Servidora da Câmara de Niquelândia morre em acidente de trânsito; motorista é preso

Deusvânia Lopes pilotava uma motocicleta quando foi atingida por um carro Uma servidora pública de Niquelândia morreu, na noite da última terça-feira (28), após um acidente na Avenida Brasil, localizada no município a 305 quilômetros de Goiânia. Deusvânia Lopes Soares de Oliveira, de 33 anos, pilotava uma moto a caminho do trabalho, quando foi atingida por um carro. De acordo com a Polícia Civil (PC), o motorista do veículo foi preso por fugir do local do acidente e dirigir embriagado. O delegado Cássio Arantes disse ao G1 que o motorista seguia por uma via lateral e, quando foi atravessar a Avenida Brasil, bateu contra a motociclista e fugiu. O policial relatou que uma equipe da Polícia Militar (PM) encontrou o homem na manhã seguinte, tentando fugir para Uruaçu. Mesmo assim, o indivíduo foi preso na rodovia, ainda em Niquelândia. Segundo o delegado, foi constatada embriaguez do motorista, que está preso por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. Ele aguarda a audiência de custódia. O homem que causou a morte de Deusvânia Lopes disse à polícia que está arrependido. “Quanto aos fatos em si e como aconteceram, ele exerceu o direito de permanecer em silêncio”, explicou Cássio Arantes. A Câmara Municipal de Niquelândia declarou luto oficial pela morte de Deusvânia. “É com imenso pesar que a Câmara de Niquelândia comunica o falecimento da nossa querida servidora, Deusvânia Lopes Soares de Oliveira. Sua dedicação e serviço exemplar sempre serão lembrados com gratidão e saudade. Expressamos nossas mais profundas condolências aos familiares e amigos neste momento de dor”, diz a publicação no Instagram. Nos comentários, colegas lamentaram a morte da servidora. “Perdemos uma pessoa maravilhosa, que nos fará muita falta”, escreveu uma pessoa. Ela faria 34 anos em 13 de agosto.
Ônibus que saiu de SP para Caldas Novas tomba e motorista morre; passageiros ficam feridos

Polícia vai apurar as causas Um ônibus de excursão que seguia para Caldas Novas tombou de um acostamento no km 301 da Rodovia Anhanguera, entre os municípios de Cravinhos (SP) e Ribeirão Preto (SP), e terminou com uma morte e vários passageiros feridos, na madrugada desta quinta (30). Um dos ocupantes, inclusive, está em estado grave. A polícia vai apurar as causas do acidente. Segundo informações preliminares, o veículo fretado saiu de Suzano (SP) no fim da tarde de quarta (29) e chegaria a um hotel de Caldas Novas às 8h desta quinta-feira. Contudo, às 2h45 ocorreu o acidente. A vítima fatal foi o motorista Emerson Fortunato da Silva, de 48 anos. A morte foi confirmada no local. Outras quatro pessoas ficaram feridas, sendo um guia turístico em estado grave e outros três passageiros com ferimentos leves. Eles foram levados para atendimento hospitalar em Ribeirão Preto. O Mais Goiás procurou a gestora da rodovia para mais informações sobre o acidente, mas não teve resposta. A veículos de comunicação local, a Arteris ViaPaulista informou inicialmente que o acidente ocorreu após uma colisão traseira do ônibus com outro veículo não encontrado no local. Contudo, a empresa responsável pelo ônibus disse que o motorista teve um mal súbito antes da ocorrência. O registro do caso ocorreu na Central de Polícia Judiciária Permanente e na Polícia Civil.
Caso Amanda Partata: novo pedido de exame de insanidade mental é negado pela Justiça

Defesa de acusada argumentou que havia incoerências nas conclusões do laudo inicial A Justiça rejeitou o pedido da defesa da advogada Amanda Partata, de 31 anos, para um novo exame de insanidade mental. Partata é acusada matar seu ex-sogro e a mãe dele envenenados com bolos de pote. O juiz Eduardo Pio Mascarenhas argumentou que o primeiro laudo não apresenta erros e indicou que Amanda estava consciente de seus atos quando cometeu o crime. “O laudo médico pericial foi conclusivo, não havendo necessidade de correção por omissão, obscuridade ou contradição”, escreveu Mascarenhas na decisão. A defesa de Amanda disse que havia incoerências no laudo e que a perícia não foi esclarecedora, solicitando uma nova avaliação. O juiz negou o pedido e homologou o laudo pericial oficial. Com a homologação do laudo pericial definitivo, o juiz marcou a audiência de instrução para o dia 25 de junho. O documento destacou trechos do primeiro exame médico pericial realizado pela Junta Médica Oficial do Poder Judiciário. Segundo a perícia, a advogada apresentava, na época do crime, um quadro compatível com transtorno de personalidade borderline, traços comportamentais antissociais, bulimia nervosa e transtorno dismórfico corporal. O envenenamento em Goiânia No dia do crime, Amanda Partata comprou cinco bolos de pote e quatro bolos gelados, de uma marca conhecida da capital, em um empório no Setor Bueno, os envenenou com a substância adquirida, e, em seguida, foi até a residência de João Alves Pereira e Luzia Tereza Alves (avós de seu ex-namorado), a pretexto de lhes fazer visita. O Ministério Público aponta, no entanto, que havia “o intuito deliberado e consciente de oferecer-lhes para consumo os confeitos envenenados”. Assim, durante o horário do café da manhã, Amanda Partata, “dissimuladamente e ciente da substância tóxica inserida nos confeitos”, ofereceu aos presentes na casa os bolos, além de biscoito e sucos que havia levado. O pai do ex-namorado, a mãe dele ingeriram os bolos de pote envenenados. Enquanto o avô do ex-namorado, João Alves Pereira negou por ser diabético e Agostinho Alberto Alves (tio) não quis porque estava ocupado com outras atividades. No mesmo dia, o pai do ex-namorado de Amanda Partata e a avó dele passaram mal. Ambos não resistiram e morreram. Segundo as investigações, a intenção da advogada era que todos na casa comessem os bolos de pote envenenados. Amanda Partata foi presa no dia 20 de dezembro de 2023.
Goiatuba: mulher baleada por ex-namorado está consciente e respira sem aparelhos

Nota foi encaminhada pelo Hugol A jovem de 19 anos, vítima de tentativa de feminicídio em um salão de beleza de Goiatuba, apresenta estado de saúde estável e respira sem ajuda de aparelhos, de acordo com o boletim médico divulgado pelo Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) e enviado ao Mais Goiás, nesta quarta-feira (29). “O Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) informa que a paciente Dyullya Rodrigues Nunes, de 19 anos, está internada no Pronto Socorro da unidade, possui estado regular, consciente e respira espontaneamente”, diz um trecho da nota. Dyullya Rodrigues Nunes aguardava atendimento num salão de beleza do município quando um homem identificado como Glenilton Lopes, de 25 anos, atirou pelas costas da jovem. De acordo com a Polícia Civil, eles eram namorados e teriam rompido um relacionamento de dois anos. Câmeras de videomonitoramento registraram o momento em que o homem tentou matar a ex-namorada. De acordo com a Polícia Civil, o suspeito entrou no salão de beleza e após breve conversa, sacou um revólver e efetuou 2 disparos que atingiram a vítima na região dorsal, logo em seguida empreendeu fuga em seu veículo. Após ter fugido do salão, ele abandonou o carro e um advogado o ajudou na fuga, segundo a polícia. O profissional ainda não foi ouvido na delegacia. De acordo com a corporação, o fim do relacionamento se deu na semana passada. Além do rompimento, a vítima teria denunciado o ex-companheiro por agressão.
Oficial de Justiça cumpre busca e apreensão na prefeitura de Carmo do Rio Verde por processos licitatórios

Ação ocorre a pedido da Câmara Municipal Oficial de Justiça cumpre, nesta tarde de quarta-feira (29), com apoio da Polícia Militar (PM), mandado de busca e apreensão na prefeitura de Carmo do Rio Verde por acesso aos processos licitatórios ocorridos com a administração. O juiz Cristian Assis deferiu, na terça-feira (28), pedido da Câmara Municipal. Na decisão, o magistrado afirma que o pedido da Câmara ocorre contra ato “supostamente ilegal” do prefeito Geraldo dos Reis de Oliveira em processos licitatórios “relativos à aquisição de combustível, reforma de quadra esportiva e transporte escolar, e ainda a relação dos maquinários com suas descrições”. Os documentos listados são: Titular da Procuradoria-Geral do Município de Carmo do Rio Verde, Guilherme Zalique negou qualquer irregularidade. Segundo ele, a Câmara mandou um ofício anterior solicitando as cópias dos processos licitatórios, mas não aceitou a documentação quando a prefeitura encaminhou. “Não foi possível juntar em 15 dias, pois eram mais de 7 mil páginas. Encaminhamos em 25 de abril e eles recusaram.” O parlamentou entrou na Justiça e o juiz mandou entregar no prazo de cinco dias, em 23 de abril. Em maio, a Câmara informou que não houve o cumprimento. Quando a prefeitura organizava a entrega pela via judicial, segundo o procurador, houve a busca e apreensão, nesta tarde de quarta-feira. Guilherme explica que, neste momento (16h), a entrega ocorre ao oficial de Justiça, na presença do advogado da Câmara, que faz a conferência.
Polícia recupera cabeças de gado furtadas de fazenda em Cocalzinho

Os dois suspeitos foram detidos e conduzidos à delegacia para os procedimentos legais A Polícia Militar prendeu dois homens suspeitos de furto de gado na cidade de Cocalzinho de Goiás, na região central do estado. A operação foi realizada por equipes do Batalhão Rural, que atuaram após receber uma denúncia sobre a ocorrência de furto de semoventes na região. Durante a ação, os policiais conseguiram recuperar 14 cabeças de gado da raça Nelore, que haviam sido furtadas. Os animais foram localizados e devolvidos ao proprietário. Os dois suspeitos foram detidos e conduzidos à delegacia para os procedimentos legais.
“Pode pegar a moto e sentar o aço nele”: PM prende trio que planejou morte de torcedores em Goiânia

Suspeitos feriram os alvos e o dono de uma barbearia, que não tinha relação com o caso A Polícia Militar (PM) prendeu dois homens e apreendeu um adolescente suspeitos de planejarem pelo WhatsApp a morte de dois membros de uma torcida rival. A prisão aconteceu na noite de terça-feira (28), em Goiânia, após a execução do plano, que feriu os alvos e o dono de uma barbearia, que não tinha relação com o caso. “Pode pegar a moto lá e sentar [SIC] o aço nele”, diz trecho de um áudio no WhatsApp divulgado pela PM. Segundo a corporação, os suspeitos armaram uma emboscada e atacaram as vítimas ao entrarem em uma barbearia no Setor Buena Vista. Eles feriram uma das vítimas no braço e a outra no peito. Já o dono do estabelecimento, que não era um dos alvos, ficou ferido gravemente. Ele foi baleado na boca e está intubado no momento. Ele não teve o nome divulgado, assim como as demais vítimas. O estado de saúde deles também não foi revelado. Depois do crime, os policiais localizaram e prenderam, no mesmo dia, os suspeitos. A prisão ocorreu por meio de ação conjunta entre as equipes de inteligência e da força Tática do 42º Batalhão e da Rotam. Com os suspeitos, os policiais apreenderam a arma do crime, sete munições e uma motocicleta utilizada no ataque. Os suspeitos têm 16, 18 e 20 anos. Todos eles possuem antecedentes criminais por tráfico de drogas e roubo. Eles foram levados à delegacia para os procedimentos legais e devem responder por tripla tentativa de homicídio. Os nomes não foram informados.
IML recolhe corpo encontrado no córrego da Marginal Botafogo, faz perícia no local e prepara laudo da morte

Ainda não é possível saber as causas do óbito, se homicídio, suicídio ou afogamento O Instituto Médico Legal (IML) recolheu o corpo encontrado no córrego da Marginal Botafogo, embaixo da ponte da Avenida Leste Oeste, no Setor Central de Goiânia, na manhã desta quarta-feira (29). O IML, por meio da Polícia Científica, também realizou a perícia no local. No momento, a Polícia Científica trabalha no laudo para indicar as causas da morte – se homicídio, suicídio ou afogamento. O Mais Goiás também solicitou informações sobre o tempo de entrega do laudo, a possível identidade do corpo e as condições em que ele foi encontrado, e aguarda retorno. Vale citar, o caso é investigado pela Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), que fez diligência no local e acionou o IML. A corporação reforçou que apenas com o laudo pericial será possível saber mais detalhes do ocorrido. Sobre o local, ele fica próximo ao acesso à Região da 44. Equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Civil e Científica estiveram presentes. De acordo com os bombeiros, houve o acionamento por volta de 9h30 para a busca e salvamento. Porém, a ocorrência já indicava um possível óbito no local, com o corpo encontrado dentro d’água. O portal também solicitou detalhes sobre o estado do cadáver aos militares, que disseram que somente a Polícia Científica poderia informar.
Justiça condena a 111 anos ex-PM acusado de matar esposa e enteada, em Rio Verde

Além dos homicídios, a condenação também inclui a tentativa de assassinato de outra filha da vítima O tribunal do júri condenou, na terça-feira (28), o ex-policial militar Rafael Martins Mendonça em 111 anos de prisão pela morte de sua esposa Elaine Barbosa de Sousa e da enteada, de 3 anos, Ágatha Maria Barbosa. O crime aconteceu em Rio Verde, sudoeste de Goiás, em dezembro de 2022. Além dos homicídios, a condenação também inclui a tentativa de assassinato de outra filha de Elaine. Na divisão da pena, foram 36 anos pela morte da esposa, 45 da enteada e mais 30 pelo homicídio tentado. O advogado do ex-PM, Lázaro Neves disse, em nota, que recebeu com surpresa a decisão judicial proferida no plenário do tribunal do júri e que pretende pedir a anulação do júri. “É importante mencionar que a defesa está analisando um provável cometimento de abuso de autoridade, visto que realizaram a transferência do réu para um presídio comum, logo após o término da sessão do júri.” Caso Consta nos autos que o ex-PM efetuou cerca de vinte disparos dentro da casa e precisou, inclusive, recarregar a arma usada no crime. A investigação apontou que Rafael matou Elaine Barbosa de Sousa, de 28 anos, e Ágatha Maria de Sousa, de 3 anos. O PM também baleou sua outra enteada, Sara Shanshaine, de 5 anos, que sobreviveu. O crime aconteceu em 14 de dezembro de 2022. Segundo o delegado Adelson Canedo, à época, o PM afirmou que Elaine passou “o dia o provocando”. “Ele disse que acabou perdendo a paciência, pegou a arma e fez isso”, afirmou. A polícia descobriu o crime depois de Rafael ligar para um amigo, também PM, e dizer que fez uma besteira e que iria se matar. Ele foi preso em seguida. Nota da defesa: “O advogado Lázaro Neves, que patrocina a defesa do réu Rafael Martins Mendonça, esclarece que recebeu com surpresa a decisão judicial proferida no plenário do tribunal do júri, uma vez que foi aplicado na somatória das penas o Concurso Material (Art. 69 do CP) e não a Continuidade Delitiva (Art. 71 do CP), conforme entendimento dos Tribunais Superiores, o que por sua vez elevou a penal no patamar fixado. Ainda em sede recursal será pedido a anulação do Juri, visto que durante a cessão ocorreu por diversas vezes a quebra da incomunicabilidade dos jurados, o que resulta na nulidade absoluta do julgamento no Tribunal do Júri (Art 564, III, “j” do CPP). É importante mencionar que a defesa está analisando um provável cometimento de abuso de autoridade, visto que realizaram a transferência do Réu para um presídio comum, logo após o termino da sessão do Juri. É importante mencionar que a transferência somente poderia ser realizada após o trânsito e julgado da condenação conforme decisão proferida ou em caso de existência de ala destinada para presos “ex militares” o que não é o caso. Já foi realizado os pedidos para identificação dos responsáveis e aplicação das medidas judiciais cabíveis.“
“Não colaborou”, diz delegada sobre fisiculturista suspeito de agredir e causar morte de esposa

Bruna Coelho revela que ele não entregou o celular da companheira à corporação e que o aparelho não foi localizado O fisiculturista Igor Porto Galvão, de 31 anos, preso por suspeita de agredir e causar a morte da esposa, Marcela Luise de Souza, em Aparecida de Goiânia, tentou atrapalhar o serviço da perícia. A informação consta em inquérito e foi confirmada ao Mais Goiás pela delegada Bruna Coelho. Ela revela, ainda, que ele não entregou o celular da companheira à corporação. “Não colaborou. Nós não localizamos esse celular, não tivemos acesso ao celular. Também não foi localizado na casa depois que fizemos uma busca de apreensão”, afirmou a delegada. Segundo ela, o síndico do condomínio onde ele vive também tomou conhecimento de que Igor disse que o processaria por deixar os peritos entrarem para investigar o caso. Informou, ainda, que familiares dele teriam tentado tumultuar a perícia, uma vez que foram eles que receberam os peritos. Para Bruna, ficou claro que Igor demonstrou que estava insatisfeito com a investigação. Na sexta-feira (24), a Polícia concluiu a investigação, em Aparecida de Goiânia, e indiciou Igor por feminicídio. Caso Marcela foi internada em 10 de maio em um hospital particular de Aparecida de Goiânia, onde foi levada pelo próprio companheiro, e morreu dez dias depois, em decorrência de várias agressões. Quando chegou na unidade, o fisiculturista Igor Porto Galvão, de 31 anos, afirmou que a esposa tinha se machucado após cair com a cabeça no chão, enquanto limpava a casa. Os médicos que a atenderam, porém, decidiram acionar a polícia após constatarem que a mulher tinha vários hematomas não condizentes com uma queda, como traumatismo craniano dos dois lados da cabeça e na base do cérebro, além de fraturas na clavícula e em oito costelas. Com as provas em mãos, a Polícia Civil solicitou e a justiça decretou a prisão temporária do fisiculturista, que foi preso alguns dias depois da internação da mulher. Durante audiência de custódia, Igor Porto Galvão teve sua prisão transformada em preventiva. Feminicídio consumado Após a morte da mulher de 31 anos em 20 de maio, que teria sido agredida pelo marido, a delegada Bruna Coelho antecipou ao Mais Goiás que ele responderá por feminicídio consumado. No dia 24 de maio, o inquérito foi apresentado. “A defesa do investigado Igor Porto Galvão lamenta profundamente a morte de Marcela Luise, e continuará pronunciando apenas com relação às investigações”, disse a nota enviada ao Mais Goiás após a confirmação do óbito. Já sobre a detenção do suspeito, que também é nutricionista, eles dizem que, no ponto de vista da defesa, “não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, garantia da ordem pública, garantia da instrução criminal ou assegurar a aplicação penal”. O advogado Thiago Marçal reforça que o cliente possui profissão licita (é nutricionista e educador físico), tem endereço fixo, é primário e em momento algum existe algo no processo que ele interferiu no bom andamento da investigação. “Pelo contrário, a Polícia Civil esteve em sua residência fora de horário, a fim de fazer perícia, e ele autorizou. Perícia essa que teve como resultado inconclusiva. Importante salientar que o colega advogado, que estava acompanhando o Igor, já havia ido à delegacia e o colocado à disposição da autoridade policial. Até o momento, o Igor não foi ouvido. A defesa vai entrar com os pedidos cabíveis a fim de que a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares diferentes do cárcere.”