Câmara Municipal de Novo Gama acompanha nova Ordem de Serviço no Lunabel

Na manhã do dia 20 de outubro, foi assinada a Ordem de Serviço que autoriza o início das obras de construção da praça e reforma da quadra de esportes do bairro Lunabel, em Novo Gama. O ato representa mais um importante investimento na infraestrutura urbana e na promoção do lazer, do esporte e da convivência comunitária. A Câmara Municipal de Novo Gama acompanhou o evento e reafirmou seu compromisso em fiscalizar, apoiar e incentivar iniciativas que beneficiem diretamente a população. Os vereadores destacaram a relevância da obra para a valorização do bairro e o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao bem-estar dos moradores. A parceria entre o Poder Executivo e o Legislativo Municipal demonstra que, com responsabilidade e união, é possível promover melhorias significativas e contínuas para toda a cidade. A nova praça e a quadra reformada serão espaços de convivência, esporte e lazer, contribuindo para a qualidade de vida da comunidade do Lunabel. Câmara Municipal de Novo Gama — Trabalhando pelo desenvolvimento da cidade e pelo bem de todos.
OBRAS DA QUADRA COBERTA DA ESCOLA RACHEL DE QUEIROZ AVANÇAM

A construção da quadra coberta da Escola Municipal Rachel de Queiroz, no Vale do Pedregal, começa a avançar com a execução dos pilares de sustentação e o início da instalação das ferragens que darão suporte à estrutura. Após essa etapa, será iniciada a montagem da cobertura do ginásio. Importante reforçar que com um investimento de R$ 417 mil, o projeto fortalece a estrutura física da unidade escolar e reafirma o cuidado da administração municipal com a formação integral dos estudantes. A iniciativa amplia as condições para o desenvolvimento de atividades educacionais, esportivas e de integração social, beneficiando diretamente crianças e adolescentes, garantindo um ambiente funcional e bem planejado.
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Agrodefesa identifica praga de citros em Heitoraí e Cidade Ocidental

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) confirmou focos de HLB (greening) em pomares comerciais nos municípios de Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal, e em Heitoraí, no Centro goiano. As plantas com sintomas foram erradicadas, como prevê a Instrução Normativa nº 1/2026, que instituiu o Programa Estadual de Prevenção e Controle Complementar ao HLB (PECHLB). As equipes da Agrodefesa estão reforçando as orientações de prevenção e controle do HLB aos produtores das regiões. As plantas com suspeitas da doença foram identificadas durante inspeções em pomares para o Levantamento Fitossanitário Anual de HLB. Os fiscais da Agência coletaram amostras e enviaram os materiais para o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA-GO). Após análise, o LFDA-GO confirmou à presença do HLB. As ações de contenção para evitar a disseminação da praga começaram imediatamente. “A identificação do foco mostra que o serviço de defesa está atento e vigilante. A resposta rápida é fundamental para proteger as áreas ainda livres e minimizar os impactos econômicos aos produtores”, ressalta o gerente de Sanidade Vegetal da Agrodefesa, Leonardo Macedo. Em 2024 e 2025, a Agrodefesa identificou focos de HLB em pomares nos municípios de Quirinópolis, Campo Limpo de Goiás e Anápolis. Na sequência, as propriedades com focos receberam ações específicas de orientação para o controle da doença. Também foram realizadas mobilizações de lideranças locais e produtores para palestras educativas em Goialândia, Itaberaí e Hidrolândia, ressaltando a importância da prevenção e combate ao HLB. “A parceria com o produtor é fundamental nesse trabalho”, reforça a coordenadora do Programa de Citros da Agrodefesa, Mariza Mendanha. “Além do controle e monitoramento do inseto transmissor, é preciso que os produtores e a sociedade em geral não comprem mudas sem origem. As mudas sem origem e sem documentação podem estar contaminadas e podem levar a praga para a propriedade. Mudas, somente de viveiros certificados, mesmo que seja para uso doméstico”, alerta. O comércio ilegal de mudas pode ser denunciado à Agrodefesa pelo Whatsapp (62) 9 8164-1188. Sobre o HLB Considerado a pior praga dos citros, o HLB (huanglongbing ou greening) não tem cura e, apesar de não oferecer risco à saúde humana, pode afetar drasticamente a produção. A doença é causada pela bactéria Candidatus Liberibacter spp., transmitida pelo psilídeo Diaphorina citri, inseto de coloração branca acinzentada e manchas escuras nas asas. Os principais sintomas são: folhas mosqueadas de verde-escuro, verde-claro ou amareladas; desfolha; seca e morte de ramos; frutos deformados, pequenos e assimétricos; sementes abortadas, pequenas e malformadas e de coloração escura. No Brasil, o HLB já foi registrado nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Goiás e Rio Grande do Sul. Atualmente, não existem variedades comerciais de copa ou porta-enxerto resistentes à doença. Medidas de prevenção e controle ao HLB
Anatomia da eliminação: imagens mostram como o Brasil desmoronou após mudanças de Carlo Ancelotti

Até os 66 minutos, a Seleção criava as melhores chances e controlava Haaland. As entradas de Neymar, Danilo Santos e Éderson mudaram o jogo e abriram caminho para a vitória da Noruega. Brasil x Noruega – Melhores Momentos O Brasil junta os cacos após mais uma eliminação na Copa do Mundo, dessa vez com derrota de 2 a 1 para a Noruega. A sexta queda seguida para uma seleção europeia em Copas deixa o time de Carlo Ancelotti com a pior classificação desde 1990, quando caiu para a Argentina também nas oitavas de final. “Brasil paga por um ciclo sem vergonha” O que houve? De quem é a culpa? E se Bruno Guimarães tivesse acertado o pênalti? Ou Endrick aquela bola? Ao rever o jogo de cabeça fria, fica claro como o Brasil era melhor que a Noruega até os 66 minutos de jogo. Foi quando Carlo Ancelotti decidiu fazer duas alterações que desmontaram taticamente a seleção e deram espaço para Haaland fazer dois gols em dez minutos. Carlo Ancelotti Brasil x Noruega Seleção — Foto: Odd Andersen/AFP Primeiro tempo: sem pressionar alto, Brasil cria as melhores chances O primeiro tempo teve mais posse de bola dos noruegueses. O Brasil jogou num 4-4-2 com Cunha e Vini Jr na frente e Martinelli na esquerda. A ideia era deixar a Noruega com a bola e explorar contra-ataques. A estratégia causou estranheza pela postura recuada, mas quem teve as melhores chances foi o Brasil: Ancelotti explica postura da Seleção contra a Noruega 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google A Noruega circulava a bola, mas criava pouco. Ødegaard levou perigo em chute de fora da área aos 34 minutos, e Haaland pouco tocava na bola. O jogo estava controlado. Segundo tempo: Brasil mais recuado, mas com mais contra-ataques Com Endrick no lugar de Matheus Cunha cerca de 12 minutos depois do segundo tempo começar, o Brasil se encolheu mais. A aposta era mesmo o contra-ataque, como melhor oportunidade do jogo: Endrick perdendo na cara do gol, aos 58 minutos de jogo. Até os 65 minutos, Haaland quase não participava. Tinha apenas uma finalização e poucos toques na bola. O Brasil seguia compacto, com Rayan e Martinelli fechando os corredores, Bruno Guimarães pressionando por dentro e Casemiro protegendo a entrada da área. A imagem mostra a formação. Brasil teve menos posse de bola, mas criava as melhores chances do jogo — Foto: Reprodução 67 minutos: duas mudanças e novo esquema tático Aos 67”, Ancelotti tirou Rayan e Martinelli para colocar Neymar e Danilo Santos. Logo depois, a partida parou para hidratação. Logo quando os jogadores se reúnem, Carlo Ancelotti levanta e exibe um campinho tático com o time em amarelo numa formação 4-3-3. Ancelotti mostra campinho com o Brasil no 4-3-3 — Foto: Reprodução 70 minutos: Brasil joga com Neymar de falso nove, mas perde compactação na defesa. Após a parada para hidratação, o jogo recomeça e dá para ver o dedo de Ancelotti: Neymar entra como falso nove, com a missão de buscar a bola e criar. Vini e Endrick ficam bem abertos pelos lados, mas entram na área com os volantes para atacar. As mudanças sinalizavam um Brasil mais ofensivo e com mais posse no jogo. Neymar entrou como falso nove, com Vini e Endrick bem abertos — Foto: Reprodução Os problemas começaram justamente no novo esquema tático, que não foi testado em nenhuma vez por Ancelotti na Copa do Mundo. O Brasil perdeu compactação e não conseguia mais se fechar. Como Neymar ficava solto e não participava, Casemiro acabou ficando sobrecarregado. Na imagem, ele precisa abandonar seu espaço para parar a jogada e a Noruega começa a encontrar espaço. Brasil fica mais espaçado e lento com Danilo Santos e Neymar — Foto: Reprodução 75 minutos: lado direito começa a ficar exposto com Endrick como ponta O novo esquema fez o Brasil ficar mais frágil pelo lado direito. Apesar de jogar como ponta no Lyon, Endrick não retornava para cobrir Danilo, como Rayan fazia. A sequência do lance acima já mostra o atacante longe de defesa. Endrick não retorna e Brasil passa a sofrer na defesa — Foto: Reprodução Quatro minutos depois, o mesmo problema. Ao invés de se defender num 4-4-2 bem compacto, o Brasil começou a se defender com apenas sete jogadores. A Noruega sentiu as brechas e começou a explorar a falta de proteção dos laterais. A imagem aqui mostra Noruega ataca. Nenhum dos pontas brasileiros volta para marcar e proteger o lateral. — Foto: Reprodução 78 minutos: Ancelotti percebe lado direito exposto e tenta corrigir com Éderson A comissão técnica de Carlo Ancelotti, tão elogiada pela observação contra o Japão, viu tudo isso que você leu. Não é por acaso que o treinador decide colocar Éderson aos 77 minutos. O volante, que pode jogar como lateral, entrou para preencher o lado direito e não deixar Endrick tão sobrecarregado. Se no papel era um bom plano, na prática foi um desastre. Éderson entrou sem saber qual espaço ocupar. Primeiro para o centro e depois para a direita. Na imagem abaixo, Gabriel Magalhães aponta o braço para a lacuna no lado direito, com Endrick e Danilo sobrecarregados. Éderson demora a “entrar” no jogo e deixa lado direito desprotegido — Foto: Reprodução 79 minutos: Primeiro gol nasce justamente pelo lado exposto O gol nasce justamente na direita. A Noruega já estava atacando bastante por ali, explorando a escolha de Ancelotti por não ter mais Rayan e sim Endrick. E a tragédia se desenha: Haaland começa a ter espaço. A imagem abaixo mostra três erros táticos: Primeiro gol da Noruega nasce de falha de recomposição — Foto: Reprodução Essa série de falhas é complementada por mais uma: de Danilo, do Flamengo. Com a jogada já na área do Brasil, o defensor deveria marcar a bola eou fazer um bloqueio para evitar o cruzamento. Observe que Éderson até chega e coloca os braços para evitar o pênalti. Tudo para bloquear o cruzamento que encontra Haaland, que bate Gabriel Magalhães facilmente. No primeiro gol, Danilo não marca a
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