Estudo aponta que pacientes leves de Covid podem ter sequelas cognitivas

Estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) diz que a Covid-19 pode deixar sequelas neurológicas naqueles que tiverem a forma leve da doença. Entre os problemas cognitivos, os mais comuns têm relação com a capacidade visuoconstrutiva, ou seja, a orientação no espaço e habilidade de desenhar. Conduzido pela Faculdade de Medicina da UFMG, ele foi coordenado pelo chefe do Departamento de Saúde Mental da faculdade, Marco Romano-Silva. O professor aponta ter sido possível verificar alterações cognitivas importantes, normalmente relacionadas a idosos com demências ou com graves traumas na cabeça, revelou ao site da UFMG. “Temos, em nossa amostra, jovens com sintomas cognitivos importantes e não esperados para a idade, já quatro a seis meses após a infecção pelo coronavírus.” Um quarto dos 200 participantes com idade média de 38 anos apresentou deficits nos primeiros meses depois da contaminação. O estudo começou antes da haver vacina, em agosto de 2020. Segundo a equipe do coordenador, as sequelas já surgem um mês após a cura. Os sintomas são falta de atenção e de foco e falhas na memória. Eles podem surgir, inclusive, naqueles que foram assintomáticos. “A infecção pode resultar em um quadro de Covid longa, com manifestações não só no cérebro, mas em outros órgãos, como no coração”, explica mesmo em casos que não tiveram sintomas respiratórios. Ele diz, ainda, que a vacinação pode ter ajudado a evitar quadros mais graves. A pesquisa continua, pois os estudiosos ainda irão avaliar a evolução dos quadros citados e a possível relação com os tipos de vacinas. Além disso, a variante ômicron também será analisada. Ela será publicada por meio de artigo na revista do grupo Nature, Molecular Psychiatry.

Idosos juntos há 65 anos viralizam ao serem flagrados em declaração de amor: ‘Maridão querido’

O militar da reserva Nadyr Mendonça Inhaquite, de 93 anos, e sua esposa Gizete de Souza Inhaquite, de 88 anos, viralizaram na internet, após serem flagrados durante uma declaração de amor. Eles estão juntos há 65 anos. A conversa ao pé do ouvido entre o casal aconteceu na varanda de seu apartamento no Grajaú, Zona Norte do Rio de janeiro. “Maridão querido. Te adoro. Você é um marido maravilhoso”, se declara Gizete. O marido, por sua vez, prefere não se valorizar e diz: “Que nada, quebro um galho. [Sou] Igual aos outros por aí nesse prédio”. Ela completa dizendo que sonhou com ele dias antes. “O amor que eu sinto por você não acabou nunca. É um amor verdadeiro. Eu sonhei com você essa semana, foi muito bom. Adorei o sonho. Eu penso muito em você”, afirmou a esposa, que sofre de Alzheimer. A gravação foi feita no final do ano passado por uma das cuidadoras que, atualmente, acompanham o casal. O vídeo ganhou notoriedade recentemente depois que foi compartilhado pela neta Giulia Inhaquite, próximo da data de aniversário do senhor Nadyr. Nadyr e Gizete têm quatro filhos e oito netos.

Policiais do caso Genivaldo foram denunciados por agressão dois dias antes

Dois dos policiais rodoviários que atuaram na ação que matou Genivaldo de Jesus Santos dentro de uma viatura corporação tomada por gás são os mesmos que, dois dias antes, participaram da abordagem em que dois jovens afirmam terem sido agredidos e ameaçados. Os nomes dos agentes constam no registro da ocorrência feito pelos próprios policiais após a abordagem do dia 23 de maio, que envolveu um homem de 21 anos e um adolescente de 16 que trafegavam de moto sem capacete e com documentação irregular. Os jovens fizeram boletim de ocorrência com as denúncias de agressão no dia 27, quatro dias após a ação. Segundo a mãe do adolescente, eles não procuraram a Polícia Civil antes porque estavam com medo. De acordo com o relato feito por eles, os policiais os agrediram com chutes na cabeça, no abdômen e no tronco, além de tapas quando ambos já estavam algemados, além de terem feito ameaças. O documento dos policiais é assinado por dois dos agentes que foram afastados pela direção da PRF (Polícia Rodoviária Federal) por estarem envolvidos na ação que resultou na morte de Genivaldo. São eles Paulo Rodolpho Lima Nascimento e William de Barros Noia. O terceiro afastado, Kleber Nascimento Freitas, não participou da abordagem feita no dia 23. Genivaldo tinha 38 anos e era esquizofrênico. Ele foi morto em 25 de maio por policiais que soltaram uma bomba de gás dentro do porta-malas da viatura em que foi colocado, após ser detido por dirigir uma moto sem capacete. As cenas geraram forte comoção e críticas pela violência empregada na abordagem. A direção-geral da PRF criou uma comissão interventora para investigar o caso, tratado pela corporação como uma “conduta isolada”. Nos dois episódios a abordagem da PRF ocorreu porque os envolvidos estavam dirigindo motocicletas sem capacetes. Pelo registro da PRF sobre o caso dos jovens, a ação começou no km 184 da BR-101, a quatro km de onde Genivaldo foi morto. A equipe afirma que fazia uma ronda quando viu os dois rapazes trafegando sem capacete. Na versão dos jovens, eles decidiram fugir porque além da falta do equipamento obrigatório, estavam com a documentação irregular. Percebendo que não conseguiriam escapar da polícia, eles alegam que pararam e que, mesmo assim, foram atingidos e derrubados pela viatura. Os policiais dão outra versão. Segundo eles, o motociclista “sofreu pequenas escoriações no rosto” porque caiu da moto durante a fuga. A equipe da PRF afirma que a corrente da moto se soltou e travou a roda, “derrubando os ocupantes”. Com a freada brusca, segundo eles, a moto bateu na grade frontal da viatura. “Ao realizar uma curva, a corrente da motocicleta caiu, travando a roda, e derrubando os ocupantes. Com a desaceleração brusca, a motocicleta chocou-se com a grade frontal da viatura ocasionando pequenas avarias”, consta na ocorrência. O motociclista, ainda de acordo com o relato da PRF, percebeu a presença da viatura, “realizou uma manobra brusca”, “saiu em alta velocidade” e entrou em uma rua. A equipe afirma que acompanhou o veículo “utilizando-se de sirene e sistema de sinalização típicos, além de comando de voz”, mas o homem desobedeceu a ordem de parada. “Em nenhum momento imobilizou o veículo […] saltando quebra-molas, transitando em velocidade incompatível com as vias locais, onde havia um intenso fluxo de pedestres e crianças, colocando em risco transeuntes e a própria equipe policial.” Os policiais afirmam que o motociclista não tinha habilitação e tentou fugir a pé, mas foi algemado. Ele recebeu voz de prisão “pelo cometimento, em tese, do crime de dirigir veículo, não sendo habilitado, gerando perigo de dano”. “Questionado sobre a situação fática, o condutor declarou que ‘não queria perder a moto e que por isso agi daquela forma’, que ‘sei que estou errado’ e que ‘não sei o que passou na cabeça naquela hora para agir como uma pessoa errada’”, consta em trecho do documento interno. A Polícia Rodoviária Federal não se manifestou sobre o caso até o fechamento da reportagem. O motociclista afirmou no BO registrado por ele que foi levado até o posto da PRF de Cristinápolis —a 16 km de Umbaúba. Ele foi liberado após assinar termo circunstanciado. O adolescente, que estava na garupa, disse que foi liberado durante a abordagem quando contou que era menor de idade. A morte de Genivaldo e a operação policial que deixou mais de 20 mortos na Vila Cruzeiro, zona norte do Rio de Janeiro, chamaram a atenção para a atuação da PRF. Genivaldo foi algemado, teve os pés amarrados e foi colocado no porta-malas da viatura com gás lacrimogêneo. O IML concluiu que ele sofreu insuficiência respiratória aguda. A direção-geral da corporação criou uma comissão interventora na superintendência de Sergipe para investigar a morte de Genivaldo e abriu um processo administrativo contra três policiais. O governo federal tem tratado o episódio como um caso isolado. Na segunda-feira (30), o presidente Jair Bolsonaro disse que não se pode “generalizar tudo que acontece no nosso Brasil” e criticou a cobertura da imprensa.

Saúde investiga terceiro caso suspeito de varíola dos macacos no Brasil

O Brasil investiga um terceiro caso suspeito de varíola dos macacos, desta vez no Rio Grande do Sul. Os dois primeiros casos suspeitos foram informados nesta segunda-feira (30) pelo Ministério da Saúde, um no Ceará e outro em Santa Catarina. A Secretaria de Saúde do Ceará afirmou que a principal hipótese, no entanto, é de varicela (catapora). O paciente mora em Fortaleza, não esteve em nenhum lugar com casos confirmados de varíola dos macacos nem teve contato com pessoas contaminadas. Já em Santa Catarina, as autoridades de saúde afirmam que o caso em investigação é o de uma mulher de 27 anos que mora em Dionísio Cerqueira, cidade que faz divisa com o Paraná e está na fronteira com a Argentina —país que confirmou os primeiros casos de varíola dos macacos na América Latina. A paciente foi internada com erupções cutâneas em diferentes partes do corpo, febre, disfagia (dificuldades para engolir), dores musculares, fraqueza e aumento dos gânglios linfáticos. Os sintomas, segundo a secretaria estadual, começaram há uma semana, e a mulher agora espera o resultado de exames para outras doenças. O centro de vigilância do município monitora a paciente. Nenhum caso foi confirmado até o momento no Brasil. A Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul ainda não forneceu informações sobre o paciente. Diante dos primeiros casos suspeitos, o ministério tem afirmado que “está em contato com estados para apoiar no monitoramento e ações de vigilância em saúde”. O governo federal criou uma sala de situação para acompanhar o avanço da doença. Segundo o boletim divulgado nesta terça (31), 333 casos de varíola dos macacos já foram confirmados em 23 países. Sete ainda estão em investigação. Os principais sinais e sintomas da varíola dos macacos são febre, erupções na pele e aumento dos gânglios linfáticos (adenomegalia). Como medida de prevenção, o Ministério da Saúde sugere que as pessoas usem máscara e lavem as mãos.

Médica é morta enforcada por moradores de rua que ela ajudava em Minas Gerais

Uma médica de 81 anos foi encontrada morta com uma blusa enrolada ao pescoço em Uberaba, cidade de Minas Gerais, nessa segunda-feira (30). A suspeita é que ela tenha sido vítima de latrocínio – roubo seguido de morte. Os suspeitos do crime são dois moradores de rua que ela costumava ajudar dando comida e dinheiro. O boletim registrado na Polícia Militar (PM) revela que, um taxista que prestava serviços para a vítima chegou a casa da médica para levá-la ao trabalho. No entanto, a filha da vítima, de 44 anos, que tem problemas cognitivos, pediu que o taxista subisse no apartamento delas. Ao entrar no local, ele encontrou a mulher caída no chão. A Polícia Militar foi acionada. A filha da médica informou à corporação que a mãe ajudava dois moradores de rua que pediam comida e dinheiro na porta do apartamento. Ainda conforme a PM, uma dessas pessoas foi ao local e ficou sozinha com a idosa enquanto a filha da vítima estava na padaria. Caso é investigado pela Polícia Civil Segundo a PM, os dois suspeitos do crime, um homem de 42 e uma mulher de 40 anos, ambos usuários de drogas foram identificados pelas câmeras de segurança do prédio. O celular da vítima, o relógio e R$ 5 foram encontrados com o suspeito. A mulher e o homem suspeitos do crime foram levados à Delegacia de Polícia Civil, que vai investigar o caso.

Michelle Bolsonaro diz na TV que presidente é “imbrochável” e “incomível” ao ser questionada se marido “tem dado em casa”

Presente na plateia da entrevista dada por Jair Bolsonaro, na noite da segunda-feira, no programa “Alerta Nacional“, Michelle Bolsonaro foi questionada se o presidente “estava dando conta em casa” diante de tantos compromissos que o cargo exige. A primeira-dama arrancou gargalhadas no estúdio, usando palavras já conhecidas do repertório do marido. “Pode responder, amor? Ele é ‘imbrochável’, ‘incomível’ e ‘imorrível’”, respondeu Michelle. Bolsonaro, depois de mostrar uma moeda que guardava no bolso da camisa, emendou: “Ela não está fazendo uma propaganda que não é enganosa. Se meu nome fosse Pedro, ela ia cantar: ‘para, Pedro, Pedro, para’”.

Chuva de meteoros: saiba onde e como observar fenômeno no Brasil

A madrugada desta terça-feira (31) promete ser marcada por uma chuva de meteoros que poderá ser observada em diversas regiões do Brasil. O fenômeno conhecido como “Tau-Herculídeas”, está previsto para acontecer entre 0h e 2h, no horário de Brasília. Está é a primeira vez em quase 200 anos que um fenômeno dessa magnitude poderá ser visto na Terra. A última tempestade desse nível ocorreu em 1833. Apesar da chuva de meteoros ser visível por todo país e a olho nu, algumas regiões vão ser privilegiadas. A Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon) estima que, a melhor região para observar o fenômeno será o Norte do país. De acordo com a Bramon, a previsão de horário ainda pode variar, atrasando ou adiantando o fenômeno. Por isso, a recomendação é que a observação comece a partir das 23h da segunda-feira (30) e vá até as 3h da madrugada da terça-feira (31). Confira a chuva de meteoros em quatro áreas de visibilidade: Segundo as previsões da Bramon, o Brasil estará dividido em quatro áreas de visibilidade, cortando o território em diagonais. Veja: 1º faixa – (cerca de 57 mil meteoros): Acre, Roraima e oeste e centro do Amazonas; 2º faixa – (cerca de 42 mil meteoros): Rondônia, leste do Amazonas, Amapá, oeste do Mato Grosso e grande parte do Pará; 3º faixa – (cerca de 25 mil meteoros): leste do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, oeste da Bahia, Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo e Paraná; 4º faixa – (cerca de 9 mil meteoros): Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e grande parte de Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Paraná.

Assaltante tenta roubar mulher, se atrapalha e cai duas vezes em Teresina (PI)

Um assaltante se atrapalhou e caiu duas vezes da moto que dirigia ao tentar roubar uma mulher no último domingo (29), em frente a uma clínica particular no centro de Teresina, no Piauí. Uma câmera segurança registrou toda a ação. As imagens mostram uma mulher parada na rampa de acesso à clínica, quando o homem chega em uma moto, se aproxima e tenta tomar o celular que está na mão da vítima. A mulher reage e corre. O homem tenta agarrá-la, mas a moto acaba deslizando no piso e ele cai por cima do veículo. Nesse momento a vítima corre para dentro da clínica. Ao levantar a moto, o suspeito derruba dois objetos que parecem ser aparelhos celulares. Ainda tentando fugir, ele derruba a moto e cai novamente sobre o veículo. Por fim, ele consegue levantar a moto e tenta dar partida, mas não consegue e acaba fugindo empurrando o veículo. Vídeo: Assaltante tenta roubar mulher, se atrapalha e cai duas vezes

Ex-prefeito é condenado a 64 anos de prisão por chacina em Minas Gerais

O ex-prefeito de Unaí, Antério Mânica foi condenado por um juri popular a 64 anos de prisão por ser o mandante de chacina contra auditores fiscais ocorrida na cidade mineira em 2004. A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado, mas ele tem o direito de recorrer em liberdade. O julgamento foi realizado pela Justiça Federal em Belo Horizonte. As audiências tiveram início na última terça (24) e foram finalizadas na noite de sexta-feira (27), com o anúncio da sentença. Há 18 anos, os auditores do trabalho Eratóstenes Gonçalves, João Batista Lage e Nelson José realizavam fiscalizações de trabalho análogo à escravidão na região de Unaí quando foram mortos a tiros em uma emboscada. O motorista Ailton de Oliveira, que acompanhava o trio, também foi morto na ação. A defesa disse que entrou com recurso e que vai pedir a anulação do juri. Antério Mânica chegou a ser condenado a cem anos de prisão em outubro de 2015 por homicídio quádruplo, triplamente qualificado por motivo torpe, mediante pagamento e sem a possibilidade de defesa das vítimas. No entanto, em novembro de 2018, a condenação foi anulada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que aceitou um recurso da defesa que apontava a insuficiência de provas. Foi determinada, então, a realização deste novo julgamento. De acordo com a procuradora da República Mirian Moreira Lima, o julgamento era desafiador para a acusação devido à anulação da decisão anterior. “O júri era extremamente difícil para a gente, porque derrubar um voto que descreve detalhadamente cada prova, não é fácil. E nós fizemos”, afirmou a procuradora. Segundo ela, a acusação tinha provas consistentes para pedir a condenação de Mânica. “A defesa tentou desfazer cada uma dessas provas e de qualquer forma a gente conseguiu que os jurados compreendessem que a verdade estava com o Ministério Público”, afirmou Lima. Apesar da condenação, o Ministério Público disse que vai recorrer buscando o aumento da pena. Segundo a procuradora, a juíza teve um entendimento diferente, em relação ao julgamento anterior, sobre as qualificadoras que elevariam a pena. Além disso, o órgão pede que Mânica não aguarde os recursos em liberdade e seja preso imediatamente. A defesa de Antério Mânica recorreu da decisão e vai pedir uma nova anulação. O advogado Sérgio Leonardo, disse que houveram irregularidades durante o julgamento que serão apresentadas à Justiça. Segundo ele, entre as irregularidades estão um número maior de testemunhas ouvidas do que o permitido e a exibição para os jurados de um documento que não estava no processo. “A decisão dos jurados é, lamentavelmente, uma decisão injusta e sem suporte nas provas do processo. Não tem prova para condenar o Antério, porque ele não participou de nada disso”, afirmou o advogado. O Sinait (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho), disse ter recebido a sentença como um sinal de alívio. Auditores fiscais de diversos estados brasileiros estiveram presentes durante todos os dias do julgamento para pedir a condenação de Mânica. “A nossa sensação é de alívio, porque avançamos mais um passo em busca da justiça. Mas essa sensação de justiça só estará completa quando os mandantes da chacina de Unaí estiverem cumprindo as penas. Já se passaram mais de 18 anos do assassinato brutal de servidores do estado, sem que os mandantes estejam efetivamente presos”, afirmou Bob Machado, presidente do Sinait. Norberto Mânica, irmão de Antério, também foi condenado em 2015 a quase cem anos de prisão como um dos mandantes da chacina. Três homens acusados de serem os executores do crime foram condenados em 2013.