hacklink al hack forum organik hit kayseri escort deneme bonusu veren siteler deneme bonusu veren siteler canlı casino siteleri grandpashabet bahis siteleri Pusulabet girişpadişahbetpadişahbet girişdeneme bonusu veren sitelermarsbahis462deneme bonusu veren sitelerBoyabat Emlakvaycasino girişbetturkeyshell indirdeneme bonusu veren siteler1winbetsalvadorizmir escortBahçelievler escortgrandpashabetcasinopopcasinoroyalfixbetbetsat girişMatbetmatadorbetmeritking

Notícias da nossa Cidade

#Economia

Desemprego cai a 7,5% no trimestre até abril, menor nível em 10 anos para período

No trimestre encerrado em janeiro de 2024, o percentual estava em 7,6%. Há um ano, a taxa estava em 8,5%

Reuters

O Brasil registrou uma taxa de desemprego de 7,5% nos três meses encerrados em abril, em um resultado abaixo do esperado que marcou o nível mais baixo de desocupação para esse período em 10 anos, em um mercado de trabalho que segue aquecido.

Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta quarta-feira mostram que houve recuo de 0,1 ponto percentual em relação à taxa de 7,6% no trimestre imediatamente anterior, até janeiro. No mesmo período do ano passado a taxa foi de 8,5%.

O resultado do trimestre até abril marca a menor taxa de desocupação para esse período desde 2014, quando a taxa estava em 7,2%.

“Isso revela a manutenção da tendência de redução desse indicador, que vem sendo observada desde 2023”, destacou Adriana Beringuy, coordenadora da pesquisa.

A expectativa em pesquisa da Reuters para a taxa na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) era de 7,7%.

De forma geral, especialistas avaliam que o mercado de trabalho brasileiro deve seguir aquecido com uma taxa de desemprego se acomodando em níveis mais baixos.

No entanto, esse cenário provoca alertas em relação à inflação e sua convergência para a meta, principalmente no que diz respeito ao aumento dos preços de serviços.

Nos três meses até abril, o número de desempregados era de 8,213 milhões, uma queda de 0,9% em relação ao trimestre até janeiro e de 9,7% sobre o trimestre até abril de 2023.

“A estabilização da desocupação se deve, principalmente, à redução das perdas do comércio, que observamos no primeiro trimestre, e ao retorno da ocupação no segmento da educação básica pública no ensino fundamental”, explicou Beringuy.

Já o total de ocupados aumentou 0,2% na comparação com os três meses até janeiro e 2,8% ante o mesmo período do ano passado, somando 100,804 milhões de pessoas.

Os trabalhadores com carteira assinada no setor privado eram 38,188 milhões no trimestre até abril, o que representa uma alta de 0,6% ante os três meses até janeiro e um recorde da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. O contingente dos que não tinham carteira aumentou 0,7% nessa base de comparação, atingindo 13,538 milhões, também recorde.

“A expansão da ocupação, nos últimos trimestres, vem ocorrendo por meio dos empregados, que superaram outras formas de inserção, como a dos trabalhadores por conta própria e os empregadores. O conjunto dos empregados no setor privado, com ou sem a carteira assinada, é o que mais tem contribuído para o crescimento da população ocupada no país”, disse Beringuy

No período, o rendimento médio real das pessoas ocupadas no trimestre encerrado em abril foi de 3.151 reais, alta de 0,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 4,7% sobre o mesmo período de 2023.

Com isso, a massa de rendimentos, que é a soma das remunerações de todos os trabalhadores do país, chegou a 313,1 bilhões de reais, novo recorde da série histórica.

Leave a comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *