Secretário de Educação pede exoneração em Cidade Ocidental

Fonte: Redação Radar Foto: Instragan Fábio Dutra não é mais o secretário de Educação de Cidade Ocidental. Ele pediu exoneração do cargo nesta semana. Nos bastidores, a saída teria sido motivada por desentendimentos internos dentro da própria pasta. Desde a nomeação da subsecretária Cilene Ramos, há rumores de que a relação ficou estremecida. Cilene estaria tentando tomar decisões de forma independente, passando por cima da autoridade do então secretário. Fábio Dutra teria conversado diretamente com o prefeito Lulinha e, de forma amigável, optou por deixar o cargo. O nome mais cotado para substituí-lo é o do vereador Rivadávia. A mudança agita os bastidores políticos da cidade e levanta questionamentos sobre os rumos da Educação no município. Há rumores também que a nomeação de Rivadávia seria um “pedido” do ex-prefeito Fábio Corrêa, assim como a nomeação da subsecretária Cilene Ramos. Será que quem dá as cartas na educação é o ex-prefeito Fábio Corrêa? Vamos aguardar a cenas dos próximos capítulos!

Renee Nicole Good: quem era a mulher morta a tiros por agente de imigração nos EUA

Mãe de três filhos e poeta premiada, a morte repentina de Good, acusada de ‘agitadora profissional’ por Donald Trump, desencadeou protestos em várias partes do país. Por BBC A mulher morta a tiros por um agente federal de imigração em Minneapolis foi identificada como Renee Nicole Good, uma mãe de três filhos, de 37 anos, que havia acabado de se mudar para a cidade. Ela era uma poeta premiada e guitarrista amadora, e, segundo a senadora representante do Estado de Minnesota Tina Smith, uma cidadã norte-americana. Líderes da cidade afirmaram que Good era uma observadora legal das atividades do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE). No entanto, o governo Trump a chamou de “terrorista doméstica”. A morte de Good desencadeou protestos em todo o país, com muitas pessoas carregando cartazes que diziam “Justiça por Renee”. MENU Mundo Olá, NOAH NOAH DIGITAL ADMMinha contaSair da conta Renee Nicole Good: quem era a mulher morta a tiros por agente de imigração nos EUA Mãe de três filhos e poeta premiada, a morte repentina de Good, acusada de ‘agitadora profissional’ por Donald Trump, desencadeou protestos em várias partes do país. Por BBC 08/01/2026 09h35  Atualizado há 2 horas Renee Nicole Good foi uma poetisa premiada — Foto: Arquivo Pessoal A mulher morta a tiros por um agente federal de imigração em Minneapolis foi identificada como Renee Nicole Good, uma mãe de três filhos, de 37 anos, que havia acabado de se mudar para a cidade. Ela era uma poeta premiada e guitarrista amadora, e, segundo a senadora representante do Estado de Minnesota Tina Smith, uma cidadã norte-americana. Líderes da cidade afirmaram que Good era uma observadora legal das atividades do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE). No entanto, o governo Trump a chamou de “terrorista doméstica”. A morte de Good desencadeou protestos em todo o país, com muitas pessoas carregando cartazes que diziam “Justiça por Renee”. Morte nos EUA provoca protestos contra agentes de imigração Sua mãe, Donna Ganger, disse ao jornal Minnesota Star Tribune que sua filha estava “provavelmente apavorada” durante o confronto com os agentes que resultou em seu disparo fatal e que ela era “uma das pessoas mais gentis que já conheci”. “Ela era extremamente compassiva”, disse Ganger ao jornal. “Ela cuidou de pessoas a vida toda. Ela era amorosa, generosa e afetuosa. Era um ser humano incrível.” Seu pai, Tim Ganger, disse ao Washington Post que “ela teve uma vida boa, mas uma vida difícil”. Uma arrecadação de fundos para a família de Good, que foi estabelecida com uma meta de US$ 50 mil (aproximadamente R$ 290 mil), arrecadou mais de US$ 370 mil em 10 horas. No que parece ser a conta de Good no Instagram, que agora foi tornada privada, ela se descrevia como uma “poeta, escritora, esposa e mãe”, que está “conhecendo Minneapolis”. Originalmente de Colorado Springs, ela havia se mudado para Minneapolis apenas no ano passado, vinda de Kansas City. O Minnesota Star Tribune relata que ela costumava apresentar um podcast com seu segundo marido, Tim Macklin, que morreu em 2023. Eles tiveram um filho juntos, que agora tem seis anos, disse o pai de Macklin ao jornal. Ela teve outros dois filhos com seu primeiro marido, que falou à mídia dos EUA sob a condição de que seu nome não fosse divulgado. Ele disse que Good não era uma ativista, e que era uma cristã devota que foi para a Irlanda do Norte em missões juvenis quando era mais jovem. De acordo com a agência de notícias Associated Press (AP), ela havia trabalhado anteriormente como assistente odontológica e em uma cooperativa de crédito, mas nos últimos anos tinha sido principalmente dona de casa. Good estudou escrita criativa na Old Dominion University em Norfolk, Virgínia, e em 2020 ganhou um prêmio de graduação da Academy of American Poets por sua obra intitulada On Learning to Dissect Fetal Pigs (“Sobre Aprender a Dissecar Porcos Fetais”, em tradução literal). “Quando não está escrevendo, lendo ou falando sobre literatura, ela faz maratonas de filmes e arte bagunçada com sua filha e seus dois filhos”, diz uma biografia resumida pelo prêmio, conforme citada pela mídia dos EUA. O texto parece ter sido removido agora. Good graduou-se no mesmo ano na Faculdade de Artes e Letras da universidade com um diploma em Inglês. Em um comunicado, o presidente da instituição disse que sua morte repentina “é mais um exemplo claro de que o medo e a violência infelizmente se tornaram comuns em nossa nação”. “Que a vida de Renee seja um lembrete do que nos une: liberdade, amor e paz”, escreveu o presidente da Old Dominion University, Brian Hemphill. Várias lideranças estaduais disseram que Good estava no local de uma operação do ICE no sul de Minneapolis como observadora legal — uma voluntária que monitora as forças policiais e de segurança em protestos e operações. O objetivo deles é ajudar a manter a calma, deter condutas impróprias e garantir que os direitos legais sejam respeitados. A mãe de Good disse ao Minnesota Star Tribune que sua filha “não fazia parte de nada” que envolvesse desafiar os agentes do ICE. Mas autoridades da Casa Branca, incluindo o presidente, disseram que Good não estava apenas observando, como também interferindo no trabalho dos agentes. A secretária de Segurança Interna dos EUA, Kristi Noem, disse que Good estava “perseguindo e impedindo o trabalho deles” o dia todo ao “bloqueá-los” com seu carro e “gritar com eles”. Good “usou seu veículo como arma”, disse Noem a repórteres, e teria tentado atropelar um dos agentes “em uma tentativa de matar ou causar danos corporais aos agentes, um ato de terrorismo doméstico”. O agente do ICE temeu por sua vida, disse Noem, e “disparou tiros defensivos”. Essa história foi apoiada por Trump, que escreveu na Truth Social que “a mulher que dirigia o carro estava muito desordeira, obstruindo e resistindo”. Ele a chamou de “agitadora profissional” que atropelou “violenta, deliberada e brutalmente” um oficial do ICE. Já o prefeito da cidade disse que o agente que atirou em Good agiu de forma imprudente. “Tendo visto o vídeo eu

Europa prepara plano para caso de invasão dos EUA à Groenlândia

Aliados europeus se movimentam para proteger ilha no Ártico, que pertence à Dinamarca, caso ameaças de Donald Trump se materializem, segundo França e Alemanha. Tomada da Groenlândia pelos EUA ganhou força após ação militar contra Venezuela. Por Redação g1 Países europeus estão trabalhando em um plano sobre como responder caso os Estados Unidos cumpram a ameaça de assumir o controle da Groenlândia, afirmou nesta quarta-feira (7) o ministro das Relações Exteriores francês, Jean-Noel Barrot. Barrot não deu mais detalhes sobre o plano até a última atualização desta reportagem, mas disse que o tema será abordado em uma reunião com os chanceleres da Alemanha e da Polônia ainda nesta quarta-feira. Ainda não se sabe quais países participariam do plano além da França e da Alemanha. “Queremos agir, mas queremos fazê-lo junto com nossos parceiros europeus”, afirmou Barrot à rádio francesa “France Inter”. Uma fonte do governo alemão afirmou à agência de notícias Reuters que a Alemanha está “trabalhando em estreita colaboração com outros países europeus e com a Dinamarca nos próximos passos em relação à Groenlândia”. MENU Mundo Europa prepara plano para caso de invasão dos EUA à Groenlândia Aliados europeus se movimentam para proteger ilha no Ártico, que pertence à Dinamarca, caso ameaças de Donald Trump se materializem, segundo França e Alemanha. Tomada da Groenlândia pelos EUA ganhou força após ação militar contra Venezuela. Por Redação g1 07/01/2026 07h31  Atualizado há 4 horas Dinamarca e Groenlândia exigem respeito a fronteiras, após Trump anunciar enviado especial Países europeus estão trabalhando em um plano sobre como responder caso os Estados Unidos cumpram a ameaça de assumir o controle da Groenlândia, afirmou nesta quarta-feira (7) o ministro das Relações Exteriores francês, Jean-Noel Barrot. Barrot não deu mais detalhes sobre o plano até a última atualização desta reportagem, mas disse que o tema será abordado em uma reunião com os chanceleres da Alemanha e da Polônia ainda nesta quarta-feira. Ainda não se sabe quais países participariam do plano além da França e da Alemanha. “Queremos agir, mas queremos fazê-lo junto com nossos parceiros europeus”, afirmou Barrot à rádio francesa “France Inter”. Uma fonte do governo alemão afirmou à agência de notícias Reuters que a Alemanha está “trabalhando em estreita colaboração com outros países europeus e com a Dinamarca nos próximos passos em relação à Groenlândia”. A movimentação dos europeus ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter retomado ameaças de tomar a Groenlândia, uma ilha no Ártico que pertence à Dinamarca, e que não descarta o uso de força militar para tal (leia mais abaixo). Barrot disse também que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, descartou a ideia de invadir a Groenlândia. Na terça-feira, uma declaração conjunta da França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Polônia, Espanha e Dinamarca afirmou que “a Groenlândia pertence ao seu povo” e apenas Dinamarca e Groenlândia podem decidir sobre o futuro do território. O texto disse também que a segurança no Ártico deve ser garantida de forma coletiva, no âmbito da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), da qual os EUA e a Dinamarca fazem parte. Além da declaração conjunta, a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, disse que um eventual ataque dos EUA à Groenlândia poderia significar o fim da Otan. No início da semana, o primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, também reclamou da atitude do governo Trump em relação à ilha: “Já chega! Chega de pressão. Chega de insinuações. Chega de fantasias de anexação”, escreveu Nielsen nas redes sociais. Segundo uma reportagem do jornal norte-americano “The Washington Post” publicada na terça, autoridades dos EUA disseram a interlocutores europeus nos últimos dias que uma ação contra a Groenlândia é uma possibilidade cada vez mais concreta. A informação foi relatada ao jornal por um diplomata europeu. Rubio disse a membros do Congresso dos EUA na segunda-feira que Trump tem planos de comprar a Groenlândia em vez de invadi-la, segundo o jornal norte-americano “The New York Times”. As declarações recentes do presidente norte-americano e da Casa Branca fariam parte de uma tática para forçar a venda, completou Rubio durante o encontro, de acordo com “Washington Post”. No entanto, europeus já disseram no passado que a Groenlândia não está à venda. Alguns congressistas norte-americanos disseram ao governo Trump que “os EUA devem honrar suas obrigações decorrentes de tratados e respeitar a soberania e a integridade territorial do Reino da Dinamarca (…) quando deixarem claro que a Groenlândia não está à venda”. Os ministros das Relações Exteriores dinamarquês e groenlandês afirmaram na terça-feira que solicitaram uma reunião com Marco Rubio para discutir a atual escalada de tensões contra a ilha. Pedidos anteriores por um encontro dessa natureza foram recusados pelos EUA, segundo os ministros. Trump quer Groenlândia e não descarta força militar O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e assessores estão discutindo opções para adquirir a Groenlândia, afirmou a Casa Branca na terça-feira (6). Em comunicado, o governo americano disse que o uso das Forças Armadas continua sendo uma alternativa. Em nota enviada em resposta a questionamentos da agência de notícias Reuters, o governo dos EUA afirmou que Trump considera a aquisição da Groenlândia uma prioridade de segurança nacional. A Casa Branca diz que avalia diferentes caminhos para alcançar esse objetivo. Segundo o governo, a medida é vista como estratégica para conter adversários na região do Ártico. O comunicado afirma ainda que o presidente e a equipe analisam uma série de opções de política externa e que o uso do Exército dos EUA está entre as possibilidades. O vice-chefe de gabinete da Casa Branca, Stephen Miller, disse em entrevista à imprensa americana na segunda-feira que “ninguém vai lutar militarmente contra os EUA pelo futuro da Groenlândia”, mas desconversou sobre a hipótese de que o governo Trump estaria cogitando uma intervenção armada na ilha. Trump demonstra interesse pela Groenlândia desde o primeiro mandato como presidente. Ao retornar à Casa Branca, no ano passado, voltou a dizer que deseja anexar o território aos Estados Unidos. O tema voltou a ganhar destaque no sábado (3), após Katie Miller, esposa do vice-chefe de gabinete da Casa Branca, publicar em uma conta no X um mapa que mostra a Groenlândia com a bandeira dos Estados Unidos. Na legenda, ela escreveu “em breve”. Veja abaixo. A publicação foi feita

IGP-M avança 0,27% em novembro

IGP-M acumulado em 12 meses recua mesmo com alta no mês O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) avançou 0,27% em novembro, invertendo a taxa registrada em outubro, quando caíra 0,36%. Com esse resultado, o índice acumula queda de 1,03% no ano e de -0,11% nos últimos 12 meses. Em novembro de 2024, o IGP-M subira 1,30% no mês, acumulando uma alta de 6,33% em 12 meses. “Apesar da alta do IGP-M no mês, chama atenção o fato de que a taxa em 12 meses voltou ao campo negativo, algo que não ocorria desde maio de 2024. Esse resultado está muito relacionado ao comportamento do IPA ao longo do ano. Diferentemente do que se observou em novembro, quando houve altas em algumas commodities agrícolas, em boa parte de 2025 prevaleceram quedas expressivas de preços, tanto de produtos industriais quanto agropecuários. Em vários meses, o IPA registrou variações negativas, o que levou a uma desaceleração mais nítida a partir de maio: naquele momento, a taxa em 12 meses recuou de 7,68% em maio para 4,02% em junho, até alcançar os atuais -2,06%. A queda do IGP-M em 12 meses seria ainda maior não fosse a compensação exercida pelos preços ao consumidor e pelos custos da construção”, afirma Matheus Dias, economista do FGV IBRE. Qual o valor do IGP-M acumulado nos últimos 12 meses? O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) acumula alta de -0,11% nos últimos 12 meses. Mês dereferência EvoluçãoMensal Acumulado12 meses nov/25 0,27% -0,11% out/25 -0,36% 0,92% set/25 0,42% 2,82% ago/25 0,36% 3,03% jul/25 -0,77% 2,96% jun/25 -1,67% 4,39% mai/25 -0,49% 7,02% abr/25 0,24% 8,50% mar/25 -0.34% 8,58% fev/25 1,06% 8,44% jan/25 0,27% 6,75% dez/24 0,94% 6,54% nov/24 1,30% 6,33% O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) avança 0,27% Em novembro, a taxa do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,27%, invertendo o movimento quando comparada à taxa de outubro, de -0,59%. Analisando os diferentes estágios de processamento, percebe-se que o grupo de Bens Finais subiu 0,12% em novembro, registrando taxa inferior a alta de 0,39% em outubro. O índice correspondente a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos de alimentos in natura e combustíveis para consumo, avançou de 0,25% em outubro para 0,58% em novembro. A taxa do grupo Bens Intermediários subiu 0,46% em novembro, após registrar queda de 0,35% no mês anterior. Registrando comportamento semelhante, o índice de Bens Intermediários (ex) (excluindo o subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção) subiu 0,60% em novembro, contra queda de 0,39% em outubro. O estágio das Matérias-Primas Brutas subiu 0,25% em novembro, ante queda de 1,41% em outubro. O Índice de Preços ao Consumidor acelera 0,25% Em novembro, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou taxa de 0,25%, acelerando em relação ao divulgado em outubro, quando o índice subiu 0,16%. Entre as oito classes de despesa que compõem o índice, três apresentaram avanço em suas taxas de variação: Saúde e Cuidados Pessoais (0,08% para 0,67%), Educação, Leitura e Recreação (0,50% para 1,17%) e Despesas Diversas (0,20% para 0,46%). Em sentido oposto, os grupos Vestuário (0,58% para -0,23%), Habitação (0,04% para -0,07%), Comunicação (0,20% para 0,11%), Transportes (0,23% para 0,16%) e Alimentação (0,05% para 0,00%), exibiram recuos em suas taxas de variação. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) sobe 0,28% O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,28% em novembro, acelerando em relação ao mês anterior, quando registrou alta de 0,21%. Analisando os três grupos constituintes do INCC, observam-se movimentos distintos em suas respectivas taxas de variação na transição de outubro para novembro: o grupo Materiais e Equipamentos acelerou a taxa de 0,29% para 0,36%; a variação do grupo Serviços inverteu a taxa de 0,08% para -0,01%; e o grupo Mão de Obra avançou de 0,13% para 0,22%.

PF pediu prisão de Bolsonaro por conta de vigília convocada por Flávio

Senador Flávio Bolsonaro convocou vigília em frente ao condomínio do pai, no Jardim Botânico (DF). PF solicitou a medida cautelar Manoela AlcântaraPedro Grigori A vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) em frente ao Condomínio Solar de Brasília, no Jardim Botânico, é um dos motivos citados pela Polícia Federal para solicitar a prisão preventiva de Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF). A Polícia Federal viu risco à ordem pública no ato e solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que a prisão preventiva fosse efetuada. Segundo a PF, uma aglomeração colocaria em risco os agentes, os apoiadores do ex-presidente e o próprio Bolsonaro. “A Informação de Polícia Judiciária 099/2025 identificou que teria sido convocada para o dia 22 de novembro de 2025 uma vigília em prol de JAIR MESSIAS BOLSONARO nas proximidades da residência deste, na cidade de Brasília/DF”, diz trecho da decisão. O documento cita a postagem de Flávio Bolsonaro, que “incita adeptos” de Bolsonaro “a se deslocarem até as proximidades da residência do condenado”. “O senador da República faz uso do mesmo modus operandi, empregado pela organização criminosa que tentou um golpe de Estado no ano de 2022, utilizando a metodologia da milícia digital para disseminar por múltiplos canais mensagens de ataque e ódio contra as instituições”, diz trecho. Moraes diz que os elementos apresentados evidenciam a possibilidade concreta de que a vigília convocada ganhe grande dimensão, “com a concentração de centenas de adeptos do ex-presidente nas imediações de sua residência, estendendo-se por muitos dias, de forma semelhante às manifestações estimuladas pela organização criminosa nas imediações de instalações militares, especialmente no final do ano de 2022, com efeitos, desdobramentos e consequências imprevisíveis”. Além disso, o documento ainda cita que Bolsonaro tentou romper a tornozeleira eletrônica na madrugada deste sábado (22/11). Segundo informações do Centro de Integração de Monitoração Integrada do Distrito Federal apresentadas ao STF, houve ocorrência de violação do equipamento de monitoramento eletrônico, à 0h08. Bolsonaro foi preso na manhã deste sábado (22/11) e levado para a Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal. No mandado de prisão preventiva, Moraes disse que a prisão deveria ser cumprida no início da manhã deste sábado, “com todo o respeito à dignidade do ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro, sem a utilização de algemas e sem qualquer exposição midiática”. Na sexta-feira (21/11), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocou uma vigília religiosa em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar chama apoiadores para um encontro de oração “pela saúde de Bolsonaro e pela liberdade no Brasil”. “Nesse primeiro momento, a gente vai buscar o Senhor dos exércitos. Eu te convido para uma vigília que começa neste sábado”, disse o senador. “Vamos pedir a Deus que aplique a sua justiça […]. E, com a sua força, a força do povo, a gente vai reagir e resgatar o Brasil desse cativeiro que ele se encontra hoje”, disse.

Governo Lula bate o martelo sobre ponto facultativo na sexta (21/11)

Em 2023, o governo Lula incluiu o Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, no calendário oficial de feriados nacionais Gabriela Pereira – METROPES A sexta-feira (21/11) após o feriado do Dia da Consciência Negra não será ponto facultativo para servidores do Executivo Federal, segundo apurou o Metrópoles. Apesar das expectativas, os servidores públicos federais não poderão emendar o feriado, de acordo com informações do Ministério da Gestão e Inovação (MGI), responsável pelos servidores. Dia da Consciência Negra Em 2023, o governo Lula incluiu o Dia da Consciência Negra, a ser celebrado em 20 de novembro, no calendário oficial de feriados nacionais. A data é uma referência a Zumbi dos Palmares e reforça a importância de refletir sobre a história e os direitos da população negra no Brasil. O objetivo é promover debates sobre a desigualdade racial e o racismo, além de promover a valorização da cultura afro-brasileira. A sanção da lei que estabelece a data como feriado nacional ocorreu após pressão de diversos grupos militantes da causa.

Partido de Milei obtém mais de 40% dos votos e vence eleições legislativas na Argentina

Partido do presidente argentino conquistou 64 das 127 cadeiras em disputa na Câmara e 13 das 24 no Senado, aumentando sua base no Congresso. Por Redação g1 O partido do presidente Javier Milei, A Liberdade Avança, venceu as eleições legislativas da Argentina neste domingo (26) e vai aumentar sua base no Congresso. ➡️As eleições deste domingo renovaram cerca de metade da Câmara dos Deputados da Argentina — 127 das 257 cadeiras — e um terço do Senado — 24 das 72 cadeiras. Com 99% da apuração concluída, o partido de Milei conquistou: Já o Força Pátria, principal partido da oposição, levou 31 cadeiras na Câmara e 6 no Senado. Somando os aliados, a força de oposição peronista ganhou 44 vagas na Câmara e 7 no Senado. “Foi um dia histórico para a Argentina. O povo argentino resolveu deixar para trás 100 anos de decadência e persistir no caminho da liberdade, do progresso e do crescimento. Hoje começa a construção da Argentina grande“, disse Milei em um discurso em Buenos Aires após a divulgação dos resultados. “Os argentinos deram um ‘basta ao populismo’. Populismo nunca mais”, afirmou o presidente em um momento de ovação do público. Segundo a autoridade eleitoral argentina, A Liberdade Avança conquistou mais de 40% dos votos nas disputas pela Câmara, enquanto a Força Pátria obteve 24% (ou 31%, se considerados os partidos aliados). A chapa do A Liberdade Avança liderou na maior parte das províncias, inclusive na maior delas, Buenos Aires, onde Milei havia amargado uma derrota em eleições locais em setembro. De acordo com a autoridade eleitoral argentina, 67,9% dos eleitores foram às urnas neste domingo. A imprensa argentina considerou surpreendente o desempenho do partido do presidente. O jornal argentino La Nación, por exemplo, classificou o resultado como “impactante”, com uma “vitória esmagadora em todo o país”. A eleição representou, na prática, um referendo sobre o governo de Javier Milei, que está no segundo ano de seu mandato. O presidente argentino votou na manhã deste domingo no bairro de classe média de Almagro, em Buenos Aires. Ele acenou para o público, mas não deu nenhuma declaração. Por volta das 18h50, Milei chegou ao hotel Libertador, em Buenos Aires, onde se reuniu com integrantes do seu partido, A Liberdade Avança, para acompanhar a apuração.

Protestos contra Trump levam multidão às ruas nos EUA

Milhares de pessoas saíram às ruas neste sábado (18/10) nos Estados Unidos em protestos organizados contra o presidente americano, Donald Trump, em cidades como Washington, Chicago, Miami e Los Angeles. A primeira entre as mais de 2.500 manifestações em todo o território do país aconteceu na cidade de Nova York, onde uma multidão se reuniu na região da Times Square. Muitos dos manifestantes carregavam faixas e cartazes com dizeres como “Democracy not Monarchy” (“democracia, não monarquia”), “The Constitution is not optional” (“a Constituição não é opcional”) e “No Kings” (“sem reis”). Esta última expressão é uma referência à campanha que deu nome aos eventos, organizados por uma coalizão de grupos de esquerda. Atos sob essa mesma bandeira feitos pelo movimento em junho reuniram mais de cinco milhões de pessoas em todo o país e foram, em grande parte, pacíficos. O nome faz referência à crítica que alguns americanos fazem a Donald Trump apontando que ele agiria de forma autoritária, como um rei. “O presidente acha que seu governo é absoluto”, diz a página na internet dedicada aos atos. “Mas na América não temos reis e não recuaremos diante do caos, da corrupção e da crueldade”, completa o texto. Aliados do presidente acusaram os manifestantes de estarem alinhados com o movimento de extrema esquerda Antifa e condenaram o que chamaram de “manifestação de ódio à América”. Governadores republicanos em vários Estados americanos colocaram tropas da Guarda Nacional de prontidão à espera de eventuais episódios de violência. Organizadores e manifestantes presentes nos eventos de sábado afirmaram que eles foram pacíficos.

Por que esquerda está fora do 2º turno na Bolívia pela primeira vez após duas décadas no poder

A Bolívia vai às urnas no próximo domingo (19/10) em um segundo turno presidencial que marcará o fim de uma era política na América Latina. Há quase 20 anos no poder, o esquerdista Movimento ao Socialismo (MAS) obteve uma derrota histórica nas urnas no primeiro turno, realizado em agosto, e não estará nas cédulas na disputa final pela presidência boliviana. Completamente rachado entre os grupos políticos do ex-presidente Evo Morales e do atual mandatário, Luis Arce, o partido obteve menos de 4% dos votos no primeiro turno, concorrendo com Eduardo del Castillo como nome principal. O mais bem colocado candidato à esquerda foi Andrónico Rodríguez, com 8,15%. Assim, o inédito segundo turno no país andino será entre o senador Rodrigo Paz Pereira (Partido Democrata Cristão) e o ex-presidente Jorge “Tuto” Quiroga (Aliança Livre). Considerado centrista, Paz Pereira obteve 32,08% dos votos na primeira volta, contra 26,94% de Tuto, mais alinhado à direita conservadora. A eleição, portanto, marca o fim do ciclo bem-sucedido do movimento liderado por Evo Morales, que causou transformações profundas em um dos países mais pobres da América do Sul. Na década de 2010, a Bolívia cresceu em média a 5% ao ano, impulsionada pelos ganhos com a exportação de gás natural, especialmente ao Brasil e à Argentina. Mas esses anos de bonança acabaram, e a memória deles não parece ser mais suficiente para os eleitores de 2025, que enfrentam crise econômica com pico da inflação e falta de dólares.

Três Rios escolhe neste domingo o novo prefeito e vice-prefeito

PUBLICADO EM 05/10/25 Estão na disputa cinco chapas, e mandato vai até dezembro de 2028 Neste domingo (5), 61.308 eleitores do município de Três Rios, no centro-sul Fluminense, voltam às urnas para escolha do novo prefeito e vice-prefeito da cidade. Estão aptos a votar no pleito suplementar aqueles que já tinham domicílio eleitoral na cidade em 7 de maio de 2025 e estejam em situação regular com a Justiça Eleitoral. Estão na disputa cinco chapas e os eleitos exercerão mandato até 31 de dezembro de 2028. A votação será das 8h às 17h. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou a inelegibilidade de Joacir Barbaglio Pereira (Republicanos), reeleito prefeito do município de Três Rios nas eleições de 2024. Desse modo, os ministros determinaram a realização de nova eleição para os cargos de prefeito e vice-prefeito do município, independentemente da publicação do acórdão e da apresentação de eventuais recursos. A decisão unânime ocorreu na sessão do dia 1º de julho deste ano. O colegiado ratificou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) que indeferiu o registro do candidato nas eleições de 2024 devido à incidência de causa de inelegibilidade decorrente da prática de atos de improbidade administrativa. Entenda o caso Joacir Barbaglio teve as contas de gestão como presidente da Câmara Municipal de Três Rios reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), em 2019. Ele disputou a eleição sub judice e foi o mais votado nas eleições de 2024 para a prefeitura. O candidato chegou a obter uma liminar suspendendo a decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) mas, como a mudança ocorreu após o primeiro turno das eleições, não tem valor para suspender a inelegibilidade. Ao acompanhar o voto do relator da ação no TSE, ministro André Mendonça, o plenário reiterou que o caso de Três Rios é semelhante ao ocorrido nas eleições de prefeito na cidade de Bandeirantes, São Paulo, em que a Corte, também por unanimidade, decidiu que vale a data do primeiro turno para que a documentação apresentada por candidato esteja devidamente correta na Justiça Eleitoral. Candidatos Os candidatos a prefeito que concorrem ao cargo são Anderson Bento de Medeiros, o professor Anderson Muriçoca, pelo Partido Renovação Democrática (PRD); Beatriz Retto Bogossian, a Bia Bogossian, pelo Partido Social Democrático (PSD); Jonas Mascarenhas Macedo (Podemos), o Jonas Dico, pela Coligação Três Rios Não Pode Parar (Podemos/MDB); Jorge Luis de Almeida Junior, pelo Democracia Cristã (DC); Juarez de Souza Pereira (Solidariedade), o Juarez da Saúde, pela Coligação Três Rios Merece Mais (Solidariedade/Novo).  Boca de urna No domingo, data da votação, é permitida a manifestação individual e silenciosa dos eleitores, desde que não haja aglomeração de pessoas portando vestuário padronizado. Na data do pleito, constitui crime a boca de urna, o uso de alto-falantes e amplificadores de som, a promoção de comício ou carreata, a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos.