Suposta vítima de falso advogado de Goiânia está desaparecida desde 2022, diz família

Somente nesta semana, 11 pessoas já denunciaram à Polícia Civil terem sido vítimas do Caçador,… Somente nesta semana, 11 pessoas já denunciaram à Polícia Civil terem sido vítimas do Caçador, Atirador e Colecionador (CAC) Alisson Beserra Santos, de 41 anos, que foi preso na última sexta-feira (07/6), acusado de se passar por advogado para aplicar golpes em Goiânia. Durante as investigações, a polícia descobriu também que um ex-funcionário do suspeito sumiu há quase dois anos, depois de ser ameaçado, e espancado por ele. Familiares de um homem que hoje tem 50 anos foram quem, após acompanharem o noticiário, procuraram o 4º Distrito Policial de Goiânia, e contaram que Junio Mendes de Freitas, desapareceu no final de 2022, após ser ameaçado, e espancado por Alisson Beserra. Em 2018, contaram os parentes, Junio abriu uma empresa de eletrônicos que alguns anos depois foi tomada pelo falso advogado, que também passou a lhe cobrar por uma suposta dívida. Além de ser obrigado a trabalhar de graça para o falso advogado, Junio, relataram, também era ameaçado diariamente para que quitasse o débito, tento sido espancado com um taco de beisebol e com cintos em pelo menos duas oportunidades, em 2022. Na última vez em que chegou com hematomas em casa, Junio teria tido a familiares que ia suimr pois estava com medo de que Alisson fizesse mal à ele, ou a seus familiares. “As denúncias são muito graves, e todas registradas pela família com fotos, por isso decidimos divulgar a imagem e identidade dessa pessoa para que, caso alguém o tenha visto que nos comunique. Ou se ele mesmo ver isso, que apareça para prestar esclarecimentos”, solicitou o delegado Daniel Oliveira, do 4º DP. As denúncias de que o desaparecido teria sido agredido com um taco de beisebol, acredita o delegado, são verdadeiras, já que o equipamento desportivo aparece em uma das postagens, no pub pertencente à Alisson. O taco, porém, não foi localizado pela polícia, que na semana passada apreendeu uma granada, dois fuzis, duas carabinas, três pistolas, munições, e vários carregadores na casa, e no pub do falso advogado. As vítimas que estiveram esta semana no 4º DP fizeram relatos semelhantes à polícia, de que receberam vários cheques sem fundos, e que eram ameaçados por Alisson, quando o procuravam para receber os valores. Uma das vítimas entregou um vídeo ao delegado onde o falso advogado xinga, ameaça, e manda ele sair da residência. “As denúncias são muito graves, e todas registradas pela família com fotos, por isso decidimos divulgar a imagem e identidade dessa pessoa para que, caso alguém o tenha visto que nos comunique. Ou se ele mesmo ver isso, que apareça para prestar esclarecimentos”, solicitou o delegado Daniel Oliveira, do 4º DP. As denúncias de que o desaparecido teria sido agredido com um taco de beisebol, acredita o delegado, são verdadeiras, já que o equipamento desportivo aparece em uma das postagens, no pub pertencente à Alisson. O taco, porém, não foi localizado pela polícia, que na semana passada apreendeu uma granada, dois fuzis, duas carabinas, três pistolas, munições, e vários carregadores na casa, e no pub do falso advogado. As vítimas que estiveram esta semana no 4º DP fizeram relatos semelhantes à polícia, de que receberam vários cheques sem fundos, e que eram ameaçados por Alisson, quando o procuravam para receber os valores. Uma das vítimas entregou um vídeo ao delegado onde o falso advogado xinga, ameaça, e manda ele sair da residência. Alisson Beserra teve sua prisão preventiva decretada nesta semana, e segue encarcerado. A defesa do falso advogado disse que só irá se pronunciar, após a conclusão do inquérito.
Vítima de falso confronto com PM diz que iria pegar um “trem” na sede do COD, em Goiânia

Os policiais foram presos em abril, mas acabaram soltos no últim dia 2 de junho Um vídeo mostra o momento em que uma das vítimas do falso confronto, no Setor Jaó, em Goiânia, diz que precisa ir na sede do Comando de Operações de Divisas (COD). O autônomo José Aquino Leite, de 40 anos, aparece em um carro dizendo que precisa ir ao local para pegar “um trem”. “Segunda-feira, o menino marcou 12h para ir pegar o trem lá no COD”, diz em um carro que transita pela Avenida Anhanguera, em Goiânia. O autônomo José Aquino Leite foi morto, junto com o corretor de veículos Marines Pereira Gonçalves, de 42, no 1º de abril, uma segunda-feira, em um confronto forjado por seis policiais do COD, no Setor Jaó. O local fica nas proximidades da sede do Comando em que eles são lotados. Policiais foram indiciados Os seis policiais foram indiciados pela Corregedoria da Polícia Militar de Goiás por simularam um confronto e executaram o autônomo Junio José Aquino Leite e o corretor de veículos Marines Pereira Gonçalves. Os policiais foram presos em abril, mas acabaram soltos no últim dia 2 de junho. Na última sexta-feira (7/6) a Polícia Técnico-Científica realizou a reconstituição do falso confronto. Os policiais militares estiveram no local, mas não participaram após decisão judicial. Na ocasião, os agentes afirmaram que a morte de suspeitos foi uma reação ao serem atacados com tiros, mas um vídeo, gravado pelo celular de um dos mortos, mostrou que a ação se tratou de uma execução, visto que as vítimas estavam desarmadas.
79% do público até cinco anos já se vacinou contra pólio em Goiás; meta é 95%

“Graças à vacina e a grandes campanhas, conseguimos erradicar a paralisia infantil”, diz Flúvia Amorim No fim de maio, o governo de Goiás lançou a “Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite 2024”, que segue até esta sexta, 14 de junho. A meta é vacinar, no mínimo, 95% das crianças de 1 ano a menores de 5 anos de (426.917 crianças) no Estado. Conforme dados da secretaria de Saúde (SES-GO), foram 79,42% até o último dia 27. Superintendente de Vigilância em Saúde, Flúvia Amorim cita que, no passado, a paralisia infantil ou pólio, como também é conhecida, levou muitas crianças a óbito, além de deixar muitos adultos sequelados. “Graças à vacina e a grandes campanhas, conseguimos erradicar a paralisia infantil.” Ela lembra que o último caso de poliomielite no Brasil ocorreu em 1989, em Sousa (PB). Porém, desde 2015, ela diz que as autoridades observam quedas gradativas na cobertura, o que gera risco do retorno da doença. “A vacina é muito importante, pois não é um ato individual, mas coletivo.” Segundo ela, a partir do momento em que se tem 95% de todas as crianças vacinadas, mesmo que alguém de fora do País chegue contaminado no Brasil, o baixo número de não imunizados acaba protegido e a doença não dissemina. “Então vão ter tão poucas não imunizadas, que o vírus não conseguirá ser transmitido e formar uma nova cadeia”, completa. Ela explica que, a partir do momento que a criança toma a vacina (um vírus inativado), esta entra no organismo, que identifica e produz anticorpos, impedindo que o mesmo se replique e passe para outros. “A vacina é segura, é uma das mais antigas que temos.” Ainda sobre a baixa cobertura, Flúvia lamenta a queda. Ele afirma que isso pode acarretar o retorno de doenças erradicadas ou falta de controle de doenças que já estavam controladas. “Então, os pais devem realmente se atentar e ter medo, porque se eu deixo de vacinar, corro o risco de colocar a criança em risco com uma doença que pode ser grave, que pode causar morte ou deixar as sequelas irreversíveis”, finaliza. Campanha No último sábado (8), foram aplicadas 25.553 doses no ‘Dia D’ de mobilização contra a paralisia infantil, em todo o território goiano. A campanha de vacinação segue até esta sexta-feira. De acordo com dados da SES, a cobertura vacinal da polio em Goiás foi de 78,92%, em 2023. Já em 2024, o percentual está em 79,42%, apontando melhora, mas distante do preconizado pelo Ministério da Saúde, que é de 95% para a poliomielite.
Homem é preso pela 9ª vez após furtar dois carros e uma moto em Caldas Novas, diz PM

Crimes ocorreram pouco depois do suspeito conseguir liberdade condicional Um homem foi preso pela nona vez após a suspeita de furtar dois carros e uma moto em Caldas Novas e Ipameri, segundo a Polícia Militar (PM) de Goiás. A data da prisão não foi divulgada, mas os crimes ocorreram no começo do mês de junho. Segundo a PM, o suspeito tinha conseguido, recentemente, liberdade condicional. Ele, então, furtou uma caminhonete em Ipameri e outra em Caldas Novas. Neste último município, ele também subtraiu uma motocicleta. Com auxílio da inteligência da corporação, a Polícia Militar de Caldas Novas prendeu o homem pela nona vez. Os veículos foram recuperados, no município. Detido, ele confirmou o crime. “[Intenção] era vir para Caldas Novas e não ficar a pé”, relatou. O suspeito foi identificado Bruno “Paçoca”, mas não teve o nome completo divulgado. Com isso, não conseguimos localizar a defesa do mesmo. Segundo a PM, todavia, ele deve retornar ao regime fechado.
Justiça manda clínica odontológica indenizar paciente em R$ 60 mil após falhas em tratamento

Mulher disse que não estava satisfeita, mas odontólogo responsável teria afirmado que “não poderia fazer nada” Alessandra Gontijo do Amaral determinou que uma clínica odontológica indenize uma paciente por danos morais e materiais em R$ 60 mil devido a um tratamento de implantes dentários malsucedido. A decisão da magistrada da 19ª Vara Cível e Ambiental de Goiânia é do último dia 15 de maio. Consta nos autos que a paciente pagou R$ 10.680 pelo tratamento na clínica, em Goiânia. Contudo, durante os procedimentos, ela disse que não estava satisfeita com o resultado. Ao questionar o odontólogo responsável, ele teria dito que “não poderia fazer nada”. A paciente, então, diz ter tentado uma solução amigável com os responsáveis pelo tratamento e pediu um procedimento para corrigir as falhas ou a devolução do valor pago. Porém, a clínica negou. Em seguida, ela procurou outra profissional para uma avaliação, mas foi informada que a reversão da situação custaria R$ 49 mil. Advogado da paciente, Henrique Rodrigues explicou na peça que as próteses estavam em tamanhos desproporcionais para a colocação, sendo que algumas nem foram colocadas devido à dor que a mulher sentiu. “Algumas das próteses chegaram a cair, outras ficaram extremamente mal colocadas, movimentando de um lado para outro como se o dente estivesse mole a ponto de cair. Além da dor, ela passou a ter vergonha de sua aparência, com receio de sorrir.” Após audiência de conciliação, sem sucesso, a Justiça designou uma perícia, que apontou que as próteses foram feitas sobre “implantes anatomicamente desproporcionais (muito grandes)”. Conforme o laudo, a paciente tinha dificuldade para executar alguns movimentos mandibulares, mordida afetada, prejuízo e dificuldade na pronúncia de palavras que contêm fonemas labiais, além da estética comprometida. Na decisão, a juíza entendeu pela responsabilidade objetiva da clínica. “Demonstrada a falha no serviço prestado, no tocante aos implantes da autora, inafastável o dever de indenizar pelo constrangimento causado. Entendo que, de acordo com a prova técnica produzida no processo, houve a comprovação de conduta ilícita praticada pelos réus, o que enseja reparação civil”, escreveu na sentença. Também conforme a magistrada, “a má prestação de serviço que ultrapassou o mero aborrecimento, ante a frustração, angústia, dores e transtornos da autora, suportou e vindo a procurar por nova profissional para fazer orçamento sobre a correção/reparos nos implantes”. Ainda cabe recurso da decisão.
12/06/2024 – BOLETIM DIÁRIO DA DENGUE EM VALPARAÍSO DE GOIÁS

Dados referentes aos dias: 01/01/2024 a 12/06/2024 (Sujeito a alteração) Casos Notificados de Dengue: 10.261Casos Confirmados de Dengue: 2.753Casos Descartados de Dengue: 742Casos em Investigação de Dengue: 6.766Óbitos confirmados para Dengue: 12Óbitos em Investigação para Dengue: 03 Secretaria Municipal de SaúdeValparaíso de Goiás
Dólar ultrapassa R$ 5,40 com juros nos EUA e após devolução de MP

Bolsa cai 1,4% e fecha no menor nível em sete meses Num dia de nervosismo no mercado doméstico e internacional, o dólar ultrapassou R$ 5,40 pela primeira vez desde janeiro de 2023. A bolsa teve forte queda e chegou ao menor nível em sete meses. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (12) vendido a R$ 5,407, com alta de R$ 0,046 (+0,86%). A cotação chegou a iniciar o dia em queda, caindo para R$ 5,34 nos primeiros minutos de negociação, mas passou a disparar após discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre gastos públicos. Durante a tarde, a cotação chegou a desacelerar para R$ 5,36, mas voltou a subir após o resultado da reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). No maior valor desde 4 de janeiro de 2023, o dólar acumula alta de 3,01% apenas em junho e de 11,42% em 2024. No mercado de ações, o dia também foi tenso. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 119.936 pontos, com recuo de 1,4%. O indicador está no menor patamar desde 9 de novembro do ano passado. Tanto fatores internos como externos contribuíram para o nervosismo. No Brasil, a devolução da medida provisória que pretendia limitar a compensação do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) provocou dúvidas sobre como o Poder Executivo e o Congresso conseguirão levantar cerca de R$ 26,3 bilhões para fechar as contas em 2024. Nesta manhã, o presidente Lula fez um discurso em que prometeu equilíbrio fiscal. “Estamos arrumando a casa e colocando as contas públicas em ordem para assegurar equilíbrio fiscal. O aumento da arrecadação e a queda da taxa de juros permitirão a redução do deficit sem comprometer a capacidade de investimento público”, disse o presidente. A fala foi mal recebida pelo mercado financeiro. No exterior, o dólar começou o dia em baixa, após a inflação ao consumidor nos Estados Unidos ficar em 0,16% em maio, metade da expectativa de 0,3%. Durante a tarde, o cenário mudou. Após a reunião em que manteve os juros da maior economia do planeta no maior nível em 40 anos, o Fed indicou que só deve fazer um corte de 0,25 ponto percentual antes do fim do ano, mesmo com a inflação em queda. Parte do mercado financeiro tinha esperança de que o Fed cortasse os juros básicos duas vezes, uma em setembro e outra em novembro. Taxas mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil. * Com informações da Reuters Edição: Carolina Pimentel Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* – Brasília
Federarroz: país não tem como produzir e vender quilo do cereal a R$ 4

Anulação de leilão para importar arroz foi acertada, dizem produtores A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) considerou acertada a anulação do leilão público para a compra de arroz importado, porque não há necessidade de importar o cereal para abastecer o mercado interno. O leilão realizado pelo governo foi anulado na terça-feira (11) devido a questionamentos sobre a capacidade técnica e financeira das empresas vencedoras. Segundo o presidente da entidade, Alexandre Velho, a importação de arroz pelo governo para vender a preço subsidiado pode desestimular os produtores nacionais e aumentar a dependência externa do cereal. “Se o governo insistir nesse erro, vai estar trazendo uma grande ameaça não só ao setor produtivo, mas às cooperativas e às indústrias, e a área de arroz do próximo ano pode voltar a diminuir, trazendo uma dependência cada vez maior da importação de um arroz que custa a mesma coisa, ou mais caro, e não tem a mesma qualidade do nosso produto”, disse Velho, em entrevista à Agência Brasil. De acordo com o presidente da Federarroz, os produtores brasileiros não têm condições de produzir arroz para vender a R$ 4 o quilo, preço prometido pelo governo para o produto que seria importado. “É uma concorrência desleal o governo subsidiar um arroz, beneficiar um produtor da Ásia e prejudicar um produtor brasileiro que fornece um produto de alta qualidade. Nós teríamos que estar usando recursos para manter estes produtores na atividade e não beneficiando produtores de fora do país”. A Federarroz estima que não existe risco de desabastecimento de arroz no país, pois a área plantada aumentou neste ano, e a quebra no Rio Grande do Sul atingiu somente 15% da área, porque em 85% da área o arroz já tinha sido colhido antes das enchentes. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a estimativa para 2024 aponta uma produção de 10,5 milhões de toneladas de arroz, um crescimento de 2% em relação ao volume produzido em 2023. “Temos um aumento de área e um aumento de produção, mesmo com a quebra de parte da safra gaúcha. Além disso, tivemos uma redução nas exportações, de cerca de 300 mil toneladas, que ficarão no mercado interno. Então, onde está a justificativa técnica de tomar tal atitude?”, questiona o presidente da Federarroz. Nesta quinta-feira (13), a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Arroz realizará uma reunião extraordinária para debater uma posição unânime do setor produtivo, das cooperativas e do setor industrial. “Todo o setor orizícola brasileiro é contra essa medida precipitada do governo, que mostra no mínimo uma falta de sensibilidade”, avalia Velho. Especulação O Ministério da Agricultura e Pecuária diz que o objetivo do leilão de arroz é dar continuidade à retomada da política de estoques reguladores por partes do governo e, assim, evitar especulação no preço do produto, diante das dificuldades enfrentadas pelos produtores gaúchos após a tragédia climática que atingiu o Rio Grande do Sul, responsável por 70% da produção nacional. Um novo processo será realizado para a compra do cereal, ainda sem data prevista. Nesta quarta-feira (12), o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto, determinou à Corregedoria-Geral da estatal a imediata abertura de processo de averiguação de todos os fatos envolvendo o leilão para a compra de arroz beneficiado importado. A companhia também solicitou à Controladoria-Geral da União (CGU) e à Polícia Federal uma análise de todo o processo envolvendo o leilão. “Estas medidas têm como objetivo garantir toda a transparência neste processo, bem como prestar contas e dar a tranquilidade que a sociedade brasileira merece”, diz a Conab, reafirmando que a segurança jurídica e o zelo com o dinheiro público são princípios inegociáveis. Por Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil – Brasília Edição: Nádia Franco
Suspeito de vender dinheiro falso na internet é preso pela PF em Rio Verde

Investigação revelou que o indivíduo negociava, através de grupos de venda em redes sociais, notas falsas A Polícia Federal desencadeou a Operação Falso Valor, destinada a interromper a prática de crimes de venda de moeda falsa e estelionato, em Rio Verde, na região sudoeste de Goiás. Durante a operação, foram efetuados três mandados judiciais, sendo dois de busca e apreensão e um de prisão preventiva. O alvo da prisão, que foi preso durante a operação, é suspeito de usar múltiplas identidades falsas para recebimento de encomendas ilícitas. A investigação revelou que o indivíduo negociava, através de grupos de venda em redes sociais, notas falsas. Ele também negociava cartões de crédito emitidos em nome de titulares falecidos e carteiras de motorista falsificadas. Vale destacar ainda que o suspeito tem antecedentes criminais de crimes patrimoniais como roubo e outras passagens criminais. Segundo a Polícia Federal, ele apresentou resistência e desobedeceu ordens policiais durante a sua prisão preventiva. Em sua posse também foi identificado substância análoga à maconha. Ele, no entanto, disse ser usuário. A polícia investiga se ele tem envolvimento com o tráfico de drogas.
OAB-GO solicita cela especial para Bruno Pena e endossa “criminalização da advocacia”

Entidade garantiu acompanhar de perto o caso Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO), afirmou por meio de nota encaminhada ao Mais Goiás nesta quarta-feira (12) que está monitorando os desdobramentos da Operação Fundo do Poço, da Polícia Federal, que resultou na prisão do advogado goiano Bruno Pena. A entidade garantiu que pediu que o profissional fosse encaminhado para uma cela especial e representantes estão atuando para garantir o respeito às prerrogativas do profissional. “A Ordem já solicitou que o advogado seja encaminhado a uma cela especial, conforme previsto em lei, e tenha acesso aos seus advogados de defesa”, pontuou por meio de nota. A OAB-GO ressalta que, embora reconheça a importância da investigação sobre o uso de recursos públicos, defende o devido processo legal e o direito de defesa do acusado. A Ordem já solicitou que o advogado seja mantido em cela especial e tenha acesso aos seus defensores. A defesa de Pena, também por meio de nota, condenou o que viu como “criminalização do exercício da advocacia”, o que foi endossado pela entidade, no posicionamento encaminhado ao Mais Goiás. “A OAB-GO ressalta que, embora apoie a investigação e fiscalização do uso de recursos públicos, defende o devido processo legal e o direito de defesa dos acusados.”, destacou. A nota da OAB-GO ainda lembrou que a contratação de advogados por partidos políticos é legal e que não há limites para a negociação de honorários. A avaliação de eventuais desvios deve ser feita pela Justiça, com respeito ao devido processo legal e ao direito de defesa.