Jovem é esfaqueada seis vezes pelo ex-companheiro na frente dos filhos em Guapó

Segundo a Polícia Civil, o suspeito não aceitava o fim do relacionamento, invadiu a casa da vítima e foi preso em flagrante cerca de duas horas após o crime. Por Arieny Alves Publicado em 27/06/2026  Uma jovem de 22 anos foi vítima de uma tentativa de feminicídio na sexta-feira (26), em Posselândia, distrito de Guapó, na Região Metropolitana de Goiânia.  Notíciasde Goiânia De acordo com a Polícia Militar e a Polícia Civil, Rafaella Gonçalves de Sousa foi atingida por seis golpes de faca desferidos pelo ex-companheiro, que não aceitava o fim do relacionamento. Segundo as investigações, o casal havia mantido um relacionamento por cerca de cinco anos e tinha dois filhos, uma menina de 2 anos e um menino de 3. As crianças presenciaram o ataque, que ocorreu após o suspeito invadir a residência da vítima ao pular o muro do imóvel. Após o crime, o homem fugiu, mas foi localizado e preso em flagrante cerca de duas horas depois, nas proximidades do centro de Guapó. Ele foi autuado por tentativa de feminicídio. Ainda conforme a Polícia Civil, o investigado também possuía um mandado de prisão em aberto por falta de pagamento de pensão alimentícia aos filhos. Durante o interrogatório, ele optou por permanecer em silêncio. Rafaella foi socorrida e encaminhada ao Hospital de Urgências de Trindade (Hutrin), onde recebeu atendimento médico. O estado de saúde dela não foi informado. Como o nome do suspeito não foi divulgado, o portal não conseguiu localizar a defesa.

Servidor público é preso após amputar o próprio pé para receber seguro de R$ 1,5 milhão

Um servidor público de Amélia Rodrigues, no Recôncavo da Bahia, foi condenado a dois anos de prisão em regime aberto, com substituição da pena por medidas restritivas de direitos, por fraudar companhias de seguro após amputar o próprio pé para tentar receber uma indenização de R$ 1,5 milhão. O caso ocorreu em 2019, mas o homem foi condenado em 2025. Conforme decisão da Vara de Execuções Penais de São Gonçalo dos Campos, Vanderley dos Santos Gomes deverá cumprir 720 horas de prestação de serviços à comunidade e efetuar o pagamento de prestação pecuniária no valor de R$ 7.590. A pena começou a ser cumprida em maio deste ano. O condenado tentou levar o caso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas não conseguiu. Servidor público que amputou o próprio pé para receber indenização de R$ 1,5 milhão contratou quatro seguros um mês antes.A defesa de Vanderley havia apresentado um pedido de prequestionamento, um recurso jurídico usado para forçar os magistrados do estado a declararem expressamente quais leis foram aplicadas na decisão. Essa etapa é obrigatória para que um processo possa ser analisado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou pelo Supremo Tribunal Federal (STF). No entanto, a Justiça da Bahia considerou que todos os pontos e leis questionados pela defesa de Vanderley já haviam sido detalhadamente examinados e debatidos ao longo do processo, não sendo necessário encaminhar ao STJ. A sentença de primeira instância concluiu que o servidor planejou a fraude ao contratar os seguros e posteriormente apresentar a história para receber as indenizações. O juiz destacou que a sequência de contratações, os valores incompatíveis com a condição financeira e a proximidade temporal entre as apólices e a mutilação demonstravam a intenção deliberada de obter vantagem indevida. No recurso enviado à Justiça, a defesa de Vanderley negou o crime e pediu a sua absolvição por insuficiência probatória. A advogada dele argumentou que não existem provas suficientes no processo que comprovem que o réu tenha planejado a fraude ou causado a própria lesão. A defesa também alegou que a acusação apresentada não se sustenta e não traz certeza para a condenação.

STF condena Eduardo Bolsonaro a quatro anos de prisão por tentar interferir no julgamento do golpe

 Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, nesta terça-feira (16/5), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação no curso do processo, um crime que ocorre quando alguém tenta intimidar, pressionar ou interferir em investigações ou ações judiciais. A acusação é de que Eduardo articulou nos Estados Unidos retaliações do governo Donald Trump contra o Brasil e autoridades brasileiras para tentar impedir o julgamento do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-SP), por tentativa de golpe de Estado — ele acabou condenado em setembro e, no momento, cumpre pena em prisão domiciliar humanitária. A decisão foi unânime, já que votaram pela condenação do ex-deputado federal os quatro ministros que integram a Turma no momento: Alexandre de Moraes, relator do caso, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino. “No intuito de beneficiar seu próprio pai, a atividade criminosa do então deputado licenciado Eduardo Bolsonaro prejudicou todo o país e não amedrontou essa corte como jamais amedrontaria o Supremo Tribunal Federal”, disse Moraes, ao votar. A Primeira Turma fixou pena de quatro anos e dois meses de prisão, em regime inicial semiaberto. A punição superou os quatro anos, pena máxima para o crime de coação no curso do processo, porque a Corte também o condenou por crime continuado, devido à repetição das ações criminosas. Com isso, não é possível substituir a pena de prisão por punições alternativas mais brandas. Além disso, foi declarada a perda do cargo público de escrivão da Polícia Federal e Eduardo foi condenado a pagar o valor de 50 dias-multa, fixados em 2 salários mínimos por dia, o que equivale a R$ 162.100. A condenação também torna Eduardo Bolsonaro inelegível por oito anos, que passam a ser contados após o tempo de pena. A inelegibilidade entra em vigor imediatamente, mesmo antes do esgotamento dos recursos e conclusão do processo. Da redação

Queda de avião em Rio Verde mata avô e neto na zona rural

Aeronave de pequeno porte caiu em uma fazenda na região do Rio Preto; vítimas morreram no local e as causas do acidente serão investigadas. Duas pessoas morreram após a queda de um avião de pequeno porte na noite de sábado (13), na região do Rio Preto, zona rural de Rio Verde. As vítimas foram identificadas como Dirceu Antônio Zanchi, de 68 anos, e Gabriel Zanchi Fernandes, de 17 anos, avô e neto. O acidente aconteceu nas proximidades da GO-174 e conforme informações do Corpo de Bombeiros, a aeronave foi encontrada destruída em uma propriedade rural, às margens de uma estrada vicinal, em meio a uma lavoura de milho. Os bombeiros informaram que os destroços ficaram espalhados por uma área de aproximadamente 2,5 mil metros quadrados. As duas vítimas foram encontradas fora da aeronave, a cerca de 20 metros do local onde estava a maior parte da estrutura do avião. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estiveram no local e constataram os óbitos. Em uma publicação nas redes sociais, Dirceu Zanchi Júnior, filho de uma das vítimas, confirmou o acidente e, com base nele. a suspeita inicial é de que a queda tenha ocorrido durante uma tentativa de pouso. As causas do acidente serão investigadas pelas autoridades competentes. A equipe da Polícia Técnico-Científica foi acionada para realizar a perícia no local do acidente. O caso também será investigado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), responsável por apurar as circunstâncias e possíveis causas da queda da aeronave.

Deputado propõe focinheira obrigatória para pitbulls em Goiás

Projeto que trata de focinheiras para pitbulls está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia à espera de relator Tramita na Assembleia Legislativa um projeto de lei que determina o uso obrigatório de focinheiras para pitbulls em locais públicos. A proposta inclui também cães das raças American Staffordshire Terrier, Staffordshire Bull Terrier e cruzamentos com características semelhantes. Além da focinheira, estabelece o dever de que esses animais sejam conduzidos por pessoas maiores de 18 anos; estejam contidos por guia resistente e adequada ao porte do animal; e portem identificação com nome do responsável e contato atualizado. O projeto de lei 482/2026, do deputado estadual Jamil Calife, estabelece três níveis de penalização: 1) advertência na primeira infração; 2) multa, a partir da segunda infração; 3) valor dobrado da multa anterior, a partir da terceira. O custo da multa, de acordo com o texto, deve ser estabelecido pelo Poder Executivo. Cabe lembrar que, além dessas penalizações, o tutor do cachorro pode responder por condutas previstas no Código Penal, como lesão e até homicídio. A proposta que tramita na Assembleia não se aplica a episódios que eventualmente acontecerem em clínicas veterinárias, durante atendimento, e situações de transporte em caixas adequadas. O texto encontra-se à espera de um relator da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Correios fecham 1º trimestre com déficit de R$ 3,1 bilhões

Último ano em que Correios tiveram resultado positivo no 1º trimestre foi 2022. Déficit ocorre quando as saídas de dinheiro superam entradas Os Correios encerraram o primeiro trimestre deste ano com um déficit de R$ 3,1 bilhões, de acordo com informações divulgadas pela companhia no último sábado (30/5). O déficit ocorre quando as saídas de dinheiro superam as entradas em um determinado período. O resultado do período entre janeiro e março de 2026 representa um crescimento de 82,35% em relação ao déficit registrado no primeiro trimestre de 2025, que foi de R$ 1,7 bilhão. No ano passado, o rombo nos Correios atingiu R$ 8,5 bilhões – mais que o triplo do prejuízo registrado em 2024, de R$ 2,6 bilhões. O último ano em que os Correios tiveram resultado positivo em um primeiro trimestre foi 2022. Desde então, os Correios registraram déficits de R$ 328 milhões (no primeiro trimestre de 2023), R$ 801 milhões (2024), R$ 1,7 bilhão (2025) e R$ 3,1 bilhões (2026). O que diz a empresa Em nota que acompanhou a divulgação dos resultados, no fim de semana, os Correios afirmaram que “o déficit registrado, de R$ 3,1 bilhões, ficou abaixo da projeção originalmente prevista para o trimestre, evidenciando evolução nas ações voltadas à recuperação do equilíbrio econômico-financeiro da estatal”. “A gestão rigorosa dos custos e a otimização das despesas operacionais contribuíram diretamente para a redução do déficit projetado, em linha com as diretrizes do plano, que prevê melhoria progressiva dos indicadores econômico-financeiros ao longo dos próximos exercícios”, afirma a estatal. Os Correios dizem ainda que “seguem avançando na implementação das ações estruturantes previstas no Plano de Reestruturação, incluindo medidas voltadas ao fortalecimento da saúde financeira da empresa, à modernização tecnológica da malha logística e à capacitação da força de trabalho”. “O objetivo é assegurar que a empresa retome o equilíbrio econômico-financeiro e volte a apresentar resultado líquido positivo ao final de 2027, consolidando a transformação dos Correios em uma plataforma de serviços moderna, ágil e integrada à economia digital, a serviço da população brasileira”, completou a companhia. Entenda a situação dos Correios Nos últimos anos, a estatal passou por uma queda de receitas em segmentos tradicionais, aumento de custos operacionais e perdas logísticas. O crescimento do e-commerce ajudou parcialmente na demanda, mas não foi suficiente para compensar gargalos estruturais, investimentos não realizados e a expansão da concorrência privada. Agora, a empresa busca um plano de reestruturação sólido para se recuperar. No fim do ano passado, a empresa apresentou um plano de reestruturação de três fases. A primeira etapa prevê que a estatal deve recuperar a liquidez do saldo da empresa a partir do empréstimo de R$ 12 bilhões firmado com cinco instituições financeiras. A segunda fase acontecerá entre 2026 e 2027 e terá reorganização e modernização da companhia. Entre as medidas anunciadas, estão o Programa de Demissão Voluntária (PDV) de 10 mil funcionários, o fechamento de cerca de mil unidades dos Correios em todo o país e a revisão dos cargos de média e alta remuneração em unidades táticas e estratégicas e dos planos de saúde e previdência. Já a terceira e última fase será focada em modernização e deve se estender ao longo de 2027. A estatal vai buscar consolidar um novo modelo de negócios focado em inovação, parcerias e novas fontes de receita.

Órfãos do feminicídio em Goiás passam a receber pensão do INSS após regulamentação nacional

Benefício federal de um salário mínimo começou a valer nesta sexta-feira (29) e proíbe que assassinos gerenciem o dinheiro dos menores Órfãos e dependentes de mulheres vítimas de feminicídio em Goiás já podem solicitar o amparo financeiro de um salário mínimo mensal pago pelo INSS. A medida, que entrou em vigor em todo o território nacional nesta sexta-feira (29), busca garantir a subsistência de menores de 18 anos em condições de extrema vulnerabilidade social, estendendo o direito também a enteados e jovens que viviam sob a guarda ou tutela da vítima. O novo benefício assistencial é voltado especificamente para famílias de baixa renda afetadas pela violência de gênero. Para ter acesso à cota mensal, a renda por pessoa do núcleo familiar atual do menor deve ser igual ou inferior a um quarto do salário mínimo. Além do vínculo biológico, a legislação federal incluiu na rede de proteção os filhos afetivos, o que permite o recebimento por parte de enteados e tutelados, desde que fique demonstrada a dependência financeira que tinham em relação à mãe antes do crime. Documentos obrigatórios para validação Para ter acesso à pensão, o representante legal deverá apresentar documentos de identificação dos menores e comprovar que o óbito da mãe foi resultado de um feminicídio. A exigência é um dos critérios para a concessão do benefício. Para isso, o INSS exige a anexação de ao menos um documento oficial que ateste a natureza do crime, como o auto de prisão em flagrante do agressor, a denúncia formalizada pelo Ministério Público, a conclusão do inquérito pela Polícia Civil ou uma decisão judicial já proferida. Nos casos de guardas e tutelas, o termo provisório ou definitivo também deve ser enviado. Blindagem contra o agressor e regras de pagamento A regulamentação trouxe uma trava jurídica rigorosa para proteger o patrimônio dos órfãos: o autor, coautor ou qualquer participante do assassinato da mulher está expressamente proibido de solicitar ou administrar os valores em nome dos filhos. O requerimento deve ser feito obrigatoriamente por um representante legal idôneo. O início do pagamento da pensão terá como base a data de abertura do protocolo de requerimento, o que significa que o benefício não retroage financeiramente ao dia em que o crime aconteceu. Em Goiás, os canais oficiais para abrir o processo e enviar os documentos são o portal ou aplicativo “Meu INSS” e a central telefônica pelo número 135.

Senado aprova piso salarial de professores em r$ 5.130 63

O Senado aprovou uma medida que aumenta o piso salarial dos professores da educação básica no Brasil. Com isso, o salário mínimo da categoria passará para R$ 5.130,63 em 2026 para profissionais que trabalham 40 horas por semana, incluindo temporários. O reajuste será de 5,4% em relação ao valor atual. A nova regra também define como o piso será atualizado nos próximos anos, levando em conta a inflação e o crescimento da arrecadação do Fundeb, fundo que financia a educação básica no país. Além disso, o Ministério da Educação terá que divulgar todos os cálculos usados para definir o novo valor do piso, trazendo mais transparência para os reajustes.

Polícia prende homem suspeito de estuprar menina de 9 anos no DF

A Seção de Atendimento à Mulher (SAM) da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) prendeu um homem, de 21 anos, suspeito de estuprar uma menina de nove anos de idade. Segundo as diligências, o autor praticava reiteradamente o crime de estupro de vulnerável contra a vítima, identificada como uma familiar do suspeito. Na ocasião, o criminoso costumava pernoitar na casa da menina e esperava o momento em que os familiares iam dormir para praticar os abusos sexuais. De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), o autor ainda ameaçava a criança dizendo que “estouraria a cabeça” dela caso contasse a alguém sobre os abusos. O homem foi preso enquanto trabalhava, após o cumprimento da medida cautelar pela equipe da polícia. Ele foi conduzido à 6ª DP e está preso preventivamente. Por: Felipe Machado Carlos Carone

“Tecnologia não pode ser privilégio, precisa ser oportunidade”, afirma Gracinha Caiado ao participar de entregas do Tech é Social

Iniciativas do Goiás Social Junto à Secti contemplam estudantes com bolsas mensais e crédito para compra de kits profissionais, fortalecendo a formação técnica e a inserção no mercado de trabalho A coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, destacou nesta quinta-feira (19/3) a importância das políticas públicas voltadas à qualificação profissional, à inclusão digital e ao incentivo à cultura durante a entrega de 500 cartões destinados a estudantes e egressos das Escolas do Futuro de Goiás. Os programas são o Bolsa Profissionalizante e o Crédito Social Tech, executados pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). “Tecnologia não pode ser privilégio, precisa ser oportunidade, acesso e inclusão. Esses programas garantem conhecimento, permanência nos estudos e condições para que mais pessoas tenham acesso a um futuro melhor”, afirmou a primeira-dama Gracinha Caiado. Do total de beneficiários das Escolas do Futuro de Goiás (EFGs), 364 estudantes receberam a Bolsa Profissionalizante e 135 foram contemplados com o Crédito Social Tech. Juntas, as duas iniciativas do Tech é Social, frente do Goiás Social junto à Secti, representam um investimento estimado em R$ 27 milhões, somando os benefícios concedidos em 2025 e neste ano. O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, José Frederico Lyra Netto, ressaltou que a iniciativa busca estimular a permanência dos estudantes nos cursos técnicos e ampliar o interesse pela formação profissional. “Esse recurso é um apoio mensal para quem cursa o ensino técnico e tecnólogo. A proposta é incentivar os estudantes e mostrar que a qualificação profissional abre caminhos para o mercado de trabalho”, afirmou. Também participaram da solenidade de entrega o secretário de Desenvolvimento Social, Wellington Matos, e a diretora-geral da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), Adryanna Caiado. Beneficiária do Bolsa Profissionalizante, a estudante Emilly Kelly Silva de Oliveira, da Escola do Futuro Raul Brandão de Castro, em Mineiros, destacou a importância do benefício para a continuidade dos estudos. “Esse benefício não é apenas financeiro, é um voto de confiança que me motiva a estudar mais e acreditar no meu futuro”, disse. ProgramasO Bolsa Profissionalizante tem como objetivo ampliar o acesso à educação profissional e tecnológica, incentivar a permanência nos cursos e facilitar a inserção no mercado de trabalho. Os valores variam entre R$ 300 e R$ 400 mensais, conforme a modalidade de ensino. Já o Crédito Social Tech é destinado a alunos concluintes de cursos técnicos e de qualificação profissional, com recursos para aquisição de kits profissionais essenciais ao início da atividade produtiva. Os valores vão de R$ 2.696,07 a R$ 4.449,99, de acordo com a área de formação. Outro benefício do Goiás Social para alunos das Escolas do Futuro é a Bolsa Artista, que oferece auxílio entre R$ 600 e R$ 1.200 para estudantes de 12 a 35 anos nas áreas de Artes Visuais, Circo, Música, Dança e Teatro. O programa fortalece a permanência de alunos em situação de vulnerabilidade social e amplia o acesso à formação artística. Fotos: Rômullo Carvalho Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás