Aulas nas escolas estaduais e particulares devem retornar em agosto

As aulas nas escolas estaduais e particulares em Goiás devem retornar em agosto. Essa é a posição da Secretaria Estadual de Saúde (SES), de acordo com o secretário Ismael Alexandrino. Para decidir como será o retorno, Ismael e representantes da Saúde estadual vão se reunir remotamente na tarde desta quinta-feira (28), às 16h, com a secretária de Educação, Fátima Gavioli, com representantes do Conselho Estadual de Educação de Goiás (CEE), com o Centro se Operação de Emergências (COE) e com as entidades educacionais privadas. A secretária de Saúde de Goiânia, Fátima Mrué, também já adiantou que as aulas nas escolas municipais só retornarão a partir da primeira semana de agosto.

Shoppings devem reabrir dia 6 em Goiânia; comércio da rua 44, no dia 13

Segundo o líder do governo na Câmara de Goiânia, vereador Welington Peixoto (DEM), a reunião do Paço Municipal com empresários teve resultado positivo. É quase certo, segundo ele, que no próximo dia 6 a prefeitura flexibilize a atuação de shoppings, comércio varejista e profissionais liberais. Para a região da 44, outra vitória. Segundo o presidente Associação Empresarial Região da 44, Jairo Gomes, dia 13 será a vez dos comerciantes do seu segmento abrirem. Marcelo Baiocchi, presidente da Federação do Comércio de Goiás (Fecomércio), diz que não há certeza do que abre – até abrir –, mas que a definição mais importante é que haverá um calendário de abertura para todas as atividades. Participaram do encontro representantes do Fecomércio, Secovigoiás, Sindbares, Sindlojas, Sindtur, Sindinformática, Abrasce, Acieg, AER 44, Codese, Grupo Novo Mundo, CDL Goiânia, Adial, ABIH. Dia 6 Demanda que também é Welington Peixoto, nesta quinta-feira (28) o prefeito Iris Rezende (MDB) assinou um decreto em que permite o retorno, no dia 1o de junho, de mercados municipais, imobiliárias e treino de futebol. Após a liberação do dia 6, segundo o vereador, em 15 dias deve haver nova avaliação. Esta pode ser pelo endurecimento, a depender da disseminação do novo coronavírus, ou flexibilizar ainda mais. Constam como possibilidades – após os shoppings, comércio varejista e profissionais liberais – as clínicas de estética, hotelaria, restaurantes, galerias e feiras especiais. Por último, ainda sem previsão, os bares, eventos, clubes e escolas. Mesmo os flexibilizados devem seguir todas as normas de Saúde, vale destacar. Calendário Segundo Marcelo Baiocchi, presidente da Fecomércio, houve grande avanço, nesta quinta-feira. “Não saímos com a certeza, mas ficou definido que abrirão vários segmentos no dia 6. Podem surgir até mais do que os principais apontados (shoppings, comércios varejistas e profissionais liberais”. De acordo com ele, porém, o mais importante é que será colocado um calendário. “Haverá data de todas as aberturas”. Baiocchi lembra que a previsibilidade era uma demanda antiga do segmento. Além do calendário, também será definido o que será preciso para abrir. Ou seja, junto do protocolo padrão (de máscara, higienização, álcool em gel, etc.), cada categoria terá um específico para funcionar. “Todos terão regras e deverão seguir para não fechar.” Escolas O presidente da Fecomércio também comentou sobre as escolas, que ele cita, devem ser as últimas a abrir. “É do nosso interesse, também, saber dessas atividades.” Os representantes das unidades de ensino particulares não participaram deste encontro, mas Marcelo avalia que eles devem ser chamados. “Mesmo que a abertura seja no ano que vem, precisa ter data.” De acordo com ele, a previsibilidade dá a possibilidade do empresário se programar. Se vai manter o funcionário ou se vai demiti-lo, para que possa ter acesso ao seguro-desemprego, e recontrata-lo, posteriormente. “Sem previsão, te obriga a fazer despesas desnecessárias.” Ainda assim, Baiocchi acredita que tudo é passível de abertura, desde que sigam protocolos específicos. “Uma academia, por exemplo, recebendo uma pessoa por vez. Teria problema?”, pergunta ele retoricamente. Lojistas da rua 44 Presidente da AER 44, Jairo Gomes celebrou a reunião. “Depois de 70 dias parados, a gestão resolveu nos chamar para tratar da abertura. Dia 13 de junho a região da 44 vai voltar. Agora vamos esperar que isso concretize.” Segundo ele, o funcionamento se derá com base um protocolo específico, com base em um ofício entregue no dia 19 de maio. Entre as 24 medidas estão: restrição de horários, controle de acesso de carros, proibição de estacionamento, restringir a vinda de todas as caravanas, lavar e desinfetar ruas, calçadas e empreendimentos, e mais. Confira tudo, AQUI.

Ford vai aquecer cabine de carros para combater coronavírus

Em parceria com a universidade de Ohio, a montadora de veículos Ford desenvolveu uma forma pouco convencional de reduzir o risco de propagação do coronavírus: aquecer a cabine dos veículos. Em nota, a fabricante explica que elevar a temperatura da cabine para 56 graus e mantê-la neste patamar por 15 minutos é eficaz no propósito de deisinfecção dos veículos. O sistema já está disponível para o modelo Police Interceptor Utility, produzido pela Ford entre 2013 e 2019 e utilizado como viatura policial no Canadá e nos Estados Unidos. “Nossos estudos com a Ford Motor Company indicam que a exposição ao vírus do coronavírus a temperaturas de 56 graus Celsius ou 132,8 graus Fahrenheit por 15 minutos reduz a concentração viral em mais de 99% nas superfícies e materiais internos usados ​​nos veículos Police Interceptor Utility”, disseram Jeff Jahnes e Jesse Kwiek, supervisores de laboratório do departamento de microbiologia da Universidade de Ohio. A empresa fez várias modificações nos carros, por isso, não é aconselhável que alguém tente executar este procedimento por conta própria. Como a desinfecção é feita A desinfecção é feita por meio da instalação de um software, que gerencia o sistema de climatização usando o próprio motor do veículo. Após a temperatura chegar a 56 graus, ela é mantida por 15 minutos, depois acontece um processo de resfriamento que reduz a temperatura dos pontos mais altos. (Foto: Divulgação) Enquanto acontece a desinfecção, o veículo avisa quem está fora por meio de luzes que alteram quando o processo é concluído. Segundo a Ford, a tecnologia pode desinfectar lugares que a limpeza manual não conseguiria alcançar, pois o calor tem a capacidade de penetrar nas fendas e nas áreas de difícil acesso.

Com pandemia, desemprego sobe para 12,6% em abril; desalento é recorde

A taxa de desemprego acelerou para 12,6% em abril deste ano, informou o IBGE na manhã desta quinta-feira, ao divulgar os dados da Pnad Contínua. Nos três meses encerrados em janeiro, que servem como base de comparação, a falta de vagas atingia 11,2% da força de trabalho. Em abril de 2019, 12,5% dos brasileiros estavam desempregados. Em números absolutos, 12,8 milhões de brasileiros estavam à procura de vagas no mês passado. Os dados do mercado de trabalho de abril são os primeiros a apresentar, com mais clareza, a dimensão do impacto da pandemia da Covid-19 na economia brasileira. De acordo com a projeção do Ibre/FGV, o desemprego atingiria 13,1% da população. Diante da pandemia do novo coronavírus, a população ocupada caiu 5,2% em relação a janeiro, totalizando 4,9 milhões de brasileiros que perderam emprego, queda recorde da série histórica. Deste total, 3,7 milhões foram de trabalhadores informais. O comércio respondeu por 1,2 milhão das perdas de vagas. Por segmento, os percentuais de queda foram acentuados. Na comparação entre janeiro e abril de 2020, a indústria recuou 5,6%; o comércio, 6,8%. A construção civil registrou um tombo de 13,1%. Menor taxa de informalidade da série histórica A população desalentada (que não procura emprego por acreditar que não vai encontrar vaga ou avaliar que não tem as qualificações para voltar ao mercado) foi recorde da série, totalizando cinco milhões de brasileiros. Houve um crescimento de 7% em relação ao trimestre anterior. Na comparação com abril de 2019, ficou estável. O desemprego atinge todos os segmentos. A quantidade de trabalhadores por conta própria caiu para 23,4 milhões de pessoas, uma redução de 4,9% em relação ao trimestre anterior e de 2,1% frente igual período de 2019. Desde meados do ano passado, a melhora do mercado de trabalho era sustentada pelos trabalhadores que passaram a trabalhar por conta própria. A taxa de informalidade foi de 38,8% da população ocupada em abril, representando um contingente de 34,6 milhões de trabalhadores informais. Este é o menor patamar da série, iniciada em 2016. No trimestre anterior, a taxa havia sido 40,7%, e no mesmo trimestre de 2019, 40,9%. — A queda da taxa de informalidade não necessariamente acontece porque os trabalhadores estão se formalizando. Todos estão perdendo seus empregos, todos estão saindo da ocupação, mas os informais saem em uma intensidade maior — destaca Adriana Berenguy, analista do IBGE. De toda a série histórica da Pnad Contínua, o maior índice de desemprego foi registrado em março de 2017, quando 13,7% da força de trabalho estavam sem ocupação. Nesta quarta-feira, o governo federal divulgou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Somente em março e abril, foram fechados 1,1 milhão de postos de trabalho com carteira assinada, o pior dado para geração de emprego no Brasil desde 1992, quando teve início a série histórica.

Mandetta terá de esperar seis meses para trabalhar no setor privado

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta vai ter que cumprir seis meses de quarentena remunerada antes de contar a trabalhar na iniciativa privada. A decisão foi da Comissão de Ética da Presidência da República, que determinou que ele fica proibido de exercer qualquer atividade no setor privado até completar seis meses de sua demissão, ocorrida em abril. À Revista Veja, Mandetta se disse abismado com a decisão. “Estou abismado, perplexo. Não consigo entender o motivo de impor quarentena a um ex-ministro da Saúde no meio de uma epidemia como a que estamos enfrentando”, afirmou. O ex-ministro disse também que já recebeu várias propostas de trabalho da rede privada para elaborar planos de biossegurança. Durante o período de quarentena de Mandetta, ele continuará recebendo o salário de ministro da República no valor de R$ 31 mil.

Joelma, Sepultura, Elza Soares e mais: as lives desta quarta-feira

A agenda de lives desta quarta-feira está eclética. Tem o rap de Fabio Brazza com músicas novas, a MPB de Alceu Valença – que também apresenta um samba composto recentemente -, o brega da cantora Joelma e o heavy metal do Sepultura. Os metaleiros, inclusive, convidaram um integrante da banda Faith No More para o projeto SepulQuarta, que une música e bate-papo. Confira a programação: As lives desta quarta-feira (27): Fabio Brazza O rapper se apresenta com canções do seu disco “Colírio da Cólera”, além de músicas novas que vão compor seu novo álbum, previsto para junho. Às 19h, no YouTube. Alceu Valença Direto de casa, o cantor e compositor faz sua segunda live de quarentena com músicas que marcaram seus 40 anos de carreira, como “Anunciação” e “Como dois animais”, e trabalhos recentes, como o samba “Sem pensar no amanhã”. Às 21h, no YouTube. Joelma A cantora interpreta sucessos da época da banda Calypso, como “A lua me traiu” e “Passe de mágica”, além da música recém lançada “Botar pra chorar”. Às 20h, no YouTube. Paola Oliveira A atriz participa da série de lives do Canal Brasil em bate-papo sobre a carreira com Simone Zuccolotto. Às 18h, no Instagram (@canalbrasil). Sepultura No projeto de transmissão on-line SepulQuarta, os integrantes da banda de heavy metal apresentam músicas do disco “Quadra” e clássicos do grupo. Também terá conversa com Billy Gould, baixista do Faith No More. Às 16h, no site da banda. Elza Soares A cantora é a atração de hoje do projeto “Nômade sessions”. Na live, Elza canta e conversa com Carlinhos Brown, anfitrião do festival. Às 19h, no Instagram. Na próxima semana é a vez de Luedji Luna (1/6) e Falcão (dia 3). Carol Fazu Em live especial de comemoração pelos quatro anos de atividades do Teatro Cesgranrio, a atriz e cantora bate-papo com Marcus Brandão, administrador do centro cultural. Às 19h, no Instagram , Facebook e YouTube (centroculturalcesgranrio). A abertura conta com performance musical de Chrystal Faini.

Ex-BBB Gyselle Soares diz que ficou com Pedro Bial após confinamento

A ex-BBB Gyselle Soares, vice-campeã da oitava edição do BBB, disse que já teve um romance às escondidas com Pedro Bial depois de sua participação no reality, em 2008. Em entrevista por meio de live ao canal do YouTube “Lisa, Leve e Solta”, Gyselle Soares disse que rolaram alguns beijos entre os dois. “Eu dei um beijo no Pedro Bial e daria vários. Acho ele é um gato e eu adoro um coroa. Dei um selinho nele quando saí do programa e depois também. Mas foi só beijo”, disse. Gyselle Soares, que é piauiense e mora há muitos anos na França, disse que prefere os homens brasileiros na cama. E voltou a falar sobre o crush Pedro Bial. “Ele é uma pessoa maravilhosa e acho que fui a única ex-BBB que ficou com o Bial. Ele é muito inteligente, eu gosto de homens inteligentes, que tem cultura porque eu não tive muito acesso a cultura e ele para mim era tudo”, confirmou. Gyselle Soares, depois que saiu do confinamento, diz que tem acompanhado de perto Pedro Bial. Na época dos beijos ele era solteiro. Hoje, está casado e tem uma filha com Maria Prata. “Ele é inteligentíssimo. Eu assisto e acompanho tudo que ele faz. Incrível, lindo e hoje está casado, mas na minha época não estava”, complementou Gyselle Soares antes de confirmar que Bial tem pegada. Em 2017, Gyselle Soares fez um clipe que causou polêmica. Ela ganhou destaque na imprensa brasileira quando o clipe da música “Até o Chão”, lançado na Europa em maio daquele ano, viralizou por aqui, no início de outubro. O sotaque gringo e a letra do single foram questionados por internautas. Muitos fizeram piada e disseram que a letra tinha frases desconexas, que mais pareciam uma tradução feita por programa de computador. “A crítica é a única coisa que me faz crescer. Levei na boa. Acho que o público brasileiro tem razão, pois foi uma música feita para Europa e não para o Brasil”, diz Gyselle Soares.

Érico Brás diz que Se Joga foi maior pressão e público os avaliava com preconceito

Ator e apresentador do Se Joga (Globo), Érico Brás disse que parte do público avaliava os apresentadores com preconceito nas redes sociais e que isso contribuiu para os números baixos de audiência. O Se Joga saiu do ar em março. Érico apresentava ao lado de Fernanda Gentil e Fabiana Karla. “Foi a maior pressão da minha carreira com certeza. Era algo que eu nunca tinha feito. Meu olhar era de menino olhando para aquilo e dizendo que eu sabia fazer, só que quando ligava a câmera era pressão”, relembrou Érico Brás em entrevista a Fábio Porchat por meio de live. Segundo Érico Brás, era difícil entender as quedas de ibope. “Eu não entendia. Que povo miserável que está falando mal antes mesmo de ver o programa. A gente estreou, perdemos em algumas cidades, em São Paulo perdendo e perdendo. Então ganhávamos uma. Mas no resto do Brasil o pessoal gostava. Só depois consegui relaxar.” A atração demorou para achar um formato e foi se adaptando no dia a dia. Érico Brás lembra que ele, Fernanda e Fabiana batiam bola diariamente para melhorar e para construir conteúdo. Só que eles percebiam que rolara discriminação pelas redes sociais. “Nós três temos autocobrança e isso depois fui olhar que era pela diversidade do programa. Tinha eu, o negro, tinha a gordinha nordestina e a jornalista casada com uma mulher. As cobranças em cima das três imagens nas redes sociais vinham forte. Diziam para tirar um e deixar só dois, diziam que o sotaque era pesado, não criticavam o formato”, comentou Érico Brás. Ao longo do tempo em que o Se Joga ficou no ar, Érico Brás diz que, apesar das dificuldades, conseguiu juntar uma legião de fãs. “O grande barato era entender que tinha público naquele horário que esperava a gente. A Globo demorou para colocar a gente no ar, era para termos entrado logo. A emissora colocava Sessão da Tarde, então perdemos algumas pessoas. Era o carinho que me alimentava quando vinham as pedradas das redes sociais”, disse Érico Brás

Justin Bieber e Hailey querem processar cirurgião que indicou plásticas da modelo

O casal Justin Bieber e Hailey Baldwin ameaça processar um cirurgião plástico de nome Daniel Barrett que elencou, por meio do aplicativo TikTok, uma série de procedimentos estéticos que teriam sido feitos pela modelo de 23 anos. O cirurgião pegou fotos da modelo em idades diferentes. Nelas, apontava ao público procedimentos como mudança de nariz, preenchimentos de lábio e de queixo. Bieber e Hailey querem que ele retire o vídeo do ar em até 24h para que o processo não dê prosseguimento. Representantes do casal disseram ao TMZ que o processo seria baseado em diversas violações presentes no vídeo, como “deturpação, difamação calúnia, falso pressuposto, violação dos direitos de publicidade e violação de direitos autorais”. O cirurgião também utilizou a letra da música “Sorry” de Bieber na legenda, o que irritou ainda mais o músico. O casal também pede uma retratação por causa do ocorrido. Em entrevista ao TMZ, o cirurgião afirma que não vai apagar o vídeo e que a ameaça de processo é uma loucura. O casal Justin Bieber e Hailey Bieber resolveu criar uma distração aos fãs nessa quarentena. Eles lançaram o seu próprio reality show no Facebook Watch. Nos vídeos, eles mostram um pouco de sua intimidade. Desde o começo de maio está no ar “The Biebers on Watch”. Além de gravar momentos dos dois em casa, os artistas ainda farão conversas e hangouts com amigos e familiares. Serão 12 episódios lançados às segunda, quartas e sextas, que ficarão disponíveis na página de Justin Bieber no Facebook.

MPF vai investigar se governo repassou verbas a sites ideológicos

O Ministério Público Federal (MPF) determinou a abertura de inquérito para apurar suspeitas de que a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) esteja direcionando verba publicitária para sites ideológicos alinhados ao governo do presidente Jair Bolsonaro. O pedido de abertura do inquérito, conduzido pela Procuradoria da República no Distrito Federal, foi feito na segunda-feira. O inquérito vai apurar acusações feitas pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), órgão vinculado ao MPF, que, na semana passada, acusou o governo federal de “falta de transparência” na aplicação da verba da Secom. Segundo representação movida pela PFDC, essa “falta de transparência” pode levar à “má aplicação dos recursos públicos, eventuais direcionamentos por motivação pessoal ou político-ideológica” e “censura indireta” a veículos não alinhados com o governo. O inquérito foi aberto em meio à repercussão causada pela revelação de que a Secom e o Banco do Brasil pagaram por anúncios em sites que divulgam informações falsas ou que são alinhados ao governo Bolsonaro. Na semana passada, o perfil Sleeping Giants Brasil, no Twitter, revelou que o Banco do Brasil pagou por anúncios no site Jornal da Cidade Online, que, em 2018, publicou notícias falsas sobre as eleições presidenciais. Após a revelação, o comando do Banco do Brasil informou que deixaria de anunciar no site, mas o chefe da Secom, Fábio Wajngarten, criticou a postura do banco e disse que o governo estaria “contornando a situação”. Dois dias depois, o Banco do Brasil anunciou que recuou da decisão e voltou a permitir a veiculação de publicidade estatal no site.