PF faz operação contra desvios no RJ; agentes vão à residência de Witzel

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira (26) uma operação para apurar indícios de desvios de recursos públicos destinados ao atendimento do estado de emergência de saúde pública em decorrência do coronavírus, no Rio de Janeiro. Segundo a rede de TV CNN, agentes da Polícia Federal estão no Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), e também foram ao escritório onde a esposa dele atua. A operação, batizada de Placebo, cumpre 12 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) nos estados de São Paulo e no Rio. Segundo nota divulgada pela PF, “elementos de prova obtidos durante investigações iniciadas no Rio de Janeiro pela Polícia Civil, pelo Ministério Público Estadual e pelo Ministério Público Federal foram compartilhados com a Procuradoria-Geral no bojo de investigação em curso no Superior Tribunal de Justiça e apontam para a existência de um esquema de corrupção envolvendo uma organização social contratada para a instalação de hospitais de campanha e servidores da cúpula da gestão do sistema de saúde do estado do Rio de Janeiro”. Policiais também estiveram no aeroporto do Galeão para acompanhar a chegada de respiradores, informou a CNN.

PF troca superintendentes de Goiás, DF e mais 24 estados

A Polícia Federal (PF) trocou os 26 superintendentes regionais da corporação nos estados. Em Goiás, quem deixa a função é o delegado Josélio Azevedo de Souza, o qual é substituído por Marcela Rodrigues de Siqueira Vicente. Ela ocupava a função de Delegada Regional Executiva e esteve à frente de investigações importantes no estado, como a Cash Delivery realizada em 2018, que resultou na prisão do ex-presidente da Agetop, Jayme Rincón, e – após as eleições daquele ano – do ex-governador Marconi Perillo (PSDB). Entre outras funções, Marcela ocupou a chefia da Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários da Polícia Federal em Goiás. As mudanças nas superintendências ocorrem três semanas após o delegado Rolando Alexandre de Souza assumir como novo diretor-geral da Polícia Federal, no lugar do indicado Alexandre Ramagem – que teve acesso ao cargo barrado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Souza foi nomeado depois da saída de Sérgio Moro do Ministério da Justiça. Operação no RJ As nomeações dos novos superintendentes foram publicadas no Diário Oficial da União em edição extra nesta segunda-feira (25). Ao todo, lideranças da PF em 25 estados e Distrito Federal (DF), foram trocadas. Mudança ocorreu inclusive no estado do Rio de Janeiro, onde – segundo o ex-ministro da Justiça Sergio Moro – o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) teria interferido politicamente em suposta tentativa de proteger familiares e aliados. No início do mês, em depoimento, Moro disse ter sofrido pressão do presidente da República, Jair Bolsonaro, para mudar o comando da Polícia Federal e que cabe ao chefe do Executivo responder por que queria a troca. Como prova, afirmou ter recebido uma mensagem de texto de Bolsonaro na qual estaria escrito: “Moro, você tem 27 superintendências (da PF), eu quero apenas uma, a do Rio de Janeiro”. A preocupação com investigações, desconhecimento sobre processos, síndrome de perseguição, inimigos políticos e fake news seriam alguns dos principais pontos de preocupação de Jair no Rio. Um dia depois da troca, operação foi realizada na manhã desta terça-feira (26) naquele estado, onde a corporação cumpre 12 mandados de busca e apreensão no Palácio das Laranjeiras, residência oficial do Governador do estado, Wilson Witzel (PSC), desafeto público de Bolsonaro. O motivo são suspeitas de desvios de verbas direcionadas ao combate da covid-19. No Rio de Janeiro, assumiu o cargo o delegado de Polícia Federal Tácio Muzzi Carvalho e Carneiro. Muzzi substitui Carlos Henrique de Oliveira, que irá para Brasília ocupar a diretoria-executiva, o segundo cargo na hierarquia da PF.

Detento do semiaberto é preso por falsificar documentos e clonar cartões em Goiânia

Um detento do regime semiaberto foi preso suspeito de produzir documentos falsos e clonar cartões em Goiânia. O caso ocorreu nesta segunda-feira (25), no Setor Sudoeste da capital, e resultou na apreensão de identidades e Carteiras Nacional de Habilitação (CNHs) falsas. A estimativa é de que o suspeito tenha movimentado cerca de R$ 200 mil nos últimos 6 meses com as falsificações. Segundo informações da Polícia Militar (PM), após denúncias, o homem de 28 anos, que não teve a identidade revelada, foi localizado em um apartamento onde as falsificações ocorriam. No local, equipes do Comando de Operações de Divisas (COD) apreenderam três carteiras de identidade falsas, maquinário, notebook e um caderno de anotações contendo as movimentações financeiras da organização criminosa. Ainda de acordo com a PM, no apartamento – que estava, segundo a corporação, acima de qualquer suspeita – eram produzidas carteiras de identidades e CNHs falsas, comprovantes de rendimentos, clonagem de cheques e cartões bancários. O homem foi preso em flagrante e caso foi encaminhado para a Central de Flagrantes em Goiânia.

Inflação de 2.000% eleva preços e pressiona redes de saúde contra covid-19

Comprar remédios, equipamentos hospitalares e insumos ficou mais caro no Brasil, em comparação aos preços praticados antes da pandemia da covid-19. Hospitais e secretarias de Saúde relatam inflação de até quase 2.000% em produtos, fato que tem causado problemas em unidades públicas e privadas de saúde, que temem uma redução na capacidade de atendimento a pacientes. Um dos problemas enfrentados é que, além de mais caros, produtos como os EPIs (equipamentos de proteção individual) precisam ser comprados em maior quantidade, visto o alto grau de contaminação do novo coronavírus. A escalada nos preços está pressionando estados e municípios, que acabam gastando mais do que o orçamento previsto para a Saúde. “Precisamos fazer uma escolha dura: ou aguardamos por preços menores, mas aí deixamos de ter o serviço ou o bem à disposição; ou pagamos o que o mercado pede no momento. É uma escolha bem complicada, e estamos tentando ao máximo ter transparência e seguir recomendações dos órgãos de controle. Mas a procura por esses itens está sendo muito maior, e o mercado está praticando sobrepreço”, afirma Januário Cunha Neto, presidente do Cosems (Conselho de Secretários Municipais de Saúde) do Amazonas. Nos estados a situação é a mesma. “Lamentavelmente tivemos uma escalada de preços nessa pandemia. Isso se explica, de certa forma, pela grande demanda e por restrição da oferta”, comenta o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo. Ele aponta uma questão mundial: a concentração da produção de insumos para a Saúde em um único país. “Uma coisa que precisaremos rever depois dessa pandemia é a dependência em relação à China. Não se pode deixar insumos essenciais na mão de uma única potência econômica.” Longo menciona, por exemplo, a elevação de preços de produtos indispensáveis, como as máscaras N-95. “Esse é dos artigos mais essenciais e custava em torno de R$ 3. Hoje, a gente tem encontrado a R$ 19 para fazer a compra. Outros insumos têm valores muito acima, cinco, seis vezes mais, e muitas vezes a gente precisa fazer importação”, acrescenta o secretário de Pernambuco. Hospitais privados A situação é semelhante para os hospitais privados, informam representantes do setor. “Em fevereiro deste ano, comprávamos máscaras cirúrgicas a R$ 0,24, e agora compramos com preço próximo de R$ 5”, afirma Severino Moura, superintendente de Assistência e Suprimentos da Santa Casa de Maceió. “Não teve outro jeito: ou pagávamos o preço absurdo, ou deixaríamos os colaboradores sem proteção adequada. No caso de luvas, tivemos um aumento de custos seis vezes maior do que tínhamos em dezembro do ano passado”, completa. Segundo Moura, além dos preços altos, há dificuldades para encontrar os materiais e medicamentos mais utilizados. “Fizemos uma grande compra no final do mês de março via importação, para conseguir evitar esse aumento de preços absurdos. Mesmo assim, são preços maiores que os praticados antes da pandemia.” De acordo com Alexandre Pessurno, diretor administrativo e financeiro do Hospital Nossa Senhora Aparecida, de Petrópolis (RJ), o aumento também atingiu medicamentos essenciais para os hospitais. “Para você ter uma ideia, comprávamos o medicamento omeprazol de frascos a R$ 6,02. Recebi a tabela do meu representante e está a R$ 32,65”, relata. Diante do atual cenário, ele afirma que prevê problemas a médio prazo para manutenção das unidades. “Os hospitais não estão mais comportando esses reajustes, principalmente os que são direcionados ao sistema público de saúde. É o nosso caso aqui, que tem 100% do atendimento voltado para o SUS”, explica Pessurno. A tabela SUS é quem define os valores pagos pelo poder público por um procedimento ou serviço. “Para um paciente de clínica médica, hoje a tabela SUS nos remunera em R$ 56 por dia. E eu tenho que dar o café da manhã, o almoço, o café da tarde, o jantar, uma ceia noturna. Tenho que manter os profissionais, pagar conta de água, de luz, os medicamentos, materiais… Está chegando a um momento em que os serviços vão paralisar. Vai entrar em colapso, ainda mais com essa situação agora da covid-19”, lamenta o diretor administrativo e financeiro do hospital localizado em Petrópolis (RJ).

Alego suspende atividades presenciais e sessões remotas por causa da covid-19

A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) suspendeu, nesta segunda-feira (25) todas as atividades legislativas e administrativas presenciais da Casa, bem como sessões remotas. A interrupção vai durar uma semana e os trabalhos devem voltar à normalidade no dia 1º de junho. As atividades foram suspensas após familiares de uma servidora do gabinete do deputado Cláudio Meirelles testarem positivo para a covid-19. A mulher apresentou sintomas da doença e passou a ser tratada como caso suspeito já que teve contato direto com a avó e o tio que foram diagnosticados com o novo coronavírus. Outro fator que levou à suspensão foi o fato de parentes do deputado Rafael Gouveia também testarem positivo. No último dia 19 de maio, Flávia Rodrigues de Gouveia, de 84 anos, pastora da Assembleia de Deus Ministério Vila Nova e avó do parlamentar, morreu após complicações causadas pelo vírus. O marido dela e uma filha também foram diagnosticados com a doença. A Alego vai funcionar no regime de teletrabalho e a Casa de Leis deve passar por desinfecção para retomar as atividades.

Nova fiscalização flagra Camelôs e lojistas vendendo na 44

Pelo menos 13 camelôs e sete lojistas foram flagrados com as portas abertas em fiscalização realizada pela prefeitura de Goiânia na região da Rua 44, neste fim de semana. Mais de 100 peças de roupas foram apreendidas. Responsáveis serão multados. Os camelôs e lojistas foram descumpriam os decretos estadual e municipal, que preveem fechamento de atividades que possam gerar aglomeração, o que pode colaborar para ampliação do número de infectados pelo coronavírus. A região da 44 é um dos principais centros de varejo de moda no país e segue fechado desde março. De acordo com o gerente de articulação da Guarda Civil Metropolitana, José Pires, que fez o suporte da operação, a ação é de rotina. A região é monitorada todos os dias pelos agentes e pelos fiscais da prefeitura. No entanto, durante o fim de semana, há maior registro de circulação pelas ruas que compõe o complexo varejista. Multa A fiscalização resultou no fechamento de sete lojas, que estavam com portas abertas e atendiam clientes. Os camelôs, que trabalhavam no local, tiveram seus produtos apreendidos. Foram mais de 100 peças de roupas. Nas proximidades dos ambulantes havia, inclusive, formação de aglomeração de pessoas. O gerente de articulação da Guarda Civil alerta que a atividade ainda não está permitida pelos decretos. Caso sejam flagrados receberão multa de R$ 350. Caso sejam reincidentes a multa dobra. Além disso, as mercadorias podem ser apreendidas. “Os produtos apreendidos ficam em depósito, mas o lojista, caso queira recuperar, só poderá fazer após o fim do período de emergência na saúde pública”, diz José Pires. “Estamos fiscalizando a região de segunda a segunda”, aponta. Em matéria recente, o Mais Goiás mostrou que lojistas passam por dificuldades e muitos são obrigados a demitir funcionários e fechar as atividades.

Temperaturas permanecem baixas até quinta (28) em Goiás

As baixas temperaturas registradas nesta segunda-feira (25) no Centro-Sul do Estado de Goiás e em Goiânia, devem permanecer até pelo menos a próxima quinta-feira (28). A queda nos termômetros se deve a uma massa de ar polar que estacionou sobre boa parte do país. O frio pegou o goiano de surpresa. Os termômetros registraram 13ºC na capital; enquanto Rio Verde, no Sul do estado, chegou a registrar 10ºC;  Itumbiara, Pires do Rio, Jataí e Anápolis também constataram baixas temperaturas na manhã desta segunda (veja na tabela abaixo). A tendência é de que a escala de temperatura se mantenha por toda a semana, sobretudo no Centro-Sul de Goiás. De acordo com o gerente do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas do Estado de Goiás (Cimehgo), André Amorim, a mudança no tempo se deu primeiro por uma frente fria, que chegou no sábado e provocou pancadas de chuva. Após a entrada da frente fria, houve a chegada da massa de ar polar, vinda do Polo Sul, o que derrubou as temperaturas e provocou cerração. nevoeiro, na manhã desta segunda em Goiânia e nas regiões Sul e Sudoeste de Goiás. Previsão Segundo estudos da Cimehgo, na terça (26), quarta (27) e quinta-feira (28) o ar frio avançará mais sobre o estado, influenciando além da região Centro-Sul, áreas da região Norte. Na sexta, a massa de ar polar começa a perder força e gradativamente as temperaturas voltam ao normal. André Amorim destaca que este ano, o clima global não está sob influência do el niño ou la niña, o que facilita entradas de massa de ar polar e frente frias no Brasil e deve deixar as temperaturas mais amenas. “Estamos monitorando uma massa de ar polar que ainda não entrou no país. Mas é possível que nos primeiros 10 dias de junho, ela chegue a Goiás”, aponta o gerente do Cimehgo.

Vídeo não apresenta provas, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro falou hoje (22) a noite em frente ao Palácio da Alvorada que o vídeo da reunião ministerial de 22 de abril não traz provas de uma suposta interferência sua na Polícia Federal. A gravação veio a público durante a tarde, após ter o sigilo levantado pelo ministro Celso de Mello do Supremo Tribunal Federal (STF). “Repito, cadê a parte desse vídeo de duas horas onde minimamente tem indícios de que eu teria interferido na Polícia Federal, na superintendência do Rio de Janeiro ou na diretoria-geral da PF? Não tem nada”, afirmou a jornalista. A reunião ocorrida foi citada pelo ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro durante depoimento prestado à PF, no início do mês, como uma das principais provas da suposta interferência. Dois dias depois, Moro pediu demissão do cargo. Sobre o ex-auxiliar, o presidente negou pressão para qualquer tipo de favorecimento. “Ele aceitou trabalhar comigo, sabia das regras do jogo, nunca foi constrangido.” Ainda em frente ao Alvorada, Bolsonaro disse que nem ele nem ministros e auxiliares que estavam na reunião têm responsabilidade pelas declarações dadas, já que a reunião era reservada e só veio a público por causa de uma decisão judicial. “Nenhum ministro meu tem responsabilidade do que foi falado ali, porque foi uma reunião reservada de ministros, não foi uma reunião aberta. A responsabilidade é do ministro Celso de Mello”, disse. Além dos trechos da reunião que interessam ao inquérito, em que o presidente faz referências à falta de informações por parte da PF e de órgãos de inteligência, a gravação também apresenta declarações polêmicas de alguns ministros, como Abraham Wintraub, ministro da Educação, que desferiu ofensas aos ministros do STF.

Distrito Federal permite reabertura do comércio a partir do dia 27

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, assinou hoje (22) um decreto liberando o funcionamento de shopping centers, centros comerciais e o comércio em geral a partir da próxima quarta-feira (27). O comércio está fechado desde 19 de março em virtude da pandemia do novo coronavírus. Segundo o decreto, os shoppings deverão funcionar entre 13h e 21h e observar medidas de segurança. Dentre essas medidas, está a disponibilização de equipamentos de proteção individual e álcool em gel para todos os funcionários, a realização de testes de covid-19 nos funcionários e medição da temperatura de todos os clientes que entrarem no shopping. Além disso, a capacidade da garagem será limitada a 50% e as praças de alimentação continuarão fechadas. Em relação ao comércio em geral, deve ser observada a distância mínima de dois metros entre as pessoas, o uso de máscaras e álcool em gel. Estabelecimentos não poderão vender refeições e produtos para consumo no local e também não poderão disponibilizar mesas e cadeiras aos consumidores. Alguns estabelecimentos poderão funcionar 24 horas, segundo o decreto. Dentre eles estão padarias, postos de combustível, supermercados, hortifrutigranjeiros, além de clínicas médicas e clínicas veterinárias. Segundo dados mais recentes do Ministério da Saúde, o Distrito Federal registra 5.948 casos de covid-19 e 90 óbitos. Foram 1.329 novos casos da doença desde a última segunda-feira (18) e 24 novos registros de mortes. A curva de contaminação na região ainda é inconstante. Na última quarta-feira (20) foram registrados 342 novos casos, no dia seguinte caiu para 261 e hoje foram 406 novos registros.

Mais de 6 mil garrafas de vodka serão transformadas em álcool gel

Álcool gel 70% para prevenção de covid-19 será produzido a partir de 6.916 garrafas de vodka apreendidas pela Receita Federal em Anápolis. A transformação da bebida ficará a cargo do Instituto Federal de Goiás (IFG), a partir da próxima semana. Serão pelo menos 4 mil embalagens de 500 ml cada. O álcool gel produzido a partir da vodka apreendida será doado a famílias em situação de vulnerabilidade social, para o combate à pandemia da covid-19. A bebida estava abandonada e acabou sendo apreendida pela Receita Federal em 2018. O proprietário não conseguiu comprovar que a vodka estava própria para consumo e seria destruída. Doação A distribuição de álcool gel 70% produzido a partir da transformação da bebida será feita pelo câmpus Anápolis do IFG. O instituto já produz máscara de tecidos e faz doação de cestas básicas e kits de higiene. A intenção é que o produto entre nos kits para doação para famílias em situação de vulnerabilidade social.