PC quer arquivar investigação sobre supostos grampos e desvios de Rodney Miranda
A Polícia Civil quer arquivar a investigação conduzida contra o titular da Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP) Rodney Miranda. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (25), no Palácio das Esmeraldas. Inocentado, Miranda – que pediu férias para ceder espaço às apurações – retomará o comando da pasta. Em áudio, ele foi acusado por Jorge Caiado, primo do governador, de aplicar escutas ilegais em seu telefone, bem como de desviar R$ 1 milhão de verba do Corpo de Bombeiros. A apuração, entretanto, não encontrou ilegalidades na conduta do secretário. O delegado-geral da Polícia Civil de Goiás, Odair José, explicou que três delegados conduziram o inquérito. A mensagem de áudio passou por perícia e comandantes atuais e anteriores do Corpo de Bombeiros foram ouvidos. Depoimentos de servidores públicos, do próprio Rodney e de Jorge Caiado foram colhidos. A conclusão foi de que Jorge Caiado não “trouxe elementos robustos sobre os crimes citados”. De acordo com Odair, o primo do governador fez denúncia sem provas sobre possíveis recebimentos de valores e que baseou sua iniciativa contra Miranda em comentários. Por isso, a sugestão da PC é de que o inquérito seja arquivado. “Tranquilo” O secretário afirmou que ficou incomodado, mas estava tranquilo quanto à apuração. Ele relatou que sempre esteve confiante. Na época dos vazamentos, Miranda se pronunciou sobre as acusações: é tudo mentira. “Eu digo que fiquei incomodado com essas informações inverídicas, mas tranquilo quanto ao procedimento em todo o estado e nos meus quase 40 anos de serviço público. Nunca fui acusado de desvio, ato de corrupção, ou qualquer ato do gênero. Permaneci confiante na Polícia Civil”. O secretário destacou que Ronaldo Caiado nunca questionou a conduta dele e que preferiu se afastar para contribuir com a lisura das investigações. “O governador nunca questionou a minha conduta. Achamos por bem me afastar, fiquei 15 dias de férias, me apresentei no primeiro dia, minha oitiva foi acompanhada por promotor de Justiça. Nunca me senti suspeito ou acusado. Quem sofreu foi minha família e meus amigos. Estou feliz com o encerramento dessa etapa triste e vou continuar essa marcha no combate ao crime”, relatou. Saia justa Segundo o delegado-geral, Jorge Caiado estava desconfiado que seu telefone estava sendo grampeado, em razão de ecos e ruídos.Porém, para que uma interceptação telefônica seja aplicada, explica Odair, um delegado realiza uma representação, que depois é analisada pelo Ministério Público, que então a envia ao Judiciário. Caso aprovada, a ordem de serviço é enviada à operadora, que envia o áudio solicitado. “Todas elas [empresas] negaram atos de ilicitude. [As acusações] se mostram completamente frágeis e inconsistentes”, disse Odair José. Aliado de Jorge na Câmara Municipal, o vereador Paulo Daher gravou um vídeo para rasgar título de cidadão goianiense conferido à Rodney pela casa legislativa. Ao Mais Goiás, entretanto, admitiu que não sabia o que tinha acontecido de fato, mas decidiu por rasgar o diploma após ouvir o áudio do primo do governador. “Eu me solidarizei com ele, não sei de fato o que aconteceu”. Retorno ao serviço O governador Ronaldo Caiado disse que Rodney Miranda volta a função de Secretário de Segurança Pública, com todas as “credenciais”. “Vossa excelência volta com as credenciais, sua história, tudo o que disse, com todas as condições de cada vez mais exigir que haja um cumprimento da lei e o combate sem trégua a corrupção e ao crime organizado”, declarou o chefe do Executivo estadual. Quanto ao primo, Ronaldo Caiado declarou que Jorge é uma pessoa querida e que foi tomada emocionalmente, mas que tem uma grande paixão pela história da família. Ele reconhece que houve excesso, mas sem intenção de prejudicar. “É uma pessoa muito querida, as vezes tomado por uma emoção enorme, tem uma paixão pela história da família. Entendemos que os excesso cometidos não tivessem o intuito de prejudicar, foram baseados em informações que teriam sido levadas até ele naquele momento. É um assunto encerrado, com transparência dos fatos, uma matéria vencida”, declarou o governador
Maguito não descarta volta à vida pública
Única opção viável dentro do MDB para disputar as eleições em Goiânia, caso o prefeito Iris Rezende (MDB) desista da reeleição, o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (MDB), conversou com exclusividade com o Blog Poder em Jogo. Ele afirmou que “não descarta a volta para a política”, mas sua candidatura passa pela decisão de Iris. “O candidato do MDB é o Iris. Ele que é a prioridade. Ele que tem o direito à reeleição .Vamos deixá lo decidir naturalmente”. Mesmo assim, Maguito enfatizou que precisa dar sua contribuição para a política. Ele argumenta que a área está precisando de equilíbrio no Brasil. “Estou vendo tanta gente desequilibrada na política, tanta gente com problemas que acredito que as pessoas sérias, e que têm história, precisam dar sua contribuição. Minha volta não está descartada. A política está precisando de equilíbrio”, argumentou. Currículo Maguito foi governador de Goiás nos anos 1990 e prefeito de Aparecida de Goiânia por dois mandatos. Após gestões bem avaliadas na cidade, o emedebista conseguiu também eleger seu sucessor, o atual prefeito Gustavo Mendanha (MDB).
“Estamos entrando no olho do furacão”, diz prefeito de Aparecida sobre covid-19
“Estamos vivendo outro estágio da doença, diferente das cidades do Nordeste que tem voos internacionais e receberam o vírus antes e passaram pelo pico”, disse o prefeito Gustavo Mendanha (MDB) ao Mais Goiás na manhã desta quarta-feira (24). Para o chefe do executivo do município, a população precisa se dar conta da gravidade da situação: “estamos entrando no olho do furacão”. A preocupação de Mendanha se dá com a escalada de casos de contaminação pelo coronavírus em Aparecida nas últimas semanas. O número de pacientes diagnosticados com covid-19 saltou de 767, no dia 8 de junho, para 1.870 registrados no último boletim, divulgado na terça-feira (23). Um aumento de 143,8% em 15 dias. Somente no dia 13 de junho foram novos 100 casos. O número de óbitos também mais que dobrou. Em 8 de junho havia 16 mortes provocadas pela doença, agora são 33. Abertura Mapa do escalonamento por macrozonas em Aparecida de Goiânia (Foto: Divulgação) Dia 8 de junho é justamente a data que entrou em vigor o novo modelo adotado pela prefeitura de Aparecida de Goiânia para flexibilização das atividades do comércio. Os gestores municipais estabeleceram 10 macrozonas municipais e permitiram abertura do comércio em diferentes dias da semana para as diferentes regiões. A ideia era que houvesse aumento no isolamento social, da média de 35%, registrada no período, para 50% recomendável pelas autoridades em saúde. Esse escalonamento por macrozonas veio acompanhado de quatros cenários indicados pelas cores verde, amarela, laranja e vermelha para indicar os graus de ocupação de leitos no município. Em 15 dias, Aparecida foi do verde para o amarelo. Por isso, o prefeito Gustavo Mendanha resolveu fechar comércio aos domingos. Fechamento Segundo o prefeito, a entrada no cenário amarelo era esperada e ações foram projetadas para enfrentá-la. Ele aponta que há desrespeito da população em relação às medidas sanitárias. Por isso, a prefeitura vai enfatizar na orientação e esclarecimentos. “Infelizmente, a partir de agora, o número de óbitos tende a subir. As pessoas vão sentir a doença cada vez mais perto. Assim, vão passar a entender a guerra que nós estamos vivendo”, aponta. Mendanha ainda diz que o transporte público é um ponto crucial de aglomeração, não somente em Aparecida, como em toda a região metropolitana de Goiânia, o que facilita o alastramento do coronavírus. Ele afirma que as distribuidoras de bebidas e festas particulares em casa se tornaram ponto de aglomeração. Segundo o prefeito a fiscalização vai atuar, mas é preciso que haja conscientização. Leitos Mendanha disse que Aparecida é uma das cidades que mais se preparou para a covid-19, com capacitação e aumento na capacidade de atendimento. Foram 63 novos leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) inaugurados somente para pacientes com infecção causada pelo coronavírus. “Nenhum país de primeiro mundo estava preparado totalmente para uma pandemia. Mas vamos fazer o possível para salvar o maior número de vidas ”, salientou. “Infelizmente, pelo cenário de informação distorcida, as pessoas acham que não é uma doença séria, que os números não são reais. Mas estamos indo agora para o olho do furacão”, alerta.
Fabrício Queiroz pediu livro de autoajuda na prisão
Ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), Fabrício Queiroz está preso no Presídio Pedrolino Werling de Oliveira (Bangu 8), na Zona Oeste do Rio, desde a tarde da última quinta-feira. Na mesma unidade, estão os presos da operação Lava-Jato. Isolado por prevenção à Covid-19, Queiroz tem permanecido em silêncio na prisão e um dos raros momentos de interação nos últimos dias foi quando pediu um livro de autoajuda para Wilson Carlos, ex-secretário de Sérgio Cabral e operador do esquema de propinas do governo do estado. O ex-assessor de Flávio Bolsonaro é atualmente vizinho de cela do ex-governador do Rio Sérgio Cabral. Carlos se tornou o organizador da biblioteca de Bangu 8 depois que o ex-deputado Edson Albertassi montou uma biblioteca no local, antes de ir para prisão domiciliar há dois anos. Desse modo, o ex-secretário de Cabral costuma passar pelas celas perguntando o que cada um dos detentos quer ler. Foi então que Queiroz pediu um título de autoajuda. O colunista Lauro Jardim revelou na semana passada que a cela de Queiroz tem cerca de cinco metros quadrados. No espaço, há pia, chuveiro e vaso sanitário. No entanto, não há TV. Ele possui direito a banho de sol durante duas horas por dia num pequeno pátio. O GLOBO apurou na sexta-feira que o cadastro de Fabrício Queiroz na Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) do Rio está sem a imagem dele. A situação é fora do padrão já que ele deu entrada no sistema penitenciário do Rio no dia anterior e todos os presos precisam ser identificados e fotografados quando entram no sistema prisional. Prisão Ele foi preso em Atibaia, no interior de São Paulo, por determinação do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio. A prisão ocorreu durante as investigações do caso da “rachadinha”, a prática ilegal de devolução de salários dos assessores no gabinete da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Fabrício Queiroz estava em um imóvel que funcionava como escritório de advocacia de Frederick Wassef, que defende o senador Flávio Bolsonaro no caso. A operação da quinta-feira foi batizada pelos investigadores de “Anjo” em referência a Wassef. Márcia também teve prisão decretada e é considerada foragida pois não foi encontrada. Habeas Corpus negado Na sexta-feira, o advogado Paulo Emílio Catta Preta entrou com um pedido de habeas corpus para que Queiroz fosse transferido para prisão domiciliar. O pedido foi negado na madrugada de sábado pela desembargadora Suimei Cavalieri, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ). A defesa do ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro havia solicitado a substituição da prisão preventiva dele. A intenção era que Queiroz pudesse ficar detido em casa, por tempo indeterminado. A defesa havia argumentado que ele é portador de câncer de cólon e correria riscos de saúde devido à pandemia da Covid-19. O caso tramita em sigilo e a íntegra da decisão da magistrada não foi divulgada.
Suspeito de agredir companheira é empurrado por PM e cai em lago de Anápolis
Circula na internet um vídeo que mostra um homem caindo no lago do Parque Ipiranga, em Anápolis, após ter sido empurrado por um policial militar. Caso aconteceu no dia 16 de junho. O 4º Batalhão da Polícia Militar informou que já foi solicitada a instauração de Procedimento Administrativo Disciplinar para apurar a ação do policial. Segundo a Polícia Militar (PM), uma equipe teria sido acionada para atender uma ocorrência em que um homem estaria agredindo sua companheira no parque. Chegando ao local, ”deparou-se com populares empurrando o possível autor, tentando afastá-lo da vítima. Dessa forma, a equipe no local, conteve os ânimos separando os populares e o suposto autor, identificando-o posteriormente”, informou a nota da corporação. Os envolvidos foram conduzidos à delegacia, mas a vítima não quis registrar um boletim de ocorrência. O suspeito, no entanto, foi autuado em flagrante por dano qualificado ao patrimônio público, já que, segundo a PM, causou danos materiais na viatura policial militar, durante o deslocamento até a delegacia.
Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio de R$ 37 milhões
A Mega-Sena sorteia neste sábado (20) o prêmio de R$ 37 milhões. As seis dezenas do concurso 2.272 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50. Quina de São João As apostas para a Quina de São João podem ser feitas nas lotéricas de todo o país. O concurso especial chega à sua 10ª edição este ano. O sorteio do concurso 5.299 da Quina será realizado no dia 27 de junho, às 20h, e a estimativa inicial do prêmio é de R$ 140 milhões. O prêmio não acumula e, caso não haja vencedores na faixa principal, o prêmio será dividido entre os vencedores da segunda faixa (quatro números) e assim por diante. Para apostar, basta marcar de cinco a 15 números entre os 80 disponíveis no volante. O preço de uma aposta simples, com cinco números, custa R$ 2.
Europeus ameaçam diminuir investimentos no Brasil devido a desmatamento
Sete grandes empresas de investimento europeias disseram à Reuters que desinvestirão em produtores de carne, operadoras de grãos e até em títulos do governo do Brasil se não virem progresso rumo a uma solução para a destruição crescente da Floresta Amazônica. As ameaças cada vez maiores de investidores com mais de US$ 2 trilhões em ativos administrados, como o finlandês Nordea e a britânica Legal & General Investment Management (LGIM), mostram como o setor privado está adotando ações globais para proteger a maior floresta tropical do mundo. O presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (sem partido), dá de ombros para a pressão diplomática a respeito da questão. O desmatamento na Amazônia brasileira atingiu uma máxima de 11 anos em 2019, o primeiro ano de Bolsonaro no cargo, e aumentou outros 34% nos cinco primeiros meses de 2020, de acordo com dados preliminares do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O presidente afrouxou as proteções ambientais e pediu mais mineração e agricultura na região amazônica. “As tendências que vemos no Brasil são muito preocupantes”, disse Daniela da Costa-Bulthuis, gerente de portfólio para o Brasil da empresa de gerenciamento de ativos holandesa Robeco. “Você tem um desmantelamento dos mecanismos regulatórios de controle ambiental desde o ano passado”. A assessoria de imprensa de Bolsonaro não quis comentar as preocupações dos investidores. O presidente defendeu o histórico ambiental do país de críticas de líderes mundiais no ano passado enquanto incêndios devastadores na Amazônia causavam revolta global. Até agora, a pressão corporativa se mostrou mais eficiente para fazer Brasília voltar as atenções ao meio ambiente. Um projeto de lei proposto originalmente por Bolsonaro para conceder títulos de propriedade para terras públicas assentadas irregularmente, uma medida vista como um incentivo ao desmatamento, não passou em uma votação em maio e foi adiada por tempo indeterminado depois que mais de 40 empresas majoritariamente europeias ameaçaram boicotar exportações brasileiras. Questionamentos Em setembro, 230 investidores institucionais assinaram uma carta pedindo ações urgentes para combater os incêndios em crescimento na Floresta Amazônica, capturando a atenção mundial. Mas as sete empresas de gerenciamento de ativos que conversaram com a Reuters — Storebrand, AP7, KLP, DNB Asset Management, Robeco, Nordea Asset Management e LGIM — foram mais longe ao delinear a ameaça do desinvestimento se não houver avanço. Elas detêm mais de US$ 5 bilhões em investimentos ligados ao Brasil, incluindo comerciantes de grãos com operações de vulto no país. O KLP, o maior fundo de pensão da Noruega, disse que está interagindo com Archer Daniels Midland (ADM), Cargill e Bunge e analisando se suas políticas ambientais são adequadas. “Se nossa conclusão for negativa, o desinvestimento pode ser o resultado provável, possivelmente ainda neste ano, e acreditamos que tal ação levaria outros investidores a seguir nosso exemplo”, disse Jeanett Bergan, chefe de investimentos responsáveis da KLP, por email. Em resposta a perguntas sobre o desinvestimento, Bunge e Cargill descreveram uma gama de esforços para acabar com o desmatamento em suas cadeias de suprimento, citando sua aderência à “Moratória de Soja da Amazônia”. Neste acordo voluntário, grandes empresas como Cargill, Bunge e ADM prometeram não comprar soja de partes da Amazônia desmatadas desde 2008. A ADM não respondeu a um pedido de comentário. A empresa de seguros e pensões norueguesa Storebrand e o maior fundo nacional de pensões sueco, AP7, também disseram que podem desinvestir na ADM e na Bunge se estas não adotarem medidas apropriadas para combater o desmatamento. Também norueguesa, a DNB Asset Management AS disse que os fundos de índices que administra, que inclui ativos da Bunge, podem excluir companhias que não cumpram seus padrões de sustentabilidade. Outras firmas de investimento mencionaram preocupações relacionadas aos processadores de carne brasileiros, que já foram alvo de questionamentos por obter carne de áreas desmatadas da Amazônia. A LGIM está pressionando empresas brasileiras, como a JBS, a maior processadora de carne do mundo, e as rivais menores Marfrig e Minerva a adotarem “metas climáticas robustas e políticas de uso de terras, e a inação pode levar à votação de sanções e a desinvestimentos direcionados”, disse Yasmine Svan, analista sênior de sustentabilidade da LGIM, em um comunicado enviado por email. JBS, Minerva e Marfrig disseram em comunicados separados que estão comprometidas a eliminar o desmatamento amazônico em suas cadeias de suprimento e detalharam suas iniciativas. Depois da “quarentena” O braço de gerenciamento de ativos do Nordea, um dos maiores bancos dos países nórdicos, suspendeu a compra de títulos da dívida soberana brasileira no ano passado em reação aos incêndios florestais, colocando seus cerca de 100 milhões de euros investidos nestes papéis em “quarentena”. Thede Ruest, responsável por dívidas de mercados emergentes da Nordea Asset Management, disse que a empresa pode ir mais longe. “O próximo nível da escalada em relação à quarentena é vender nossos títulos governamentais do Brasil, o que poderia levar outros fundos a seguir o exemplo”, disse Ruest. “Estamos decepcionados com a falta de progresso da gestão atual, já que as taxas de desmatamento continuam a subir antes de outra grande temporada de incêndios”. Da Costa-Bulthuis, da Robeco, que administra ao menos 3 bilhões de euros em ações brasileiras e até 5 bilhões de euros quando incluídos títulos da dívida e outros, não quis comentar sobre ativos específicos, mas disse que a firma pode reduzir sua exposição ao Brasil se seu desempenho ambiental se deteriorar mais. Da Costa-Bulthuis, assim como Svan, da LGIM, e Ruest, da Nordea, expressaram alarme com o vídeo recente de uma reunião de gabinete de Bolsonaro que uma investigação federal trouxe à tona. Na gravação, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, sugeriu a Bolsonaro e a outros ministros que o governo deveria acelerar a desregulamentação ambiental enquanto o público está distraído pela pandemia de coronavírus. “Ele está trabalhando contra o meio ambiente. O que ele disse é inaceitável”, opinou Da Costa-Bulthuis. “Sendo eles (o governo) sensíveis ou não a isso, acho que uma maneira de começar seria mudar o ministro do Meio Ambiente, porque este sujeito não tem credibilidade”. Salles e sua assessoria de imprensa não responderam a pedidos de comentário sobre sua declaração. À época,
Polícia apreende caminhão com 500 mil maços de cigarros
Um caminhão carregado com 500 mil maços de cigarros foi apreendido na quinta-feira (18) pela Polícia Militar (PM) no quilômetro 170 da GO-010, no Povoado de Três Vendas, no município de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. A carga, oriunda do Paraguai, é avaliada em R$ 1,5 milhão. A apreensão aconteceu após agentes da Secretaria de Estado da Economia (Fisco) solicitarem parada do bitrem, que trafegava pela rodovia. O motorista não obedeceu a ordem e fugiu. A PM conseguiu encontrar o caminhão já abandonado pelo condutor. Ele não foi encontrado. Carga com 500 mil maços de cigarros falsificados (Foto: PM/ Divulgação) Após a identificação da carga de cigarros falsificados, o caminhão foi recolhido ao pátio da Delegacia Regional Fiscal de Luziânia. Ele foi apreendido e repassado à Receita Federal do Distrito Federal. Na quarta-feira (17), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) já havia apreendido em Morrinhos outras 500 mil carteiras de cigarro também oriundas do Paraguai.
Vídeo mostra momento da prisão de Queiroz em sítio de Atibaia, São Paulo
Um vídeo divulgado pela Polícia Civil mostra o exato momento em que Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, é preso em um sítio em Atibaia, São Paulo. Queiroz estava escondido no sítio de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro, e foi encontrado em operação do Ministério Público do Rio de Janeiro, na manhã desta quinta-feira (18). Queiroz é investigado por participação em suposto esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio. Os mandados foram expedidos pela Justiça do Rio de Janeiro. Depois de ser preso, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro passou por exames no Instituto Médico Legal (IML) e foi encaminhado à delegacia de São Paulo. Ele foi transferido de helicóptero para o Rio de Janeiro por volta das 10h. Segundo a Polícia Civil de SP, o caseiro do sítio informou que Queiroz estava no local há cerca de um ano. Em 2019, o advogado e proprietário do sítio, Frederick Wassef, disse à Globo News que não sabia onde Fabrício estava. Ivan Valente ✔@IvanValente Advogado do presidente da República, Frederick Wassef, escondeu por um ano Queiroz em seu sítio! Bolsonaro “sequestrou” o Queiroz para evitar depoimento. No vídeo, Wassef afirma não saber do paradeiro do atual detento. Mentiroso! Bolsonaro comete crime de obstrução de justiça! 2.270 08:49 – 18 de jun. de 2020 Informações e privacidade no Twitter Ads 748 pessoas estão falando sobre isso Kelly Matos ✔@kellymatos ATENÇÃO – Entrevista do advogado Frederick Wassef à Rádio GAÚCHA em 28 de abril: “Eu estou no dia a dia aqui com o presidente e com a família Bolsonaro. Eu conheço tudo que tramita na família Bolsonaro” QUEIROZ foi preso na casa de WASSEF hoje. 4.108 08:52 – 18 de jun. de 2020 Informações e privacidade no Twitter Ads 1.430 pessoas estão falando sobre isso
Laboratório da UFG pretende realizar 200 testes de covid-19 por dia
Entre 9 de abril e 16 de junho de 2020, o Laboratório de Análises Clínicas e Ensino em Saúde, vinculado ao Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Goiás (Laces/ICB/UFG), realizou 1,5 mil análises para o diagnóstico de covid-19. Somente neste mês já foram realizados 900 testes. A meta é atingir os 200 exames diários. De acordo com a gestão do Laces, o laboratório realiza cerca de 130 exames diariamente. A expectativa é de que a capacidade seja ampliada em breve para os mencionados 200 testes/dia, no entanto, diretoria ressalta que insumos, como reagentes, materiais químicos, kits para diagnóstico e coleta serão necessários. “Todo o processo de compra e entrega de material tem sido muito lento, devido ao aumento da demanda mundial”, afirma Gabriela Silvério Bazílio, diretora do Laces . Ela informa ainda que a Rede de Laboratórios da UFG para o diagnóstico da covid-19 firmou convênio com a Prefeitura Municipal de Goiânia e está aguardando a chegada de insumos para dar início ao trabalho. Além disso, foi uma campanha de arrecadação de recursos foi criada em conjunto com a Fundação de Apoio à Pesquisa da UFG (Funape). As doações serão utilizadas para compra de reagentes para disponibilizar o diagnóstico ao maior número de pessoas possível. Testes em servidores da UFG No próximo sábado, 20 de junho, a UFG realizará teste de covid-19 para servidores sintomáticos da instituição. Serão triados e testados professores, técnico-administrativos e servidores terceirizados que apresentarem sintomas compatíveis com a doença. Serão dois tipos de testes: RT-PCR, com coleta de amostras por swab de nasofaringe e orofaringe e testes rápidos, com coleta de sangue periférico, a depender dos dias dos sintomas. A UFG informou que os testes serão realizados na modalidade drive trhu, dentro de veículos, e reforça a importância do uso de máscara. Os agendamentos serão feitos por telefone pelo número: (62) 99504-1940 e os atendimentos ocorrerão entre as 9h e as 16h, com dois postos de coleta: no Câmpus Colemar Natal e Silva – Tenda do Centros de Aulas D; e no Câmpus Samambaia – Estacionamento do Centro de Eventos.
