Real Madrid de Ancelotti decide liberar jogador brasileiro do elenco

Jogador não conseguiu convencer Florentino Pérez, presidente merengue Atleta teve poucas oportunidades no Real Madrid A temporada vitoriosa e cheia de títulos do Real Madrid terminou, e o clube merengue já começa a se movimentar nos bastidores visando a temporada 2024-25 do velho continente. Contratações de peso chegarão ao time de Ancelotti. Mbappé e Endrick são dois nomes certos, enquanto conversas com Leny Yoro, zagueiro, do Lille, e Davies, lateral, do Bayern, estão encaminhadas. Se esses jogadores estão chegando, o brasileiro Vinicius Tobias está de saída do Real Madrid. O lateral-direito ex-Internacional, que está emprestado ao clube merengue, voltará ao futebol ucraniano para a próxima temporada, segundo informações do jornalista Fabrizio Romano. Poucas chances Tobias encerra sua passagem no Real Madrid com apenas um jogo frente ao clube principal. Ele foi contratado em 2022, e a maioria dos serviços prestados foi no Real Madrid B, onde ele atuou por 56 jogos. O futuro de Vinicius Tobias ainda é bastante incerto, mesmo sob contrato com o Shakhtar, da Ucrânia, onde ele também nunca atuou de forma profissional na carreira. Voltar ao Brasil pode ser uma opção. Revelação do Inter, o lateral-direito surgiu como uma grande promessa do futebol local e tem apenas 20 anos de idade. O começo está longe do esperado, mas a expectativa sobre ele se mantém. Além de Tobias, outros nomes devem deixar Madrid no final da temporada. A decisão de Nacho não está totalmente tomada, mas, hoje, as chances de saída são maiores do ficar na Espanha. História de Wagner Oliveira
Foragido por homicídio e furto no DF é preso em Caldas Novas

Prisão ocorreu na última quinta-feira Um homem procurado por homicídio foi preso pela Polícia Militar (PM) em Caldas Novas, na região sul de Goiás. Segundo a corporação, ele teria cometido o crime no Distrito Federal, mas acabou sendo encontrado na cidade turística na última quinta-feira (30). A prisão, de acordo com a PM, ocorreu após a Força Tática da polícia local receber informações de que o criminoso estaria escondido na cidade. Assim, realizou diligências no local apontado e consegiu localizá-lo e prendê-lo. Além do homicídio, ele teria praticou furto no Distrito Federal. O homem chegou a dizer aos policiais que foi abordado por policiais em Brasília, mas ainda não havia mandado contra ele. Ele foi detido e encaminhado para o presídio. A identidade do suspeito não foi divulgada.
Caiado diz que não vai implementar câmeras nas fardas policiais

“Goiás não tem nem terá câmera. Não tem e não vou implementar. Isso é uma prerrogativa dos Estados, por norma constitucional” governador Ronaldo Caiado (União Brasil) disse à revista Veja que não vai implementar câmeras nas fardas policiais. Em entrevista ao canal do veículo de comunicação no Youtube, nesta sexta-feira (31), ele criticou portaria publicada nesta semana pelo Ministério da Justiça que dá orientações sobre a utilização do equipamento em uniformes dos agentes durante o serviço. “Goiás não tem nem terá câmera”, garantiu. “Não tem e não vou implementar. Isso é uma prerrogativa dos Estados, por norma constitucional”, completou. Segundo o governo federal, a portaria busca “padronizar” o uso do equipamento em todo o território nacional. Para Caiado, a medida tenta interferir em uma decisão restrita a governadores. “Cabe aos estados definir a sua política de segurança pública.” Para Caiado, o governo federal é que deveria copiar o modelo do Estado. “Em Goiás a segurança é plena, dentro dos moldes que estipulamos, e temos a polícia mais eficiente do País.” Segundo ele, “polícia foi feita para proteger o cidadão, e não para dar guarida a bandido”.
Goiás vence o Sport, segue 100% em casa e assume a liderança provisória na Série B

Com a vitória, o Goiás chegou aos 17 pontos na Série B, e tomou a ponta de forma provisória O Goiás é líder provisório da Série B. A equipe esmeraldina venceu o Sport na noite desta sexta-feira (31), por 3 a 0 jogando na Serrinha e segue 100% em seus domínios. Welliton Matheus, Marcão e Luiz Henrique foram os autores dos gols. O jogo O Sport começou pressionando sem deixar o Goiás respirar. Porém foram apenas quatro minutos para a equipe esmeraldina abrir o placar. Contra ataque puxado por Juninho e chegou em Dieguinho, o zagueiro ainda tentou afastar, mas caiu no pé de Welliton Matheus. Na sequência, Coutinho levou perigo a Tadeu. O confronto ficou pegado e tanto Goiás e Sport chegaram com grandes chances. Dalbert quase empatou e Luiz Henrique quase marcou o segundo pro esmeraldino. Baya teve a chance e mandou para fora, assim como Pedro Lima. A partida seguiu com a mesma pegada e as equipes querendo jogo Baya quase marcou Olimpico, mas o Goiás foi para o intervalo com a vantagem de 1 a 0 no placar. Na volta do intervalo, o Sport mudou e foi para cima na busca pelo empate, e quando o Goiás se recolheu e suportando a pressão do time adversário. O segundo veio aos vinte e sete com a ajuda do VAR. Gava cobriu falta na área e a bola foi em Braz. O zagueiro escorou e Marcão finalizou. A defesa do Sport tentou tirar, mas já tinha cruzado a linha. Zanardi mudou mais sua equipe que ainda seguiu buscando o terceiro gol, enquanto a defesa esmeraldina seguiu bem postada e sem sofrer gols, mesmo com os sete minutos de acréscimos. No último lance, ataque pela direta e Dieguinho cruzou para Luiz Henrique que de cabeça mandou para as redes para decretar o 3 a 0.
Eco pelo Clima faz protesto e acusa governo gaúcho de descaso

ONG diz que alertou autoridades sobre desastre ambiental Os porta-vozes da ONG mostraram-se solidários com as vítimas da crise climática e afirmaram que a luta é para construir outro sistema que não seja gerador da agressão ambiental que o Rio Grande do Sul tem vivido. “Capitalismo é desastre ambiental”, disseram os participantes da marcha. Segundo os integrantes do movimento, o poder público foi avisado da catástrofe pela própria ONG. De acordo com a Eco pelo Clima, o governo estadual vem sendo avisado há muito tempo dos riscos de mudanças climáticas. Em 2020, a ONG pediu, inclusive, um decreto sobre a questão. “Fora os negacionistas”, gritavam os manifestantes. “As mudanças climáticas estão nos matando. Emergência climática já!”, exigiram em cartazes. Código Estadual No dia 23 de maio, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu prazo de dez dias para que o governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa gaúcha esclareçam as mudanças realizadas no Código Estadual do Meio Ambiente, em que foram flexibilizadas regras ambientais. Fachin também enviou a ação direta de inconstitucionalidade (ADI) sobre o assunto para julgamento de mérito no plenário do Supremo, adotando assim rito sumário para avaliação. A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) terão cinco dias para se manifestar, após os esclarecimento das autoridades gaúchas. A ação foi aberta pelo Partido Verde (PV), segundo o qual, as alterações, que foram sancionadas pelo governador Eduardo Leite em 9 de abril, tiveram o objetivo de flexibilizar as regras ambientais de modo a permitir a construção de reservatórios e outras intervenções, como a derrubada da vegetação nativa em áreas de proteção permanente (APAs). O PV alega ter havido retrocesso ambiental, o que é vedado pelo Constituição, bem como que as mudanças na lei promoveram a “continuidade empírica da devastação no Rio Grande do Sul”. A ADI foi proposta no contexto da tragédia ambiental que atinge o Rio Grande do Sul desde o fim de abril, quando fortes chuvas começaram a cair no estado, causando enxurradas e inundações. Plano Rio Grande A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou no dia 21 de maio o chamado Plano Rio Grande, visando a reconstrução dos danos socioeconômicos causados por eventos climáticos extremos que afetaram o estado em 2023 e agora em maio. Além de instituir o programa de reconstrução, adaptação e resiliência climática estadual, a matéria aprovada prevê a criação do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), ao qual o governo estadual deve aportar, inicialmente, R$ 12 bilhões provenientes do valor que o estado economizará graças à suspensão , por três anos, do pagamento de sua dívida com a União. O fundo orçamentário e financeiro especial administrará os recursos públicos destinados ao custeio das ações, projetos ou programas de enfrentamento às consequências sociais, econômicas e ambientais dos fenômenos meteorológicos extremos, incluindo iniciativas que busquem incrementar a resiliência climática dos municípios gaúchos. Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro Edição: Nádia Franco
Rio Grande do Sul lança plano de ajuda a animais

Plataforma identificará pets e facilitará reencontro com tutores O governo do Rio Grande do Sul disponibilizou nesta sexta-feira (31) o Plano Estadual de Ação de Resposta à Fauna. O objetivo é estabelecer ações e responsabilidades a respeito de animais domésticos e domesticados, silvestres e de produção, de todos os portes, devido à calamidade pública nos municípios do estado. De acordo com a Defesa Civil do estado, desde o início da calamidade pública causada pelas chuvas, foram resgatados mais de 12,5 mil animais domésticos e silvestres até esta sexta-feira. No plano, o Grupo de Resposta a Animais em Desastres (GRAD-Brasil) será parceiro do estado gaúcho. Habitualmente, o GRAD-Brasil coordena ações de busca, resgate e salvamento de animais e organiza as operações em abrigos onde ficam temporariamente os pets (animais de estimação). O coordenador geral do GRAD- Brasil, Enderson Barreto, enfatiza que o grupo é parceiro do estado, mas se faz representado por centenas de milhares de outros voluntários. Site Uma plataforma multifuncional é a base deste plano elaborado pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente, disponível neste site. A nova ferramenta voltada a animais resgatados no Rio Grande do Sul foi desenvolvida em 20 dias, em conjunto por voluntários do GRAD-Brasil, da Arcanimal, da empresa de microchipagem AnimallTag e do site Pet RS. A iniciativa emergencial pretende fornecer um suporte à causa animal, com garantias para que os pets resgatados encontrem novos lares, voltem a se reunir com seus tutores e ter a oferta de lares temporários. A ferramenta virtual reúne informações sobre a quantidade de animais abrigados e as espécies mapeadas, sendo possível filtrar por endereço onde estão abrigados. Além de tentar resolver emergencialmente a situação dos animais resgatados no Rio Grande do Sul, os voluntários pretendem criar que modelo de resposta rápida e eficiente para futuras crises envolvendo animais em situações de desastres. A porta-voz da Arcanimal, Carine Zanotto, explicou que a união de esforços e a tecnologia garantem um processo mais eficiente e humanizado, com foco no bem-estar dos animais. “A Animalltag, a Pet RS, o GRAD e a Arcanimal visam proporcionar um final feliz para todos os animais envolvidos, seja no reencontro com seus tutores ou na construção de novos lares amorosos e responsáveis.” Carine ressaltou que nem todos os animais em abrigos têm tutores identificados e que todo o processo de triagem será feito cuidadosamente para evitar que um pet com tutor desabrigado seja encaminhado para adoção. “Entendemos a urgência em desafogar os abrigos, mas estamos tentando equilibrar bom senso e urgência, pensando sempre no bem estar dos animais”, afirma a representante da Arcanimal. A plataforma virtual vai agilizar três ações consideradas estratégicas e fundamentais: a identificação e cadastro de animais em abrigos; a triagem para adoção e destinação a lares temporários; e o auxílio a tutores na busca pelos pets perdidos. Papéis Em situações de emergência, o GRAD-Brasil dará orientação sobre critérios para a identificação de animais e de candidatos a adotantes e coordenará a assistência a abrigos, proporcionando suporte de saúde e assistência aos animais resgatados. A Animal Tag identificará e fará o cadastro de animais por meio de aplicativo. Já o site Pet RS terá a missão de facilitar o reencontro de tutores com os pets perdidos, enquanto a plataforma da Arcanimal vai promover a adoção de cães e gatos, fazendo a ponte entre os animais disponíveis até os futuros lares permanentes. O primeiro passo será identificar e classificar os animais abrigados, com medalhas numeradas e de diferentes cores. A vermelha será atribuída a animais com tutores conhecidos (identificados, principalmente, por meio de microchips); a amarela, destinada aos que aguardam a identificação do tutor; e a verde, àqueles que estão aptos para adoção, como os filhotes. O número de cada medalha estará vinculado a fotos e informações específicas daquele animal, a partir do cadastro realizado pelos abrigos no um aplicativo viabilizado pela parceira Animal Tag, sem custo para o governo gaúcho. A empresa também doará as medalhas. O aplicativo, que poderá ser visualizado offline, está em fase de homologação. Após a ativação, voluntários da Arcanimal ajudarão no processo de identificação, orientando e estimulando os abrigos a abastecerem o banco de dados. Após o mapeamento, o terceiro passo consistirá no aproveitamento de tais dados pelo sites da Arcanimal e da Pet RS, que cuidará de conectar os pets aos tutores e da Arcanimal, que conectará os animais às pessoas interessadas em adoção. No mesmo site, já é possível manifestar interesse em acolher um animal por período determinado (lar temporário) ou de forma definitiva. A partir das opções feitas, como temperamento e porte do animal, a plataforma fará o cruzamento com o banco de dados da Animalltag para selecionar os cães e gatos que se enquadram no perfil desejado. O processo de adoção será gerenciado pelos abrigos, cabendo às plataformas facilitar essa gestão. Por Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Distrito Federal lidera em taxa de transplantes de fígado por milhão de habitantes

Marca da capital é de 43,3 cirurgias por cada 1 milhão de pessoas, quase quatro vezes maior que a média nacional, que é de 11,6; veja o que é necessário para ser um doador de órgãos e como funciona o sistema de transplantes no Distrito Federal Por Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira Entre os diversos tipos de transplante de órgãos e tecidos que a rede pública de saúde do Distrito Federal oferece em sua gama de procedimentos, a capital federal foi líder, em 2023, nos transplantes de rim, fígado, coração e medula óssea – considerando-se a taxa de transplantes por milhão de habitantes. Com 121 transplantes de fígado realizados em Brasília no último ano, quantidade que vem aumentando desde 2019, a taxa do DF é de 43,3. O número é quase quatro vezes maior que a média nacional, de 11,6. Arte: Agência Brasília Como funciona O Sistema Único de Saúde (SUS) é responsável por coordenar e executar os transplantes de órgãos no Brasil, incluindo no Distrito Federal (DF). O processo envolve diversas etapas, desde a identificação de potenciais doadores até o acompanhamento pós-transplante. Normalmente, os doadores são pacientes que sofreram morte encefálica em unidades de terapia intensiva (UTIs). Após a confirmação do quadro, é necessário obter o consentimento da família para a doação de órgãos. Esse processo é coordenado pela Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos do DF (CNCDO/DF), onde profissionais de saúde treinados abordam as famílias para discutir a possibilidade de doação. Uma vez obtido o consentimento, uma equipe médica avalia a condição dos órgãos do potencial doador para garantir que estão aptos para transplante. Os órgãos viáveis são então captados e preservados adequadamente para ser transportados. Normalmente, os doadores são pacientes que sofreram morte encefálica em unidades de terapia intensiva (UTIs) | Foto: Davidyson Damasceno/IgesDF A distribuição dos órgãos segue critérios rigorosos estabelecidos pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT), e a prioridade é dada com base em fatores como compatibilidade sanguínea e tecidual, gravidade da doença do receptor, tempo em lista de espera e urgência do caso. Quando um órgão é designado para um paciente, este é convocado imediatamente para o hospital onde será feito o transplante. Entre os hospitais públicos preparados para realizar esses procedimentos no DF estão o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF). Acompanhamento integral Quem necessita de um transplante é identificado por qualquer ambulatório que, após consultas e exames que comprovam a necessidade do procedimento, encaminha a solicitação para a Central Estadual de Transplante. Após ser inscrito na lista de espera, o paciente aguarda até chegar a possibilidade de realizar a cirurgia e conta também com o acompanhamento pós-transplante, onde continua recebendo cuidados intensivos. A distribuição dos órgãos segue critérios rigorosos estabelecidos pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT) e a prioridade é dada com base em fatores como compatibilidade sanguínea e tecidual, gravidade da doença do receptor, tempo em lista de espera e urgência do caso A equipe médica monitora a resposta do corpo ao novo órgão e ajusta a medicação para prevenir a rejeição. O acompanhamento contínuo é crucial para o sucesso a longo prazo do transplante. Segundo a diretora da Central Estadual de Transplantes da Secretaria de Saúde do DF (SES), Gabriella Christmann, atualmente a fila para transplante de fígado está em 25 pessoas, número que varia constantemente. “O Brasil tem o maior serviço público de transplante do mundo, e o acesso gratuito permite que não haja discriminação por conta de poder aquisitivo. É um acesso integral pelo SUS, desde o pré até o pós-transplante, sem precisar de um serviço complementar privado”, destaca. Uma nova chance de vida A diretora frisa que o transplante só ocorre mediante a doação. “A gente precisa que as pessoas se sensibilizem, porque necessitamos 100% da população para dar uma nova chance de vida para esse paciente”, observa. Doenças crônicas como diabetes, infecções ou mesmo uso de drogas injetáveis podem acabar comprometendo o órgão que seria doado, inviabilizando o transplante. Por isso, a entrevista familiar realizada após a permissão do doador é essencial, permitindo à equipe avaliar os riscos e garantir a segurança dos receptores e dos profissionais de saúde.
Museu Vivo da Memória Candanga recebe Encontro Nacional de Folia de Reis

A 22ª edição do evento é realizada com recursos do FAC-DF e tem entrada gratuita; programação começa nesta sexta (31), às 19h, e vai até domingo (2/6) Missa sertaneja, comidas típicas, apresentações culturais, exposições, danças e música caipira fazem parte da programação da 22ª edição do Encontro Nacional de Folia de Reis do Distrito Federal. Pela primeira vez o evento será realizado no Museu Vivo da Memória Candanga, com abertura oficial às 19h desta sexta-feira (31) e a entrada é gratuita. Dez grupos vão se apresentar durante os três dias do evento, cinco do Distrito Federal e os outros de Minas Gerais, Bahia e Goiás. Representantes do Tocantins e do Rio de Janeiro também estarão presentes. Com apoio do FAC, o Encontro Nacional de Folia de Reis do Distrito Federal será realizado pela primeira vez no Museu Vivo da Memória Candanga | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília O evento é uma organização da Associação dos Foliões de Reis do Distrito Federal e o Entorno foi contemplado em seleção pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) em fevereiro deste ano com valor de R$ 500 mil. “Receber a 22ª edição do Encontro de Folia de Reis do Distrito Federal, pela primeira vez, no nosso Museu Vivo da Memória Candanga é uma grande honra e motivo de muito orgulho. A Folia de Reis, sem dúvidas, é uma das mais belas manifestações culturais populares do nosso país. E tê-la em um dos nossos espaços é a reafirmação do nosso compromisso em valorizar, em todos os níveis, a cultura popular brasileira”, comemorou o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. O Encontro da Folia de Reis começou no final da década de 1990 com o objetivo de proporcionar as festividades no Distrito federal. Antes do encontro, as comitivas tinham que ir para outros estados para se apresentarem. O primeiro encontro teve apenas dois grupos. O evento aconteceu durante 10 anos no Parque de Exposições da Granja do Torto, depois passou a ser itinerante indo para Ceilândia, na “Casa do Cantador”, no Gama e em São Sebastião, por exemplo. “Quem passar por aqui fará um passeio pela cultura popular brasileira”, diz Pereira da Viola, uma das atrações do evento, que já fez parcerias com Almir Sater e Renato Teixeira Para Walério dos Reis, presidente da Associação dos Foliões de Reis do Distrito Federal e Entorno e membro da Folia de Reis João Timóteo, a escolha do Museu Vivo da Memória Candanga foi acertada porque “é um bom local, concentra as atrações, utiliza o espaço que, por vezes, é esquecido e resgata a história do Distrito Federal”. Walério dos Reis é filho do capitão, já falecido, João Timótio, que dá nome ao seu grupo de foliões. Ele participa de folias desde os cinco anos de idade. “A Folia de Reis remonta a visita dos três Reis Magos, que foram visitar o menino Jesus. A Folia de Reis vai até onde o padre não pode ir, onde o pastor não pode ir, vai nas fazendas e leva a palavra de Deus de uma forma diferente, mais animada, cantando e dançando”, afirma. “A Folia de Reis remonta a visita dos três Reis Magos, que foram visitar o menino Jesus”, diz Walério dos Reis, presidente da Associação dos Foliões de Reis do Distrito Federal e Entorno O encontro foi para o Parque de Exposições da Granja do Torto em um contraponto aos shows que acontecem no local ligados à música sertaneja romântica. “Temos uma política de descentralização das ações culturais com o dinheiro público. Depois da Granja do Torto, o encontro passou a ser itinerante. Agora é a primeira vez que estamos no Museu Vivo da Memória Candanga, com o objetivo de valorizar esse espaço tão importante e que não tem muita visibilidade. Temos que ter esse espaço como um espaço de cultura e de diversidade”, explicou Volmi Batista, coordenador do evento. Pereira da Viola é uma das atrações da 22ª edição do Encontro Nacional de Folia de Reis do Distrito Federal. Mineiro de Belo Horizonte, músico há 30 anos, com oito CDs gravados, parcerias com Almir Sater e Renato Teixeira, promete realizar um passeio musical pela cultura brasileira lembrando do lado criança dos foliões. “Agora é a primeira vez que estamos no Museu Vivo da Memória Candanga, com o objetivo de valorizar esse espaço tão importante”, afirma o coordenador do evento, Volmi Batista “Falar de um encontro da Folia de Reis é falar de uma identidade brasileira. Traz esse Brasil profundo e traduz os sentimentos das etnias, que formam o Brasil. Por mais que seja uma tradição da cultura europeia, aqui ela encontra as culturas afro e indígena. Quem passar por aqui fará um passeio pela cultura popular brasileira. Apresentarei músicas clássicas, eruditas e brasileiras todas na linguagem da viola. Teremos uma apresentação lúdica, vamos cantar juntos e brincar de roda”, disse. Confira a programação: Sexta (31) → 19h: Abertura oficial, com encontro das bandeiras e chegada dos três reis. Sábado (1º/6) → 8h: Café da manhã dos foliões com Canto de Bendito→ 9h: Oficinas de Luthieria e Trilha Sonora – Etapa 1; roda de prosa→ 12h: Almoço dos foliões; Bendito de Mesa – Reisado Doze Dos Reis→ 12h30: Contação de Histórias – Duo Flor de Cacau→ 14h: Oficinas de Luthieria e Trilha Sonora – Etapa 2; Assembleia Aforeis→ 17h: Manifestações espontâneas→ 18h: Jantar; Bendito de Mesa com a Folia Nossa Senhora Aparecida; apresentações das oficinas de Luthieria e Trilha Sonora – Etapa 3→ 20h: Apresentações• Reisado Doze Dos Reis (BA)• Estrela Da Guia (MG)• Folia De Niquelândia (GO)• Folia Feminina De Vazante (MG)Violeiros e violeiras:• Idelbrando Calazâncio• Ânderes e Fernandes• Leyde e Laura Domingo (2/6) → 8h: Café da manhã dos foliões – Canto de Bendito→ 9h: Missa Sertaneja com o Padre Preguinho e Folia João Timoteo→ 12h: Almoço dos foliões / Bendito de Mesa com a Folia João Timóteo→ 12h30: Contação de Histórias – Duo Flor de Cacau→ 14h: Apresentações• Saudade Do Interior (DF)• Menino Jesus (DF)• Despedida das bandeirasVioleiros e violeiras:• Claudinho da
Fórum Integrado promove conscientização sobre a proteção do Cerrado

Evento organizado pela Sema-DF vai abordar, na próxima terça (4), ações de preservação e envolverá a comunidade no debate ambiental A Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema-DF) vai realizar, na próxima terça-feira (4/6), por meio da Subsecretaria de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos (Sugars), o I Fórum Integrado sobre Meio Ambiente, com a temática Protegendo o Cerrado. O evento ocorrerá das 8h30 às 12h30, no Auditório do UniCeub, na Asa Norte, e vai discutir e promover a proteção do Cerrado, um dos biomas mais importantes e ameaçados do Brasil. “Queremos mostrar à população as ações concretas que estamos realizando e a importância de cada um nesse processo. Sempre digo que nós trabalhamos com a transversalidade, unindo esforços para preservar o nosso meio ambiente” Gutemberg Gomes, secretário do Meio Ambiente e Proteção Animal O fórum será uma oportunidade para mostrar o trabalho desenvolvido pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio das ações da Sema-DF e de suas vinculadas, para a garantia da qualidade de vida e sobrevivência das futuras gerações no Distrito Federal. O evento busca ainda envolver a comunidade, aumentar a conscientização e incentivar mudanças de comportamento em relação à preservação do meio ambiente. Para o secretário do Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes, o evento reforça o compromisso do GDF com a preservação do Cerrado e a sustentabilidade no Distrito Federal. “Queremos mostrar à população as ações concretas que estamos realizando e a importância de cada um nesse processo. Sempre digo que nós trabalhamos com a transversalidade, unindo esforços para preservar o nosso meio ambiente”, comentou. O fórum visa conscientizar a população sobre a importância de proteger o Cerrado e promover práticas sustentáveis para mitigar os impactos ambientais | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O subsecretário de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos, Anchieta Coimbra, destacou a importância do fórum como importante plataforma para discussão sobre as melhores práticas e estratégias para a gestão sustentável dos recursos naturais. “Este fórum é uma oportunidade única para unir esforços e compartilhar conhecimento. Estamos empenhados em garantir que nossas ações sejam eficazes e alcancem resultados duradouros para a preservação do meio ambiente”, disse. Contexto internacional e nacional O debate sobre crescimento e desenvolvimento sustentável tem ganhado força em todo o mundo, destacando a necessidade de preservar o meio ambiente para garantir a qualidade de vida das futuras gerações. Eventos como a COP 28, realizada em Dubai, enfatizam a importância de acordos internacionais para a redução da emissão de combustíveis fósseis e o aumento da capacidade de energia renovável. No Brasil, a preservação ambiental tem sido uma preocupação desde a década de 1960, com marcos importantes como a criação da Política Nacional do Meio Ambiente em 1981 e a Rio-92. No Distrito Federal, a ocupação irregular de áreas públicas e a especulação imobiliária têm ameaçado a preservação dos mananciais e áreas verdes. O fórum visa conscientizar a população sobre a importância de proteger o Cerrado e promover práticas sustentáveis para mitigar os impactos ambientais. Por Agência Brasília* | Edição: Saulo Moreno *Com informações da Sema-DF
Governo vai investir R$ 4 milhões na temporada “Mais Araguaia 2024”

Recursos serão usados em inúmeras ações, como apresentações artísticas, educação ambiental e segurança O governo de Goiás vai investir R$ 4 milhões na temporada “Mais Araguaia 2024”. O anúncio foi feito pelo governador Ronaldo Caiado (União Brasil), na quarta-feira (29), na esplanada do Centro Cultural Oscar Niemeyer. Vale citar, os recursos são do Ministério do Turismo e serão direcionados pelo Goiás Turismo. Eles serão direcionados para fortalecer a programação artística, além de adquirir equipamentos de proteção e segurança para os bombeiros. Ações promocionais de pesca esportiva, distribuição de materiais turísticos, como o do gibi do “Educadinho”, e pesquisa de perfil do turista também integram os planos para a temporada. “Goiás vai investir mais de R$ 4 milhões para atender e dar suporte à população e todos os prefeitos da região”, disse Caiado e emendou: “Vamos levar ao goiano a responsabilidade de tratar e preservar o meio ambiente, sem nada de lixo para não contaminar nossos rios. Ao mesmo tempo, cuidando dos animais e impedindo a pesca e caça predatória. Em Goiás, a cota é zero. A prática esportiva é sempre bem-vinda, mas com a beleza de pescar e depois devolver o peixe para dentro da água.” As cidades Aruanã, Aragarças, Britânia, Nova Crixás e São Miguel do Araguaia recebem a temporada no mês de julho, com apoio da secretaria da Retomada. O Mais Araguaia 2024 terá apresentações artísticas, ações de educação ambiental e segurança e mais. O lançamento da temporada Mais Araguaia 2024 ocorreu em Goiânia, na esplanada do Centro Cultural Oscar Niemeyer, na quarta-feira (29). Na ocasião, houve apresentação do cantor Toni Garrido.