Alto Paraíso abre 1º Fórum de Patrimônio com debates sobre identidade e preservação cultural

Publicado em 30/08/2025 O município de Alto Paraíso de Goiás deu início, nesta sexta-feira (29/08), ao 1º Fórum de Patrimônio Material e Imaterial do Estado, promovido pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás). O encontro, que segue até domingo (31/08), é realizado no campus da UnB Cerrado, com a participação de gestores públicos, mestres da cultura, pesquisadores, agentes culturais e representantes de instituições de ensino. A abertura reuniu mais de 70 participantes e marcou o início de um espaço de diálogo voltado à valorização e preservação do patrimônio cultural goiano. O evento superou as expectativas, com 106 inscrições confirmadas, representando 24 municípios goianos, além de participantes do Distrito Federal e de Tocantins. Com o tema Patrimônio e Território: Fronteiras Culturais e Paisagens de Resistência, o fórum propõe debates sobre identidade, memória e políticas públicas culturais. A programação inclui painéis, oficinas e uma Roda de Saberes, que promove a troca entre mestres da cultura e comunidades locais. Durante a cerimônia, autoridades reforçaram a importância do encontro. O prefeito de Alto Paraíso, Marcus Adilson Ribeiro, destacou que patrimônio é identidade e memória coletiva. O secretário municipal de Cultura, Rafael Veiga, lembrou a luta para sediar o evento. Representando a UnB Cerrado, a diretora Maria Júlia Martins Silva ressaltou o papel estratégico da universidade na região. A superintendente de Patrimônio Histórico e Artístico da Secult Goiás, Bruna Arruda, no ato, representando a secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes, destacou o caráter coletivo da construção. Edital inédito Um dos pontos altos do evento foi o anúncio do lançamento do edital inédito de Mestres e Mestras da Cultura, feito pelo Gerente de Fomento ao Audiovisual e Salas de Cinema, da Secult, Gabriel Dutra. O investimento do Governo de Goiás para o certame será de R$ 1,2 milhão, contemplando 120 prêmios de R$ 10 mil cada, incluindo uma categoria especial dedicada a mestres Quilombolas e Kalungas. O edital está previsto para ser lançado oficialmente no dia 8 de setembro, pela Plataforma Baru. O 1º Fórum de Patrimônio Material e Imaterial de Goiás segue até domingo (31/08), em Alto Paraíso, e promete encerrar com muita troca de conhecimento, fortalecendo a memória e a diversidade cultural do Estado.
Venezuelana é presa por furtar roupas avaliadas em R$ 2 mil na região da 44, em Goiânia

Publicado em 30/08/2025 Venezuelana de 31 anos aproveitava momentos de distração dos funcionários das lojas para esconder peças e sair sem pagar Uma mulher de 31 anos, natural da Venezuela, foi presa na tarde de quinta-feira (28) suspeita de furtar roupas em pelo menos duas lojas da região da 44, em Goiânia. A ação foi realizada por policiais militares do Batalhão de Terminal, após comerciantes compartilharem imagens das câmeras de segurança que registraram o crime. Segundo a Polícia Militar, a suspeita entrava nas lojas e se passava por cliente, demonstrando interesse em roupas. No entanto, ela aproveitava momentos de distração dos funcionários para esconder peças e sair sem pagar. Ao todo, os produtos recuperados foram avaliados em cerca de R$ 2 mil. Imagens de circuitos de segurança ajudaram policiais a identificar e prender a mulher em flagrante. As peças de roupa furtadas foram apreendidas e devolvidas aos lojistas. A suspeita foi encaminhada à Central de Flagrantes, onde foi autuada por furto. A polícia investiga se ela pode estar envolvida em outros crimes semelhantes na região. Furto na Região da 44 Dois homens, com idades entre 22 e 28 anos, foram presos em Goiânia por envolvimento em crimes de furto e receptação. Um deles, gerente de uma loja, furtava mercadorias do próprio estabelecimento e repassava para o comparsa, que revendia os produtos por preços abaixo do mercado. As investigações revelaram que os furtos ocorriam há seis meses e foram comprovados por câmeras de segurança. Os dois homens foram detidos em flagrante e permanecem à disposição da Justiça.
Jovem é preso por abandonar pitbull sem água e comida em Aparecida de Goiânia

Publicado em 30/08/2025 Agentes foram recebidos com latidos, mas o pitbull não conseguia se levantar do chão por estar fraco, desnutrido e com sinais de desidratação Um jovem de 22 anos foi preso suspeito de abandonar um cachorro da raça pitbull em uma casa vazia, sem água e sem comida, no Setor Andrade Reis, em Aparecida de Goiânia. O animal foi resgatado em estado crítico de saúde após denúncias de vizinhos que perceberam que ele não tinha forças para levantar e acionaram as autoridades. A ocorrência foi atendida em uma ação conjunta da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma), Polícia Militar e Guarda Civil Municipal (GCM). Ao chegarem ao local, os agentes foram recebidos com latidos, mas o cão não conseguia se levantar do chão por estar fraco, desnutrido e com sinais de desidratação. Perceberam também que não havia água ou comida para o pitbull na casa. O animal foi resgatado, recebeu alimentação e foi encaminhado para atendimento em uma clínica veterinária. Já o tutor foi identificado, preso e levado para a Central de Flagrantes de Aparecida. Ele não soube explicar o motivo do abandono do cachorro e foi autuado por maus-tratos contra animais, crime que prevê pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa. Punição por abandono de animais A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que prevê a suspensão da CNH de condutores que abandonarem animais em veículos. A prática será considerada infração gravíssima, com penalidade de 12 a 18 meses sem dirigir, dependendo da espécie do animal (cães e gatos terão penalidade mais severa). O objetivo é coibir o abandono de animais e reforçar as penalidades contra maus-tratos. O projeto ainda precisa ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo plenário da Câmara.
Anunciada licitação da GO-411 em Paraúna

Publicado em 29²08/2025 O vice-governador Daniel Vilela anunciou nesta quinta-feira (28/08), em Paraúna, que o Governo de Goiás vai publicar em setembro o edital de licitação para a pavimentação da GO-411, no trecho entre a GO-050 e a GO-174. O investimento previsto é de R$ 241,1 milhões para 71 quilômetros de rodovia, uma obra aguardada há décadas pelos produtores da região. O anúncio foi feito durante a agenda de inaugurações e da abertura da Expo Paraúna 2025, realizada pela prefeitura. O vice-governador também ressaltou que a pavimentação da GO-411 vai transformar o escoamento da safra no Sudoeste goiano. Planejamento e solidez fiscal Segundo Daniel, a capacidade de o Estado lançar grandes obras é resultado da gestão do governador Ronaldo Caiado, reconhecido como o mais bem avaliado do país, com índice de aprovação de 88%. Daniel também reafirmou o compromisso com outra demanda histórica do município: o anel viário de Paraúna. Segundo informou, a Goinfra solicitou ajustes técnicos no projeto antes da publicação do edital, mas a obra segue como prioridade para o Governo de Goiás. O prefeito de Paraúna, Flávio de Moraes, conhecido como Flávio Macarrão, destacou a relevância do anúncio.
Justiça mantém preso homem que deixou ex-esposa em cárcere por 8 meses, em Aparecida

Publicado em 28/08/2025 A Justiça converteu em preventiva a prisão em flagrante de Paulo Roberto Bageston de Campos, de 51 anos, nesta quinta-feira (28). A Polícia Militar (PM) de Goiás prendeu o homem na quarta-feira (27) pela suspeita de manter a ex-esposa, de 43 anos, em cárcere privado por oito meses, em Aparecida de Goiânia. Foi possível chegar até o acusado após denúncia da advogada da vítima, que conseguiu contato com a cliente nos últimos dias. A mulher, que também era ameaçada de morte, reuniu provas, por meio de áudios e vídeos, antes de procurar ajuda, pois queria ter certeza de que ele fosse preso. A informação foi divulgada na PM e ainda não consta no sistema do Judiciário goiano. Segundo a PM, o suspeito foi preso dentro da casa da vítima, que também estava no local e confirmou a situação. Os policiais revistaram a residência e encontraram a arma de fogo utilizada para cometer o crime em um maleiro, dentro do guarda-roupa. O homem negou as ameaças e disse que a escopeta calibre 12 era registrada. Ele apresentou aos policiais militares o certificado de Colecionador, Atirador e Caçador (CAC), mas foi levado à Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia para as providências, devendo responder por cárcere privado e ameaça. Também foi apurado que o homem tinha saído de casa, mas mantinha a mulher trancada no local e fazia ameaças, além de vigiar e retornar à residência com frequência. No local, ele praticava agressões por vários dias seguidos e enviava mensagens para amedrontar a mulher, conforme relato. “Eu prefiro ir aí, mato você e me mato. Não estou brincando. E tu não sabe a hora que eu chego, o dia que eu chego. Vai continuar me desafiando? O bicho vai pegar. Pode se preparar que vai ter velório. Eu não tenho nada a perder”, disse o suspeito em um áudio revelado pela TV Anhanguera. Acusado e vítima foram casados por 25 anos e as agressões aconteciam desde o começo do casamento, segundo a mulher. Um dos filhos, inclusive, disse ter presenciado violência. O Mais Goiás não conseguiu contato com a defesa do acusado, mas mantém o espaço aberto. Pedido de ajuda A vítima só pediu ajuda à advogada após conseguir filmar e reunir provas. Ela ainda instruiu a jurista a pedir que a PM simulasse uma entrega no local para não sofrer represálias. Quando os agentes chegaram, ele deixou que eles entrassem. Ainda na noite de quarta-feira, ela conseguiu medida protetiva de urgência. Com isso, o homem está proibido de aproximar a menos de 300 metros dela, de manter contato por qualquer meio de comunicação e de frequentar local onde ela estiver. Ele também teve suspenso o porte e posse de arma. A mulher teme, agora, que ele deixe a prisão após audiência de custódia, que deve ocorrer nesta quinta-feira (28), e vá atrás dela. Segundo a vítima, ele disse: “Eu da cadeia saio, mas você não sai do cemitério.”
Homem manteve ex-esposa em cárcere privado por 8 meses, em Aparecida

Publicado em 28/08/2025 Ação da PM aconteceu após mulher reunir provas e entregar para a advogada A Polícia Militar (PM) de Goiás prendeu, na quarta-feira (27), um homem de 51 anos, suspeito de manter a ex-esposa, de 43 anos, em cárcere privado por oito meses, em Aparecida de Goiânia. Foi possível chegar até o acusado após denúncia da advogada da vítima, que conseguiu contato com a cliente nos últimos dias. A mulher, que também era ameaçada de morte, reuniu provas, por meio de áudios e vídeos, antes de procurar ajuda, pois queria ter certeza de que ele fosse preso. Segundo a PM, o suspeito foi preso dentro da casa da vítima, que também estava no local e confirmou a situação. Os policiais revistaram a casa e encontraram a arma de fogo utilizada para cometer o crime em um maleiro, dentro do guarda-roupa. O suspeito negou as ameaças e disse que a arma, uma escopeta calibre 12, era registrada. Ele apresentou aos policiais militares o certificado de Colecionador, Atirador e Caçador (CAC), mas foi levado à Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia para as providências, devendo responder por cárcere privado e ameaça. Detalhes Foi apurado que o homem tinha saído de casa, mas mantinha a mulher trancada no local e fazia ameaças, além de vigiar e retornar à residência com frequência. No local, ele praticava agressões por vários dias seguidos e enviava mensagens para amedrontar a mulher, conforme relato. “Eu prefiro ir aí, mato você e me mato. Não estou brincando. E tu não sabe a hora que eu chego, o dia que eu chego. Vai continuar me desafiando? O bicho vai pegar. Pode se preparar que vai ter velório. Eu não tenho nada a perder”, disse o suspeito em um áudio revelado pela TV Anhanguera. Acusado e vítima foram casados por 25 anos e as agressões aconteciam desde o começo do casamento, segundo a mulher. Um dos filhos, inclusive, disse ter presenciado violência. O homem, identificado como Paulo Roberto Bageston de Campos, segue preso, segundo consulta ao Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO). Não conseguimos contato com a defesa do acusado, mas mantém o espaço aberto. Pedido de ajuda A vítima só pediu ajuda à advogada após conseguir filmar e reunir provas. Ela ainda instruiu a jurista a pedir que a PM simulasse uma entrega no local para não sofrer represálias. Quando os agentes chegaram, ele deixou que eles entrassem. Ainda na noite de quarta-feira, ela conseguiu medida protetiva de urgência. Com isso, o homem está proibido de aproximar a menos de 300 metros dela, de manter contato por qualquer meio de comunicação e de frequentar local onde ela estiver. Ele também teve suspenso o porte e posse de arma. A mulher teme, agora, que ele deixe a prisão após audiência de custódia, que deve ocorrer nesta quinta-feira (28), e vá atrás dela. Segundo a vítima, ele disse: “Eu da cadeia saio, mas você não sai do cemitério.”
Decon e Agrodefesa apreendem 2,5 toneladas de carne clandestina em Goiânia

Publicado em 28/08/2025 A Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon) da Polícia Civil de Goiás apreendeu 2.500 kg de carne clandestina em uma operação realizada no Parque Maracanã, em Goiânia. A ação ocorreu em conjunto com a Agrodefesa. Os produtos eram usados na produção de espetinhos e foram descartados. A empresa não possuía registro na Agrodefesa, e o local onde a carne era manipulada apresentava diversas irregularidades. Segundo os fiscais, o imóvel estava em desacordo com as normas legais quanto à estrutura física, uso de equipamentos e condições higiênico-sanitárias exigidas para esse tipo de atividade. Estabelecimento foi autuado por uso de carne clandestina O responsável pelo estabelecimento foi identificado e responderá por crimes contra as relações de consumo. Ele também teve as atividades suspensas e foi autuado administrativamente. A conduta está prevista no artigo 7º, incisos VII e IX, da Lei nº 8.137/90, que trata de delitos contra o consumidor. Editado por Juliana Carnevalli via Polícia Civil de Goiás – 28 de agosto, 2025
Idosos, viciados e pessoas com deficiência sofriam maus-tratos em clínica de Caldas Novas

Publicado em 28/08/2025 Vítimas são idosos, dependentes químicos e pessoas com deficiência mental. Dona de clínica clandestina também é investigada por sequestro Uma mulher, que não teve a identificação divulgada, foi presa em flagrante suspeita de comandar uma clínica de reabilitação clandestina em Caldas Novas, na região Sul de Goiás. A prisão foi efetuada na quarta-feira (27) após denúncias de cárcere privado e maus-tratos feitas por um membro do Ministério Público de Goiás (MPGO). Entre as vítimas estão idosos, dependentes químicos e pessoas com deficiência mental. Segundo a Polícia Civil, ela também é investigada por sequestrar alguns pacientes a pedido dos próprios familiares das vítimas. Após relatos de moradores, uma equipe do MPGO realizou uma vistoria na clínica, onde constatou diversas irregularidades, incluindo a falta de alvará de funcionamento e autorização da vigilância sanitária para funcionar. Verificaram também que os pacientes viviam em condições degradantes em um espaço cercado por muros altos com arame farpado e lâminas pontiagudase e portões sempre fechados. A Polícia Civil foi acionada e realizou buscas na clínica, onde entrou medicamentos que só podem ser ingeridos com prescrição e acopanhamento psiquiátrico. Em conversa com os internos, eles contaram que foram levados para o local contra a própria vontade e, em alguns casos, foram retirados à força de entro das casas, o que configura sequestro. Ainda segundo os relatos, os pacientes eram obrigados a tomar remédios que os deixavam fracos e sem reação, para que não tentassem fugir. Disseram também que dormiam em quartos trancados por fora e eram forçados a assinar documentos que autorização a internação, mesmo sem querer. Entre as cidades de origem das vítimas, estão Uberlândia, Prata e Monte Alegre, em Minas Gerais, Itumbiara, Goiatuba e São Luís de Montes Belos, em Goiás e São José do Rio Preto, em São Paulo. De acordo com polícia, os internos não podiam usar celular e as visitas da família eram controladas. Para manter as vítimas na clínica, os parentes pagavam entre R$ 1,5 mil e R$ 1,8 mil por mês. A responsabilidade dos familiares também será investigada. Após a prisão em flagrante da dona da clínica, a polícia encainhou os internos de volta aos seus municípios de origem. O caso segue sob investigação e a suspeita continua presa à disposição da Justiça. Clínica clandestina Em Goiânia, a Polícia Civil de Goiás indiciou seis pessoas, incluindo a mãe e a irmã de uma servidora do Tribunal de Justiça, além dos donos de uma clínica psiquiátrica, por envolvimento na internação compulsória de uma mulher. A investigação sugere que a internação foi motivada por questões patrimoniais e que a clínica estava envolvida em outros casos de internação irregular. Os indiciados enfrentam acusações de sequestro, lesão corporal e cárcere privado. A defesa das acusadas nega participação e afirma que somente a Justiça pode julgar a questão. A Polícia Civil continua investigando outros casos de internação compulsória.
AGR disponibiliza novas linhas de transporte intermunicipal de passageiros

Publicado em 28/08/2025 O Conselho Regulador da Agência Goiana de Regulação (AGR) aprovou, nesta quarta-feira (27/08), minuta de edital de chamamento público aprovada ad referendum pelo presidente Wagner Oliveira Gomes e que disponibiliza 18 linhas do transporte intermunicipal de passageiros em várias regiões do estado. O edital 04/2025 foi disponibilizado neste mês com o objetivo de possibilitar novos investimentos no sistema de transporte intermunicipal, atendendo novos mercados. De janeiro a agosto, quatro editais foram lançados pela AGR, somando mais de 100 linhas de transporte disponíveis a investidores, em regime de autorização. As autorizações para operação dos serviços podem se dar por mais de uma empresa em uma mesma linha e também de uma mesma empresa para mais de uma linha. Neste edital, são contempladas as linhas: Outros processos Na mesma sessão, foram aprovadas as apurações de gratuidades concedidas a pessoas idosas e a pessoas com deficiência por empresas do transporte regular de passageiros relativas aos meses de abril a junho. As empresas contempladas foram: Na semana passada, o Conselho Regulador aprovou as apurações de gratuidades concedidas pelas empresas, relativas ao período de abril a junho: Também foram apreciados e julgados processos relativos a autos de infração no transporte intermunicipal de passageiros. Nova conselheira A sessão contou com a participação da nova conselheira Maria Sílvia de Lima Hatschbah que passa a integrar o Conselho da AGR. Graduada em Direito, ela possui pós-graduação em Direito Administrativo, Constitucional, do Trabalho e Processo do Trabalho, além de MBA em desenvolvimento de carreira de lideranças femininas em grandes empresas. Com mais de 20 anos de experiência, Maria Sílvia Hatschbah construiu sua carreira nas áreas cível, trabalhista, processual, constitucional, administrativo e público. Atuou em empresas do sistema “S” e na Eletrobrás/Furnas, em Goiânia, onde teve contato direto com a regulação do setor elétrico. Sobre sua chegada à AGR, Maria Sílvia destaca que espera contribuir de forma técnica e equilibrada. Editado por Hosana Alves via Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR) – Governo de Goiás – 28 de agosto, 2025
Trio é preso por esquartejar e decapitar mulher no DF; corpo foi achado em mata

Publicado em 28/08/2025 Corpo de Ingrid Michelli Siqueira Pinheiro foi localizado em uma cova rasa no Areal, região administrativa de Taguatinga A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu três homens suspeitos de esquartejar e decapitar uma mulher em uma área de mata no Areal, região administrativa de Taguatinga, no dia 14 de agosto. Os presos têm 19, 23 e 25 anos e foram capturados entre os dias 19 e 27 de agosto, dois no próprio Curral — área usada por usuários de drogas — e um em Pirenópolis (GO). O corpo de Ingrid Michelli Siqueira Pinheiro, de 38 anos, foi localizado em uma cova rasa. Segundo a polícia, a vítima foi morta com extrema violência, tendo sido amarrada, decapitada e esquartejada antes de ser enterrada no local. A irmã de Ingrid, Indiane Eglyn Pinheiro Almeida, relatou ao Correio Braziliense impacto ao reconhecer o corpo. “Ela estava sem os olhos, decapitada, com os braços amarrados, nua e já em decomposição. Não estava enterrada, apenas jogada em um buraco. Foi um requinte de crueldade”, disse. De acordo com a família, Ingrid não era moradora de rua. Ela havia sido internada em uma clínica particular de Brasília, mantida de forma clandestina, da qual fugiu. A mensalidade custava R$ 1,5 mil. “Nossa luta foi muito grande para encontrá-la, e recebemos a pior notícia possível”, lamentou Indiane. A vítima, que cursava enfermagem, deixou três filhos: um estudante de Direito que integra o Exército, uma jovem prestes a completar 18 anos e um menino de 5 anos, diagnosticado com autismo. O caso continua sob investigação da PCDF, que apura as circunstâncias e a motivação do crime.