos diferenciais do modelo catarinense é a proposta comunitária caracterizada pela contrapartida social exigida pela Universidade Gratuita, em que os alunos retribuem com 20 horas de trabalho na sua área de formação para cada mês que estudarem com o apoio do Programa. “Um trabalho maravilhoso, tudo isso podendo ser feito com a iniciativa que congrega o governo e a sociedade”, enalteceu o chefe do Executivo goiano. As Clínicas Integradas nos cursos da área de saúde da Unesc também foram ponto de diálogo. Caiado conheceu as instalações e prospectou a estratégia para a Universidade Estadual de Goiás (UEG). O serviço é integrado à graduação, oferece atendimento a pacientes e reforça o compromisso com a comunidade. “Eles encampam aqui algo que fornece qualificação e oportunidade para o jovem sair, além da parte teórica, com aquilo que foi o que eu sempre debati: o conhecimento de como atuar na sua especialidade”, disse Caiado. “O governador de Goiás nos traz uma referência importante na área de Educação. Goiás é o número um do Brasil no Ideb e tem uma paixão especial pela Educação. Apresentar a ele o programa Universidade Gratuita, que é um case de sucesso de Santa Catarina para o Brasil, também foi algo que nos deu bastante significado”, afirmou a secretária da Educação, Luciane Bisognin Ceretta. Polo de Inovação Antes da visita educacional, Caiado conheceu as instalações do Centro de Inovação Criciúma (Crio), instalado no ano passado para impulsionar o ecossistema de inovação, tecnologia e empreendedorismo do Sul de Santa Catarina. Durante a visita, ele enfatizou a competência goiana na área, detalhando as estratégias para elevar o desenvolvimento tecnológico e promover a transformação digital, com ênfase em Inteligência Artificial. “Nós temos que participar e cada vez mais fazer essas parcerias para ir avançando”, afirmou com foco em futuras parcerias. Goiás é pioneiro no Centro-Oeste, enfatizou Caiado, ao citar o Centro de Excelência em Empreendedorismo Inovador (Hub Goiás). Primeiro da região, o centro já apoiou a criação e a aceleração de 160 startups e se tornou referência em inteligência de dados aplicada à inovação. Além disso, o Estado lançou recentemente o programa de incubação de startups Epicentro de Inteligência Artificial. “Temos um avanço grande na nossa área do Centro de Excelência e Inteligência Artificial e eles desenvolveram uma parte aqui de data center com um preço bem mais cômodo”, enfatizou. Os investimentos na área são estruturados desde 2019, com a criação do Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia), que é ligado à UFG. O Ceia é referência em IA para a América Latina e abriga o primeiro Centro de Competências em Tecnologias Imersivas Aplicadas a Mundos Virtuais do Brasil. Os compromissos no município catarinense incluíram ainda uma passagem pelo 9° Batalhão de Polícia Militar de Santa Catarina. Editado por Hosana Alves via Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás07 de outubro, 2025 

VALPARAÍSO DE GOIÁS FIRMA CONTRATO COM O INSTITUTO VERBENA DA UFG PARA REALIZAÇÃO DO CONCURSO PÚBLICO MUNICIPAL

PUBLICADO EM 06/10/25 Serão mais de 850 vagas imediatas e mais de 3.500 para cadastro reserva, com dois editais previstos para os primeiros meses de 2026 Nesta segunda-feira, 6 de outubro, o Governo Municipal de Valparaíso de Goiás deu mais um passo importante em direção à valorização do serviço público. Foi assinado o contrato com o Instituto Verbena da Universidade Federal de Goiás (UFG), que será a banca organizadora responsável pela realização do Concurso Público do Município de Valparaíso de Goiás. O certame ofertará mais de 850 vagas imediatas e 3.500 vagas para cadastro reserva, distribuídas em dois editais. O primeiro será voltado para as áreas administrativas, abrangendo todas as secretarias, e um para a Guarda Municipal. Durante o anúncio, a secretária municipal de Administração, Maria Auxiliadora, destacou a importância desse momento para a cidade: “Agora é oficial. Estamos avançando cada dia mais e quero colocar a Secretaria de Administração à disposição para maiores detalhes. Muito em breve será disponibilizado o edital, com todas as informações necessárias.” A secretária também ressaltou que realizar um concurso público é um grande desafio: “É um desafio enorme para a gestão e também para a banca que realiza. Do ponto de vista da administração municipal, é muito mais que um compromisso administrativo — é um compromisso constitucional. O concurso público valoriza o serviço público e atrai servidores bem qualificados, que contribuirão para melhorar ainda mais a qualidade dos serviços prestados à população de Valparaíso.” Representando o Instituto Verbena, a diretora administrativa Amanda Xavier reforçou o compromisso da UFG com a seriedade e a transparência no processo seletivo: “Nós estamos falando da Universidade Federal de Goiás, que estará aqui no município, a partir de agora, conduzindo todo o processo de seleção do concurso público de Valparaíso. É um mega concurso, uma proposta ampla que visa atender as variadas secretarias do município. Enquanto UFG, é um prazer firmar esta parceria. Assumimos o compromisso, o rigor, a ética e a credibilidade da universidade para realizar este concurso público.” O prefeito Marcus Vinicius também celebrou a parceria e reforçou a importância do concurso para fortalecer o quadro de servidores efetivos: “Escolhemos o Instituto Verbena por ser um instituto sério. Queremos um concurso que realmente selecione os melhores profissionais para nossa cidade. A partir dos primeiros meses do próximo ano, esperamos já estar convocando os aprovados — servidores comprometidos com o futuro de Valparaíso. Torço para que tenhamos o máximo de servidores efetivos aprovados.” Com a assinatura do contrato, Valparaíso de Goiás dá um passo decisivo rumo à realização de um dos maiores concursos públicos da história do município. Agora é hora de se preparar, as provas devem acontecer nos primeiros meses de 2026. 1/3

Comitiva chinesa conhece potencial de Goiás para instalação de indústria

PUBLICADO EM 06/10/25 O vice-governador de Goiás, Daniel Vilela, recebeu na manhã desta segunda-feira (6/10) um grupo de investidores chineses do conglomerado Ningxia Eppen, líder mundial na produção de aminoácidos voltados à nutrição animal, humana e vegetal. Durante a reunião, os executivos apresentaram o projeto da nova planta industrial que será instalada no Brasil, com investimento previsto de mais de 400 milhões de dólares. A comitiva permanecerá em Goiás durante toda a semana para visitar regiões com potencial para receber o empreendimento. “Goiás tem todas as condições de oferecer a matéria-prima e os insumos necessários para a produção”, afirmou Daniel Vilela. O vice-governador destacou o papel estratégico do estado na produção de milho, sendo o principal atrativo para o grupo chinês, e ressaltou que “Goiás é um dos estados que mais cresce no Brasil, com uma economia pujante e uma agroindústria muito forte”. Daniel também apresentou dados sobre o volume e a regularidade das chuvas no Sudoeste goiano, região de alta produtividade do milho. “Nós chamamos de sequeiro, pois a plantação não é irrigada, dependendo apenas da água da chuva. Isso torna a oferta da matéria-prima ainda mais favorável”, explicou. Ao encerrar o encontro, o vice-governador destacou os diferenciais competitivos de Goiás. “Além dos incentivos fiscais, oferecemos o ambiente mais seguro do país para se investir”, garantiu. Comitiva chinesa A Eppen é uma das maiores empresas do mundo no segmento de nutrição. Segundo o vice-presidente do grupo, Wang Jialong, o objetivo da visita é definir o local onde será instalada a nova indústria. “A planta será concluída em até 24 meses, com um investimento expressivo que deve gerar cerca de 650 empregos diretos, além de centenas de indiretos”, afirmou. Também participaram do encontro representantes da KPMG Global, empresa de consultoria e auditoria que acompanha as tratativas para garantir transparência e viabilidade ao projeto, reforçando o compromisso de atrair novos investimentos para o estado. Editado por Kattia Barreto via Vice-Governadoria – Governo de Goiás06 de outubro, 2025 

Quadrilha rouba casal de idosos em MG e gasta o dinheiro em resort de Caldas Novas

PUBLICADO EM 06/10/25 Policiais recuperaram R$ 12.746 em espécie Cinco pessoas acusadas de roubar R$ 65 mil de um casal de idosos em Centralina, Minas Gerais, foram presas na tarde da última sexta-feira (3). Os suspeitos foram localizados em um hotel-resort em Caldas Novas, gastando o valor obtido com o crime. Eles já tinham consumido mais de R$ 5 mil no clube. Conforme o relato das vítimas, o casal de idosos analfabetos havia sacado a quantia e pediu ajuda a outro casal para manusear o dinheiro. Esse segundo casal, no entanto, teria repassado a informação ao grupo criminoso. Dois integrantes da quadrilha, armados, invadiram a residência dos idosos e levaram todo o valor. A ação, que desarticulou o grupo criminoso, contou com a participação da CPE Caldas Novas, Força Tática do Batalhão de Policiamento Turístico (BPTUR), Grupo de Pronta Resposta (GPR) do 4° BPMRv e outras unidades. Segundo as investigações, após o roubo, os criminosos fugiram para Goiás, mas foram localizados por meio de trabalho de inteligência e troca de informações entre as corporações. Em Caldas Novas, os criminosos começaram a gastar o dinheiro roubado em hospedagem e lazer. A ação resultou na prisão de quatro homens adultos e na apreensão de um adolescente. Um sexto suspeito foi detido ainda em Centralina. Durante a abordagem, os policiais recuperaram R$ 12.746 em espécie, o veículo usado na fuga e cinco celulares. Os detidos foram encaminhados à delegacia para os procedimentos cabíveis.

Agehab entrega benefícios habitacionais em Maurilândia e Itapuranga

PUBLICADO EM 06/10/25 A Agência Goiana de Habitação (Agehab) e a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra) entregam benefícios habitacionais, nesta segunda-feira (06/10), em Maurilândia e Itapuranga. No município de Maurilândia, 100 cartões do Aluguel Social serão entregues à população. O evento terá início às 14 horas, na Quadra Poliesportiva Sandra Faria. Na sequência, 247 famílias de Itapuranga serão beneficiadas com escrituras de Regularização Fundiária. A cerimônia começará às 18h30, na Escola Século XXI. De acordo com a coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, o papel do Estado é apoiar as pessoas que mais precisam com políticas públicas eficientes. “As despesas com o aluguel consomem grande parte da renda das famílias. Com essa ajuda, elas podem abrir espaço para realizar outros sonhos”, declara Gracinha. Benefícios habitacionais O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, explica que o benefício de R$ 350, repassado durante 18 meses, é destinado às famílias em vulnerabilidade social, exclusivamente para pagamento do aluguel. “Esse programa é uma vertente importante da política habitacional instituída em Goiás porque reduz o impacto desse gasto no orçamento doméstico. Sendo um recurso destinado exclusivamente para esse fim, o valor é repassado diretamente do locatário para o locador, via aplicativo bancário”, observa Baldy. Desde seu início, em 2021, o Programa de Aluguel Social já beneficiou mais de 78 mil famílias, distribuídas em mais de 163 municípios até agora. Segundo o secretário da Infraestrutura, Adib Elias, o objetivo é proporcionar aos beneficiários, que se enquadram no perfil exigido, o tempo necessário para reestruturação financeira. “São milhares de famílias que ainda estão na fila de espera por um programa de casa própria que atenda suas necessidades, e seguem sufocadas pelo peso do aluguel enquanto isso”, declara Adi Editado por Hosana Alves via Agência Goiana de Habitação (Agehab) – Governo de Goiás – 06 de outubro, 2025

Em conferência, jovens debatem propostas para levar à COP30

PUBLICADO EM 06/10/25 Cerca de 6,7% (10.541) das escolas brasileiras e quase 6,1% (2,51 milhões) dos alunos da educação básica foram impactados com a suspensão de atividades escolares em 2024 devido aos eventos climáticos extremos. Os dados da pesquisa suplementar sobre diversidade e inclusão do Censo Escolar 2024 foram apresentados nesta segunda-feira (6), durante a 6ª Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (6ª CNIJMA), em Luziânia (GO), que neste ano tem o tema “Vamos transformar o Brasil com Educação e Justiça Climática”. Idealizadora da primeira Conferência, realizada em 2003, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Marina Silva, disse que as crianças e os idosos são os mais afetados pelas mudanças climáticas e pelo clima extremo. “As ondas de calor prejudicam muito mais as crianças e os idosos. Quando tem os incêndios, são as crianças que pagam o preço mais alto com problemas respiratórios.” Por isso, a ministra justificou a necessidade de realização dessas conferências para dar voz ao público infantojuvenil para que cobre a justiça socioambiental e foque no enfrentamento de desigualdades para combater as mudanças do clima. “Uma das principais ferramentas para essa transformação é a mudança de mentalidade que ajuda a produzir também mudança de atitude. Desde 2003, essa é a lógica das conferências, em uma abordagem adequada à linguagem das crianças, criando ao mesmo tempo o diagnóstico do problema, mas tendo o cuidado de colocar as soluções para que se crie também um espaço de esperança”, afirmou a ministra Marina Silva. O evento conta com cerca de 800 pessoas de todo o país, entre delegados infantojuvenis de 11 a 14 anos; professores, acompanhantes e representantes das comissões organizadoras estaduais.   >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp COP da implementação A 6ª CNIJMA é um dos eventos preparatórios à Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), que será realizada em Belém, em novembro, sob a liderança do governo brasileiro. O ponto de vista das crianças e dos adolescentes durante a Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, nesta semana, será levado ao Balanço Ético Global (BEG), no centro da COP30.  “A voz das crianças será levada para o Balanço Ético Global, que será apresentado na COP30, na versão que elas mesmas fizeram. Ao mesmo tempo, que [as propostas concretas] estão sendo levadas para negociadores, para tomadores de decisão, da forma adequada em que isso pode ser feito.” “São as crianças e os jovens que estão jogando na frente dos adultos para dizer que não dá para continuar sem fazer o que precisa ser feito. Por isso, a COP30 está ligada a essa conferência [infantojuvenil].” A ministra entende que a 30ª edição da Conferência das Nações Unidas, pela primeira vez na Amazônia brasileira, será a COP da implantação de medidas que são discutidas desde a Rio92, 33 anos antes. “Nós já tomamos decisões muito importantes em relação a viabilizar recursos na ordem de R$1,3 trilhão; de triplicar a energia renovável; de duplicar a eficiência energética, de fazer a transição para o fim do desmatamento e do uso de combustível fóssil. As decisões políticas já foram tomadas. A maior parte das respostas técnicas já existem. O que precisa é o compromisso político e ético de fazer com que essas decisões sejam implementadas. Por isso, o presidente Lula tem dito que essa tem que ser a COP da verdade.” 6ª Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agênc Mobilização nacional A 6ª Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente será realizada até sexta-feira (10) e envolve, sobretudo, estudantes de 11 a 14 anos matriculados em turmas do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, que podem ser delegados do evento. Desde o primeiro semestre, a 6ª CNIJMA mobilizou 8.732 escolas, em 2.307 municípios brasileiros. Entre essas, 1.293 escolas estavam localizadas em áreas de risco socioambiental e 158 atendiam estudantes com deficiência (PCDs). O MEC ainda contabiliza o envolvimento de 1.478 escolas da zona rural, 186 indígenas e 139 quilombolas, de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal.    A programação da etapa nacional conta com atividades culturais, gincanas, oficinas, painéis e diálogos com adultos, entre outros, até sexta-feira. O evento foi organizado pelos ministérios da Educação (MEC) e do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Polícia tenta identificar atiradores que executaram dono de pastelaria em Goiânia

PUBLICADO EM 06/10/25 Crime aconteceu na noite de sábado, no Bairro Feliz Câmeras de segurança devem ajudar a polícia a identificar em que veículo fugiram os dois atiradores que, na noite de sábado (4), executaram o dono de uma pastelaria no Bairro Feliz, em Goiânia. Segundo o delegado que investiga o caso, Vinicius Teles, a vítima havia comprado recentemente um carro blindado, mas não relatou para nenhum familiar se estaria sendo ameaçada de morte. Fabrício Brasil Lourenço, que tinha 49 anos, foi assassinado quando colocava o lixo na calçada em frente à pastelaria, que já estava fechada. A câmera de segurança do estabelecimento registrou a ação dos dois atiradores, que estavam de capacete, e armados, cada um, com uma pistola. Pelo que já foi apurado, o comerciante não tinha nenhum envolvimento com crimes ou drogas. Já se sabe, também, que Fabrício, além de comprar um carro blindado, também havia se mudado recentemente, de uma casa para um apartamento, por questões de segurança. O caso está sendo apurado pela Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), que pretende ouvir nesta semana parentes e pessoas do convívio diário da vítima.

Dia Mundial da Paralisia Cerebral: Crer é referência no cuidado integral a esses pacientes

PUBLICADO EM 06/10/25 O Dia Mundial da Paralisia Cerebral, celebrado em 06 de outubro, é marcado pela luta contra o preconceito e pela conscientização sobre essa condição neurológica que afeta mais de 17 milhões de pessoas em todo o mundo. O Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer) é referência no atendimento integral e especializado voltado à melhoria da qualidade de vida dos pacientes com diagnóstico de paralisia cerebral. “Somos um centro especializado em reabilitação referência no Centro-Oeste e pioneiro no modelo de atendimento ao paciente com paralisia cerebral”. “Nosso trabalho é desenvolvido por meio de programas estruturados, como o de reabilitação infantojuvenil e o de reabilitação visual, que contam com o suporte de terapias especializadas”, destaca o gerente de Reabilitação Física e Visual da unidade do Governo de Goiás. O gerente cita, por exemplo, hidroterapia, equoterapia, estimulação precoce e gameterapia, além do apoio fundamental da oficina ortopédica. “Mais do que ofertar cuidado em saúde, buscamos empoderar nossos pacientes e seus familiares sobre a deficiência, uma das mais comuns na infância. A informação rompe barreiras e abre caminhos para essas famílias”, acrescentou. Com cerca de 500 pacientes com paralisia cerebral em acompanhamento, o Crer oferece tratamento especializado a crianças, jovens e adultos. As terapias e acompanhamentos, individuais ou em grupo, contribuem para o desenvolvimento global dos pacientes, promovendo mais autonomia, inclusão e qualidade de vida. Falta de oxigenação Entre as pacientes atendidas está Valentina de Souza Lobo, de 7 anos, que realiza tratamento no Crer desde 2021. “A Valentina nasceu prematura, de 30 semanas, e por conta dessa prematuridade houve falta de oxigenação, o que desencadeou a paralisia cerebral. Mas ela é uma criança muito alegre, parece até que não tem a deficiência, afetou mais a parte motora. Ela vai à escola, participa das terapias e está sempre feliz”, lembrou a mãe da criança, Thays Michely de Souza Cardoso. “Desde que começamos o tratamento no Crer, percebi muita evolução. Antes, ela não sentava e tinha pouco controle de tronco. A equoterapia ajudou demais, assim como a fisioterapia, a terapia ocupacional, a hidroterapia e, mais recentemente, a terapia visual”, relata a mãe da paciente. “Hoje ela já senta, rola, fica de pé com apoio e até dá alguns passos com o andador. Antes, ela não conseguia fazer nada disso. Se não fossem as terapias no Crer, ela não teria alcançado toda essa evolução. Só tenho a agradecer a todos os profissionais por esse cuidado e dedicação”, completou. Criada na Austrália, a campanha do Dia Mundial da Paralisia Cerebral reúne famílias, pessoas com deficiência, organizações e ativistas em uma rede global que defende o direito de todas as pessoas com PC de terem as mesmas oportunidades que as demais pessoas, o apoio da comunidade e a plena cidadania. Lesão no cérebro A paralisia cerebral é a deficiência mais comum na infância. Trata-se de uma condição neurológica permanente que afeta o desenvolvimento motor e cognitivo, comprometendo o movimento e a postura corporal. Essas alterações resultam de uma lesão no cérebro em desenvolvimento, que pode ocorrer durante a gestação, o parto ou no período neonatal, e podem causar limitações nas atividades cotidianas. Embora seja uma condição complexa e irreversível, o tratamento clínico, cirúrgico e terapêutico adequado permite que muitas crianças com PC tenham uma vida produtiva e repleta de conquistas. Editado por Hosana Alves via Secretaria da Saúde – Governo de Goiás06 de outubro, 2025

Uma em cada seis crianças de até 6 anos foi vítima de racismo no país

PUBLICADO EM 06/10/25 Dados são da Pesquisa Panorama da Primeira Infância Uma em cada seis crianças de até 6 anos de idade foi vítima de racismo no Brasil. As creches e pré-escolas são os locais onde ocorreu a maior parte desses crimes. Os dados são do Panorama da Primeira Infância: o impacto do racismo, pesquisa nacional encomendada ao Datafolha pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal – organização da sociedade civil que trabalha pela causa da primeira infância -, divulgada nesta segunda-feira (6). A pesquisa ouviu 2.206 pessoas, sendo 822 responsáveis pelo cuidado de bebês e crianças de 0 a 6 anos. Os dados foram coletados em abril deste ano, por meio de entrevistas presenciais realizadas em pontos de grande fluxo populacional. Os dados coletados mostram que 16% dos responsáveis por crianças de até 6 anos afirmam que elas já sofreram discriminação racial. A discriminação é maior quando os responsáveis são também pessoas de pele preta ou parda. Entre elas, esse índice chega a 19%, enquanto entre crianças com responsáveis de pele branca a porcentagem é 10%. Separados por idade, 10% dos cuidadores de crianças de até 3 anos de idade afirmam que os bebês e crianças sofreram racismo e 21% daqueles com crianças de idade entre 4 e 6 anos relatam que elas foram vítimas desse crime. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Onde ocorreram os casos  A pesquisa revela ainda que creches e pré-escolas foram os ambientes mais citados como locais onde crianças já sofreram discriminação racial – 54% dos cuidadores afirmam que as crianças vivenciaram situações desse tipo em unidades de educação infantil, sendo 61% na pré-escola e 38% nas creches. Pouco menos da metade dos entrevistados, 42%, afirmam que o crime ocorreu em espaços públicos, como na rua, praça ou parquinho; cerca de 20% dizem que ocorreu no bairro, na comunidade, no condomínio ou vizinhança; e 16% contam que ocorreu na família. Espaços privados, como shopping, comércio e clube, aparecem entre os locais citados por 14% dos entrevistados, seguidos por serviços de saúde ou assistenciais (6%) e por igrejas, templos e espaços de culto (3%). Segundo a CEO da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, a escola é o primeiro espaço de socialização da criança, é onde ela passa grande parte do tempo é que deveria ser de proteção. “É um espaço social que, pelas nossas peças legislativas, deveria ser um dever nosso, da sociedade, que a escola seja um espaço de proteção e de desenvolvimento. É muito crítico a gente combater o racismo desde o berço, desde uma mulher grávida, na verdade, para que ela não sofra racismo na gravidez. Agora, com o bebê, com uma criança pequena, é ainda mais contundente a necessidade de combate ao racismo estrutural, para que ele não aconteça nunca, mas sobretudo nessa fase da vida que é onde o maior pico de desenvolvimento está acontecendo”, diz. Quando perguntados sobre como percebem o racismo praticado contra bebês e crianças, a maior parte dos responsáveis entrevistados (63%) acredita que pessoas pretas e pardas são tratadas de forma diferente por causa da cor da pele, do tipo de cabelo e de outras características físicas. Outros 22% acreditam que, embora exista racismo, é raro que crianças na primeira infância, ou seja, com idade até 6 anos, sejam vítimas desse crime. Na outra ponta, 10% acreditam que a sociedade brasileira praticamente não é racista e 5% desconhecem o assunto. “O primeiro passo em qualquer grande desafio é a gente reconhecer que é uma sociedade racista e combater isso com veemência”, diz Mariana Luz. Segundo ela, as escolas devem ter protocolos para lidar com essas situações, que incluam a formalização das denúncias e a formação de todos os profissionais que atuam na instituição.  “Para todo mundo saber o que fazer, cada escola, primeiro, tem que qualificar o corpo dos professores, dos diretores, dos supervisores, dos auxiliares, de toda essa rede que lida no dia a dia com as crianças. Também a gestão, desde a secretaria municipal de Educação, à estadual, até o Ministério da Educação. Precisa ser um conjunto grande de todo mundo atuando nessa mesma direção”, acrescenta. Impactos do racismo O estudo mostra que o racismo sofrido por bebês e crianças tem impacto no desenvolvimento delas. “O racismo é um dos fatores que compõem as chamadas experiências adversas na infância, vivências que expõem a criança ao estresse tóxico, que interferem em sua saúde física e socioemocional e no seu desenvolvimento integral”, afirma o texto. Segundo a pesquisa, creches e pré-escolas são os espaços de maior oportunidade de prevenção e proteção contra a discriminação. Para isso, é fundamental que a educação infantil conte com profissionais preparados e materiais adequados para a educação das relações étnico-raciais.  “É dever de toda a sociedade reconhecer e combater o racismo e promover uma educação antirracista desde cedo, como determina a Lei nº 10.639/2003, garantindo proteção às crianças na primeira infância contra qualquer forma de discriminação e violência”, diz o estudo. A Lei 10.639/2003 estabelece que os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira sejam ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, ou seja, em todas as etapas de ensino, da educação infantil ao ensino médio. A lei, no entanto, não é cumprida. Uma pesquisa divulgada em 2023 mostra que sete em cada dez secretarias municipais de Educação não realizaram nenhuma ação ou poucas ações para implementação do ensino da história e da cultura afro-brasileira nas escolas. Mariana Luz complementa que os dados revelam a importância de uma educação antirracista desde a primeira infância, tanto para proteger as crianças negras e indígenas, quanto para educar as crianças brancas desde pequenas. “O fato de a primeira infância ser a maior fase de desenvolvimento, também precisa ser um momento inicial de combate ao racismo e de proteção dessas crianças, mas também de educação de crianças brancas e do corpo docente, de todo o corpo de professores, para que a gente consiga combater o racismo estrutural”.  Racismo é crime De acordo com a Lei nº 7.716/1989, racismo é crime no Brasil. A lei regulamenta trecho da Constituição Federal que tornou o racismo inafiançável e imprescritível. A Lei nº 14.532, sancionada pelo presidente Luiz