Foragido por assassinato em Anápolis é preso em Uberlândia
Um foragido da Justiça, de 27 anos, foi preso na sexta-feira (22) em Uberlândia. Ele é acusado de cometer um assassinato em Anápolis. Ele estava foragido do sistema prisional goiano desde abril do ano passado e fugiu para a cidade do Triângulo Mineiro. De acordo com informações da Polícia Civil, Yure Marcel Borges é também procurado por um latrocínio, cometido em Caldas Novas, além de um roubo registrado em Goiânia. Ele era procurado pela polícia goiana há quase um ano. Após fugir do presídio anapolino, no dia 5 de junho de 2019, ele chegou a ser preso pela Polícia Militar, no bairro Guarani, em Uberlândia, em companhia de outros dois suspeitos. Na ocasião, ele estava em um veículo Cruze roubado, com placas clonadas. O carro havia registro de roubo em Anápolis. Na ocasião, ele apresentou nome falso. Até o início da noite de sexta, Yure permanecia recluso numa cela do Presídio Professor Jacy de Assis, no Triângulo Mineiro. Ainda não há informações se ele será transferido para Goiás. Equipe do Grupo de Investigações de Homicídios de Anápolis, chefiada pelo delegado Wlisses Valentin, está acompanhando o caso.
William Bonner revela que filho foi alvo de fraude no programa de auxílio emergencial
Nesta quinta-feira, o editor-chefe e apresentador do “Jornal Nacional”, William Bonner, revelou que o nome e o CPF de um de seus filhos foram usados por estelionatários para receber o auxilio emergencial de R$ 600, voltado para informais que ficaram sem renda por causa da pandemia. Em uma série de posts em uma rede social, ele conta ter sido procurado por um jornal, informando que seu filho estaria registrado no programa. Bonner ressaltou que seu filho não havia pedido o benefício nem autorizado qualquer pessoa a fazer isso. Após consultar o site da Dataprev, ele confirmou que realmente havia sido aprovado um pedido em nome de seu filho – um estudante de 22 anos, segundo o G1. Bonner ressaltou que, “pelos critérios do programa de auxílio emergencial, alguém nas condições socioeconômicas” de seu filho não teria direito aos R$ 600. Por isso, afirmou, “quem quer que viesse a usar o nome, o CPF e dados pessoais dele deveria receber como resposta um “não”. O pedido, no entanto, foi aceito pela Dataprev. ‘Quantos foram vítimas de fraudadores?’, diz Bonner Ele mencionou em seu Twitter reportagem do GLOBO. O texto cita que a Dataprev não verificou na Receita se os CPFs, embora pertencentes a pessoas sem renda própria, eram de dependentes de cidadãos com renda. “Quantos entre esses foram vítimas de fraudadores?”, perguntou o jornalista. O programa estabelece que, para receber o benefício, é preciso que a renda domiciliar (de toda a família) não seja superior a três salários mínimos (R$ 3.135). Mas, conforme revelou a reportagem do GLOBO, a Dataprev não usou a base de dependentes dos contribuintes que declaram Imposto de Renda para saber se o requerente é filho de alguém com renda maior. Foi usado apenas o CPF de quem fez o pedido para verificar se a renda declarada em 2018 havia sido inferior a R$ 28,5 mil. Segundo o editor-chefe do “JN”, o fraudador provavelmente disse não ter conta bancária, a fim de ter acesso à conta digital da Caixa criada exclusivamente para esse fim. Isso impossibilita saber se o recurso foi depositado e sacado, disse Bonner. Ele contou que, há três anos, o nome e o CPF do filho têm sido usado por estelionatários em fraudes “como a abertura de empresas ou a contratação de serviços de TV por assinatura”. Bonner disse que, assim como nos demais casos, vai apresentar queixa-crime. E cobrou das autoridades que administram o programa de auxílio emergencial “apuração rápida da fraude”, a fim de resguardar o patrimônio público e evitar prejuízos para aqueles que realmente precisam do benefício. Dez milhões de brasileiros ainda aguardam o processamento de seus pedidos.
STF pede apreensão do celular de Bolsonaro para checar interferência na PF
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR) ofício com três notícias-crime contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Entre as medidas solicitadas, estão o depoimento do presidente, além de busca e apreensão dos celulares dele e de Carlos Bolsonaro, para que perícias sejam realizadas. pedido faz parte da investigação sobre as supostas tentativas de interferência de Jair na Polícia Federal (PF). “A indisponibilidade da pretensão investigatória do Estado impede, pois, que os órgãos públicos competentes ignorem aquilo que se aponta na ‘notitia criminis’, motivo pelo qual se torna imprescindível a apuração dos fatos delatados, quaisquer que possam ser as pessoas alegadamente envolvidas, ainda que se trate de alguém investido de autoridade na hierarquia da República, independentemente do Poder (Legislativo, Executivo ou Judiciário) a que tal agente se ache vinculado”, escreveu o decano do STF no despacho. Celso de Mello é o relator do inquérito que apura se Bolsonaro tentou interferir na Polícia Federal ainda sob a gestão de Sergio Moro no Ministério da Justiça. Os pedidos chegaram ao STF logo após o ex-ministro da Justiça Sergio Moro deixar o governo afirmando que Bolsonaro tentou interferir na PF e que o presidente buscou informações de investigações em andamento.
PC prende 106 pessoas por fraudes no auxílio emergencial em Goiás
A Polícia Civil de Goiás (PC) cumpriu durante esta semana vários mandados de prisão em aberto contra pessoas que receberam, com suposta irregularidade, o auxílio emergencial do Governo Federal concedido no período de enfrentamento à pandemia do Covid-19. A chamada Operação Voucher, em referência ao programa que ficou conhecido como “Coronavoucher”, mobilizou todas as delegacias regionais no Estado; 106 mandados de prisão foram cumpridos. Segundo a PC, as pessoas presas na Operação Voucher são suspeitas de cometerem os crimes de falsidade ideológica, cuja pena é a reclusão de 1 a 5 anos; e estelionato, também sob pena de reclusão de 1 a 5 anos. A maior parte delas recebeu parcela de R$ 600, havendo casos em que os suspeitos receberam R$ 1.200 em uma única parcela – valor que seria destinado a mães solteiras. Mais da metade dos presos admitiu ter recebido a primeira parcela do auxílio emergencial. As prisões foram efetuadas após a Controladoria-Geral da União (CGU) disponibilizar uma relação contendo o nome de 1.102 indivíduos que receberam o auxílio financeiro e possuíam mandado de prisão em aberto. Todas as declarações prestadas pelos detidos serão encaminhadas à Polícia Federal para a tomada das providências legais cabíveis. A polícia reiterou que alguns dos alvos que receberam o benefício já estavam reclusos em cadeias públicas. Foram presas, até o momento, 106 pessoas, sendo que 32 delas já estavam presas quando receberam o benefício.
MP vai recorrer de decisão que autorizou reabertura de academias em Goiás
O Ministério Público de Goiás (MP-GO) vai recorrer da decisão que autorizou a reabertura das academias no Estado. O pedido de suspensão da liminar deve ser protocolado ainda nesta quinta-feira (21). As informações foram confirmadas pela assessoria de imprensa do órgão. Na manhã desta quinta (21), a Justiça concedeu liminar e permitiu que as academias voltem a funcionar desde que atendam com 30% da capacidade total. Os locais também precisam adotar medidas sanitárias para evitar a propagação do coronavírus como distanciamento entre alunos e higienização dos equipamentos. A decisão foi proferida pelo desembargador Gilberto Marques Filho e atende pedido do Sindicato dos Profissionais de Educação Física de Goiás (Sinpef) e do Sindicato das Academias de Goiás (Sindac). A argumentação é de que a atividade das academias foi considerada essencial pelo governo federal e o Estado não autorizou a retomada das ações. Entidades alegaram que o ato estadual não pode sobrepor o nacional. No entanto, liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) garante autonomia desse tipo de decisão aos estados e municípios. As academias foram um dos setores mais afetados com a crise do coronavírus. Os estabelecimentos fecharam logo no início da pandemia e não houve nenhum tipo de flexibilização, até que o presidente da República, Jair Bolsonaro, classificou a atividade como essencial.
Manu Gavassi, Iza, Letrux e mais: confira as lives desta quinta-feira
Lives desta quinta (21/5) Manu Gavassi e Letrux As cantoras são as atrações do dia no Home Hour Popload Festival, às 19h, no YouTube. Mart’nália Acompanhada pelo guitarrista Celso Fonseca — que foi um dos arranjadores de seu projeto mais recente, em homenagem a Vinicius de Moraes —, a cantora se apresenta pelo festival de lives do Teatro Rival Refit. Às 16h, no Instagram. IZA Em painel on-line ao lado de Maejor, a estrela pop lança a campanha #betheone, projeto da ONU em parceria com a ONG Humanity Lab Foundation. Às 14h, no Youtube, Facebook e Twitter da cantora. Ferrugem O cantor de pagode mostra versões caseiras para seus principais sucessos. Às 20h, no YouTube. César Menotti e Fabiano A dupla sertaneja apresenta a segunda edição da live #sóasantigas, revisitando êxitos da carreira. Às 20h30, no YouTube. Audio Rebel A live do tradicional palco independente de Botafogo reúne Negro Leo, André Prando, Renato Piau, David Alfredo, Rubinho Jacobina e Kiko Dinucci. A partir das 17h, no Instagram. QuarenCena O projeto de leituras virtuais traz a peça “As criadas”, de Jean Genet, com encenação a cargo de Patrícia Selonk e Simone Mazzer. Às 20h, no Instagram. Gabriel da Muda e Samba da Ouvidor O cantor e músicos do grupo realizam lives beneficentes que visam angariar fundo para distribuir cestas básicas nos morros do Salgueiro e da Mangueira. A partir das 17h30, no Instagram. Natália Boere A cantora e jornalista estreia o projeto “Me cante uma história”. Na abertura, ela conversa com Roberto Menescal. Nas próximas semanas, a cada quinta-feira, a live receberá Pretinho da Serrinha, Moreno Veloso, Danni Carlos, Mahmundi e João Cavalcanti. Às 20h, no Instagram.
Bolsonaro sanciona lei que prorroga prazo para plano de mobilidade
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou nesta quarta-feira (20), sem vetos, a lei 14.000/2020, que prorroga os prazos para que as prefeituras elaborem os PMUs (Planos de Mobilidade Urbana). Os planos devem tratar de temas como transporte público coletivo, circulação de carros e pedestres, acessibilidade para pessoas com deficiência e integração do transporte público com o privado. Segundo a publicação no DOU (Diário Oficial da União), o PMU deverá ser elaborado até 12 de abril de 2022 para cidades com mais de 250 mil habitantes e até 12 de abril de 2023 para municípios com até 250 mil habitantes. Caso o município não tiver plano no prazo fixado, poderá solicitar e receber recursos federais para a área da mobilidade urbana se for para aplicação na elaboração do próprio programa. O governo federal argumenta que somente 5% dos municípios possuíam planos de mobilidade urbana, de acordo com um levantamento feito em 2018.
Maia defende que governo assuma 100% do risco em ajuda a empresas
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou em live com representantes de comércio e serviços na manhã desta quarta-feira (20) que o governo deveria deveria tomar para si todos os riscos de empréstimo às empresas do país. Na regra atual, o Ministério da Economia repassa às instituições bancárias o benefício e elas determinam quem deve recebê-los. “O dinheiro não está chegando na ponta porque, ao colocar os bancos na história, eles utilizam os filtros que estão acostumados”, comentou Maia. O presidente da Câmara afirmou que no período de discussão sobre esse benefício mostrou a representantes do governo seu receio de que a burocracia travasse a ajuda. E teria ouvido de volta que se a verba não tivesse um banco envolvido seria mais difícil de ser paga, o que estimularia a inadimplência. “Eu não concordei, acho que ninguém tem o interesse de ficar sem pagar conta, pelo contrário”, contou. Maia declarou que não é hora de apontar culpados pelos erros cometidos no combate ao novo coronavírus. Mas disse que muito mais coisas poderiam ser feitas, citando, por exemplo, que as equipes de saúde do país poderiam estar nas comunidades tentando evitar a explosão sem controle da covid-19 e sugeriu testes em massa para que prefeitos e governadores pudessem traçar suas políticas de retomada da economia a partir de dados concretos sobre as pessoas que se recuperaram. “Mas o melhor para todos nós é que a gente possa deixar nossas divergências pro segundo momento”, completou. “Temos uma grave pandemia que atinge milhares de brasileiros. E esse número pode virar milhões se nada for feito. Ela afeta a renda das pessoas e a economia como um todo, mas é antes de tudo uma questão de saúde.” Segundo Maia, o Congresso Nacional deu ao governo “todos os instrumentos necessário para esse enfrentamento da pandemia”, mas nem todos foram utilizados da melhor forma. Ele mencionou a Medida Provisória 944, que liberou cerca de R$ 36 bilhões em recursos para empresas com faturamento de R$ 360 mil e R$ 10 milhões por ano quitarem suas folhas de pagamento. “Amigos meus, empresários, dizem que esse dinheiro não chega para eles”, comentou. “Então, não adianta porque não está tendo efeito.” “Já aprovamos muita coisa, e sabemos que temos um papel importante de suprir as necessidades urgentes da população e garantir a capacidade do estado de emitir dívidas e financiar os gastos nessa crise.” Maia comentou que se dependesse do Congresso Nacional, mais dinheiro seria destinado ao enfrentamento da covid-19. “Mas a equipe economica é muito conservadora”, disse. Ele lembrou a experiência dos Estados Unidos, país que tem dado dinheiro diretamente para diversas atividades econômicas. “Sei que eles têm uma economia com muito mais credibiidade e capacidade de assumir dívidas, mas acho que mais poderia ser feito.” Moratória Na live, o deputado federal do Rio foi cobrado para não permitir a aprovação do projeto 1397, que, segundo o presidente da Abrasce (Associação Brasileira de Shoppings Centers), Glauco Humai, “prevê uma moratória geral e irrestrita a todos os segmentos do Brasil por 60 dias e ainda é prorrogável por mais 60 dias”. De acordo com Humai, a aprovação da moratória seria trágica para a economia do país. Maia afirmou, em resposta, que não colocou a proposta em pauta porque “não pode haver um projeto que crie novos problemas”. O evento, transmitido ao vivo pelo YouTube, foi realizado pela Unecs (União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços
Caso Moro: Fui procurado por Ramagem, diz ex-chefe da PF no RJ
O ex-superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro Carlos Henrique Oliveira de Sousa, que pediu para ser ouvido novamente pela PF na investigação que analisa denúncias feitas pelo ex-ministro Sérgio Moro, afirmou em seu novo depoimento nesta terça-feira (19) que foi procurado por Alexandre Ramagem, diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) antes dele ser escolhido como diretor-geral da PF, onde fez um convite para que Oliveira fosse diretor executivo da corporação. Ramagem, que teve sua posse barrada pelo STF, teria perguntado a Carlos Henrique se aceitaria assumir o cargo como número 2 da PF, em que ele afirma ter respondido que “aceitaria”. No primeiro depoimento, Oliveira teria dito que não foi procurado por ninguém e pediu para prestar novo depoimento para esclarecer esta informação. Carlos Henrique Oliveira aida participou, após ser convidado por Ramagem para uma audiência com Bolsonaro em 2019, pouco antes de assumir a Superintendência da PF no Rio de Janeiro. Ele alega que Sérgio Moro, ex-ministro da Justiça e Maurício Valeixo, ex-diretor-geral da PF sabiam da reunião e não teriam participado por estarem fora de Brasília. Leia tmabém: Moro me desqualificou para escolher diretor da PF, diz Ramagem O atual número 2 da PF afirmou ainda que apenas ele, Alexandre Ramagem e o presidente Jair Bolsonaro participaram da reunião, que durou cerca de 30 minutos. Ele já havia sido interrogado na terça da semana passada e tinha afirmado que Bolsonaro nunca fez pedidos de relatórios diretamente a ele ou sua equipe quando comandava a PF no Rio de Janeiro. Publicidade Fechar anúncio Carlos Henrique Oliveira substituiu Ricardo Saad na chefia da PF no Rio em 2019, em uma das primeiras tentativas de Bolsonaro de trocar o comando da PF em seu estado de base política. Ele também afirmou neste novo depoimento que ” um trâmite diferente do habitual” na operação “Furna da Onça”, que atingiria Flávio Queiroz, assessor de um dos filhos de Bolsonaro, teve “consequencias logisticas” nesta e em outras operações. Ele ainda relatou que na deflagração da operação, um dos suspeitos que foram alvo estava esperando as equipes da PF, “trajado socialmente e com diploma universitário na mão” e que na época determinou abertura de investigação para apurar vazamento na investigação. Com a saída de Moro e a troca no comando da PF, Carlos Henrique foi escolhido para diretor executivo da corporação, segundo cargo mais importante na hierarquia da Polícia Federal. Além dele o delegado Claudio Ferreira Gomes, que coordenou as investigações do caso Marielle no Rio também prestou depoimento nesta terça-feira (19). Amanhça a Polícia Federal vai interrogar ainda outros dois delegados da corporação, Cairo Costa Duarte, superintendente da PF em MG e o delegado Rodrigo Morais que investigou o atentado sofrido por Bolsonaro durante a campanha presidencial.
Coronavírus: em duas semanas, número de internados em UTI dobra no DF e chega a 121
O número de pacientes infectados pelo novo coronavírus e que estão internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) no Distrito Federal passou de 59 para 121 nas duas últimas semanas. Os números constam nos boletins da Secretaria de Saúde dos dias 4 a 18 de maio. A capital contava com 4.618 casos confirmados de Covid-19 até as 18h de segunda. Entre eles, 288 pessoas estavam hospitalizadas. O total de pessoas em UTIs corresponde a 42% dos internados. Ainda de acordo com os dados da pasta, há 252 leitos de UTI na rede pública, sendo 161 disponíveis (veja abaixo). A taxa de ocupação, de 36%, está próxima do percentual considerado “ideal” pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), que sugere até 30%. Ocupação dos leitos de UTI na rede pública do distrito federal no dia 18 de maio — Foto: TV Globo/Reprodução Já na rede privada, há um número ainda maior de internados. São 162 leitos reservados para o coronavírus, sendo 70 ocupados – uma taxa de 43%. O governo do Distrito Federal contabiliza os infectados internados em 17 hospitais particulares da capital (veja abaixo). Perfil dos hospitalizados De acordo com as informações da Secretaria de Saúde, nas últimas duas semanas, houve um crescimento mais expressivo de internados na faixa etária de 60 a 69 anos. Que passou de 17 para 56. Veja: 20 a 29 anos 4 de maio: 2 em enfermaria, 1 em UTI 18 de maio: 10 em enfermaria, 4 em UTI 30 a 39 4 de maio: 10 em enfermaria, 9 em UTI 18 de maio: 21 em enfermaria, 19 em UTI 40 a 49 4 de maio: 23 em enfermaria, 13 em UTI 18 de maio: 29 em enfermaria, 24 em UTI 50 a 59 4 de maio: 22 em enfermaria, 14 em UTI 18 de maio: 43 em enfermaria, 23 em UTI 60 a 69 4 de maio: 11 em enfermaria, 6 em UTI 18 de maio: 30 em enfermaria, 26 em UTI 70 a 79 4 de maio: 5 em enfermaria, 7 em UTI 18 de maio: 22 em enfermaria, 13 em UTI 80 ou mais 4 de maio: 0 em enfermaria, 9 em UTI 18 de maio: 10 em enfermaria, 10 em UTI Mortes A maioria da vítimas da Covid-19 no DF tinha doenças preexistentes As indicações de pessoas em UTI mostram também os casos que são considerados graves entre os infectados. O número de mortes do coronavírus também dobrou nas últimas semanas: passaram de 33, no dia 4 de maio, para 66 nesta segunda-feira (18). Entre as mortes, quatro são de pessoas co residência em Goiás.
