DF concentra maior número de garrafas de água Crystal alvo da Anvisa por bactéria

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou o recolhimento voluntário de um lote da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal, contaminado por bactéria, no Distrito Federal, Goiás, Tocantins e São Paulo. Segundo a Anvisa, lote contaminado é o LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal, fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda. (CNPJ: 07.245.544/0001-62), em Luziânia (GO). A empresa publicou nesta quarta-feira (3/6) a Resolução 2.247/2026 que comunica o recolhimento voluntário do produto pela empresa. A maior parte das unidades contaminadas foi distribuída para o Distrito Federal (230.443). O lote é composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml. Em cidades vizinhas de Goiás, foram repassadas 66.768, em Tocantins 1.439 e no interior de São Paulo 75.750. Segundo a empresa, até o momento não há registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais de atendimento. A medida foi iniciada após o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) identificar presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa. A bactéria foi identificada em amostra do produto coletada durante ação de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa/DF) para análise de alimentos. Consumidores devem verificar se possuem unidades do lote LZ1 VAL 200127, fabricado em 20/1/2026 e com validade até 20/01/2027. Caso tenham o produto em casa, não devem consumi-lo e precisam aguardar as orientações públicas da empresa sobre devolução e reembolso.

Quem é a “Deusa do Tigrinho”, que movimentou R$ 1,2 milhão em apostas

Empresária de Brazlândia e dona de distribuidora de bebidas é alvo de operação após movimentar R$ 1,2 milhão promovendo cassinos on-line Por trás do apelido “Deusa do Tigrinho”, que ganhou as redes sociais e, agora, as páginas policiais, está uma empresária e moradora de Brazlândia dona de uma grande distribuidora de bebidas local. A ostentação nas redes sociais e a intensa divulgação de plataformas de apostas colocaram a influenciadora digital no centro de investigação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Alvo de operação deflagrada na manhã desta terça-feira (2/6), a mulher se tornou o foco das atenções após a descoberta de movimentação financeira superior a R$ 1,2 milhão em menos de seis meses. A ação foi desencadeada pela 18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia), que apura o suposto envolvimento da investigada na promoção de plataformas ilegais de apostas e cassinos on-line, além da utilização de empresas para ocultação e dissimulação de recursos de origem suspeita. Embora a corporação não confirme oficialmente a identidade devido aos sigilos legais, a coluna Na Mira apurou que a influenciadora alvo da operação tem mais de 1 milhão de seguidores e se chama Adrielly Maciel. Em uma nota publicada nas redes sociais, a defesa de Adrielly Maciel afirmou que a jovem foi alvo de investigação que está em fase preliminar e destacou a “absoluta inocência” da influenciadora. (Veja nota ao final da matéria) Durante a operação, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão e executaram medidas cautelares patrimoniais autorizadas pela Justiça, incluindo o bloqueio de até R$ 600 mil em ativos financeiros vinculados à influenciadora. Segundo as diligências policiais, a suspeita utilizava as próprias redes sociais de forma contínua para divulgar as plataformas de apostas eletrônicas. Paralelamente ao engajamento dos jogos, Adrielly exibia um padrão de vida elevado, marcado por demonstrações frequentes de luxo e patrimônio. Para os investigadores, os bens exibidos são incompatíveis, em tese, com a capacidade econômica formalmente identificada da empresária. Dinheiro rastreado A análise financeira conduzida apontou centenas de operações bancárias realizadas de forma pulverizada, envolvendo sucessivos créditos e débitos, além de repasses constantes de quantias para terceiros. De acordo com a polícia, o padrão observado pode indicar mecanismos destinados a dificultar o rastreamento da origem e do destino dos recursos movimentados. As apurações revelaram a existência de transações realizadas por meio de uma empresa ligada à investigada, além de aplicações financeiras e outras movimentações consideradas relevantes para o aprofundamento das apuraçãoes. A polícia busca esclarecer a origem dos recursos e verificar se houve utilização de estruturas empresariais para mascarar operações financeiras. Com base nos elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil solicitou à Justiça a expedição dos mandados de busca, a extração de dados armazenados em dispositivos eletrônicos e a adoção de medidas para preservação de valores que possam ter relação com os crimes investigados. Fluxo financeiro Os materiais apreendidos serão submetidos à perícia e análise técnica. A expectativa é que os dados extraídos de celulares, computadores e demais equipamentos auxiliem na identificação de possíveis envolvidos e na reconstrução do fluxo financeiro investigado. A Polícia Civil informou que o inquérito segue em andamento e que a influenciadora poderá responder, em tese, pelos crimes de exploração de jogos de azar, estelionato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Novas diligências não estão descartadas para os próximos dias. A coluna tenta localizar a defesa da investigada. O outro lado: o que diz Adrielly Maciel Em uma nota publicada nas redes sociais, a defesa de Adrielly Maciel afirmou que a jovem foi alvo de investigação que está em fase preliminar e frisou a influenciadora é inocente. “As medidas de busca e apreensão cumpridas na presente data decorrem de investigação ainda em fase preliminar, não havendo, até o momento, qualquer conclusão definitiva acerca do caso. Desde já, reafirmamos a absoluta inocência de Adrielly e esclarecemos que os fatos serão devidamente elucidados por esta defesa em momento oportuno”, afirma a nota da influenciadora. Os advogados disseram ainda que Adrielly está à disposição das autoridades. “Os autos das medidas cautelares tramitam sob sigilo judicial, circunstância que limita manifestações mais aprofundadas neste momento, permanecendo esta banca plenamente à disposição das autoridades competentes, confiante na seriedade das instituições e na correta apuração dos fatos”, finaliza o texto.

Briga de vizinhos em Águas Claras acaba na DP, com arma apreendida

A confusão aconteceu na Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) em Águas Claras (DF) Briga e ameaças entre vizinhos resultaram na apreensão de uma arma de fogo, na noite desse domingo (31/5). A confusão aconteceu na Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) em Águas Claras (DF). Um dos homens envolvidos buscou o 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM) para denunciar ameaças que estava sofrendo de seu vizinho. De acordo com a equipe, o suspeito relatou ser ameaçado por outro rapaz, que portava uma faca. Diante das acusações, os policiais foram à residência do outro envolvido. Em sua versão, ele disse que o próprio denunciante saiu de casa e que estaria o coagindo, usando um revólver. A equipe, então, voltou a contatar o primeiro suspeito e encontrou uma pistola calibre 380, com 15 munições. A arma foi apreendida, e os envolvidos, levados à 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul), para prestarem esclarecimentos. O dono da arma foi autuado por posse ilegal. Receba no seu email as notícias Metrópoles DF

Setor atacadista do df enfrenta escassez de mão de obra

Dificuldade para contratação levou Sindiatacadista-DF e GDF a discutirem ações para fortalecer o setor Em meio às discussões importantes sobre mudanças nas jornadas e escalas de trabalho no País, outra discussão também movimenta o setor, a dificuldade para preencher vagas de emprego no setor atacadista do Distrito Federal. Atualmente, cerca de 300 postos seguem abertos, sem candidatos suficientes para atender à demanda das empresas. O cenário motivou uma reunião entre o presidente do Sindiatacadista-DF, Alaor Gomes Neto, e o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do DF, Thales Mendes Ferreira, para discutir medidas voltadas à geração de empregos. Durante o encontro, lideranças empresariais e representantes do setor discutiram pautas estratégicas para o fortalecimento do segmento atacadista no Distrito Federal. Entre os temas centrais estiveram iniciativas voltadas à geração de empregos e à qualificação da mão de obra, além de propostas de aprimoramento do programa Emprega DF para ampliar sua efetividade junto às empresas. Também foram debatidas medidas para estimular o comércio eletrônico, com destaque para a possibilidade de criação de um regime especial destinado ao e-commerce, bem como a necessidade de modernização e adequação das áreas de desenvolvimento econômico que atendem o setor atacadista. Na visão do presidente do Sindiatacadista-DF, Alaor Gomes Neto, os principais fatores que explicam a falta de mão de obra no setor atacadista vem de uma forte preferência dos jovens por atividades ligadas ao universo digital, em detrimento de funções mais intensivas em esforço físico. “Com isso, cargos como capatazia, operação de empilhadeira e montagem de carga são justamente os mais afetados pela escassez de candidatos”, destaca Alaor. “A esse cenário soma-se a questão dos benefícios sociais, que, da forma como estão estruturados hoje, acabam por dificultar ainda mais a entrada dessa nova geração no mercado de trabalho formal”, ressalta

Polícia prende homem suspeito de estuprar menina de 9 anos no DF

A Seção de Atendimento à Mulher (SAM) da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) prendeu um homem, de 21 anos, suspeito de estuprar uma menina de nove anos de idade. Segundo as diligências, o autor praticava reiteradamente o crime de estupro de vulnerável contra a vítima, identificada como uma familiar do suspeito. Na ocasião, o criminoso costumava pernoitar na casa da menina e esperava o momento em que os familiares iam dormir para praticar os abusos sexuais. De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), o autor ainda ameaçava a criança dizendo que “estouraria a cabeça” dela caso contasse a alguém sobre os abusos. O homem foi preso enquanto trabalhava, após o cumprimento da medida cautelar pela equipe da polícia. Ele foi conduzido à 6ª DP e está preso preventivamente. Por: Felipe Machado Carlos Carone

Lei cria farmácia veterinária popular no distrito federal

O Distrito Federal deverá ganhar uma Farmácia Veterinária Popular que garantirá medicamentos mais baratos para animais domésticos na capital federal. A Lei nº 7.867 de 2026, promulgada pelo presidente da Câmara Legislativa, deputado Wellington Luiz (MDB) foi publicada no Diário Oficial do DF (DODF) desta segunda-feira (11/5). A medida entra em vigor imediatamente, no entanto, o Poder Executivo tem um prazo de 180 dias para regulamentar as normas de funcionamento, definir os critérios para o subsídio e estabelecer as regras de credenciamento para os estabelecimentos privados interessados em aderir ao programa. O programa funcionará por meio de convênios entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e estabelecimentos farmacêuticos privados. O objetivo é comercializar medicamentos de uso veterinário com preços subsidiados pelo poder público, facilitando o tratamento de saúde de cães, gatos e outros animais domésticos.

Saidão de dias das mães libera 1.479 detentos no distrito federal

O saidão de Dia das Mães beneficiou 1.479 reeducandos no Distrito Federal. Os presos foram liberados na manhã desta quinta-feira (7/5) e devem voltar na próxima segunda-feira (11/5). Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape) há 53 mulheres entre beneficiados. Ao final do prazo do saidão, na próxima segunda-feira, os detentos deverão retornar para as unidades prisionais espontaneamente. Aquele que não retornar no dia e no horário previstos será considerado foragido e pode perder o direito ao regime semiaberto. O benefício do saidão contempla aqueles que cumprem pena no regime semiaberto e que têm autorização de trabalho externo ou saídas temporárias. Esta é a quarta saída temporária de 2026. As próximas ocorrerão nas seguintes datas: ▪️6 a 10/8▪️10 a 14/9▪️9 a 13/10▪️13 a 16/11▪️23 a 28/12

Operação prende 5 suspeitos de fraude milionária no DF 

Uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal, realizada na manhã desta sexta-feira (8), prendeu cinco suspeitos de cometer uma fraude milionária. A corporação ainda apreendeu cerca de 20 veículos e bloqueou R$ 11 milhões de contas vinculadas ao grupo. O grupo recrutava pessoas de baixa renda, falsificava comprovantes de renda e as orientava a abrir contas bancárias e contratar consórcios. Em seguida, utilizava essas contas para obter empréstimos e adquirir veículos, sem quitar os pagamentos. Segundo o delegado Rafael Catunda, da 38ª Delegacia, foram identificadas mais de 100 contas bancárias usadas no esquema. A operação aconteceu em Ceilândia, Taguatinga, Guará e Vicente Pires, no DF, e em Águas Lindas, em Goiás. Os suspeitos presos são uma mulher, de 37 anos, e quatro homens, de 33, 29, 39 e 31 anos. Os nomes não foram informados. Segundo o delegado Rafael Catunda, da 38ª Delegacia, a operação desta sexta teve como objetivo prender os líderes do grupo criminoso, que vão responder por organização criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro. O grupo atuava há mais de cinco anos recrutando pessoas de baixa renda, que aceitavam participar do esquema em troca de uma porcentagem do valor obtido com a fraude. O grupo fornecia documentos falsificados, especialmente comprovantes de renda e residência, e conduziam as pessoas recrutadas para abertura de contas e contratação de consórcios. O grupo fazia empréstimos de alto valor e comprava veículos, sem quitar os pagamentos. Esses veículos também era revendidos com valores mais altos.

“Só pedi ajuda”, diz mãe que foi retirada de voo da Latam pela PF

Segundo Viviane Carvalho, ela pediu ajuda a uma comissária para guardar o carrinho do bebê de 1 ano, mas a profissional não quis ajudar “Não exigi nada. Só pedi ajuda.” O relato é da advogada Viviane Carvalho Souza de Araújo (foto em destaque), que viajava sozinha com o filho, de 1 ano e 10 meses, quando foi retirada de um voo da Latam por agentes da Polícia Federal (PF), após uma confusão com uma comissária de bordo por causa de um carrinho de bebê. Segundo Viviane, ela foi destratada e humilhada por uma funcionária durante o embarque em um voo da companhia aérea que partiu de São Paulo com destino a Brasília, na manhã dessa segunda-feira (5/5). A advogada conta que pediu ajuda à comissária para guardar o carrinho dobrável do bebê no compartimento superior da cabine, mas a profissional teria reagido de forma ríspida e sem empatia. “Ela disse que não poderia ajudar porque, se ajudasse um passageiro, teria que ajudar todos. Eu sou mãe, estava sozinha com meu neném no colo. Não exigi nada. Só pedi ajuda”, afirmou. Mesmo diante da negativa, Viviane relata que conseguiu acomodar os pertences sozinha e seguiu até o assento. Em seguida, decidiu procurar a equipe da aeronave para registrar uma reclamação sobre o atendimento. Segundo ela, foi nesse momento que a situação começou a sair do controle. “Depois que todos se sentaram, decidi ir até os funcionários, com o celular gravando, para tentar registrar uma reclamação sobre o atendimento recebido no voo. Foi quando a comissária se alterou ainda mais”, detalhou. Viviane afirma que viaja com frequência de avião com o filho e que, em outras ocasiões, recebeu ajuda para guardar o carrinho. As orientações publicadas pela Latam informam que o transporte do item dobrável na cabine é permitido, desde que haja espaço. Em nota ao Metrópoles, a Latam confirmou que solicitou apoio da Polícia Federal durante o embarque do voo e que o pedido ocorreu “após a discordância de uma passageira em relação às normas de segurança da companhia para a acomodação do carrinho de bebê a bordo da aeronave”. “Humilhada” No vídeo gravado por Viviane após a negativa da comissária (veja acima), ela pede para falar com o responsável pelo voo. A funcionária em questão afirma que ela é a responsável e, após perceber que está sendo gravada, chama outros funcionários da companhia, dizendo “acho que ela está querendo desembarcar”. Em seguida, um funcionário se aproxima e a comissária da Latam avisa que vai chamar a Polícia Federal (PF). “Todos que estavam próximos ao portão me viram sendo escoltada pela PF. Parecia que eu tinha cometido algum crime”, disse Viviane. Ainda de acordo com ela, durante a discussão, a funcionária teria se aproximado de maneira exagerada, chegando a ficar “cara a cara” com ela. Dentro da aeronave, segundo relatos, passageiros ouviram o piloto informar que o voo estava atrasado porque uma passageira estaria descumprindo normas de segurança — situação que, para Viviane, aumentou ainda mais a sensação de exposição e humilhação pública. Xingamento Após a chegada dos agentes da PF, a passageira foi retirada da aeronave. “Eles me disseram que nenhuma ocorrência seria registrada, até porque não tinha nada para ser relatado”, afirmou. Segundo Viviane, durante a confusão dentro do avião, outros passageiros se solidarizaram, trocaram contato com ela se dispuseram a ajudar no que fosse necessário. “Depois que saí do voo, um dos passageiros me mandou mensagem, afirmando que ouviu a comissária me xingar, se referindo a mim como ‘advogada de porta de cadeia’. Fiquei horrorizada, até porque, em nenhum momento, usei da minha profissão para tentar intimidar qualquer um dos funcionários”, garantiu. Viviane foi acompanhada pelos agentes da PF até o portão de embarque. “Todos os passageiros que estavam passando pelo portão ou próximo a ele, me viram sendo escoltada pela PF. Foi constrangedor”, lamentou. Um dos presentes que havia trocado contato com Viviane questionou um comissário sobre o que havia acontecido e ele disse que “havia informações sobre a passageira que não poderiam ser divulgadas”. Para Viviane essa resposta deu a entender que havia algo contra ela, como se ela tivesse cometido algum crime. Agora, a advogada afirmou que vai processar a companhia aérea pela forma como foi tratada. “A equipe de solo foi totalmente solícita, mas somente para resolver a minha realocação de voo. Não tive sequer a oportunidade de registrar a reclamação”, disse Viviane.

Magno Malta dá tapa na cara de técnica durante exame em hospital no DF: “Imunda”

Segundo a vítima, o parlamentar deu um tapa na cara dela e a xingou de “imunda” após o contraste injetado extravassar no braço do paciente Uma técnica de radiologia registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) contra o senador Magno Malta (PL-ES), por agr3ssão. Segundo a vítima, o parlamentar deu um tapa na cara dela e a xingou de “imunda” durante um exame no hospital DF Star, que iniciou uma apuração administrativa sobre o fato. O caso foi registrado nessa quinta-feira (30/4). De acordo com a funcionária do hospital, o senador estava internado para realizar uma angiotomografia de tórax e coronariana. A técnica era responsável por conduzir o paciente até a sala de exames, realizar a monitorização e iniciar os procedimentos necessários, incluindo o teste com soro para acesso venoso. A vítima relatou, ainda, que, ao iniciar a injeção de contraste, o equipamento identificou uma oclusão, interrompendo automaticamente o procedimento. Ao verificar a situação, a profissional constatou o extravasamento do líquido no braço do paciente. Ainda segundo o depoimento, ao explicar a necessidade de realizar compressão no local afetado, o parlamentar teria reagido de forma agr3ssiva. Malta teria se levantado do aparelho e, quando a auxiliar se aproximou para prestar assistência, foi recebida com um tapa no rosto. A agr3ssividade foi tanta que chegou a entortar os óculos da mulher. O parlamentar ainda teria xingado a auxiliar de enfermagem de “imunda” e “incompetente”. Em nota, o senador alegou que houve falha técnica no acesso, mesmo após alertar, por diversas vezes, que o procedimento estava incorreto e lhe causava fortes dores. Questionado se ele confirma o tapa que a técnica alega ter sofrido, o senador disse, apenas, que só se recorda da dor intensa que sentiu com o extravasamento do contraste.